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Intoxicação paralítica por ingestão de bivalves

Conhecem-se cerca de 12 toxinas diferentes que provocam esta intoxicação, difundidas por todo o mundo. A sua principal origem está em protozoários marinhos minúsculos, dinoflagelados da espécie Alexandrium, que vivem em moluscos bivalves. O envenenamento dá-se através da ingestão dos moluscos contaminados.

 

Entre todas estas toxinas, a saxitoxina é a mais estudada. O seu mecanismo de acção consiste no bloqueio selectivo dos canais de sódio da membrana do axónio do nervo periférico motor.

As manifestações da intoxicação são as seguintes:

  • Cerca de 5 a 30 minutos após a ingestão, aparecem parestesias na cavidade bucal, periorais e na face e pescoço, progredindo rapidamente, nos casos mais graves, para o tronco e membros;
  • Por vezes verifica-se também:
    • delírio;
    • sinais de défice do tronco cerebral: disartria, disfagia, oftalmoplegia, nistagmo, midríase e visão turva;
    • cefaleias;
    • ataxia da marcha e incoordenação dos membros.

Apesar da denominação, nem sempre existe doença paralítica aguda. Se existir parésia, ela envolve a face, o maxilar, os membros e, nos casos mais graves, a deglutição e a respiração, cerca de 2 a 12 horas após a ingestão.

 

 

Fonte: Almeida, Luís Bigotte de, “O Sortilégio de Pandora – O sistema nervoso e os tóxicos”; Lisboa; Gradiva – Publicações, Lda; 2004

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