Portuguese English French German Italian Spanish

  Acesso à base de dados   |   email: qualfood@idq.pt

O Salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas (SISAB) 2020, começa hoje, em Lisboa, e vai juntar compradores de 130 países até quarta-feira (dia 4 de Março). A Região estará representada neste certame anual de referência no apoio à exportação das empresas pela GESBA-Empresa de Gestão do Sector da Banana, que leva à capital as três frutas regionais que actualmente comercializa: anona, abacate e, claro, a banana da Madeira.

À semelhança do ano anterior, trata-se de uma presença conjunta com outras empresas da Madeira, no Stand da RAM, organizado pela Invest Madeira, sob a tutela da Secretaria Regional de Economia.

Se na sua primeira presença, no SISAB 2019, apenas a Banana da Madeira foi promovida, agora, a Gesba promove também a anona, fruta que comercializa desde 2018, e o abacate, a mais recente aposta da empresa. Desde Novembro de 2017, que a empresa tem também por objecto a gestão e comercialização de outros produtos que integram o sector primário e agroindustrial da Região.

Para Artur Lima, gerente da GESBA, “o SISAB é uma oportunidade única para dar mais notoriedade aos produtos agrícolas da Região Autónoma da Madeira, em particular, a anona e o abacate da Madeira, frutas que recentemente foram introduzidas pela GESBA no mercado continental, pela primeira vez de uma forma organizada e com um processamento que respeita e garante a qualidade, a segurança alimentar e a sua sustentabilidade”.

De referir que o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, estará também presente, esta segunda-feira (dia 2 de Março) no evento, que decorre na Altice Arena, em Lisboa.

Cancelada vinda de participantes da China e do Norte da Itália

Na sexta-feira, a administração do SISAB cancelou a vinda de participantes da China e do Norte da Itália para que não exista “o mínimo risco” de contágio com o novo coronavírus, designado Covid-19.

Num comunicado, divulgado na altura, os responsáveis pela organização do certame indicaram que já foram registados alguns cancelamentos de participantes, porém, ressalvou que o “número não é significativo”, pelo que o evento vai decorrer “nos moldes estabelecidos”.

Por outro lado, a administração do SISAB contactou a Direcção Geral da Saúde (DGS) para avaliar os “eventuais riscos”, tendo, na sequência, apelado a todos os participantes para que “cumpram as regras da etiqueta respiratória, de acordo com as instruções” que têm sido divulgadas.

De acordo com a informação disponível no ‘site’ do SISAB 2020, entre os países compradores encontram-se o Canadá, Estados Unidos, México, Brasil, Angola, Egipto, Líbia, Rússia e Austrália.

Durante o evento estão previstas degustações de produtos tradicionais do continente e das ilhas, uma ‘masterclass’ sobre vinhos, bem como apresentações de produtos.

Os compradores poderão visitar os 28 sectores em exposição, como vinho, especiarias, embalagens, serviços financeiros, pescado, carne, frutas, azeite, laticínios e produtos dietéticos.

Este salão deverá ainda contar com a visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, da ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque e do secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres.

Fonte: DNotícias

As Autoridades Espanholas emitiram um alerta sobre pizzas e massa de base para pizzas confeccionadas no município de Zaragoza, e vendidas online como potencialmente perigosas, devido a condições que não garantiam a segurança alimentar destes alimentos. 

A AESAN (Agência Espanhola de Segurança Alimentar e Nutrição) indica que não foram reportados casos de doença associados a este alerta.

As pizzas eram vendidas online, e de acordo com a informação disponibilizada pelas Autoridades, o negócio tinha a cargo 8 trabalhadores. Como resultado das investigações, a atividade que apresentava como local de fabrico, um domicílio familiar sem registo e com graves deficiências higieno-sanitárias, foi suspensa. 

O website utilizado para a venda destes produtos foi encerrado e os produtos apreendidos.

Fonte: Food Safety News

 

Considerando a crescente motivação da Sociedade e dos operadores económicos para o tema do Desperdício Alimentar, torna-se fundamental que a doação de Alimentos se realize de forma confiável.

Deste modo, a DGAV, enquanto autoridade competente e reguladora da matéria alimentar, pretende prestar todos os esclarecimentos e de uma forma prática e positiva, clarificar procedimentos e dissipar dúvidas que ainda persistam, com a divulgação dos Manuais: “Doação de Alimentos Seguros - Instituições de Solidariedade Social” e “Doação de Alimentos Seguros - Perguntas e Respostas”.

Estes manuais são um auxiliar indispensável a todos os que de uma forma ou de outra façam parte desta atividade tão nobre que é a Doação de Alimentos.

Fonte: DGAV

Uma ‘startup’ nascida na Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP) desenvolveu um 'snack' que, composto por mais de 50% de leguminosas, pretende "incentivar a população portuguesa a consumir mais estes alimentos".

Alexandre Santos, diretor da empresa de base tecnológica em fase de desenvolvimento "Snood Foods", explicou hoje que foi com o propósito de "aumentar o consumo de leguminosas" na alimentação dos portugueses que, em 2017 (Ano Internacional das Leguminosas), quatro investigadores da FCNAUP desenvolveram os "Bean'Go".

Com o intuito de tornar os snacks desenvolvidos na FCNAUP "comerciáveis", Alexandre Santos decidiu juntar-se à equipa de investigadores e criar a "Snood Foods".

"Na altura, fiquei muito interessado com o projeto e juntei-me para, de certa forma, tornar esse projeto de investigação, comerciável", esclareceu, acrescentando que a ideia era criar um produto que correspondesse aos atuais "consumos e comportamentos" da população portuguesa no que concerne à alimentação.

"Queríamos criar um produto que fosse conveniente e que as pessoas pudessem consumir em qualquer momento do dia", disse.

Segundo Alexandre Santos, os snacks, compostos por mais de 50% de leguminosas e feitos no forno, são "um produto natural, extremamente saudável e muito saboroso".

"Em média, os 'snacks' têm duas vezes mais proteína do que os outros 'snacks' no mercado", explicou o responsável, adiantando estarem já a ser comercializados, em 50 lojas da marca Pingo Doce, dois produtos diferentes: um de ervilhas e outro de grão de bico.

Além destes alimentos, os 'snacks' sem glúten, contém também azeite, farinha de arroz, pós de fruta e especiarias, como manga, tomate e orégão, e outros ingredientes "segredo".

À Lusa, Alexandre Santos adiantou terem já recebido "um bom 'feedback' das pessoas", sendo que o objetivo da 'startup' passa agora por fazer snacks de outras leguminosas, como de feijão vermelho, feijão preto e lentilhas.

Paralelamente, a "Snood Food" pretende ainda "tornar o produto mais divertido para as crianças" e explorar outros formatos, uma vez que o atual produto é de 25 gramas.

"Queremos tentar fazer produtos de outros formatos, nomeadamente, de 50 ou 100 gramas. Assim como também queremos chegar a outros mercados a nível nacional e internacional, uma vez que algumas distribuidoras belgas e espanholas já demonstraram interesse em vender o nosso produto", concluiu.

Fonte: Sapo 24

 

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, na sequência de averiguação de denúncia, realizou através da Unidade Regional do Sul ação de fiscalização dirigida a dois armazenistas/distribuidores localizados em Loures no âmbito da Segurança Alimentar.
Como resultado da ação foram instaurados dois processos de contraordenação por falta de requisitos tendo-se verificado a existência de bens alimentares (pré-embalados e produtos secos/mercearia) cuja data de validade expirou nos anos de 2017, 2018 e meados de 2019, encontrando-se o armazenista a proceder à substituição das respetivas datas de durabilidade mínima (“consumir de preferência antes de”) sem qualquer avaliação prévia dos produtos em causa.

Refere-se que esta prática é proibida nos armazenistas, como era o caso, sendo apenas possível e reservada aos produtores do produto e após a realização de determinações analíticas prévias que atestem o estado de conservação dos géneros alimentícios e desta forma possam proceder à colocação de nova data de validade garantindo a segurança alimentar dos mesmos.
Foram ainda apreendidas mais de 17 toneladas de produtos alimentares, designadamente bolachas, gelados em pó, chocolates, gomas, cereais, entre outros, tudo num valor aproximado de 28 mil euros, por falta de requisitos dos produtos em termos de Segurança Alimentar.

Os produtos apreendidos destinavam-se ao consumo público para abastecimento do mercado nacional (comércio a retalho) e para mercados não nacionais.
A ASAE continuará a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos e de forma a garantir a Segurança Alimentar dos produtos.

Fonte: ASAE

Os nutricionistas colocam a debate a importância da literacia nutricional do consumidor, amanhã quarta-feira, dia 26 de Fevereiro. O seminário “Escolhas informadas: Literacia nutricional do consumidor” tem a assinatura da Ordem dos Nutricionistas e decorrerá no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, em Lisboa, a partir das 9h30.

A Ordem dos Nutricionistas alerta que cerca de 40% dos portugueses não sabe ler rótulos e que a Direcção-Geral de Saúde (DGS) recomendou ao Governo, em Dezembro de 2019, a adopção de um sistema de rotulagem simples e único que ajude os consumidores a fazerem escolhas mais saudáveis. Os nutricionistas defendem um único sistema interpretativo de rotulagem nutricional a implementar em Portugal.

“Se no passado havia falta de modelos interpretativos no mercado português, actualmente verificamos que as marcas e as cadeias de distribuição têm diferentes modelos, o que pode gerar confusão entre os consumidores. Os governos de vários países europeus apoiam publicamente um modelo único de rotulagem nutricional de carácter interpretativo na frente da embalagem, implementando-a como parte dos programas nacionais de promoção da alimentação saudável. O nosso Governo ainda não foi capaz de tomar uma decisão firme sobre este tema.”, afirma Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas.

Rotulagem nutricional

A rotulagem nutricional é um dos assuntos em cima da mesa neste seminário e será debatido por Francisco Goiana da Silva, da Organização Mundial da Saúde e presidente do Health Parliament Portugal, e por Maria João Gregório, directora do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável.

A importância da literacia alimentar e nutricional terá também destaque com Felisbela Lopes, da Universidade do Minho, Pedro Graça, da Universidade do Porto, e António Pedro Mendes, do Futebol Clube do Porto, a liderarem o assunto.

Também a restauração, a distribuição, a agricultura e a indústria alimentar são sectores chamados para a discussão que pretende clarificar compromissos, tendências e desafios.

O último painel do seminário apela à acção governativa, contando com a participação do secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, do secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Nuno Tiago Russo, e do secretário de Estado da Saúde, António Sales (a confirmar).

Nem toda a informação é fidedigna

Para Alexandra Bento “cada vez há mais informação sobre alimentação, mas nem toda é fidedigna e os portugueses continuam a apresentar insuficiente literacia alimentar, com dúvidas sobre o que comer, como interpretar os rótulos ou como cozinhar de forma mais saudável. É preciso um maior investimento em acções de educação alimentar, persistentes e impactantes, para uma maior literacia alimentar e, consequentemente, escolhas mais saudáveis”.

Recorde-se que a alimentação é um dos principais factores de risco modificáveis que mais contribui para a mortalidade e morbilidade dos cidadãos e que, segundo a DGS, em Portugal, os hábitos alimentares inadequados são o terceiro principal factor de risco que mais contribui para o total de anos de vida saudável perdidos.

Fonte: Agricultura e Mar

Hoje, em conferência de imprensa os comissários europeus da Saúde, Stella Kyriakides, e da Gestão de Crises, Janez Lenarcic, saudando a resposta “profissional e rápida” das autoridades italianas ao surto no norte país, sublinharam que “os rápidos desenvolvimentos verificados no fim de semana em Itália mostraram o quão rapidamente a situação pode mudar” e, como tal, a necessidade de os Estados-membros da UE e a comunidade internacional como um todo atuarem de forma coordenada, para prevenir a propagação do novo coronavírus, que continua a ser a “principal prioridade”.

Questionados sobre eventuais restrições a deslocações dentro do espaço Schengen de livre circulação de pessoas, e designadamente a possibilidade de reintrodução de controlos fronteiriços, à luz dos desenvolvimentos em Itália, os comissários sublinharam que essa é uma matéria da responsabilidade dos Estados-membros, que devem seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (CEPCD), escusando-se a especular sobre o cenário do encerramento do Espaço Schengen.

Já no domingo, a Áustria decidiu interromper momentaneamente ligações ferroviárias com Itália.

Os comissários europeus preferiram sublinhar a necessidade de reforçar e melhorar cada vez mais a coordenação entre os Estados-membros, para fazer face a todos os cenários.

“Há 10 dias, pedimos aos Estados-membros que melhorassem as medidas de preparação, o que agora se revela justificado. A epidemia já afetou 29 países. Isto apenas mostra que temos de acelerar a resposta e temos de atuar como uma União. Não deve haver dúvidas de que este é um desafio global e exige cooperação de toda a comunidade internacional, e também coordenação de todos os setores dentro dos próprios países”, sublinhou Lenarcic.

Para ajudar os esforços conjuntos, o comissário responsável pela Gestão de Crises anunciou a mobilização de 232 milhões de euros, “para ajudar a luta global contra o coronavírus”, especificando que, deste montante global, 140 milhões destinam-se a apoiar os esforços de preparação de organizações mundiais de saúde, 50 milhões para apoiar países parceiros a reforçar a sua resiliência e preparação, 100 milhões para financiamento de investigação, desenvolvimento de vacinas e tratamentos, e 3 milhões para apoiar os esforços dos Estados-membros no fornecimento de equipamento de proteção pessoal à China e repatriamento de cidadãos europeus.

Apontando que a Comissão tem “seguido de muito perto a situação em Itália” e em constante contacto com as autoridades italianas, a comissária europeia da Saúde indicou que, numa ação concertada com estas, vai ser enviada na terça-feira uma missão conjunta da OMS e da CEPCD a Itália, tendo também a Comissão Europeia solicitado ao Centro de Controlo de Doenças que “atualize a sua avaliação de risco, tendo em conta a evolução do surto em Itália”.

A comissária Kyriakides apontou que essa reavaliação já está em curso e que o CEPCD “também está a rever planos de contingência nos Estados-membros”, para a eventualidade de o surto se intensificar.

“Vamos fazer o máximo para apoiar os Estados-membros. Devemos estar preocupados, mas não podemos ceder ao pânico e, ainda mais importante, à desinformação. Temos de nos manter informados entre nós em tempo real”, sublinhou.

Detetado na China em dezembro de 2019, o coronavírus Covid-19 já provocou 2.592 mortos e infetou mais de 78 mil pessoas a nível mundial, registando-se atualmente um surto no norte de Itália, na região da Lombardia, que já provocou 185 infetados e quatro mortos.

Fonte: Sapo24

Foi publicado o Regulamento (UE) 2020/205 da Comissão que que altera o Regulamento (CE) n.º 2073/2005 no que diz respeito a Salmonella em carne de répteis.

O «relatório de síntese da União Europeia sobre as tendências e origens das zoonoses, dos agentes zoonóticos e dos surtos de origem alimentar em 2016», publicado pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) e o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, refere que a salmonelose humana é a segunda doença de origem alimentar mais notificada na União, com cerca de 95 000 casos comunicados anualmente.

Em 2007, a EFSA adotou um parecer científico sobre os riscos para a saúde pública decorrentes do consumo humano de carne de répteis, segundo o qual os répteis são reservatórios bem conhecidos de espécies de Salmonella. O parecer científico analisa as práticas agrícolas e observa uma elevada taxa de transporte intestinal documentada nos crocodilos vivos, que se reflete numa taxa de contaminação igualmente elevada na sua carne fresca e congelada. O parecer científico conclui que a Salmonella é considerada o perigo bacteriano mais relevante que pode ocorrer na carne de répteis e constitui um risco significativo para a saúde pública.

A produção de carne de répteis na União é limitada, mas, de acordo com os dados disponíveis na base de dados de referência do Eurostat para as estatísticas detalhadas do comércio internacional de mercadorias (Comext), as importações provenientes de países terceiros de carne fresca, refrigerada ou congelada e de miudezas comestíveis de répteis têm registado uma tendência ascendente nos últimos dez anos, com um aumento superior a 50 % da quantidade importada durante o período de 2007 a 2017 e uma média anual de importações na União de cerca de 100 toneladas.

 Tendo em conta o potencial risco significativo para a saúde decorrente da possível presença de Salmonella na carne de répteis, o Regulamento (CE) n.º 2073/2005 deve estabelecer um critério de segurança dos géneros alimentícios para a carne de répteis. Este critério de segurança dos géneros alimentícios deve obrigar os operadores das empresas do setor alimentar a tomar medidas nas fases anteriores da produção de carne de répteis que contribuam para a redução da presença de todos os serótipos de Salmonella relevantes em termos de saúde pública.

A norma internacional EN/ISO 6579-1 é o método horizontal para a deteção de Salmonella nos géneros alimentícios e nos alimentos para animais.

Pode consultar o Regulamento (CE) n.º 2073/2005 e todas as suas alterações aqui.

Fonte: Eur-lex/ Qualfood

A produção de azeitona para azeite atingiu um pico histórico no ano passado, de mais de 940 mil toneladas, tornando-se "a maior desde 1941", o primeiro ano em que há registos, conta o Instituto Nacional de Estatística (INE), no boletim que mostra as previsões agrícolas de 31 de janeiro. 

Os dados preliminares dizem que, apesar de disrupções na produção em Trás-os-Montes, e considerando ainda o início da atividade de novos olivais, foram colhidas 943 mil toneladas de azeitonas para azeite no ano passado, mais 30% do que o colhido em 2018. 

Os rendimentos em azeite também devem aumentar, segundo as mesmas previsões, "o que permite antever um balanço muito positivo para esta campanha oleícola", diz o INE. As estimativas apontam ainda para uma subida no rendimento da azeitona para azeite na ordem dos 10%, "o que previsivelmente conduzirá a um aumento da produção de azeite superior ao aumento da produção de azeitona", lê-se no boletim.

A colheita da azeitona está, agora, praticamente concluída, mas foi feita a dois ritmos muito distintos. No Alentejo, a região que nos últimos cinco anos foi responsável por mais de 70% do total da produção nacional de azeitona para azeite, a quantidade disponível foi superior à do ano anterior. Já em Trás-os-Montes, onde se concentrou 15% da produção no mesmo período, as tempestades Elsa e Fabien derrubaram muita da azeitona, um impacto agravado por alguns ataques de mosca da azeitona.   

Cereais de inverno vivem inverno na produção e encolhem

Em dezembro, dada a quantidade de água em demasia nos solos, não foram reunidas as condições necessárias para a produção de cereais de inverno. Foram retomados na primeira quinzena de janeiro os trabalhos de instalação destes cereais, estando já praticamente concluídos. Prevê-se, face à campanha anterior, uma redução na área semeada de 5% no trigo mole e aveia, de 10% no triticale e cevada e de 15% no trigo duro.

Fonte: Jornal de Negócios

A DGAV publicou um esclarecimento técnico que define as condições de importação e colocação no mercado de óleo de coco para fins alimentares relativas ao perfil de ácidos gordos/composição em esteróis. 

O documento pode ser consultado aqui.

Fonte: DGAV