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Praga dos citrinos: Lista de freguesias afectadas publicada na página da DGAV

A Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) estabeleceu que a publicação obrigatória das freguesias afectadas pela praga dos citrinos ‘trioza erytreae’ passa a ser actualizada na sua página na internet (aqui), noticia a Lusa.

A DGAV tinha publicado em 31 de Janeiro a lista das freguesias que integram a zona demarcada atingida pelo insecto, que afecta sobretudo citrinos, mas entretanto confirmou oficialmente a presença da praga na freguesia de Alcântara, em Lisboa.

Devido à «necessidade de uma actualização permanente da informação relativa às listagens das freguesias que integram a zona demarcada e a adopção de um instrumento mais ágil de publicação dessa informação», no despacho hoje publicado é referido que o mapa e a lista de freguesias totalmente abrangidas e das freguesias parcialmente abrangidas serão publicados no portal de internet da DGAV, assim como as alterações ou actualizações a estas zonas.

A DGAV salienta que, por lei, sempre que a praga ‘trioza erytreae’ for detectada numa nova zona, é obrigatório o alargamento das zonas demarcadas já estabelecidas, com carácter imediato.

A zona demarcada para a ‘trioza erytreae’ «corresponde à área territorial das freguesias onde é confirmada pelos serviços oficiais a presença do insecto (freguesias infestadas) e à área abrangida pelo raio de três quilómetros contados a partir dos limites dessas freguesias (zona tampão)», esclareceu.

A ‘trioza erytreae’, ou psila-africana-dos-citrinos, é um insecto causador de danos graves nos citrinos, sendo ainda vector de uma doença causada pela bactéria ‘Candidatus liberibacter’, considerada como a mais grave a nível mundial para estas espécies, mas que ainda não entrou na Europa.

O despacho agora publicado (Despacho nº 4481/2020) revoga o que foi publicado em 31 de Janeiro (Despacho nº 1525-B/2020), que continha uma listagem com as zonas até então demarcadas, em freguesias distribuídas pelas regiões Norte, Centro e Lisboa e Vale do Tejo, e todas as freguesias da Madeira e Porto Santo.

Fonte: Agroportal/Qualfood