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Mais de quinze malas de porão com 317 quilogramas (Kg) de meixão vivo, enguia europeia na fase larvar, uma espécie protegida e de pesca proibida, foram apreendidas no aeroporto de Lisboa.

A apreensão foi feita na alfândega do aeroporto de Lisboa, envolvendo 16 malas transportadas por oito viajantes que tinham como destino final o Vietname e que acondicionaram o meixão em sacos de plástico com água, intercalados com sacos térmicos.

"Trata-se de uma das espécies mais traficadas no mercado negro, sendo um comércio ilegal muito apetecível, podendo um quilograma atingir o valor de 1.000 euros", afirma o Ministério das Finanças, no comunicado, destacando o trabalho da Autoridade Tributária e Aduaneira (alfândega), tutelada pelo ministério, na apreensão efetuada pela ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.

O meixão é procurado para fins alimentares, especialmente nos mercados asiáticos.

Fonte: Jornal de Notícias

Investigadoras da Universidade Católica do Porto (UCP) estão a utilizar resíduos do tomate, da uva e da azeitona para criar produtos funcionais, com alto valor nutricional, que podem ser aplicados em farinhas, pães, temperos, charcutaria e lacticínios.

O objetivo "é criar alimentos mais diversificados, com reforço de fibra e proteção antioxidante", com subprodutos representativos de culturas vegetais com impacto em Portugal.

Este projeto, que está a ser desenvolvido há quatro meses, surgiu a partir da vontade de Manuela Pintado, Tânia Ribeiro, Marta Coelho e Joana Costa, da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da UCP, em responderem às diferentes necessidades do consumidor, promovendo a sua saúde e qualidade de vida.

Segundo explicaram à Lusa, estes produtos que estão a criar serão ricos em compostos bioativos, como a fibra e os carotenoides, que, em estudos realizados ao longo dos anos, têm demonstrado evidências na melhoria do trânsito intestinal, na recuperação desportiva, na regulação dos níveis de colesterol ou da função cardíaca.

Além da riqueza em fibras e elevada capacidade antioxidante, os produtos que a equipa está a desenvolver são isentos de glúten e têm uma maior capacidade de conservação, o que se irá refletir nos alimentos nos quais forem incorporados.

"Por fim, o concentrado de fibra antioxidante insere-se na nova tendência alimentar 'Going full circle' -- Completando o ciclo, onde os consumidores valorizam, entre vários conceitos, questões como diminuição de desperdícios alimentares e a reutilizar subprodutos", contaram as investigadoras.

De acordo com as investigadoras, um dos principais problemas enfrentados pela indústria alimentar é a acumulação e gestão dos seus subprodutos.

"Apesar do seu elevado valor nutricional, atualmente as aplicações dos subprodutos são limitadas e não criam valor acrescentado para a indústria, gerando, pelo contrário, custos elevados na gestão de resíduos, e, em alguns casos, com impacto ambiental", indicaram.

Devido a isso, consideram que é "imperativa" a procura e criação de novas alternativas, que tragam valor acrescentado aos subprodutos.

"Disponibilizar os nossos produtos no mercado seria uma concretização pessoal, não só pela dedicação ao projeto, mas por acreditarmos que são uma forma sustentável de contribuir para a alimentação de uma população mundial crescente, que enfrentará, nos próximos anos, limitações de matérias-primas para a produção de alimentos", referiram.

Apesar de as investigadoras já trabalharem com subprodutos há alguns anos, o projeto Veggyflours é mais recente, tendo surgido há cerca de quatro meses.

Futuramente esperam expandir a aplicação desta solução a outros subprodutos vegetais.

Com este projeto participaram no programa BIOTECH_agrifood INNOVATION, programa de pré-aceleração criado pela ESB-UCP, com o apoio da associação Portugal Foods e da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).

Este programa tem como objetivo selecionar ideias inovadoras para o setor agroalimentar e apoiar a sua transformação em projetos de negócio.

Fonte: Diário de Notícias

Um estudo, recentemente publicado, revela que as nossas funções cognitivas e neurovasculares são afetadas pelo excesso de sal na comida que ingerimos.

Estudos anteriores já tinham confirmado a associação entre uma dieta rica em sal e as doenças cerebrovasculares. No entanto, não se sabia como é que este dano era provocado. Um estudo publicado esta segunda-feira na Nature Neuroscience esclarece um dos mecanismos responsáveis pelos danos cognitivos.

Ao Público, Costantino Iadecola, professor de neurologia, cientista no centro de investigação Weill Cornell Medicine, em Nova Iorque, nos EUA, e principal autor do artigo, explica que ao alimentar ratos com uma dieta com um alto teor de sal – oito a 16 vezes mais do que a dieta normal – comprometemos o cérebro a nível cognitivo.

O efeito no cérebro resulta da acumulação no intestino delgado de uma classe especial de linfócitos – os Th17. Estes linfócitos produzem grandes quantidades de um tipo especial de uma citocina, chamada IL17.

“A IL17 entra na circulação sanguínea, atua nas células endoteliais do cérebro, que ligam os vasos sanguíneos do cérebro, e reprime a produção de óxido nítrico. O óxido nítrico é fundamental para relaxar os vasos sanguíneos do cérebro e permitir que o fluxo sanguíneo seja suficiente e para ajudar os neurónios a manterem-se saudáveis”, refere o cientista.

Desta forma, avança o jornal, a perda de óxido nítrico diminui o abastecimento de sangue para o cérebro, causando uma disfunção neuronal que leva a danos na cognição. E estes efeitos nada têm a ver com o aumento da pressão sanguínea pelo que “o alto teor de sal, por si só, prejudica a função cerebral”.

Através destas experiências realizadas com ratos, os cientistas perceberam que o excesso de sal provoca, também, um défice na memória. Após 12 semanas de um dieta com alto teor de sal foi observado o dano das funções cognitivas.

Porém, a equipa constatou que quando os ratinhos regressavam a uma dieta normal, o seu desempenho voltava ao normal. Os cientistas mostraram assim que o efeito do excesso do sal pode ser reversível.

“Demorou um mês para que os ratinhos recuperassem as suas funções, depois de voltar a uma dieta normal, o que é uma boa notícia porque os efeitos parecem reversíveis, pelo menos no período de exposição que testámos”, sustenta Iadecola.

Ainda assim, a garantia de reversibilidade é frágil. “Continua por esclarecer se uma exposição mais duradoura a uma dieta com alto teor de sal pode levar a um prejuízo cognitivo permanente”, nota Costantino Iadecola.

Embora o comportamento dos ratos e dos humanos seja diferente, a extrapolação dos resultados para seres humanos pode ser feita. No entanto, resta saber de que “quantidade de sal a mais estamos a falar, durante quanto tempo e quanto tempo demoraríamos a conseguir recuperar do dado”.

“Precisámos de três meses de uma dieta com alto teor de sal para induzir danos cognitivos nos ratos. Em seres humanos, a exposição teria de ser mais longa – durante anos ou décadas – mas talvez também seja possível prejudicar a cognição com níveis mais baixos de sal na dieta”, esclarece o especialista.

Fonte: ZAP.aeiou

A Comissão Europeia aprovou a Primeira Estratégia Europeia sobre Plásticos. Todos os recipientes de plástico no mercado da União Europeia serão recicláveis até 2030, o consumo de plásticos de uso único será reduzido e o uso intencional de microplásticos será restringido.

A nova estratégia faz parte da transição para uma economia mais circular e protegerá o meio ambiente da contaminação de plásticos, ao mesmo tempo que estimula o crescimento e a inovação, transformando um obstáculo num programa positivo para o futuro da Europa.

De acordo com o primeiro vice-presidente Frans Timmermans, responsável pelo desenvolvimento sustentável, "se não mudarmos a maneira como produzimos e usamos plásticos, até 2050, haverá mais plástico do que peixe no mar. Temos de evitar que os plásticos atinjam a água e os alimentos e, até, o nosso corpo. A única solução a longo prazo é reduzir o desperdício de plástico, aumentando a sua reciclagem e reutilização. Este é um desafio que os cidadãos, a indústria e os governos devem enfrentar juntos. Com a estratégia da União Europeia em matéria de plásticos, também promovemos um novo modelo de negócios mais circular. Devemos investir em tecnologias novas e inovadoras que garantam a segurança dos cidadãos e do meio ambiente, mantendo a competitividade da indústria".

Por sua vez, o vice-presidente Jyrki Katainen, responsável pelo emprego, crescimento, investimento e competitividade, afirma que "com a estratégia sobre os plásticos, estamos a lançar as bases de uma nova economia de plástico, circular, ao mesmo tempo que direcionamos o investimento nesse sentido. Isso vai ajudar-nos a reduzir os resíduos plásticos em terra, mar e ar e vai oferecer novas oportunidades de inovação, competitividade e emprego. É uma ótima oportunidade para a indústria europeia desenvolver o seu papel como líder mundial em novas tecnologias e materiais. Os consumidores têm a capacidade de tomar decisões conscientes que protejam o meio ambiente. É uma situação de que todos nós podemos realmente beneficiar".

Todos os anos, os europeus geram 25 milhões de toneladas de resíduos de plástico, mas menos de 30% são recolhidos para reciclagem. Em todo o mundo, o plástico representa 85% dos resíduos nas praias.

A estratégia sobre os plásticos procura transformar a forma como os produtos são concebidos, produzidos, utilizados e reciclados na União Europeia. A este respeito, Bruxelas observa que "muitas vezes, a forma como os plásticos são produzidos, utilizados e descartados atualmente impede a obtenção dos benefícios económicos de uma abordagem mais circular e prejudica o meio ambiente. O objetivo é proteger o meio ambiente ao lançar as bases para uma nova economia do plástico, em que design e produção respeitem plenamente as necessidades de reutilização, reparação e reciclagem e se criem materiais mais sustentáveis".

Com a estratégia sobre os plásticos, a Comissão Europeia adotou um quadro de seguimento, que consiste num conjunto de 10 indicadores-chave que abrangem cada fase do ciclo e que irá medir o progresso da transição para uma economia mais circular na União Europeia e no âmbito nacional.

Fonte: Grande Consumo

A capacidade de reprodução da vespa asiática em Portugal tem sido “impressionante”. Quem o diz é o ministro da Agricultura, Capoulas Santos, que explicou recentemente que tem havido uma expansão daquela espécie, o que levou o Governo a “reequacionar” o programa de combate à vespa asiática com base numa comissão de acompanhamento para avaliar a estratégia para fazer face a esta espécie invasora, avistada em 12 distritos nacionais.

Estas declarações foram proferidas à agência Lusa à margem da sessão comemorativa do 120º aniversário da restauração definitiva do concelho de Vila Nova de Poiares, onde o responsável pela pasta da Agricultura referiu que “tem havido uma expansão, apesar de todo o esforço que tem vindo a ser feito para identificar e destruir os ninhos de vespa asiática. A sua capacidade de reprodução, pela ausência de predadores, tem sido de facto impressionante.”

A vespa velutina é uma espécie asiática com uma área de distribuição natural pelas regiões tropicais e subtropicais do Norte da Índia ao leste da China, Indochina e arquipélago da Indonésia e cuja presença em Portugal foi reportada pela primeira vez em 2011.

De acordo com Capoulas Santos, esta espécie invasora “é uma ameaça à nossa biodiversidade, em particular para as abelhas melíferas, que têm um papel importantíssimo na polinização. Teremos de levar mais longe o esforço, juntamente com a Proteção Civil e as autarquias, para identificar e destruir esta praga que infelizmente nos atingiu.”

“A sua manipulação e destruição implica meios, muitas vezes dispendiosos, para os quais é necessário dar resposta. Temos de nos mobilizar, ministério da Agricultura, autarquias, organizações da sociedade civil, Proteção Civil, por forma a tentar suster esta praga que nos atingiu há seis ou sete anos atrás e que não tem parado de progredir no nosso território”, concluiu.

Em outubro do ano passado, o Governo decidiu criar uma comissão de acompanhamento da vespa asiática com o objetivo de fazer uma avaliação da estratégia de combate a esta espécie.

Fonte: Vida Rural

O último inquérito do INE sobre a estrutura das explorações agrícolas, referente a 2016, permite traçar um perfil da agricultura portuguesa.

Clique aqui para consultar o infográfico que apresenta os factos mais relevantes.

Fonte: Vida Rural

Alimentação e Doenças Reumáticas

  • Thursday, 18 January 2018 10:28

Apesar de os números preocupantes associados às doenças reumáticas em Portugal, um correto tratamento e uma adequada alimentação como aliada da prevenção destas doenças ainda é, no entender da pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia, um desafio.

Estas doenças causam dor, limitando a vida do doente de variadas formas, alterando muitas vezes a sua capacidade funcional. Os principais sintomas são quadros de dor - por vezes incapacitante -, fadiga e fraqueza muscular. A Sociedade Portuguesa de Reumatologia alerta, portanto, para o facto de a alimentação funcionar como coadjuvante da terapêutica ou outro tratamento médico, promovendo uma melhoria dos sintomas e ajudando a diminuir a progressão da doença, assim como alguns fatores de risco associados.

A ingestão de proteínas é fundamental, uma vez que estas pessoas podem ter uma maior debilidade muscular. Por outro lado, são essenciais minerais como o ferro, zinco, cobre e selénio, bem como as vitaminas A, D, E e K, que só se dissolvem em gordura, pelo que ficam armazenadas no organismo durante mais tempo.

Por ser rica em produtos antioxidantes e gordura insaturada, a dieta mediterrânica pode ajudar a reduzir os quadros de processo inflamatório e a atenuar os principais sintomas das doenças reumáticas, como rigidez e dor. Desta forma, hortícolas, fruta e cereais pouco processados deverão fazer parte do regime nutricional. O azeite, que deve ser a fonte de gordura de eleição, tem de ser consumido com alguma contenção, pois não deixa de ser uma gordura.

Os doentes reumáticos que sofrem de excesso de peso têm uma dificuldade acrescida na eficácia do tratamento e uma evolução menos favorável dos sintomas ao longo do tempo, uma vez que as articulações são sobrecarregadas de forma constante, o que as desgasta mais rapidamente.

É ainda de ressalvar que estas pessoas, para quem a fadiga é uma constante, não devem fazer períodos longos de jejum, de modo a evitar o cansaço extremo e a manter os níveis de energia ao longo de todo o dia. Assim, aconselha-se planear o regime alimentar com alguma antecedência para não correr o risco de ingerir alimentos não recomendados e de forma a evitar também o ganho excessivo de peso.

No nosso país, o consumo de vitamina D e de cálcio está abaixo dos níveis recomendados, em especial na faixa etária a partir dos 30 anos. Esta situação tem tendência a agravar-se em pessoas com mais idade, que têm por norma uma densidade óssea diminuída. A Sociedade Portuguesa de Reumatologia recomenda, deste modo, um cuidado redobrado com a manutenção de um peso saudável e a ingestão de alimentos ricos em cálcio, vitamina D, antioxidantes, potássio, e gorduras insaturadas em detrimento das saturadas.

Os doentes com Gota deverão, no entanto, moderar o consumo de carnes, vísceras, sardinha, truta, salmão, marisco e outros alimentos que contenham purinas, uma vez que promovem a produção de ácido úrico, responsável pela formação dos cristais típicos da doença.

Embora não esteja comprovada uma relação direta entre a ingestão de determinados alimentos e o surgimento de uma crise ou agravamento repentino dos sintomas, a Sociedade Portuguesa de Reumatologia alerta para o facto de que um regime alimentar correto e adaptado às necessidades de cada indivíduo tem um impacto positivo a longo prazo.

Nas palavras do Dr. José Canas da Silva, Presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, “cada doença do foro reumático tem as suas especificidades e exigências nutricionais, portanto aconselha-se sempre a consulta de um médico, e após o diagnóstico de uma doença reumática, idealmente o doente deverá ser seguido por um nutricionista, procurando identificar o plano alimentar que de melhor forma se adeque às necessidades energéticas e nutricionais. Este plano deverá ser, então, partilhado com o reumatologista e com os restantes clínicos que acompanham o doente.”

Fonte: Mais Algarve

Entrou ontem em vigor a nova versão do Código de Auto-Regulação em matéria de Comunicação Comercial de Alimentos e Bebidas dirigida a Crianças, depois de ter sido aprovado em Assembleia-Geral em Novembro último.

Este normativo dá corpo a uma união de esforços da Indústria no âmbito da promoção da responsabilidade das empresas no que concerne à publicidade de alimentos e bebidas dirigida a crianças, tema este tão actual na esfera política.

As sinergias agregadas por parte dos sectores envolvidos pretendem ser uma resposta válida aos anseios do legislador, de forma a que o mesmo tenha em consideração a via complementar da auto-regulação publicitária que, sendo célere e eficaz, mais protege os direitos dos consumidores e dos agentes económicos.

“A demonstração de resultados que se prevê com a aplicação prática deste código, através da implementação do pre-clearance, ou seja, pareceres prévios vinculativos, em que o sector se compromete em submeter a sua publicidade, antes da respetiva veiculação, à análise da Auto Regulação Publicitária, é, pois, uma confirmação genuína do compromisso do sector”, refere Nuno Pinto de Magalhães, Presidente da Auto Regulação Publicitária.

Fonte: ANILACT

O vinho tinto não engorda?

  • Wednesday, 17 January 2018 11:22

O consumo excessivo de álcool em Portugal e na Europa continua a ser um grave problema de saúde pública. No entanto, a maioria da população não o associa à doença e muito menos ao consumo excessivo de calorias.

“Por exemplo, um copo de vinho branco, com cerca de 250 ml pode fornecer 180 kcal, o equivalente a 2 rissóis de camarão. E um cocktail de verão como uma Pina Colada pode conter 245 kcal, o equivalente a um cheeseburguer.”

A rotulagem com informação nutricional é importante nas bebidas alcoólicas para que possam fazer decisões informadas. Saiba mais sobre este assunto aqui.

Fonte: Nutrimento

A ministra da Saúde de Moçambique disse que estão a ser tomadas medidas para impedir casos de listeriose, uma intoxicação alimentar que matou 61 pessoas na África do Sul, país vizinho, desde o início de dezembro. "Nós estamos em contacto com os outros países afetados e estamos atualizados. Neste momento, a doença não constitui perigo para o nosso país", declarou Nazira Abdula.

A ministra da Saúde de Moçambique falava em Maputo, à margem de uma visita de trabalho ao Hospital Geral de Chamanculo, nos subúrbios da capital moçambicana. Além dos 61 óbitos, na África do Sul as autoridades de saúde confirmaram 750 casos desde o dia 05 dezembro.

A ministra moçambicana garantiu que medidas de precaução estão a ser tomadas, destacando que o tipo prevenção necessária está dentro daquilo que Moçambique vem fazendo para evitar surtos de doenças similares. "O tipo de prevenção está dentro daquilo que nós já estamos a fazer, sensibilização das comunidades para os cuidados com a higiene e a limpeza das nossas casas e comunidades", declarou a governante.

A listeriose é uma intoxicação alimentar causada pela ingestão de alimentos contaminados com a bactéria Listeria. Geralmente, as pessoas contraem a doença através de produtos de origem animal e frutas e vegetais frescos. Os sintomas são náuseas, diarreias, infeção na corrente sanguínea e no cérebro, e representa um risco maior para recém-nascidos, idosos, mulheres grávidas e pessoas com fraca imunidade.

Fonte: DN