A nió de Llauradors, organização que reúne os agricultores da Comunidade Valenciana, identificou a presença de produtos fitofarmacêuticos proibidos em laranjas importadas da África do Sul. Deste modo, apelou a suspensão da comercialização das mesmas dentro da União Europeia.
Um dos produtos encontrados foi o paraquat, herbicida que afeta os intestinos, os rins e o coração. Também foram descobertos vestígios de azinfos-metilo, uma substância proibida pela UE por ser um inseticida tóxico para os animais, como explica a notícia do jornal La Vanguardia sobre esta temática.
No entanto, a ASAE clarificou que as amostras oriundas da África do Sul apresentam “resultados conformes” e que apesar de “detectados múltiplos resíduos de pesticidas”, as substâncias estão dentro dos limites de segurança considerados legais para o consumo humano.
É importante continuar a investigar e acompanhar o assunto, salienta a entidade e, “caso considere necessário, desenvolverá outras ações com a inclusão de colheitas de amostras de citrinos com origem na África do Sul”.
Fonte: Observador