Portuguese English French German Italian Spanish

  Acesso à base de dados   |   email: qualfood@idq.pt

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 234 quilogramas de presunto de raça Bisara em condições impróprias para consumo num entreposto frigorífico em Alenquer, anunciou hoje o organismo.

Em comunicado, a ASAE anuncia que instaurou um processo-crime por géneros alimentícios anormais avariados e apreendeu 234 quilogramas de presunto da raça Bisara, impróprios para consumo, avaliados em cerca de quatro mil euros, na sequência de uma ação de fiscalização dirigida a um entreposto frigorífico, no concelho de Alenquer.

A ação, realizada esta semana, através da Unidade Regional do Sul, tinha como objetivo verificar as condições de armazenamento e distribuição de produtos alimentares, de forma a garantir o cumprimento dos requisitos gerais e específicos em termos de Segurança Alimentar.

Fonte: Diário de Notícias

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou uma operação na Santa Casa da Misericórdia de Vinhais, tendo apreendido mais de 250 quilos de carne, que serão provenientes de situações de abate ilegal e que, por isso, poderão não estar em condições de ser consumidos.

Os alimentos encontravam-se congelados numa câmara de conservação do lar da instituição e não tinham os selos de controlo veterinário.

O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vinhais foi julgado num processo sumário, uma vez que é o responsável pela instituição. Ao que o CM apurou, a situação foi detetada no início da semana passada, sendo que a ação da ASAE naquelas instalações se inseriu numa operação que decorreu nacionalmente.

Neste caso em concreto, a carne seria usada pela Santa Casa da Misericórdia de Vinhais para confecionar os almoços e jantares dos utentes do lar.

Os alimentos eram também utilizados nas refeições que a instituição entrega diariamente ao domicílio não só em Vinhais, como em outros concelhos do distrito de Bragança.

Desconhece-se, no entanto, há quanto tempo é que a situação de proveniência ilegal da carne decorre.

Fonte: Correio da Manhã

A Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e as inspecções regionais das actividades económicas das regiões autónomas - IRAE-Açores e a IRAE-Madeira – levaram a cabo, durante a última semana, uma acção que teve como objectivo fiscalizar a actividade de panificação e venda ambulante de pão, verificando o cumprimento das regras de higiene e segurança daquele alimento, assim como os requisitos de rotulagem e condições de transporte.

As três entidades fiscalizadoras da acção económica suspenderam 15 operadores e instauraram 75 processos de contra-ordenação e três processos-crime, principalmente devido à existência de alimentos estragados e de jogo ilícito, resultado de uma operação no sector da panificação.

"Como resultado das acções foram inspeccionados 287 operadores económicos, tendo sido instaurados 75 processos de contra-ordenação e 3 processos-crime" e foi suspensa a actividade em 15 operadores económicos, resume o comunicado divulgado pelas autoridades.

Na lista das principais infracções de natureza contra-ordenacional detectadas durante a operação 'Pão Seguro' estão "o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, a falta de mera comunicação prévia e a falta de afixação de preços, bem como infracções de natureza criminal", a existência de géneros alimentícios deteriorados e "jogo ilícito", acrescenta a informação.

Fonte: Económico

A Direção-Geral da Saúde lança, pela primeira vez, um manual dedicado à alimentação vegetariana em idade escolar, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável.

Este manual pretende divulgar cuidados base essenciais a ter na adoção de um padrão alimentar vegetariano por parte de famílias onde existam crianças em idade escolar e seus riscos e vantagens.

Sugere-se que seja possível produzir refeições vegetarianas muito diversificadas recorrendo a produtos vegetais nacionais, sazonais e de proximidade, muitos deles enquadrados na nossa tradição mediterrânica e promovendo a agricultura nacional e os seus produtos vegetais de qualidade.

O documento foi elaborado por uma equipa multidisciplinar onde se incluem pediatras e nutricionistas com experiência na área. Depois do manual Linhas de Orientação para uma Alimentação Vegetariana Saudável, pretende-se que esta seja uma forma de contribuir para o conhecimento dos profissionais de saúde e da população em geral, evitando erros e desinformação a que muitas vezes este tema é associado.

Ao mesmo tempo, reconhece-se a necessidade deste padrão alimentar ser acompanhado de perto por profissionais de saúde.

Para mais informações consulte o Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar.

Fonte: DGS

O regulamento das doenças animais transmissíveis, popularmente conhecido como Lei de Sanidade Animal, já foi publicado e entra em vigor no próximo dia 20 de abril de 2016.

Este regulamento foi aprovado formalmente pelos ministros da Agricultura da União Europeia em dezembro passado.

Pela primeira vez são enumeradas as doenças específicas que estão sujeitas a medidas de prevenção e controlo em toda a União e propõe medidas concretas sobre forma de abordar estas doenças, com uma abordagem comum para tarefas críticas, tais como a deteção temporária, vigilância, identificação dos animais e o intercâmbio de informação.

Esta nova normativa, resultado de três anos de negociações, tem como objetivo estabelecer um quadro jurídico único global de normas para a saúde animal e pública da União Europeia, em substituição de diversas legislações acumuladas nos últimos anos.

Em comparação com o sistema anterior, a nova Lei de Sanidade Animal proporciona instruções simples e claras às autoridades nacionais para que possam centrar-se nas principais prioridades na luta contra as doenças animais.

A nova legislação também esclarece a divisão de responsabilidades entre os tratadores de animais, os seus proprietários, intermediários comerciantes, veterinários e autoridades.

Os tratadores, proprietários e intermediários estão obrigados a aplicar os princípios de boas práticas de criação e administração prudente de medicamentos, enquanto os veterinários são responsáveis de consciencializar sobre a relação entre a saúde e bem-estar animal e a saúde humana.

O documento coloca em prática melhores ferramentas de notificação e vigilância para lutar contra as doenças animais. Permite à Comissão tomar medidas urgentes para fazer frente a doenças que podem ter um «impacto muito significativo» na sanidade animal e a produção pecuária.

A Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (AESA) será consultada no momento de atualizar a lista europeia de doenças potencialmente perigosas e as organizações de agricultores, associações veterinárias e os movimentos defensores dos animais serão tidos em conta para a preparação de planos de contingência.

Fonte: Agronegócios

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu cerca de 840 carcaças de leitão, num total de mais de 7,5 toneladas, num entreposto frigorífico localizado no concelho de Ílhavo.

A apreensão deveu-se ao facto de os produtos, todos eles congelados, não terem documentos de acompanhamento e, por isso, não se saber a sua proveniência. Além disso, algumas das carnes já não se encontravam em condições de ser consumidas.

A ação de fiscalização da ASAE, na quinta-feira à tarde, teve como objetivo verificar as condições de armazenamento e de distribuição de produtos alimentares, de forma a garantir o cumprimento dos requisitos legais e específicos em termos de segurança alimentar.

Segundo o JN apurou, junto de fonte oficial daquela entidade, será feita, agora, uma avaliação dos produtos apreendidos. Os que estiverem em condições de consumo poderão ser utilizados para alimentação animal, caso haja concordância do proprietário dos mesmos. Os restantes serão destruídos.

O valor total da carne ascendia a 38 mil euros, tendo sido instaurado à empresa em questão um processo de contraordenação, por falta de rastreabilidade dos produtos bem como falta de requisitos obrigatórios.

Fonte: Jornal de Notícias

Um estudo da Universidade do Porto analisou 825 crianças portuguesas e conclui que mais de metade (55%) não têm os níveis adequados de iodo, das quais 31% apresentam deficiência daquele micronutriente, cuja carência pode comprometer o desenvolvimento cognitivo.

Os resultados preliminares do primeiro estudo realizado em Portugal sobre os níveis de iodo nas crianças portuguesas revelam que 55% dos analisados não tem os níveis adequados de iodo.

Deste universo, 31% tem níveis de deficiência de iodo, avançou hoje à agência Lusa Conceição Calhau, investigadora do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

Das crianças analisadas com idades compreendidas entre os seis e os 12 anos e a frequentar escolas na região do Tâmega, no norte de Portugal, ficou também a saber-se que 24% apresenta excesso de iodo.

Os resultados são preocupantes, afirma a líder da investigação científica, recordando que a falta de iodo na alimentação das crianças pode comprometer o Coeficiente de Inteligência em 15 pontos.

Para resolver o problema da carência de iodo nas crianças portuguesas, a especialista defende a introdução de uma legislação relativa ao sal.

"O sal devia ser iodado com uma quantidade de iodo por quilo de sal que, com baixo consumo de sal, se consiga o aporte necessário de iodo", explica, referindo que essa é uma solução implementada na grande parte dos países mundiais, onde com ingestões baixas de sal se consegue cobrir as necessidades diárias de iodo.

A carência de iodo na dieta alimentar acarreta graves problemas de saúde, podendo comprometer diversas funções do organismo, designadamente a taxa de metabolismo basal e temperatura corporal, que têm um "papel determinante no crescimento e desenvolvimento dos órgãos, especialmente do cérebro", lê-se no documento científico a que a Lusa teve acesso.

A necessidade diária de iodo é entre as 90 a 150 microgramas, em função da idade da criança.

O iodo é um micronutriente que serve para manter equilibrado os processos metabólicos do crescimento e desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso desde a 15.ª semana de gestação do bebé até os três anos de idade, além de regular a produção de energia e consumo de gordura acumulada.

Os alimentos mais ricos em iodo são os de origem marinha, como por exemplo a cavala, mexilhão, bacalhau, salmão, pescada, berbigão ou camarão, mas também existe no leite, ovo ou fígado.

Fonte: SIC Notícias

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 700 quilos de produtos alimentares e 273 carcaças de animais - borregos, suínos, ovinos e caprinos - e equipamento diverso no valor de 10.900 euros durante a época da Páscoa.

Na operação, que abrangeu a fiscalização de 251 operadores económicos, a ASAE suspendeu a atividade de cinco empresas e instaurou cinco infrações de natureza criminal, designadamente o abate clandestino, a fraude sobre mercadorias e a violação e uso ilegal de denominação de origem ou de indicação geográfica protegidas.

Foram ainda detetadas 65 infrações de natureza contraordenacional, designadamente o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, a falta de mera comunicação prévia, a falta de afixação de preços, a preparação e a venda de carnes e seus produtos com desrespeito pelas normas higiénicas e técnicas aplicáveis.

A ação de fiscalização, a nível nacional, antecedeu a celebração da Páscoa e foi direcionada aos locais de fabrico e comercialização de produtos cuja procura aumenta nesta época do ano, tais como produtos de pastelaria, confeitaria, determinados tipos de carnes (borrego e cabrito).

O objetivo - adianta a ASAE - foi a verificação do cumprimento das regras de higiene e segurança, bem como de rastreabilidade, rotulagem e acondicionamento dos géneros alimentícios, além do cumprimento de demais legislação específica e generalista aplicável ao exercício da atividade e na defesa do consumidor.

Na semana passada, a ASAE efetuou ainda uma ação de fiscalização de combate ao abate clandestino, da qual resultou o desmantelamento de um matadouro ilegal e apreensão de cerca de 500 animais (carcaças de ovinos e caprinos e animais vivos).

Fonte: TVI24

A operação Opson V decorreu entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016.

No Sudão foram apreendidas nove toneladas de açúcar falsificado, que estava contaminado com fertilizantes. Foram ainda recuperadas mais de 85 toneladas de azeitonas que tinha sido "pintadas" com soluções de sulfato de cobre para a cor ficar mais forte.

Esta operação envolveu polícias, autoridades alfandegárias, entidades reguladores do setor alimentar e parceiros do setor privado; as inspeções realizaram-se em lojas, mercados, aeroportos, portos e zonas industriais.

Foram detidas várias pessoas em diversas partes do mundo, as investigações ainda decorrem.

Na Grécia, as autoridades descobriram três fábricas ilegais, que produziam álcool falsificado. A polícia apreendeu equipamentos utilizados no processo de fabrico, incluindo rótulos, tampas e garrafas vazias, além de mais de 7.400 garrafas de álcool e de rótulos falsos.

No Reino Unido, foram recuperados cerca de 10 mil litros de álcool falso ou adulterado, incluindo vinho, whisky e vodka.

Na Tailândia identificaram um homem que se preparava para transportar quatro toneladas de carne ilegalmente importada da Índia. Foram ainda destruídas mais de 30 toneladas de carne ilegal e carne de búfalo impróprios para consumo humano que se preparava para ser vendidas em supermercados.

Nos aeroportos foram identificadas várias pessoas que se preparavam para transportar produtos ilegais. No aeroporto de Zaventem, na Bélgica, as autoridades descobriram carne de macaco. Em França foram apreendidos e destruídos 11 quilos de gafanhotos e 20 quilos de lagartas.

A polícia da Coreia do Sul deteve um homem por venda ilegal de suplementos dietéticos, que eram vendidos on-line como sendo um produto natural, mas que na verdade continha ingredientes prejudiciais à saúde.

Na Austrália a avaliação de 450 kg de mel revelou que tinha sido adulterado; uma remessa de amendoins tinha sido reembalada e novamente rotulada como pinhões, o que representa uma ameaça para quem sofre de alergias.

O responsável da Interpol pela unidade de mercadorias ilícitas, que coordenou esta investigação, diz que "a Operação Opson V, que resultou em mais apreensões do que nunca, mostra que é preciso continuar a empenhar esforços para identificar as redes criminosas que têm como única preocupação fazer lucro, não importando o custo para o público."

Na Indonésia, as autoridades apreenderam 70 quilos de intestinos de frango, que tinham sido preservados em formol, o que é proibido como aditivo alimentar. Foram ainda apreendidos mais de 310 mil produtos alimentares ilegais, que foram descobertos escondidos atrás de pilhas de telhas num armazém. As autoridades acreditam que vieram por barco a partir de Malásia.

Na Bolívia, a polícia descobriu um armazém com milhares de latas de sardinhas, com rótulos falsos. Na Hungria, Itália, Lituânia e na Roménia foram encontrados chocolates, doces e bebidas não alcoólicas falsificadas e que se destinavam ao público infantil.

Na Zâmbia, a polícia descobriu 1.300 garrafas de whisky falsificado na embalagem original, que tinham sido roubadas de um armazém. Foram ainda apreendidas mais de 3.200 caixas de refrescos em pó, com as datas de validade alteradas.

A Operação Opson realiza-se desde 2011, começou por abranger 10 países europeus e atualmente envolve cerca de 60 países em todo o mundo.

Lançado pela primeira vez em 2011, as operações Opson têm crescido de envolver apenas 10 países da Europa, a que envolve cerca de 60 países em todas as regiões do mundo, resultando na apreensão de dezenas de milhares de toneladas de comida e bebida falso e inferior.

Fonte: TSF

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) anunciou na passada quinta-feira que desmantelou um matadouro ilegal, em Vila Real, durante uma ação de fiscalização que visava combater o crime de abate clandestino de animais.

A operação realizada na quarta-feira resultou de uma investigação que decorria há cerca de seis meses por parte da Unidade Regional do Norte -- Unidade Operacional de Mirandela.

A ASAE disse, em comunicado, que se tratou de uma "ação de defesa da saúde pública" e que foi instaurado um processo-crime por abate clandestino.

De acordo com a autoridade, durante a operação foram identificadas algumas pessoas, que são ainda suspeitos da contrafação das marcas oficiais, usadas pela inspeção sanitária da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

Contactada pela agência Lusa, fonte da ASAE não quis especificar o número de pessoas identificadas, justificando que ainda estão a decorrer averiguações no âmbito do inquérito.

Durante a intervenção na exploração pecuária, os inspetores dizem que constataram "que ali se procedia ao abate massivo de pequenos ruminantes (ovinos e caprinos)", apesar do local "não estar licenciado para o efeito e sem condições de higiene adequadas".

A autoridade referiu ainda que os animais "não eram sujeitos à inspeção sanitária oficial obrigatória antes e após o abate, para despiste de doenças".

Como resultado da ação foram apreendidas 328 carcaças de ovinos e caprinos, respetivas peles, cerca de 200 quilos de vísceras e diversos instrumentos usados no abate.

Foram ainda apreendidos 160 animais vivos, por não se encontrarem identificados com as marcas auriculares e se suspeitar serem destinados, também, a abate clandestino.

O valor total da apreensão ascende a cerca de 33.200 euros.

A ASAE afirmou que vai manter "particular atenção ao fenómeno", devido ao "acréscimo de procura das carnes de caprino e ovino que se verifica neste período da Páscoa.

O objetivo é "reprimir práticas suscetíveis de colocar em risco a saúde dos consumidores".

Esta operação contou com a colaboração dos serviços regionais da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.

Fonte: Notícias ao minuto