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Um relatório avança que o número aumentou de 11 milhões em 1975 para 124 milhões em 2016. A exposição a anúncios sobre "junk food" é uma das principais razões das escolhas alimentares inadequadas.

Mais de 124 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo eram obesas em 2016, o que significa 11 vezes mais do que há quatro décadas, segundo um relatório esta quarta-feira divulgado pelas Nações Unidas e pela revista The Lancet.

O número de crianças e adolescentes obesos aumentou de 11 milhões em todo o mundo em 1975 para 124 milhões em 2016. A exposição das crianças a anúncios e comerciais sobre comida não saudável (“junk food”) e bebidas açucaradas está associado a escolhas alimentares inadequadas e ao excesso de peso ou obesidade.

No que respeita ao contributo do “marketing” para a obesidade infantil, o relatório sugere que nalguns países as crianças veem cerca de 30 mil anúncios televisivos num único ano. “A auto-regulação da indústria falhou”, refere Anthony Costello, um dos autores do documento, elaborado pela Organização Mundial da Saúde, pela UNICEF e pela revista científica The Lancet. Os autores apontam o dedo ao que consideram ser as “práticas exploradoras” do marketing das indústrias, que promove a “fast food” ou as bebidas açucaradas.

Outra das preocupações expressas do documento é a exposição dos menores a publicidade e marketing sobre o consumo de álcool e tabaco. Por exemplo, na Austrália as crianças e adolescentes continuam a ser expostas a mais de 50 milhões de anúncios a bebidas alcoólicas durante um ano durante a transmissão televisiva de desportos como o futebol, o cricket ou o rugby.

Também nos Estados Unidos tem crescido a exposição dos jovens a anúncios sobre cigarros eletrónicos ou “vaping”, um aumento de 250% em dois anos, com a publicidade a alcançar mais de 24 milhões de menores.

Fonte: Observador

 

2019 foi um ano positivo para as exportações de vinho português. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), foram exportados cerca de 296 milhões de litros de vinho. Um valor que representa cerca de 820 milhões de Euros e que, face ao período homólogo, demonstra um aumento em volume (0,3%) e um expressivo crescimento em valor (+2,5%). Uma dinâmica que traduz um crescimento de cerca de 2,3% do preço médio do vinho exportado: em 2018, representava um preço médio de 2,71 Euros/litro e, já em 2019, o preço médio aumentou para 2,77 Euros/litro.

De realçar que assistimos a um comportamento muito positivo das exportações de vinho português para países terceiros, quer em volume (10%), quer em valor (6%). Em contraponto, a quebra, em volume, registada nas expedições para o espaço comunitário de cerca de 7% (mas com a manutenção do valor exportado em +0,3%) resultaram numa subida de cerca de 8% do preço médio do vinho nacional exportado para o espaço comunitário, que, no ano de 2018, se situou em 2,70 Euros/litro e, no ano de 2019, em 2,91 Euros/Litro.

No que diz respeito ao vinho certificado de Identificação Geográfica (IG), há também registo de um aumento significativo, quer em volume (9%), quer em valor (6%), resultando numa ligeira quebra no preço médio de cerca de 2,2%.

O ranking dos 10 principais mercados de destino do vinho português, em 2019, é ocupado pela França, Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido, Brasil, Alemanha, Canadá, Bélgica, Países Baixos, Angola e Suíça. Especial destaque para as exportações destinadas aos EUA que contam com um expressivo crescimento de 10%, tendo passado de 81 Milhões de Euros, em 2018, para 902 Milhões de Euros, em 2019. No que respeita ao saldo da Balança Comercial, no ano de 2019, registou-se um saldo positivo de 653.855 milhões de euros.

Fonte: AgroPortal

Cientistas na Universidade de Massachussets, Estados Unidos, descobriram uma maneira de criar eletricidade a partir da humidade no ar, uma tecnologia que propõem para o futuro das energias renováveis.

Segundo um estudo publicado esta segunda-feira na revista científica Nature, o método envolve nanotubos de uma proteína condutora, produzida por um micróbio, que converte em eletricidade o vapor de água que existe naturalmente na atmosfera.

Os nanotubos formam uma película à qual são ligados elétrodos que captam a corrente gerada pela reação da proteína com a humidade do ar.

“Estamos literalmente a tirar eletricidade do ar”, afirmou o engenheiro eletrotécnico Jun Yao, em cujo laboratório foi testado o “Air-gen”, que é não poluente, renovável e de baixo custo, podendo ser usado mesmo em condições de baixa

Ao contrário de outras formas de gerar eletricidade, não precisa de vento ou de luz solar e pode mesmo ser utilizado em ambientes interiores, afirmou o microbiólogo Derek Lovley, que há mais de trinta anos descobriu o micróbio Geobacter no rio Potomac, nos Estados Unidos.

Por agora, o Air-gen é capaz de manter a funcionar pequenos aparelhos eletrónicos, mas os criadores pretendem alargar a sua capacidade, criando pequenas películas de nanotubos que poderão ser usadas para alimentar monitores de dados vitais ou relógios, que deixariam de precisar de pilhas.

Também esperam conseguir adaptar o Air-gen aos telemóveis, para que deixe de ser necessário carregar os aparelhos.

Fonte: Observador

A laranja pequena pode ser “sexy” e saborosa, mas não entra nos mercados das grandes superfícies de distribuição. No negócio dos citrinos, dizem os produtores, só os grandes têm lugar.

Os pomares de citrinos do Algarve estão a ser atacados pela mosca do Mediterrâneo, – uma praga conhecida em Portugal desde do séc XIX,  e que este ano está especialmente activa,  a picar a fruta. As alterações climáticas, admitem os técnicos, estarão a criar condições para que a espécie se multiplique de forma descontrolada. A falta de chuva, e as temperaturas anormais para época, criam o ambiente propício à criação de novas gerações, reproduzindo-se cinco a oito vezes por ano.

O combate químico a este tipo insecto está revelar-se cada vez menos eficaz. Em alternativa (ou em complemento aos produtos fitofarmacêuticos), existe também a luta biológica, através da instalação de armadilhas de captura (atracção e morte da mosca) – e ainda uma forma engenhosa de controlo da natalidade: em bio-fábricas são produzidos machos estéreis, que têm capacidade para seduzir as fêmeas mas não fecundam.

Durante este fim-de-semana, Silves apresentou-se como a “capital da laranja”, dando a conhecer as melhores variedades de citrinos da região. Neste encontro, aberto ao público em geral, houve ainda lugar a debates onde se fala das dificuldades que este sector atravessa – incluindo as doenças e a seca no topo das preocupações. “A mosca do Mediterrâneo (Ceratitis capitana) reproduz-se sem fim à vista.”, diz o director regional de agricultura e pescas do Algarve, Pedro Monteiro, acrescentando que já apresentou à tutela um programa de “controlo e de combate” a este insecto, elaborado em colaboração com a direcção-geral de alimentação e veterinária (DGAV).
 

Por seu lado, o presidente da Cooperativa de Citrinos do Algarve (Cacial),  José Oliveira, enfatiza: “Os produtos fitofarmacêuticos estão a revelar-se cada vez menos eficazes ”. No próximo dia 20, de novo, este assunto estará em debate, num seminário a realizar na Direcção Regional de Agricultura e Pescas (DRAP), com a participação de técnicos, produtores e investigadores do Algarve e da Andaluzia. Nesta matéria, diz o chefe de divisão de sanidade da DRAP, Celestino Soares, “os espanhóis têm uma larga experiência”, quer no uso das biotécnicas, como na utilização dos fitofarmacêuticos. Em Portugal, acrescenta, a ilha da Madeira- outra das regiões que está rota da Ceratitis capitana- abriu um biofábrica de produção de machos estéreis, em 1995 que, entretanto, encerrou.

A feira dos citrinos, em Silves, funciona como uma montra desta fruta, emblemática da região. “Vamos também dar a conhecer a laranja feia”, diz José Oliveira, procurando desfazer alguns preconceitos relacionados com o visual da laranja. As manchas epidérmicas que a fruta possa apresentar, diz, não passam de uma questão estética. “Pode não ser tão bonita por fora, mas é tão doce e gostosa como as de maior calibre”, enfatiza. Pedro Monteiro acrescenta: “As manchinhas são como pequenas sardas na pele”. José Oliveira, também dirigente da AlgarOrange – uma associação, formada há pouco mais de um ano, e que reúne os nove maiores produtores da região – destaca um outro problema, o calibre da fruta: “a laranja pequena, por imposição das normas comunitárias, não entra no mercado”. Por conseguinte, o preço desses citrinos “cai para valores mínimos, por só ter aproveitamento na indústria”.

Tamanhos e visual à parte, Pedro Monteiro remata: “A laranja do Algarve é sexy, seja pequenina ou grande”. Embora a mosca do Mediterrâneo esteja a prejudicar a produção de citrinos, José Oliveira lembra que a laranja do Algarve continua a ser uma marca de referência nos mercados internacionais, sobretudo no norte da Europa: “Não conseguimos conseguir competir pela quantidade, mas marcamos pontos na qualidade”, enfatiza. O que faz a diferença com o produto espanhol, diz, é o “equilíbrio entre a acidez e o doce, devido à particularidade do clima da região”. Por outro lado, afirma, “começa a existir um consumidor, com preocupações ecológicas, que não olha para a fruta só pelo aspecto que apresenta”. Para lá do brilho que reflecte nas vitrinas dos supermercados, prossegue, “está o percurso [pegada carbónica] que a fruta fez para chegar até à mesa do consumidor”.

Segundo a DRAP, o Algarve produz em 16 mil hectares cerca de 350 mil toneladas de citrinos, sendo à volta de 25 por cento vendida para exportação.  Do outro lado da fronteira, na região de Andaluzia, só a província de Huelva soma 11 mil hectares de citrinos em plantio extensivo. No mercado global, conclui José Oliveira, “somos pouco mais do que um gota no oceano”. Embora a Espanha seja um dos grandes produtores, diz, tem como concorrentes a África do Sul, Egipto e Marrocos, entre outros.

Em 2018, refere, a União Europeia importou mais de um milhão de toneladas de laranja. “Este é um negócio de cêntimos, onde os pequenos produtores estão condenados a desaparecer”. Um quilo de laranjas, actualmente, é pago ao produtor por um preço que varia entre os 20 e os 27 cêntimos, dependendo da variedade. Mas só a apanha custa seis cêntimos/quilo. Por isso, não é de estranhar ver os pomares tradicionais com o chão coberto de fruta a apodrecer.

Fonte: AgroPortal

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu em Pombal cerca de 50 mil ovos no valor total de 6.056 euros, anunciou este sábado aquele organismo.

A ASAE, através da Brigada Especializada das Indústrias da Unidade Regional do Centro, fez esta apreensão no âmbito de “uma operação de fiscalização dirigida a um centro de embalamento e de classificação de ovos”, naquele município do distrito de Leiria.

Em comunicado, a ASAE informa que detetou “irregularidades na rotulagem” daqueles bens alimentares, apresentados como sendo “ovos provenientes de galinhas criadas ao ar livre”, quando se tratava, afinal, de “ovos provenientes de galinhas criadas em gaiolas melhoradas”.

“Foi ainda constatada a alteração da data de postura para aumento do período referente à (…) durabilidade dos ovos, tendo sido instaurado um processo-crime por fraude sobre mercadorias, em concurso com a infração de natureza contraordenacional de concorrência desleal”, acrescenta.

Após perícia, foi ainda verificado “que o produto apresentava qualidade, frescura e valor inferior ao que se encontrava marcado no ovo, não podendo entrar no circuito comercial para consumo”, segundo a nota.

Fonte: Observador

Cientistas identificaram no Canadá um grupo de antibióticos que mata bactérias de uma forma diferente e que pode ser promissor para combater as bactérias que desenvolvem resistência a estes medicamentos, foi hoje divulgado num estudo.

Os antibióticos em causa são o 'corbomycin' e o 'complestatin', que pertencem à família dos antibióticos glicopéptidicos.

Numa experiência com ratinhos, cujos resultados foram hoje publicados na revista científica Nature, a equipa de cientistas verificou que a administração dos dois antibióticos, que atuam na parede celular da bactéria impedindo o seu crescimento, trava infeções causadas pela 'Staphylococus aureus', conhecida por ser uma bactéria resistente aos habituais antibióticos.

Ao contrário do efeito produzido por outros antibióticos, como a penicilina, que mata as bactérias evitando a formação das paredes celulares, estes dois antibióticos impedem a divisão e o crescimento celular das bactérias bloqueando o rompimento das paredes das células.

As paredes das células das bactérias são o que lhes dá a forma e a resistência, explicou uma das autoras do estudo, Beth Culp, da universidade canadiana de McMaster, citada em comunicado pela instituição.

Fonte: Sapo24

 

Alguns dos maiores fabricantes de bebidas comprometeram-se a colocar indicadores de restrição de idade de consumo em todos os produtos que vendem globalmente.

A International Alliance for Responsible Drinking (IARD), que congrega empresas como a Pernod Ricard, AB InBev, Brown-Forman, Heineken, Beam Suntory, Molson Coors e Heineken, entre outras, quer, com esta iniciativa, passar uma mensagem clara de que as bebidas alcoólicas não são para o consumo de menores. Além disso, os membros desta aliança comprometeram-se a tomar mais medidas para prevenir que os menores vejam ou interajam com as suas marcas online e colaborar com os operadores de e-commerce para a implementação de standards globais, relativamente à venda online e entrega de bebidas alcoólicas.

Os grupos acordaram cinco medidas para acelerar a redução do consumo de álcool por parte de menores. “Estas cinco ações marcam um passo em frente para atingir a nossa meta de eliminar o consumo de álcool por menores de idade”, afirma Albert Baladi, presidente e CEO da Beam Suntory e porta-voz da IARD. “Os menores não devem beber bebidas alcoólicas e apoiamos proactivamente o reforço da legislação quanto à idade para compra e consumo. Apesar deste consumo ter diminuído em muitas partes do globo, a tendência não é universal. Queremos acelerar o progresso e trabalhar em conjunto para eliminar o consumo de álcool por menores em cada comunidade, através de uma abordagem social holística”.

Fonte: Grande Consumo

Um quilo de carne de vaca produz 60 quilos de gases com efeito de estufa, quase duas vezes e meia mais que o borrego, 60 vezes mais que milho e 120 vezes mais que cenouras ou batatas.

Na lista dos alimentos e emissões de gases o queijo surge em terceiro lugar, com 21 quilos de gases com efeito de estufa por quilo de queijo, só menos três quilos do que o que produz o borrego (24 quilos). Um quilo de chocolate produz 19 quilos de dióxido de carbono (CO2).

A lista é baseada num estudo de Joseph Poore e Thomas Memecek publicado na revista Science em 2018 mas que agora foi reformulado no portal "Visual Capitalist", com a ajuda de gráficos.

Para calcular a pegada carbónica do alimento, desde que é produzido até que é consumido, foram tidas em conta variáveis como a mudança do uso da terra (como desflorestação para produzir pastagem), as emissões resultantes da produção, a alimentação para animais, o processamento do produto, o transporte, venda a retalho e embalamento. Foram usados dados de 119 países.

Com o título "A pegada de carbono na cadeia alimentar", no documento mostra-se que a carne de vaca é de longe o alimento que produz mais gases com efeito de estufa (mais do dobro do que o segundo alimento, o borrego), e que as nozes não só são as que produzem menos (300 gramas de CO2 por quilo de noz) como ainda têm um papel de sumidouro de carbono.

Além das nozes há alimentos cuja pegada carbónica é mínima, como as maçãs e os citrinos, os vegetais de raiz (do nabo à cenoura ou à batata), seguindo-se as bananas, as ervilhas e o leite de soja, todos com menos de um quilo de dióxido de carbono por quilo de produto.

Na carne de vaca os principais fatores que influenciam a pegada carbónica são a conversão das terras, a alimentação e a produção de metano. No entanto a pegada do transporte é muito baixa.

Tendo em conta todos os fatores o café produz mais do dobro de CO2 do que a carne de porco ou de frango (que por não serem ruminantes não produzem metano).

No gráfico fica-se a saber também que o azeite produz seis quilos de CO2, que o peixe de aquacultura cinco quilos, que os ovos 4,5 quilos e que o arroz quatro quilos. Cada quilo de peixe selvagem produz três quilos de gases, o mesmo que o leite, e um quilo de tomate produz 1,4 quilos de CO2.

Pode consultar a representação gráfica da "Visual Capitalist" aqui.

Fonte: Rádio Renascença /Visual Capitalist

A Comissão Europeia deu esta quarta-feira um prazo de dois meses a Portugal para aplicar efetivamente a legislação europeia relativa à qualidade do ar, após o que recorrerá para o Tribunal de Justiça da União Europeia.

Ao anunciar o envio de um “parecer fundamentado” a Portugal — o segundo e último passo de um processo de infração a um Estado-membro por incumprimento da legislação comunitária antes do recurso ao Tribunal de Justiça -, a Comissão insta as autoridades “a proteger a população contra a poluição atmosférica”.

“O sistema nacional deve, com fiabilidade, medir, informar o público e comunicar a gravidade da poluição atmosférica. Os valores-limite relativos ao dióxido de azoto (NO2) são ultrapassados em várias zonas, ao passo que os dados disponíveis mostram a ineficácia das medidas tomadas para reduzir a poluição atmosférica”, aponta o executivo comunitário.

A Comissão justifica esta quarta-feira o envio de um parecer fundamento a Portugal “uma vez que o país ainda não cumpriu as suas obrigações”.

“Portugal dispõe de dois meses para responder e tomar as medidas necessárias para estabelecer o bom funcionamento do sistema de controlo da poluição atmosférica. Se Portugal não atuar no prazo de dois meses, a Comissão pode decidir submeter o caso ao Tribunal de Justiça da União Europeia“, adverte Bruxelas.

Para mais informação sobre este processo pode consultar o Relatório Especial n.23/2018 - "Poluição atmosférica: a nossa saúde ainda não está suficientemente protegida", elaborado pelo Tribunal de Contas Europeu, onde é abordada a aplicabilidade e desempenho dos Estados-Membros. 

Fonte: Observador/TCE

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através da Unidade Regional do Sul, realizou no dia 07 de fevereiro no concelho de Almada, uma operação de fiscalização dirigida a um armazém ilegal com armazenamento de moluscos bivalves vivos (vulgo amêijoas) no âmbito da Segurança Alimentar.
Como resultado da ação foi instaurado um processo de contraordenação por falta de licenciamento do armazém que exercia atividade de depuração e armazenamento sem autorização da entidade competente nem número de controlo veterinário.

Foram ainda apreendidas 2 toneladas de amêijoa japónica por incumprimento dos requisitos legais, visto serem moluscos resultantes de apanha em zona interdita sendo assim considerados como produto não seguro, num valor de apreensão de € 12 000,00, tendo ainda sido suspensa a atividade daquelas instalações.

A operação teve a colaboração da Autoridade Tributária tendo ainda sido solicitado apoio da Guarda Nacional Republicana.
A ASAE, no âmbito das suas competências, continuará a desenvolver ações de forma a verificar o cumprimento das obrigações legais e a assegurar a segurança alimentar e a saúde pública.

Fonte: ASAE