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“Vamos Reinventar o Plástico” é o mote da campanha que o “Pacto Português para os Plásticos” (movimento criado em fevereiro que reúne mais de 80 entidades, entre produtores, retalhistas, recicladores, entidades gestoras de resíduos, entre outras).

O objetivo é sensibilizar os portugueses para uma utilização responsável do plástico, mobilizando a sociedade no processo de transição para a criação de uma economia circular dos plásticos em Portugal.

Depois do envolvimento de empresas, entidades públicas, associações e universidades, chegou o momento de envolver a sociedade civil, acreditam os subscritores do pacto.

A primeira fase da campanha envolveu a criação de um site, publicidade online, comunicações através das redes sociais, a criação de um vídeo de apresentação do projeto e a presença nos pontos de venda dos membros associados.

“Desde o lançamento do ‘Pacto Português para os Plásticos’, tem sido extraordinário o grau de compromisso e colaboração que os membros desta iniciativa têm apresentado”, sublinha Pedro São Simão, coordenador do movimento, citado em comunicado de imprensa.

Liderado pela Associação Smart Waste Portugal e com o apoio do Governo, o “Pacto Português para os Plásticos” pertence à rede global de Pactos dos Plásticos, da Fundação Ellen MacArthur, que reúne iniciativas similares de várias geografias, com o objetivo de partilha de experiências.

Os membros do Pacto comprometeram-se a definir, até 2020, uma listagem de plásticos de uso único considerados problemáticos ou desnecessários e definir medidas para a sua eliminação, através de redesenho, inovação ou modelos de entrega alternativos e a garantir que 100 % das embalagens de plástico são reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis em 2025, entre outros objetivos.

Fonte: HiperSuper

Portugal apresenta-se como o principal produtor do Mundo de cortiça, representando 50% da produção mundial e mais de 60% das exportações. França, Estados Unidos e Espanha são os principais mercados de destino das exportações portuguesas. O sector da cortiça apresenta uma dinâmica de crescimento alicerçada no crescimento da procura do seu principal mercado de destino, o vinho. E o sector da cortiça em Portugal revela uma tendência de crescimento em actividade e valor.

Estas são algumas das conclusões do “Relatório Anual de Caracterização da Situação Económico-financeira das Empresas do Sector da Cortiça”, estudo da APCOR — Associação Portuguesa de Cortiça, em colaboração com a Deloitte Corporate Finance, que analisou a performance financeira e operacional do sector, no âmbito de uma iniciativa que concretiza uma das actividades do projecto “Cork_Inov”, programa desenvolvido no âmbito do SIAC Qualificação, e financiado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia – FEDER, com um investimento de cerca de 650.000 euros.

O relatório caracteriza ainda a situação económico-financeira das empresas corticeiras, tendo como objectivo primordial a análise dos principais indicadores macroeconómicos do sector da cortiça em Portugal e no Mundo, com realce para indicadores como a evolução global da actividade, rentabilidade, emprego, mercado externo, solvabilidade e estrutura de capitais.

O sector da cortiça, quer as empresas ligadas à extracção, transformação ou comercialização, gera mais de 9.000 postos de trabalho a nível nacional.

Do ponto de vista operacional, o estudo reúne a informação face à tipologia das empresas do sector, permitindo que estas possam equacionar as melhores soluções financeiras mediante a sua dimensão e natureza.

O estudo concede ainda a análise comparativa do sector da cortiça face a indústrias transformadoras portuguesas, tendo por base igualmente os indicadores acima mencionados.

Fonte: Agroportal

O presente esclarecimento pretende clarificar o enquadramento legal da aprovação e atribuição de NCV (Número de Controlo Veterinário) dos estabelecimentos de atividade industrial situados em habitações.

O documento pode ser consultado aqui.

Fonte: DGAV

A aplicação de rastreio StayAway Covid já foi descarregada por mais de um milhão de pessoas, dezanove dias após o seu lançamento, anunciou este domingo o administrador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).

Em declarações à agência Lusa, Rui Oliveira avançou que a aplicação contabilizava este domingo um total de 1.030.824 downloads nos sistemas operativos iOS e Android.

“Estamos muito satisfeitos, ainda que não esteja propriamente surpreendido. A aplicação é uma ajuda à população portuguesa, mas ainda faltam os restantes cinco milhões de portugueses [que têm smartphones]”, afirmou.

A aplicação móvel, lançada a 1 de setembro, permite rastrear de forma rápida e anónima e através da proximidade física entre smartphones, as redes de contágio por Covid-19, informando os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado com o novo coronavírus. A sua instalação é voluntária.

Segundo o administrador do instituto do Porto, as interações na aplicação prosseguem, havendo já “várias dezenas” de médicos a gerar códigos.

À Lusa, no dia 08 de setembro, o presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) avançou que a linha SNS 24 já tinha recebido 20 chamadas de pessoas que, através da aplicação, foram informadas que estiveram em contacto com alguém infetado.

“Houve 20 pessoas que, desde o início do projeto, ligaram ao SNS 24, dizendo que a aplicação os notificou que tinham tido um contacto de risco”, afirmou Luís Goes Pinheiro, acrescentando que, nessa semana, nove doentes tinham introduzido na aplicação o código que permite alertar as pessoas com quem estiveram nos 14 dias anteriores.

No dia do lançamento da aplicação, o primeiro-ministro, António Costa considerou que instalar nos telemóveis a aplicação Stayaway Covid é um “dever cívico” para travar a pandemia enquanto não existir uma vacina.

“Entendam que é um dever cívico descarregar esta aplicação e sinalizarem se vierem a ser diagnosticados como testando positivo”, afirmou António Costa, na cerimónia que contou com a presença da ministra da Saúde, Marta Temido.

Contudo, a organização de defesa do consumidor Deco Proteste colocou reservas à instalação nos telemóveis desta aplicação, invocando a possibilidade de uso não declarado e indevido de dados pessoais pela Google e Apple.

A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 953.025 mortos e mais de 30,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal morreram 1.899 pessoas dos 68.025 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Fonte: Observador

O objetivo desta efeméride é sensibilizar e envolver as pessoas de todo o mundo na proteção dos recursos hídricos através da monitorização local dos mesmos. A organização não governamental EarthEcho International promove um desafio mundial chamado “EarthEcho World Water Monitoring Challeng”, que incentiva as pessoas a analisar e a proteger os recursos locais desde o Dia Mundial da Água, em março, até ao final do ano.

Actualmente os habitantes de quase 400 regiões do planeta já estão a viver sob condições de “extremo stress hídrico”, segundo um novo relatório do World Resources Institute (WRI), um centro de pesquisa sediado em Washington.

Do México ao Chile, a áreas da África e a pontos turísticos no sul da Europa e no Mediterrâneo, o nível de “stress hídrico” – a quantia de água extraída de fontes terrestres e superficiais em comparação com o total disponível – está a atingir níveis preocupantes.
Quase um terço da população global – 2,6 mil milhões de pessoas – vive em países em situação de stress hídrico “extremamente alto”, incluindo 1,7 mil milhões em 17 nações classificadas como “extremamente carentes de água”, segundo o WRI.

Enquanto os países do Médio Oriente são considerados os de maior stress hídrico, o estudo destaca também que a Índia está a “enfrentar desafios críticos sobre o seu uso e gestão da água que afectam tudo, desde a saúde ao seu desenvolvimento económico”.
Paquistão, Eritreia, Turcomenistão e Botsuana também são, actualmente, considerados extremamente carentes de água. Os dados foram compilados a partir da plataforma Aqueduct 3.0 do WRI, que analisou vários modelos hidrológicos e calculou o quanto de água é retirada dos suprimentos de águas superficiais e subterrâneas disponíveis em cada região em comparação com o total de água disponível.

Quando a proporção excedia 80%, as áreas eram consideradas “extremamente carentes de água”. “Como alguém que trabalha com dados, tento ser bastante imparcial sobre o que esperar dos números, mas fiquei surpreendido com a situação na Índia”, diz Rutger Hofste, principal autor do estudo, à BBC.

Fonte: Green Savers

Houve 5670 restaurantes, cafés, pastelarias e bares a fechar portas no país até ao final de julho, mais 300 do que no mesmo período de 2019, com base em dados da Autoridade Tributária.

Cessaram a atividade 4.750 entidades com um código CAE principal no setor da restauração e bebidas (a título individual ou em sociedade), a julgar pelas comunicações ao Fisco. São mais 190 empresas do que entre janeiro e julho de 2019. O Correio da Manhã junta, também, as empresas com pelo menos um código CAE secundário na área da restauração e bebidas, ou seja, que também prestam este serviço embora não como principal negócio. Aí, 920 entidades cessaram atividade até julho, mais 110 do que no período homólogo.

Um estudo da Iberinform aponta a Hotelaria e Restauração com uma das áreas com maior subida no número de insolvências, com mais 29,2%, cita o jornal. No início de agosto, a AHRESP, associação do setor, indicou que 43% das empresas de restauração e bebidas ponderavam avançar para a insolvência.

Fonte: Observador

A população mundial continua a aumentar, e a escassez de alimentos é, cada vez mais, uma realidade.

De acordo com um novo estudo publicado no Journal of Insects as Food and Feed revelou que as larvas-da-farinha podem ser uma fonte alternativa de proteína para animais e, possivelmente, humanos.

O crescimento populacional nos países em desenvolvimento levou a uma escassez de fontes de proteína, levando os cientistas a procurar opções alternativas. O novo estudo, conduzido pela Indiana University – Purdue University Indianapolis (IUPUI), propõe as larvas-da-farinha como fonte de alimento.

Christine Picard, professora associada de biologia e diretora do Programa de Ciências Investigativas Forenses da IUPUI School of Science, liderou a investigação. O estudo concentrou-se na análise do genoma de uma espécie de larva-da-farinha conhecida como tenebrio molitor.

Os resultados explicam que esta larva pode oferecer vários benefícios agrícolas. Peixes e pássaros domésticos podem usar os vermes como fonte alternativa de proteína. Os vermes também podem ajudar a produzir fertilizantes orgânicos, com os seus resíduos ricos em nutrientes.

A investigação do genoma da larva-da-farinha empregou uma tecnologia de leitura vinculada ao cromossoma 10X. Os investigadores indicam que esta informação está disponível para uso por aqueles que quiserem utilizar o DNA para otimizar larvas-da-farinha para produção em massa. De acordo com Picard, a pesquisa da IUPUI lidou com a parte desafiadora, abrindo portas para as partes interessadas.

Como os peixes se alimentam destas larvas, os cientistas propõem a adoção dessas larvas para a criação de peixes. Segundo os mesmos cientistas, as indústrias de alimentos para animais de estimação podem utilizar os vermes como fonte de proteína suplementar, ou mesmo para alimentação humana.

Fonte: Green Savers

A ANEBE (Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas) assinou ontem, dia 10 de setembro, em Lisboa, o Memorando de Entendimento relativo à informação sobre o valor energético, ingredientes e composição nutricional das bebidas espirituosas vendidas na Europa. A ratificação do memorando foi feita na presença de Sarah Melina, diretora de Mercado Interno da spiritsEurope, associação que representa os interesses dos produtores europeus de bebidas espirituosas.

O setor das bebidas espirituosas compromete-se, assim, a disponibilizar nos rótulos e no canal online, informação sobre o valor energético, lista de ingredientes e composição nutricional das bebidas espirituosas.

O memorando determina que, até final do ano 2020, uma em cada quatro garrafas deverá incluir esta nova informação, peso que deverá aumentar para 50% e 66% até ao final de 2021 e 2022, respetivamente.

João Vargas, secretário-geral da ANEBE, evidencia o pioneirismo do setor e do país, em comunicado de imprensa. “Somos dos primeiros a assumir voluntariamente, antes do tempo estabelecido pela Comissão Europeia, a disponibilização desta informação. Isto apesar “do esforço adicional decorrente dos desafios financeiros e logísticos associados ao processo”.

Christian Porta, Presidente da spirtisEurope, afirmou, por sua vez, que o setor está “orgulhoso do compromisso único e pioneiro assinado pelos produtores europeus de bebidas espirituosas, que irão fornecer aos consumidores a informação que procuram para que tenham mais autonomia para fazer escolhas informadas e responsáveis”.

Fonte: Hipersuper

O estudo de avaliação sobre a saúde e o ambiente, ontem publicado pela AEA, mostra que, em 2019, Portugal ocupava o sétimo lugar no que respeita à percentagem de zonas de banho com águas balneares de excelente qualidade (91,5%), numa tabela liderada por Chipre (99,1%) e com a Polónia a ocupar o último lugar (21.6%).

De acordo com o relatório da AEA, em toda a Europa, existem na UE 22.295 locais monitorizados pela sua qualidade da água balnear, sendo que, no ano passado, 95% de todos os sítios cumpriam os requisitos mínimos de qualidade estabelecidos na Diretiva da UE relativa às águas balneares, com 84,6 % a alcançar o estatuto de ‘excelente’.

Em geral, as águas balneares costeiras são de melhor qualidade do que as dos sítios interiores, tendo aumentado de 79,1% em 2018 para 87,4 %, em 2019.

 A AEA alerta ainda para o facto de a poluição atmosférica continuar a ser a principal ameaça ambiental para a saúde na Europa, com mais de 400. 000 mortes prematuras provocadas pela poluição atmosférica todos os anos na UE.

A poluição sonora surge em segundo lugar, contribuindo para 12 000 mortes prematuras, seguida dos impactos das alterações climáticas, nomeadamente as vagas de calor.

Fonte: Green Savers

Vendido na Internet há uma década, o MMS promete curar tudo, desde o cancro ao autismo, passando agora também pela Covid-19. Após 26 casos de intoxicação, autoridades de saúde espanholas lançam alerta.

O “remédio” não é novo, nem sequer o “milagre” que promete logo no nome — Miracle Mineral Solution, MMS —, mas a  Covid-19 está a dar novo fôlego às vendas online deste líquido cura-tudo, desde o cancro à sida, passando pelo autismo e pelas hepatites.

Só em Espanha, entre abril e junho, até agora os piores meses da pandemia, o Instituto Nacional de Toxicologia recebeu 26 pedidos de consulta por intoxicação graças ao consumo da substância, à base de clorito de sódio — em todo o ano anterior tinham sido oito.

O consumo do pseudo-medicamento terá aumentado de tal forma naquele país, diz o ABC, que o organismo esta segunda-feira emitiu mesmo um comunicado a alertar para a “toxicidade do produto, composto em 28% por clorito de sódio, nocivo para a saúde”.

O Miracle Mineral Solution, MMS, está à venda na Internet pelo menos desde 2010, e desde então têm sido sucessivos os alertas por parte das autoridades de saúde internacionais: “Os consumidores de MMS estão a beber lixívia”, voltou a avisar a americana Food and Drug Administration (FDA) em dezembro de 2019. “As instruções do produto dizem às pessoas para misturarem a solução de clorito de sódio com um ácido cítrico, tal como sumo de limão ou lima, ou outro ácido antes de o beberem. Em muitos casos, o clorito de sódio é vendido com um ‘ativador’ de ácido cítrico. Quando o ácido é adicionado, a mistura torna-se dióxido de cloro, um poderoso agente branqueador”, explica o organismo que regula comida, bebida e medicamentos naquele país.

“Beber qualquer um destes produtos de dióxido de cloro pode causar náuseas, vómitos, diarreia, e sintomas de desidratação grave. Alguns rótulos de produtos garantem que vómitos e a diarreia são comuns depois de ingerido o produto. Sustentam mesmo que tais reações são a prova de que o produto está a funcionar. Essa alegação é falsa”, acrescenta ainda o alerta, fazendo referência a pretensas bulas e sites de vendas, que apregoam o MMS como “a coisa mais pura de todas que pode vir a tomar”, capaz de “salvar a sua vida e a dos seus”.

Proibida numa série de países, como Canadá, Holanda, Nova Zelândia e Irlanda, a substância foi “descoberta” há mais de uma década por Jim Humble, ex-garimpeiro na América do Sul, ex-cientologista e ele próprio fundador de uma nova igreja, a Genesis II da Saúde e da Cura.

Em agosto deste ano, Mark Grenon, co-fundador e atual líder da Genesis II, foi detido, tal como os três filhos, acusado de fabricar, promover e vender um medicamento falso contra a Covid-19 e outras doenças. Segundo a acusação, interposta no estado da Florida, nos últimos meses terão vendido dezenas de milhares de garrafas de MMS. Segundo a BBC, terão chegado a faturar 120 mil dólares por mês (cerca de 102 mil euros) durante os meses da pandemia.

Fonte: Observador