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A SDR Portugal quer implementar e gerir o futuro Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) de embalagens de bebidas não reutilizáveis no país, e tem como meta recolher mais de 2 mil milhões de embalagens PET e de metal. O sistema proposto visa assegurar o cumprimento das metas europeias e nacionais relativas à reciclagem das embalagens de bebidas não reutilizáveis de plástico, metal e vidro.

Com um investimento direto estimado em mais de 100 milhões de euros – dos quais 70 milhões realizados nos dois primeiros anos -, o sistema proposto pela Associação permitirá criar mais de 1.500 postos de trabalho diretos e indiretos. Prevê-se a instalação de 3.600 máquinas de venda reversa em todo o território nacional, e além da instalação nas grandes superfícies de retalho – que irá corresponder a 2.600 máquinas -, este pretende recolher também as embalagens depositadas em mais de 90 mil pontos a instalar no comércio tradicional e no canal Horeca (estabelecimentos hoteleiros e de restauração). Nesse sentido, a SDR Portugal irá candidatar-se à licença ou concessão de gestão do futuro sistema.

Incentivar os cidadãos a devolverem as embalagens de uso único, garantir a máxima eficiência do encaminhamento para reciclagem, e evitar o desperdício de recursos e a incineração e/ou aterro de resíduos após consumo, são os principais objetivos do Sistema de Depósito e Reembolso.

 Leonardo Mathias, presidente da SDR Portugal, afirma: “Temos como missão disponibilizar um sistema de reciclagem eficiente e eficaz, que se traduzirá na satisfação dos consumidores e nas elevadas taxas de valorização e reciclagem nos princípios da economia circular. É nosso objetivo contribuir para uma mudança efetiva dos comportamentos dos cidadãos /consumidores, estimulando uma maior participação na separação dos resíduos e um aumento na quantidade e na qualidade da matéria reciclável. Acreditamos que o SDR que propomos trará benefícios evidentes para o setor, para as pessoas e para o ambiente.”

A Associação SDR Portugal é constituída pelas empresas Coca-Cola, Central de Cervejas, Sumol+Compal, Super Bock Group e Unilever, e as insígnias Auchan, Intermarché, Lidl, Pingo Doce e SonaeMC.

Fonte: Greensavers

Período obrigatório de declaração

No mês de dezembro, decorre mais um período obrigatório de Declarações de Existências de Suínos (DES), conforme Aviso PCEDA (Plano de Controlo e Erradicação da Doença de Aujeszky) da Direção Geral de Alimentação e Veterinária, publicado neste portal.

A declaração das existências de suínos poderá ser efetuada diretamente pelo operador na Área Reservada do portal do IFAP, ou em qualquer departamento dos Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais ou ainda nas organizações de agricultores protocoladas com o IFAP, através do Mod.800/DGV desmaterializado.

Para o efeito deverão ser seguidas as instruções constantes no portal da DGAV.

Fonte: DGAV

A DGAV informa que foi publicado recentemente o Regulamento de execução (UE) n.º 2021/2081 da Comissão de 26 de novembro de 2021 relativo à não renovação da aprovação da substância ativa indoxacarbe face a não ter sido possível concluir da inexistência de riscos associados aos usos representativos avaliados.

O Regulamento entra em vigor no dia 19 de janeiro de 2022 não podendo os produtos fitofarmacêuticos presentemente autorizados com base na substância ativa ser utilizados depois de 19 de setembro de 2022.

Consulte o Ofício circular n.º 15/2021

Fonte: DGAV

Foi publicado o Regulamento de Execução (UE) 2021/2079, de 26 de novembro de 2021, que autoriza a colocação no mercado de pó de cogumelos com vitamina D2 como novo alimento, ao abrigo do Regulamento (UE) 2015/2283 do Parlamento Europeu e do Conselho e que altera o Regulamento de Execução (UE) 2017/2470 da Comissão.

A Comissão Europeia autorizou a utilização do novo alimento “pó de cogumelos com vitamina D2” para uso em diversas categorias de alimentos.

A autorização segue-se a uma avaliação científica abrangente elaborada pela EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos), que verificou que o novo alimento é seguro nos usos e níveis de uso propostos.

As condições de utilização, bem como as especificações do novo alimento encontram-se no anexo do Regulamento de Execução (UE) 2021/2079.

A autorização entrará em vigor em 19 de dezembro de 2021.

O novo alimento “pó de cogumelos com vitamina D2” fará parte de uma atualização à lista da União de novos alimentos autorizados, estabelecida no Regulamento de Execução (UE) 2017/2470, onde constará também as condições de utilização e os requisitos de rotulagem a que deve obedecer o novo alimento.

Durante um período de cinco anos a contar de 19 de dezembro de 2021, só o requerente inicial: Empresa: MBio, Monaghan Mushrooms, Endereço: Tullygony, Tyholland, Co. Monaghan, Irlanda, está autorizado a colocar no mercado da União o novo alimento, salvo se um requerente posterior obtiver autorização para o novo alimento sem fazer referência aos dados protegidos, ou com o acordo da MBio, Monaghan Mushrooms.

Fonte: DGAV

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou, uma Operação de Fiscalização, denominada Operação Outbreak, com enfoque para estabelecimentos de restauração, bares e discotecas, tendo como principal objetivo fiscalizar o cumprimento das regras aplicáveis no atual contexto da pandemia da doença do COVID-19.

Como balanço da ação que decorreu nas cidades de Porto, Braga, Chaves, Coimbra, Viseu, Covilhã, Lisboa, Cascais, Estoril, Santarém, Almeirim, Évora e Faro, foram fiscalizados 82 operadores económicos, tendo sido instaurados 33 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações a falta de observância do dever de verificação, por parte dos responsáveis dos estabelecimentos, do certificado digital ou testes COVID19 e a falta de observância, por parte dos clientes, do dever de apresentação e detenção de Certificado Digital COVID da EU, entre outras.

Foi ainda determinada a suspensão imediata de atividade de 3 estabelecimentos, designadamente 1 estabelecimento de restauração, 1 bar e1 discoteca, por não cumprimento das regras definidas para o atual contexto de pandemia.

As operações contaram com a colaboração da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública.

A ASAE continuará a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional, em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos, na salvaguarda da segurança alimentar bem como para garantia do cumprimento das regras de saúde pública determinadas pela situação pandémica.

Fonte: ASAE

A DGAV anunciou que foi detetado um caso de gripe das aves em Palmela, estando já em vigor medidas de controlo, lembrando que não existe evidência de que esta gripe pode ser transmitida a humanos pelo consumo de alimentos.

“O Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária confirmou que um evento de mortalidade ocorrido numa capoeira doméstica no concelho de Palmela [distrito de Setúbal] ocorreu devido a infeção por um vírus da gripe aviária do subtipo H5N1 de alta patogenicidade”, anunciou, em comunicado, a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

Segundo a mesma nota, o plano de contingência para a gripe das aves já foi ativado.

Entre as medidas previstas neste plano, está a inspeção do local onde foi detetada a doença – “uma exploração caseira destinada ao autoconsumo” -, bem como das explorações pecuárias na zona de proteção em redor do foco.

Até ao momento, não foram identificados, nesta área, estabelecimentos industriais de criação de aves.

A DGAV lembrou que não existem evidências de que a gripe aviária seja transmitida para os humanos através do consumo de alimentos, como carne de aves de capoeira ou ovos.

“Na origem da doença estará a regular migração de aves selvagens na Europa, provenientes da Ásia e do leste da Rússia, que têm permitido a circulação viral e a sua transmissão a longas distâncias”, adiantou.

Esta direção-geral referiu também que, ocasionalmente, algumas estripes do vírus podem infetar outros animais, “nomeadamente mamíferos e também o ser humano, no entanto, para que tal aconteça, é necessário que haja um contacto muito estreito entre as aves infetadas e as pessoas ou entre aves e outros animais”.

Face à “situação epidemiológica atual”, a DGAV defendeu ser importante cumprir as regras de biossegurança, assim como as boas práticas de produção avícola, evitando contactos entre aves domésticas e selvagens.

Devem ser cumpridos os procedimentos de higiene das instalações, equipamentos e materiais e mantida uma observação “diária e atenta” das aves de capoeira, incluindo os consumos de água, alimentos e os índices produtivos.

“Recorde-se que os operadores que detêm aves de capoeira ou aves em cativeiro são os primeiros responsáveis pelo estado sanitário dos animais por si detidos e, perante uma qualquer suspeita de doença, a mesma deverá ser imediatamente comunicada à DGAV. A deteção precoce de focos de infeção por vírus gripe aviária de alta patogenicidade (GAAP) é absolutamente essencial para a rápida e eficaz implementação no terreno das medidas de controlo da doença destinadas a evitar a sua disseminação”, concluiu.

A DGAV é um serviço central da administração direta do Estado, com autonomia administrativa.

 Fonte: SAPO

Os baixos preços pagos ao produtor de leite nos últimos anos, a que se somam os aumentos galopantes dos custos dos fatores de produção, deixaram o setor leiteiro da região do Minho completamente descapitalizado, sobre endividado e até, em alguns casos, em extremo risco de falência. Na Cooperativa Agrícola e Leiteira da Póvoa de Varzim estão em causa 550 postos de trabalho e a sobrevivência de centenas de famílias do concelho.

Nos últimos anos, o preço médio pago ao produtor de leite estagnou. Entre 2018 e 2021, o preço do leite não ultrapassou a barreira dos 32 cêntimos por litro, somente no passado mês de outubro aumentou 1,5 cêntimos, para os 0,338€/litro. Este ajuste é manifestamente insuficiente face ao aumento do custo das rações (+17%), do gasóleo agrícola (+ 31%), dos fertilizantes (+ 33% a + 200%), da eletricidade e dos fitofármacos. Caso não exista um aumento do preço do leite a breve prazo, toda a produção leiteira e agrícola da região está em risco.

No concelho da Póvoa de Varzim ainda existem 116 produtores de leite, que produzem 82 milhões de litros de leite vendidos a esta cooperativa e a outros compradores de âmbito privado e cooperativo. Todos se encontram numa situação desesperante.

É com grande preocupação que vemos o desaparecimento de um setor organizado, que é autossuficiente no fornecimento do mercado e vital para a economia da região. Além das perdas económicas, perder um fornecimento de proximidade causará o aumento da pegada ecológica, porque a indústria terá de se abastecer noutras regiões do país ou no estrangeiro.

A fatura da falência do setor chegará futuramente aos consumidores, que terão que pagar o preço que lhes for exigido pelo mercado, visto que a distribuição se obrigará a importar o produto, acrescido o custo de transporte, a um valor mais elevado do que o atual.

Apelamos ao Governo para que promova o diálogo entre todos os intervenientes desta cadeia – produtores, indústria, distribuidores e comerciantes -, no sentido da valorização do leite e do aumento do preço pago ao produtor para um mínimo de 38 cêntimos/litro, de forma que os produtores possam suportar o aumento dos custos dos fatores de produção.

Só uma valorização urgente do leite e de todos os produtos agrícolas poderá evitar a morte do setor agrícola e de todas as atividades a ele associadas. É dever de todos salvar a Agricultura Nacional!

Fonte: Agroportal

A Geração Z exige transformar o sistema alimentar europeu e torná-lo mais sustentável. Nesse sentido, procura promover a agricultura regenerativa, definir orientações uniformes de rotulagem e nutrição e tornar os sistemas alimentares mais inclusivos.

Para garantir que as opiniões da próxima geração sejam ouvidas durante discussões sobre o futuro do sistema alimentar, o EIT Food, a maior comunidade de inovação alimentar do mundo, apoiada pelo Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT), tem trabalhado em colaboração com 10 inovadores com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos, a quem nomeou FutureFoodMakers, para liderar o apelo à mudança. Estes FutureFoodMakers desenvolveram um Menu for Change (Menu para a Mundança que inclui as seis exigências prioritárias para melhorar o acesso a alimentos saudáveis, sustentáveis e acessíveis.

A proposta de menu será apresentada a uma audiência de decisores políticos e líderes do sistema alimentar na Conferência sobre o Futuro da Alimentação de 2021. As seis exigências refletem as áreas que os FutureFoodMakers acreditam que irão exercer a maior influência para garantir que a próxima geração possa herdar um sistema alimentar à prova de futuro.

Iniciativa

Esta iniciativa exige que se trabalhe para que 25% das terras agrícolas da União Europeia seja gerido através de práticas regenerativas, até 2030, e que se desenvolva um organismo de formação para apoiar os novos e existentes agricultores na transição para a agricultura regenerativa. Outras exigências prendem-se com a definição de orientações uniformes de rotulagem e nutrição, fáceis e acessíveis, satisfazer as necessidades individuais e incluir o impacto ambiental dos produtos alimentares.

Além disso, os FutureFoodMakers apelam ao desenvolvimento de uma política de inclusão que tenha em conta os efeitos da regulamentação sobre os custos alimentares entre populações vulneráveis e a disponibilização de vouchers para alimentos ricos em nutrientes. Outro dos apelos vai no sentido do desenvolvimento de uma verdadeira política de custos alimentares, a nível da União Europeia, que exija o cálculo do custo real dos alimentos produzidos pelas médias e grandes empresas e multinacionais através da implementação da análise do ciclo de vida e avaliações de impacto.

Por outro lado, há que abordar o desperdício alimentar nos supermercados e trabalhar no desenvolvimento da estratégia bioeconómica, criando planos de controlo relativos à redução de resíduos alimentares e à aceleração do desenvolvimento de substitutos de materiais à base de combustíveis fósseis.

Por último, os FutureFoodMakers apelam à inclusão das implicações nutricionais, sanitárias e ambientais dos alimentos nos currículos educativos para as crianças, bem como o apoio e recursos para os s pais e professores em matéria de dietas saudáveis e sustentáveis.

Fonte: Grande Consumo

A campanha de recolha de géneros alimentares dos Bancos Alimentares Contra a Fome conseguiu recolher mais de 1.680 toneladas durante o fim de semana, anunciou esta segunda-feira a instituição.

"Os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos, a partir da próxima semana, a 2.700 Instituições de Solidariedade Social, que os entregam a cerca de 450 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas”, indicou a instituição, em comunicado.

A campanha decorreu em 1.300 superfícies comerciais de 18 regiões (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Viana do Castelo, Viseu e Terceira) e contou com a ajuda de cerca de 22 mil voluntários.

“Embora não possamos ainda fazer um balanço totalmente final, a adesão à Campanha do fim-de-semana foi muito positiva. Os voluntários dos Bancos Alimentares voltaram de forma presencial, com resiliência e na procura da retoma à normalidade, embora com todos os cuidados que a situação sanitária impõe, numa Campanha bem conhecida dos portugueses, uma festa da partilha e da solidariedade, não obstante o recente agravamento da situação pandémica”, afirmou, de acordo com a mesma nota, a Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, Isabel Jonet.

A instituição recordou ainda que até ao dia 5 de dezembro é possível contribuir para a campanha através de vales.

"O Banco Alimentar disponibiliza ainda uma plataforma eletrónica em www.alimentestaideia.pt para doação de alimentos pela internet, que permite a participação na campanha de pessoas que habitualmente não se deslocam ao supermercado ou que residam fora de Portugal, nomeadamente os emigrantes”, acrescentou.

De acordo com os dados da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, no ano passado, os 21 Bancos Alimentares em atividade em Portugal distribuíram 30,7 mil toneladas de alimentos (com o valor estimado de 43,1 milhões de euros), num movimento médio de 123 toneladas por dia útil

O Banco Alimentar foi criado em Portugal, em 1991. Atualmente, existem 21 Bancos Alimentares nas zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira, Zona Oeste, Portalegre, Porto, São Miguel, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo e Viseu.

Fonte: Observador

 

Uma equipa de cientistas desenvolveu um material gelatinoso que pode suportar o equivalente a um elefante em cima dele e recuperar completamente a sua forma original, embora seja 80% água.

O material macio, mas forte, desenvolvido por uma equipa da Universidade de Cambridge, parece-se com uma gelatina mole, mas age como um vidro ultraduro e inquebrável quando comprimido, apesar do seu alto teor de água.

A porção não aquosa do material é uma rede de polímeros mantidos juntos por interações liga / desliga reversíveis que controlam as propriedades mecânicas do material. Esta é a primeira vez que uma resistência tão significativa à compressão foi incorporada num material macio.

A “super geleia” pode ser utilizada para uma ampla gama de aplicações, incluindo robótica leve, bioeletrónica ou mesmo como um substituto de cartilagem para uso biomédico. Os resultados foram relatados na revista Nature Materials.

A forma como os materiais se comportam – sejam eles macios ou firmes, quebradiços ou fortes – depende da sua estrutura molecular. Os hidrogéis elásticos, semelhantes à borracha, têm muitas propriedades interessantes que os tornam um assunto popular de investigação – como a sua resistência e capacidade de autocura – mas fazer hidrogéis que resistam à compressão sem serem esmagados é um desafio.

A equipa utilizou moléculas em forma de barril chamadas cucurbiturilas para fazer um hidrogel que pode resistir à compressão. O cucurbituril é a molécula de reticulação que contém duas moléculas hóspedes na sua cavidade – como uma algema molecular. Os investigadores projetaram moléculas convidadas que preferem permanecer dentro da cavidade por mais tempo do que o normal, o que mantém a rede de polímero firmemente ligada, permitindo que resista à compressão.

Para fazer os seus hidrogéis semelhantes a vidro, a equipa escolheu moléculas específicas para a algema. Alterar a estrutura molecular das moléculas hóspedes dentro da algema permitiu que a dinâmica do material “desacelerasse” consideravelmente, com o desempenho mecânico do hidrogel final variando de estados semelhantes a borracha ou vidro.

Fonte: Greensavers