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O herbicida mais utilizado no mundo, o glifosato, tem vindo a ser alvo de forte controvérsia nos últimos tempos, depois da Organização Mundial de Saúde (OMS) ter anunciado que era um produto potencialmente cancerígeno e, também, da suspeita lançada pelo partido ecologista alemão, de que podiam existir resíduos no leite.

Estas suspeitas levaram a Comissão Europeia a pedir uma avaliação de riscos à EFSA - European Food Safety Authority e o Governo alemão a pedir, também, uma avaliação a uma instituição credenciada.

Toda esta situação levou à prorrogação de apenas seis meses da autorização de comercialização, autorização essa que termina em julho deste ano.

Neste momento e depois de todos os relatórios terem sido negativos e indicado que os riscos inerentes ao glifosato eram negligenciáveis, a autorização de comercialização até ao ano de 2031, ou seja, mais 15 anos, como é normal neste tipo de produtos está em cima da mesa.

 

 

Fonte: Agronegócios

Segundo um relatório do Instituto para a Investigação da Agricultura Biológica (FIBL) e da Federação Internacional dos Operadores da Agricultura Biológica (IFOAM), a área cultivada mundialmente com agricultura biológica continua a aumentar.

Assim, a área total, em 2014, atingiu os 43,7 milhões de ha, ou seja, mais 0,5 milhões de ha que em 2013, sendo que as pastagens cobriram 27,5 milhões de ha, as culturas anuais 8,5 milhões de ha e as culturas permanentes 3,4 milhões de ha. Nos últimos dez anos, estas áreas cresceram cerca de 50%.

A Austrália, com 17,2 milhões de ha, é o país com a maior área bio (dos quais 97% são pastagens), seguida pela Argentina, com 3,1 milhões de ha, dos Estados Unidos, com 2,2 milhões de ha, da China, com 1,9 milhões de ha, da Espanha, com 1,7 milhões de ha, da Itália, com 1,4 milhões de ha, do Uruguai, com 1,3 milhões de ha, da França, com 1,1 milhões de hectares e da Alemanha, com 1 milhão de ha.

Em onze países, mais de 10% da área cultivada é ocupada pelo bio, sendo que as percentagens mais elevadas são nas Ilhas Falkland, 36,3%, no Liechtenstein, 30,9%, na Áustria, 19,3%, na Suécia, 16,2%, na Estónia, 16,4%, na República Checa, 11,1% e na Itália, 10,8%.

O mercado mundial de produtos biológicos deve ter atingido, em 2014, os 60 mil milhões de euros e é liderado pelos Estados Unidos, com 27,1 mil milhões de euros, seguido da Alemanha, com 7,9 mil milhões, da França, com 4,8 mil milhões e da China, com 3,7 mil milhões.

 

 

Fonte: Agronegócios

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 31 toneladas de carne de coelho, num valor de 47 mil euros, que estavam congeladas numa câmara "sem as mínimas condições" numa unidade industrial de entrepostagem frigorífica em Estarreja.

Em comunicado, a ASAE explica que desencadeou, na semana passada, através de brigada especializada de fiscalização das indústrias de produtos de origem animal da Unidade Regional do Norte, uma ação de fiscalização dirigida a uma unidade industrial de entrepostagem frigorífica, centro de reacondicionamento e sala de desmancha de carnes, localizada no concelho de Estarreja.

Durante a ação de fiscalização de segurança alimentar, a ASAE constatou que a armazenagem/entrepostagem de carne de coelho congelada e embalada em caixas de cartão fechadas "era efetuada numa câmara de conservação de congelados sem condições mínimas para a eficaz aplicação dos procedimentos de higiene e segurança alimentar".

A ASAE determinou a suspensão da atividade e instaurou o respetivo processo de contraordenação.

 

 

Fonte: TVI24

Um total de 31 alunos da Escola Sophia de Mello Breyner, em Carnaxide, foram transportados para hospitais após a hora de almoço. Os alunos sentiram-se mal após uma intoxicação alimentar, segundo disse à Lusa a diretora do estabelecimento, Teresa Silva.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Carnaxide, Manuel Fonseca, concretizou que as crianças se sentiram indispostas logo após o almoço.

Segundo fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), os alunos foram transportados para os hospitais de S. Francisco Xavier (Lisboa), Amadora-Sintra e da Estefânia (Lisboa). Fonte do Hospital Amadora-Sintra confirmou que, até às 16.10, tinham dado entrada seis crianças, com idades entre os 7 e os 12 anos, numa situação "estável, apresentando dores de estômago".

Fonte do Hospital S. Francisco Xavier indicou, cerca das 16.20, que a unidade recebeu sete crianças com idades entre os 8 e os 14 anos, que "não estão em estado grave e estão a ser hidratadas". Espera-se que tenham alta em breve, segundo a mesma fonte.

Ao todo, foram 43 os alunos que apresentaram estes sintomas mas, após uma triagem no local pelo INEM, 12 foram para casa, acompanhados pelos encarregados de educação e familiares.

 

 

Fonte: Notícias ao minuto

Os operadores do setor dos alimentos para animais, devem elaborar e remeter à DGAV as comunicações obrigatórias anuais previstas ao abrigo do Capítulo III do Decreto-Lei n.º 247/2002 de 08 de novembro, que altera e republica o Decreto-Lei n.º 245/99 de 28 de junho e que estabelece os princípios relativos à organização dos controlos oficiais no domínio da alimentação animal.

O prazo limite para entrega/submissão das comunicações obrigatórias anuais relativas ao ano de 2015 foi estendido até ao dia 29/02/2016.

A DGAV disponibiliza um Manual de Apoio à submissão das comunicações obrigatórias anuais ao preenchimento dos formulários no SIPACE.

Para consultar o Manual clique aqui.

 

Fonte: DGAV

A Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu aprovou, por unanimidade, a Lei de Sanidade Animal da União Europeia. Em junho passado já aprovara o acordo informal estabelecido entre o Conselho, Parlamento e Comissão Europeia.

Depois da aprovação pela Comissão de Agricultura, o seguinte passo será o consentimento por parte do Parlamento Europeu em segunda leitura, que se espera na próxima sessão de 07 a 10 de Março.

A proposta de Lei de Sanidade Animal, pela primeira vez, liga o bem-estar animal com a saúde animal e pública. Destaca o uso responsável de antibiótico, o que ajudará a lutar contra a resistência antimicrobiana.

Para além disso, inclui que todos os pecuários e comerciantes de gado sejam obrigados a aplicar princípios de boa gestão dos animais e de uso responsável dos medicamentos. A Comissão deveria vigiar o actual uso de antimicrobianos nos Estados-membros e publicar dados detalhados e comparáveis sobre o mesmo.

A lei daria à Comissão poder para tomar medidas urgentes de forma rápida e imediata quando a situação o exige. No entanto, um dos pilares da nova lei seria a prevenção. Com o objectivo de assegurar a efectiva prevenção da doença. Os eurodeputados propõem que o Parlamento Europeu e o Conselho intervenham no estabelecimento e actualização da lista de doenças potencialmente perigosas, em consulta com os especialistas da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar. A nova lei codificaria 40 normas legais numa única.

 

 

Fonte: CONFAGRI

A Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu aprovou, por unanimidade, a Lei de Sanidade Animal da União Europeia. Em junho passado já aprovara o acordo informal estabelecido entre o Conselho, Parlamento e Comissão Europeia.

Depois da aprovação pela Comissão de Agricultura, o seguinte passo será o consentimento por parte do Parlamento Europeu em segunda leitura, que se espera na próxima sessão de 07 a 10 de Março.

A proposta de Lei de Sanidade Animal, pela primeira vez, liga o bem-estar animal com a saúde animal e pública. Destaca o uso responsável de antibiótico, o que ajudará a lutar contra a resistência antimicrobiana.

Para além disso, inclui que todos os pecuários e comerciantes de gado sejam obrigados a aplicar princípios de boa gestão dos animais e de uso responsável dos medicamentos. A Comissão deveria vigiar o actual uso de antimicrobianos nos Estados-membros e publicar dados detalhados e comparáveis sobre o mesmo.

A lei daria à Comissão poder para tomar medidas urgentes de forma rápida e imediata quando a situação o exige. No entanto, um dos pilares da nova lei seria a prevenção. Com o objectivo de assegurar a efectiva prevenção da doença. Os eurodeputados propõem que o Parlamento Europeu e o Conselho intervenham no estabelecimento e actualização da lista de doenças potencialmente perigosas, em consulta com os especialistas da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar. A nova lei codificaria 40 normas legais numa única.

 

 

Fonte: CONFAGRI

Depois de um consumidor alemão ter encontrado um pedaço de plástico num dos chocolates produzidos pela Mars, a empresa decidiu recolher lotes de produtos em 55 países, incluindo em Portugal. Em causa estão as marcas Mars e Snickers.

Fonte oficial da empresa confirmou ao PÚBLICO que os lotes estão identificados. A possibilidade de haver plástico “é ínfima” e a empresa diz que está a recolher produtos das duasmarcas “por uma questão de precaução”.

A Mars, que também produz a Milky Way, decidiu fazer uma recolha voluntária de produtos na sequência da queixa do cliente. Os chocolates potencialmente afectados têm data de validade entre 3 de Julho e 9 de Outubro de 2016.

Veja aqui a lista dos lotes afectados.

"A decisão surge devido à possibilidade de algumas das barras de chocolate destas marcas poderem conter pequenos pedaços de plástico vermelho. Estamos perante um incidente isolado", diz a empresa, em comunicado. Apenas as marcas Mars e Snickers estão abrangidas pela recolha. "Outras variedades de chocolates, diferentes formas de apresentação ou barras de outros tamanhos não são afectadas".

Quem comprou barras de chocolate, pode entrar em contacto com a empresa por telefone (214581167) ou e-mail (This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.).

 

Fonte: Público

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 12 mil litros de vinho, na região da Bairrada, por rotulagens erradas, divulgou esta sexta-feira a entidade.

O processo de fiscalização e de combate à distribuição e comercialização ilegal de vinhos, através da unidade regional do Centro, deu origem também a uma multa a um embalador de vinhos.

De acordo com um comunicado da ASAE citado pela Lusa, em causa estava a “inexatidão de menções obrigatórias na rotulagem e inclusão na rotulagem de menções não admitidas pela regulamentação aplicável”.

A ASAE apreendeu ainda mais de 13 mil embalagens e rótulos irregulares.

Vinho e rótulos foram avaliados em cerca de 38 mil euros.

 

Fonte: TVI24

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 12 mil litros de vinho, na região da Bairrada, por rotulagens erradas, divulgou esta sexta-feira a entidade.

O processo de fiscalização e de combate à distribuição e comercialização ilegal de vinhos, através da unidade regional do Centro, deu origem também a uma multa a um embalador de vinhos.

De acordo com um comunicado da ASAE citado pela Lusa, em causa estava a “inexatidão de menções obrigatórias na rotulagem e inclusão na rotulagem de menções não admitidas pela regulamentação aplicável”.

A ASAE apreendeu ainda mais de 13 mil embalagens e rótulos irregulares.

Vinho e rótulos foram avaliados em cerca de 38 mil euros.

 

Fonte: TVI24