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Certificação Halal: aspectos técnicos e religiosos

A certificação Halal é de cunho religioso e tem por objetivo assegurar aos praticantes do Islão que um alimento é livre de quaisquer ingredientes, auxiliares tecnológicos ou contaminações não autorizados segundo o Alcorão Sagrado.

A palavra Halal é árabe e em português significa lícito, permitido. Nos termos da certificação, compreende todos os alimentos ou elementos Haram cujo consumo, direto ou indireto, é proibido:

✗ Carne e derivados de suínos, assim como animais que foram sujeitos a abates não Halal (bovinos, caprinos, ovinos e aves);

✗ Sangue de qualquer animal, incluindo aqueles abatidos como Halal;

✗ Bebidas alcoólicas;

✗ Insetos, com exceção do gafanhoto e cochonilha.

Considerando os requisitos religiosos de alguns países islâmicos, distribuidores e clientes exigem que as indústrias alimentares apresentem um certificado Halal, o qual deve ser emitido por uma instituição islâmica, devidamente registada e reconhecida, que garanta um produto 100% livre de elementos Haram.

Uma possível abordagem no caminho da certificação, envolve a separação física dos elementos proibidos, bem como metodologias de validação da higienização de equipamentos e utensílios em contato com estes. Esta assemelha-se aos procedimentos aplicados no caso dos alergénios.

Para saber mais sobre este assunto, visite a página oficial do Instituto Halal onde pode consultar as atuais empresas portuguesas certificadas e outras informações relevantes.

Fonte: Food Safety Brazil