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A Sciaena, Organização Não Governamental de conservação marinha, realizou hoje o webinar “Implementação da Política Comum das Pescas [PCP] da UE: lições a tirar”, apresentado pelos oradores Ana Matias e Gonçalo Carvalho.Como refere Ana Matias, coordenadora de Pescas e Aquacultura na Sciaena, a PCP teve uma nova reforma em 2014 e passou a ter integradas algumas metas ambientais, nomeadamente, um prazo para o fim da sobrepesca, algumas referências claras à abordagem ecossistémica e precaucionária e as perspetivas a longo prazo introduzidas pelos Planos Plurianuais.Com foco no artigo 2.2, onde é enunciado que “… a taxa de rendimento máximo sustentável deve ser atingida, se possível, até 2015, e, numa base progressiva e gradual, o mais tardar até 2020, para todas as unidades populacionais”, afirma que esta meta não foi atingida, embora tenha existido um progresso.
 
São ainda destacados, com base num artigo, alguns pontos que justificam a existência das quotas de pesca e a sua importância. São eles, a redução do custo para os pescadores, que precisam de fazer menos saídas para capturar o pescado, o aumento da abundância dos stocks que irá gerar maiores capturas, e que o fim da sobrepesca leva diretamente à melhoria da saúde dos ecossistemas marinhos e a resiliência às alterações climáticas.
“Muito do nosso trabalho e das ONGs com que temos trabalhado (…) é demonstrar por variadas formas e por diversas vias que recuperar os stocks – teria benefícios ambientais, sociais e económicos. Isso poderia permitir uma melhor sustentabilidade social e económica das populações que dependem diretamente da atividade pesqueira, mas não só, também de todos os cidadãos como qualquer um de nós que dependem do ecossistema”, explica Ana Matias.A ecologista informa ainda que o processo de estabelecimento das quotas é definido pelo International Council for the Exploration of the Sea (ICES), pela Comissão Europeia, pelo Conselho de Agricultura e Pescas dos Estados Membros e ainda por países terceiros, como o Reino Unido e a Noruega.Por sua vez, Gonçalo Carvalho revela as 8 lições gerais retiradas pela Sciaena, relativamente ao processo de estabelecimento de TAC e quotas:
  1. “Uma boa gestão resulta;
  2. “Menor ambição desde 2013 resultou numa sub-implementação;”
  3. “Decisões frequentemente favoreceram a manutenção dos status quo em vez de mudar os comportamentos;”
  4. “A tomada de decisão da UE permanece isolada;”
  5. “O pensamento de curto prazo persiste na gestão da UE;”
  6. “A clareza sobre o progresso é muitas vezes prejudicada por relatórios pouco claros e inconsistentes;”
  7. “As tomadas de decisão opacas atrapalham o progresso;”
  8. “Unidades populacionais partilhadas com países fora da UE representam um desafio para os objetivos da PCP.”
“Houve um progresso isso é indesmentível, mas é importante dizer que não estamos lá ainda” afirma Ana Matias. “É muito importante seguir a ciência, é muito importante que os pareceres científicos sejam utilizados pelos nossos decisores políticos(…) para delinear aquilo que são a implementação e a definição de políticas públicas, e não esquecermos do nosso papel enquanto cidadãos e sociedade civil de nos fazermos ouvir”.Acrescenta ainda que a PCP é uma lei que “tem de ser respeitada”, que é essencial “valorizar aquilo que é capturado”, para que os rendimentos sejam justos, e para que exista menos pressão nos stocks.Por outro lado, sublinha que “assegurar a transição ecológica é muito importante a todos os níveis, nas pescas a coisa não é diferente, com todos os links que depois as pescas fazem a outros setores, nomeadamente aqui à parte climática, é muito importante que esta transição seja ecológica e que seja inclusiva, que não deixe ninguém para trás, mas que consiga trazer toda a gente de forma informada”.
Fonte: Greensavers

Os preços do trigo europeu caíram esta semana, com uma quebra de 2% no último contrato disponível, face a uma procura baixa e a uma pressão de um clima favorável às culturas no hemisfério norte, avança a Reuters.

A moagem de trigo de maio na Euronext, com sede em Paris, o último contrato disponível para a temporada 2020/2021, tinha um preço de 210,50 euros por tonelada, uma descida de 2%.

O contrato tinha atingido um máximo de 236 euros por tonelada no dia 19 de janeiro, impulsionado pela forte procura, nomeadamente da China, e pelos impostos sobre as exportações propostos pela Rússia, destinados a diminuir a inflação, que levou aos preços do trigo da Rússia e de outras origens a aumentar.

A procura manteve-se fraca, sem concursos atualmente abertos que pudessem atrair o trigo europeu, disse um comerciante à Reuters.

A preocupação com a procura pela China também aumentou face aos casos de peste suína africana nos meses recentes, que colocou em dúvida a produção de porco no país.

As novas colheitas de setembro também diminuíram 0,5% para 194 euros por toneladas, também pressionadas pelas boas perspetivas de colheita.

Os preços das exportações de trigo russo caíram acentuadamente na semana passada – prolongando a sua queda para a quarta semana consecutiva.

“Os russos ainda têm muito para exportar, por isso os preços estão a cair e estamos a seguir”, afirmou um dos comerciantes.

Fonte: Agroportal

Os jovens constituem a faixa da população que menos consome fruta em Portugal, assumindo um em cada seis não consumir qualquer peça por dia, de acordo com dados da Marktest.

No total, segundo a vaga global de 2020, 7,796 milhões de portugueses dizem consumir pelo menos uma peça de fruta por dia, correspondendo a 91% da população residente em Portugal continental com 15 e mais anos.

“Há assim menos de um em cada dez portugueses que refere não consumir nenhuma peça de fruta diariamente”, refere a Marktest.

Estes números sofrem uma descida quando se analisa o comportamento dos jovens. Enquanto que, entre a população total, apenas 9% indica não consumir qualquer peça de fruta, entre os mais jovens o valor sobe para 16,2% entre a faixa dos 15 aos 34 anos. Este valor baixa para 2,3% entre a população com mais de 54 anos.

Fonte: HiperSuper

No ano em que a pandemia chegou a Portugal, as vendas de bens alimentares tiveram um aumento significativo face a 2019. Os dados do Barómetro de Vendas 2020, divulgados esta terça-feira pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), mostram que os congelados foram, entre os bens alimentares, a categoria com o maior crescimento.

Os dados apresentados mostram que, em 2020, as vendas no retalho alimentar registaram um aumento de 8,1% face ao ano anterior. Se em 2019 o volume de vendas neste setor tinha sido de 14.451 milhões de euros, em 2020 esse valor cresceu para os 15.621 milhões de euros.

Entre as diferentes categorias de produto, foi na gama dos congelados que se registou um crescimento mais acentuado, na ordem dos 17,6%. Outras categorias de produto tiveram, também, aumentos significativos, como é o caso do bazar ligeiro (16,6%), dos produtos de mercearia (11,6%), dos alimentos perecíveis (11,5%) e das bebidas (10,9%).

Para explicar estas tendências, o diretor-geral da APED, Gonçalo Lobo Xavier, refere que os “hábitos de consumo” se viram alterados por causa dos “longos períodos de confinamento” a que os portugueses estiveram sujeitos, marcados pelo “teletrabalho” e pela permanência “em casa”. Isso fez com que, acrescenta, houvesse uma maior procura de bens alimentares.

Os dados da APED mostram ainda que os portugueses optaram por aderir mais à compra de produtos alimentares das marcas de distribuição — ou seja, os chamados “produtos de marca branca”. Estes tiveram um aumento de 1,4 pontos percentuais face a 2019, dizendo respeito a 35,1% das vendas, ao passo que os “produtos de marca” tiveram uma descida da mesma ordem (-1,4 pontos percentuais).

No que toca aos canais de vendas dos produtos alimentares, foram os hard discounters — ou seja, lojas que apostam na venda de bens alimentícios a baixos preços – que tiveram um maior crescimento (+0,6 pontos percentuais. As vendas nos hipermercados também subiram em 2020 (+0,2 pontos percentuais), ao contrário do que aconteceu nos supermercados (-1,4 pontos percentuais).

Refira-se ainda que, no âmbito do comércio a retalho alimentar, o recurso a plataformas de venda online (e-Commerce) cresceu face a 2019. No ano passado, 3% do total das vendas deste segmento foram feitas por este via – o que indica um aumento de 0,8 pontos percentuais face ao ano anterior.

Finalmente, considerando a globalidade das vendas no retalho alimentar e especializado, a APED mostra ainda que houve em 2020 uma redução de 1,5% face ao ano de 2019 (de 22.996 milhões de euros para 22.653 milhões de euros).

Fonte: ECO

A Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural apela aos Açorianos, nesta época quaresmal, para que consumam produtos agroalimentares produzidos na Região Autónoma dos Açores.

Ao consumir produtos produzidos na Região, diz a tutela, a população contribui para a promoção e criação de emprego, bem como a fixação de jovens, contrariando o despovoamento.

Ao mesmo tempo, combatem-se as alterações climáticas, ajuda-se o ambiente e diminui-se a dependência alimentar do exterior, entre outros benefícios inerentes ao consumo de produtos regionais.

É de salientar que os agroalimentos produzidos nos Açores têm qualidade intrínseca, contribuem para a prevenção de doenças, chegam à população de cadeias de produção de proximidade e respeitam as normas de segurança alimentar.

Nesse sentido, os agroalimentos da Região resultam de um saber fazer histórico, de uma geografia banhada por um imenso oceano Atlântico e de um clima característico, o que lhes confere propriedades organoléticas distintas, concretiza a Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural.

Fonte: Agroportal

O uso de novas tecnologias que permitem editar o genoma em plantas pode ajudar a reduzir o impacto da agricultura no ambiente e garantir a segurança alimentar, segundo um relatório do grupo europeu de ética em ciências.

“O Grupo Europeu de Ética em Ciências e Novas Tecnologias (EGE) acaba de divulgar um relatório sobre ‘Ética na Edição do Genoma’. Nele os cientistas afirmam que o uso das novas tecnologias que permitem editar o genoma em plantas pode ajudar a União Europeia a garantir a segurança alimentar, a reduzir o impacto da agricultura no ambiente e a cumprir a estratégia ‘Farm do Fork”, lê-se numa nota do Centro de Informação de Biotecnologia (CIB) enviada à Lusa.

No documento, os cientistas alertaram ainda para a necessidade de criar alternativas “viáveis e sustentáveis” para assegurar a segurança alimentar, o fornecimento de recursos renováveis e salvaguardar a biodiversidade.

Para o EGE, a União Europeia (UE) deve acelerar a utilização de edição de DNA no melhoramento de plantas, o que levará a uma “produção mais sustentável de alimentos”.

“A edição do DNA de plantas é um processo com resultados finais semelhantes aos obtidos pelos métodos tradicionais de melhoramento de plantas, muitos deles baseados na indução de mutações com o objetivo de induzir novas características. A grande diferença reside no tempo e na precisão que são necessários para melhorar ou introduzir características específicas nas plantas”, apontou o CIB.

Citado no mesmo documento, o presidente da direção do CIB, Jorge Canhoto, referiu que a edição do genoma deve “refletir as evidências científicas atuais, devendo a sua adoção ou não, para cada caso específico, corresponder a uma ponderada avaliação dos riscos e benefícios”.

Neste sentido, a avaliação das agências reguladoras deve centrar-se nas características da variedade em causa, nomeadamente, no que se refere à sua avaliação ambiental e em termos de saúde, apontou.

O relatório em causa reconhece também o esforço na redução da utilização de agroquímicos na agricultura, mas chama a atenção que esta deve ser acompanhada por alternativas para os agricultores “manterem ou mesmo aumentarem” os níveis de produção.

“Uma estratégia deste tipo só faz sentido se a redução de agroquímicos for acompanhada pela obtenção de plantas mais aptas para sobreviver em condições de stresse como aquelas que se esperam em extensas áreas do continente europeu devido às alterações climáticas”, vincou o presidente da direção da CIB.

O relatório “Ética na Edição do Genoma” integra um estudo que a Comissão Europeia está a realizar a pedido dos Estados-membros para aferir a segurança na utilização de novas tecnologias genómicas.

Fonte: Agroportal

Elaborado pela DGAV com a colaboração da IACA, as presentes linhas de orientação para a gestão da homogeneidade e das contaminações cruzadas, incluindo a transferência inevitável, durante o fabrico de alimentos para animais, visam disponibilizar ao setor dos alimentos para animais, diretrizes relativas ao modo como devem ser implementadas e avaliadas as relevantes exigências legalmente requeridas aquando do fabrico de alimentos para animais, especialmente no que diz respeito aos alimentos compostos ou medicamentosos destinados a animais produtores de géneros alimentícios, bem como promover uma abordagem coordenada e harmonizada por parte das autoridades competentes.

Pretende-se assim, dotar os OESAA dos princípios, requisitos e critérios que lhes permitam identificar, prevenir, reduzir e/ou eliminar riscos que possam pôr em causa a segurança e a qualidade dos alimentos para animais produzidos ou colocados no mercado, assim como possibilitar a escolha e execução dos métodos adequados, incluindo a implementação dos procedimentos apropriados e a interpretação dos respetivos resultados necessários para o acompanhamento e o controlo da homogeneidade e das contaminações cruzadas no seu processo fabril.

Não se constituindo este Manual como uma obrigatoriedade legal, permitirá, contudo, auxiliar os OESAA no cumprimento das responsabilidades e das obrigações regulamentares em termos de segurança alimentar e dos respetivos requisitos de higiene dos alimentos para animais.
Servirá ainda de ferramenta aos inspetores responsáveis pela execução do controlo oficial no âmbito da alimentação animal, com o fim de poderem executar corretamente as suas ações de verificação do cumprimento das disposições regulamentares, nomeadamente a aplicabilidade e a adequabilidade das medidas de carácter técnico ou organizacional implementadas pelos operadores do setor, a fim de evitar ou reduzir ao mínimo, conforme necessário, os erros e as contaminações cruzadas.

Fonte: DGAV

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou ação de fiscalização direcionada para a verificação do cumprimento das condições de armazenagem de produtos alimentares, num grossista localizado no município de Penafiel.

Nesta operação, verificou-se que o operador económico procedia ao armazenamento e à venda por grosso de produtos alimentares de origem animal (produtos cárneos, produtos da pesca, produtos lácteos e bacalhau) sujeitos a temperatura controlada, sem a existência do Número de Controlo Veterinário (NCV), atribuído pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), tal constituindo a infração de um pré-requisito para que se mostrem cumpridas as normas de segurança alimentar e as disposições legais dos regulamentos europeus aplicáveis.

Assim, foi determinada a suspensão da atividade em causa, tendo sido instaurado um processo de contraordenação e apreendidas cerca de 25 toneladas de produtos alimentares de origem animal, num valor aproximado de 125 mil euros.

A ASAE continuará a desenvolver ações de fiscalização, em prol da sã e leal concorrência entre operadores económicos, da defesa e da segurança dos consumidores.

Fonte: ASAE

Um novo estudo realizado em Espanha encontrou relação entre consumo de alimentos e bebidas com muitos ingredientes adicionados – como açúcar, sal, gordura, corantes e conservantes artificiais ou que são feitos principalmente de substâncias extraídas dos alimentos – e o risco de desenvolver cancro colorretal.

A análise realizada pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) foi feita com base em questionários sobre comportamentos alimentares respondidos por cerca de 8.000 pessoas em Espanha. O estudo, o primeiro do tipo no país, também analisou a relação entre alimentos e bebidas ultraprocessados ​​e dois outros cancros, embora nenhuma associação tenha sido observada relativamente ao cancro da próstata, e no grupo do cancro da mama um risco maior foi observado no subgrupo de ex-fumadores que relataram uma dieta rica em produtos ultraprocessados.

Mudanças sociais, económicas e industriais levaram a um aumento no consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados, que atualmente representa entre 25% e 50% da ingestão total de energia em dietas na Europa e em países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento.

O sistema de classificação Nova agrupa todos os alimentos e bebidas em quatro categorias de acordo com a quantidade de processamento a que são submetidos. Alimentos ultraprocessados ​​- aqueles que mais sofrem processamento – são formulações industriais com mais de cinco ingredientes que geralmente contêm substâncias adicionadas, como açúcar, gorduras, sal e aditivos. Exemplos de produtos nesta categoria incluem refrigerantes açucarados, refeições prontas e produtos industrializados de panificação produzidos em massa.

Vários estudos relacionaram o consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados ​​a fatores de risco para a saúde, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e aumento do risco de morte prematura. Mas existem poucos estudos sobre a relação desses produtos alimentares com o cancro e os resultados não são totalmente conclusivos.

O objetivo do presente estudo foi avaliar se o consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados ​​está associado ao aumento do risco de cancro colorretal, da mama ou da próstata. Para isso, os pesquisadores realizaram um estudo com 7.843 adultos que viviam em diferentes províncias espanholas: metade dos participantes tinha diagnóstico de cancro colorretal (1.852), da mama (1.486) ou da próstata (953); e a outra metade eram pessoas com as mesmas características que não tinham cancro. Os resultados foram então classificados de acordo com o nível de processamento usando a classificação Nova.

O estudo, publicado na Clinical Nutrition, concluiu que o consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados ​​está associado a um risco aumentado de cancro colorretal: um aumento de 10% no consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados ​​foi associado a um aumento de 11% no risco de desenvolver cancro colorretal.

Dora Romaguera, autora do estudo e pesquisadora do ISGlobal e do CIBEROBN, afirma que essa relação pode ser explicada, em parte, «pelo baixo consumo de fibras, frutas e vegetais, que são conhecidos por oferecer proteção contra o cancro colorretal, entre pessoas que comem muitos alimentos ultraprocessados, mas também pelos aditivos e outras substâncias com potencial carcinogénico tipicamente utilizadas em produtos alimentares processados».

No caso do cancro da mama, nenhuma relação forte foi encontrada, mas uma associação foi observada no grupo de fumadores e ex-fumadores. Romaguera explica que «fumar é um fator de risco para o cancro da mama, e fumar e alguns fatores dietéticos, como o consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados, são conhecidos por ter efeitos sinérgicos no desenvolvimento do cancro».

Os resultados do estudo mostraram que as pessoas com cancro da mama e colorretal, mas não com cancro da próstata, relataram dietas menos saudáveis ​​do que as pessoas sem cancro no grupo de controle. «Encontramos diferenças em termos de ingestão de energia, fibra, densidade energética e ácidos gordos saturados. O consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados ​​foi maior entre os casos de cancro colorretal e de mama do que nos controlo», diz a pesquisadora do ISGlobal, Sílvia Fernández.

Os grupos de alimentos que responderam pela maior proporção do consumo de alimentos ultraprocessados ​​foram bebidas açucaradas (35%), produtos açucarados (19%), alimentos prontos para consumo (16%) e carnes processadas (12%).

Fonte: SAPO

O Serviço de Avisos Agrícolas é um serviço nacional do Ministério da Agricultura que tem por finalidade emitir avisos agrícolas.

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Fonte: Agroportal