A Nestlé anunciou a recolha de alguns lotes de produtos de nutrição infantil, incluindo as fórmulas SMA, BEBA e NAN, sobretudo na Europa, devido a uma possível contaminação com cereulida, uma toxina que pode causar náuseas e vómitos. Não há, até ao momento, registo de doenças associadas aos produtos recolhidos.
A recolha, iniciada de forma limitada em dezembro, foi desencadeada após a deteção de um problema de qualidade num ingrediente fornecido por um dos seus principais fornecedores. A empresa testou todo o óleo de ácido araquidónico e misturas associadas usadas na produção dos produtos potencialmente afetados, ativou fornecedores alternativos e está a reforçar a produção e a distribuição de produtos não afetados para manter o abastecimento.
Os lotes abrangidos foram vendidos em vários países europeus, bem como na Turquia e na Argentina. A cereulida, produzida por algumas estirpes da bactéria Bacillus cereus, não é destruída por cozedura ou pela preparação do leite com água a ferver, segundo a Agência de Normas Alimentares do Reino Unido, que alerta para sintomas rápidos como vómitos e cólicas abdominais.
De acordo com a Reuters, este é o maior recall de produtos da história do grupo, com pelo menos 25 países afetados até o momento, envolvendo mais de 800 produtos de mais de 10 fábricas, números que a Nestlé ainda não confirmou.
Fonte: Grande Consumo
Os ministros da Agricultura da União Europeia reuniram-se ontem numa sessão extraordinária para debater a segurança alimentar e a soberania europeia num cenário marcado por crescente incerteza geopolítica e volatilidade dos mercados globais. O encontro, convocado pela Comissão Europeia e por Maria Panayiotou, ministra cipriota que assegura a Presidência do Conselho da UE, contou com a participação dos comissários europeus Hansen, Šefčovič e Várhelyi.
Durante a reunião, foi consensual o reconhecimento de que a agricultura é um pilar central da soberania europeia e de que o sector agroalimentar desempenha um papel estratégico na competitividade da União, sustentando milhões de postos de trabalho e criando elevado valor económico. Os participantes fizeram um balanço dos principais desafios enfrentados pelos agricultores e pelo sector agroalimentar, bem como das expectativas para 2026, num contexto internacional cada vez mais instável.
As discussões centraram-se, em particular, nas preocupações decorrentes da elevada volatilidade dos mercados globais, nas perturbações das cadeias de abastecimento e na necessidade de preservar uma posição competitiva forte para os agricultores europeus. Foi igualmente sublinhada a urgência de responder às pressões sentidas no terreno, garantindo condições que permitam ao sector adaptar-se e manter a sua resiliência.
A Comissão Europeia reiterou estar consciente da sua responsabilidade e do sentimento de urgência vivido pelo sector agrícola, destacando que já estão em curso ações destinadas a aliviar constrangimentos e a criar novas oportunidades.
4 eixos prioritários
Os resultados do encontro foram organizados em torno de quatro eixos prioritários: a garantia do apoio da Política Agrícola Comum (PAC), incluindo o debate sobre o orçamento e o próximo Quadro Financeiro Plurianual pós-2027; a questão dos fertilizantes, com foco no aumento da disponibilidade e acessibilidade, no reforço da produção interna e na redução de dependências externas; a competitividade global do sector, assegurando condições de concorrência justas e baseadas na reciprocidade; e a necessidade de avançar com uma maior simplificação administrativa em benefício dos agricultores.
A segurança alimentar foi destacada como um elemento central da segurança e da soberania globais da União Europeia. Nesse sentido, os ministros sublinharam que é essencial garantir o futuro da agricultura e a competitividade do sector agroalimentar europeu, tanto no curto como no longo prazo.
No final da reunião, a União Europeia reafirmou a sua disponibilidade para agir sempre que necessário, comprometendo-se a defender de forma firme os seus interesses no domínio da agricultura e da segurança alimentar e a transformar em realidade a sua visão estratégica para o futuro da alimentação e da produção agrícola na Europa.
Fonte: Grande Consumo
Informamos que foi publicado o Regulamento de Execução 2025/2520, da Comissão, de 15 de dezembro de 2025, que estabelece medidas para impedir o estabelecimento e a propagação no território da União de Aromia bungii (Faldermann), bem como medidas para a erradicação e o confinamento dessa praga em determinadas áreas demarcadas, e que revoga a Decisão de Execução (UE) 2018/1503.
Para saber mais sobre esta praga de quarentena, consulte o Website EPPO Global Database.
Fonte: DGAV
O Reino Unido avançou com a proibição de publicidade televisiva de alimentos ricos em gordura, açúcar e sal antes das 21h, bem como com uma proibição total deste tipo de anúncios online. Segundo o The Guardian, a medida é aplicada pela Advertising Standards Authority (ASA) e integra a estratégia governamental para combater a obesidade infantil.
As novas regras abrangem 13 categorias de produtos e, apesar de a legislação só agora entrar em vigor, o setor publicitário já vinha a cumprir voluntariamente as normas desde outubro, o que resultou, por exemplo, em campanhas de Natal com menos doces e mais frutas e legumes.
A Food Foundation considera a decisão um marco na proteção das crianças, mas critica as exceções que permitem anúncios de marca — desde que não mostrem produtos específicos — por parte de empresas como a McDonald’s ou a Cadbury. As restrições incluem também produtos vistos como saudáveis, como sandes e cereais de pequeno-almoço.
Dados recentes, continua o The Guardian, indicam que as empresas têm desviado investimento para publicidade exterior, cujo gasto aumentou 28% entre 2021 e 2024, com a McDonald’s a liderar esse crescimento.
O governo britânico estima que a medida retire 7,2 mil milhões de calorias por ano da dieta das crianças e reduza em cerca de 20 mil os casos anuais de obesidade infantil, num país onde mais de um terço das crianças tem excesso de peso ao sair do ensino primário.
Fonte: Grande Consumo
Investigadores da Unidad Académica de Estudios Territoriales (UAET) Oaxaca, do Instituto de Geografia da Universidade Nacional Autónoma do México (UNAM), identificaram comunidades bacterianas com “capacidades excecionais” para melhorar a fertilidade do solo, promover uma agricultura sustentável e apoiar ao restauro ecológico.
A descoberta foi feita no Geoparque Mundial da UNESCO Mixteca Alta, um território onde sistemas agrícolas tradicionais são geridos por comunidades locais há mais de 3.400 anos.
Segundo os cientistas, as populações bacterianas, caracterizadas através de sequenciação genética avançada, distinguem-se pela sua capacidade de:
De acordo com os investigadores, a descoberta abre caminho ao desenvolvimento de biofertilizantes e bioestimulantes locais, adaptados às condições ambientais da região.
Além disso, os responsáveis pela descoberta acreditam que esta solução surge como uma alternativa concreta à dependência de agroquímicos industriais, cujos custos são frequentemente fixados em dólares e variam consoante os mercados internacionais.
Assim, a aplicação prática deste “exército bacteriano”, explicam os cientistas, permitirá recuperar solos degradados, aumentar a produtividade agrícola e reduzir os impactos ambientais associados ao uso intensivo de produtos químicos.
O estudo destacou ainda que a gestão ancestral de lama-bordos, socalcos e vales agrícolas criou ambientes ideais para o desenvolvimento destas comunidades microbianas. A combinação entre ciência genómica moderna e práticas tradicionais transformou o geoparque num modelo global de sustentabilidade.
Os investigadores sublinharam também que a recuperação dos solos não depende apenas de tecnologia de ponta, mas também do conhecimento acumulado das comunidades locais, que mantêm práticas agrícolas resilientes há milhares de anos.
Fonte: Vida Rural
A agricultura regenerativa entrou definitivamente no discurso público. Surge nos programas políticos, nos relatórios empresariais, nas estratégias de sustentabilidade e no vocabulário da nova Política Agrícola Comum. Todos parecem falar dela. Poucos, porém, explicam com clareza o que é, o que não é e, sobretudo, porque existe.
Esta generalização do termo não é neutra. Quando um conceito poderoso se transforma num rótulo vago, perde densidade técnica, credibilidade junto do setor e capacidade de gerar mudança real no terreno. É por isso que importa recentrar o debate.
A agricultura portuguesa atravessa um momento particularmente exigente. Pressão crescente sobre os custos de produção, volatilidade dos mercados, escassez de mão de obra, incerteza climática cada vez mais frequente e uma exigência regulatória em constante evolução moldam hoje o quotidiano dos agricultores. A isto soma-se um fator estrutural menos visível, mas crítico: o desgaste acumulado dos recursos naturais, em especial dos solos e da água, que compromete a produtividade futura e aumenta a dependência de fatores externos.
É neste contexto – e não por moda – que a agricultura regenerativa ganha relevância.
A agricultura regenerativa não é um catálogo de práticas avulsas, nem um selo automático de boas intenções. É uma forma de desenhar sistemas agrícolas a partir de princípios claros – melhorar a saúde do solo, reforçar processos biológicos, aumentar a eficiência no uso da água e reduzir riscos económicos – recorrendo a práticas adaptadas a cada contexto e avaliando o resultado no sistema como um todo. Coberturas vegetais, menor mobilização do solo, diversificação de culturas ou uso criterioso de insumos são apenas ferramentas; o que distingue um sistema verdadeiramente regenerativo é a sua capacidade de demonstrar, ao longo do tempo, maior estabilidade produtiva, menor dependência de fatores externos e melhoria mensurável do capital natural que sustenta a produção.
É precisamente aqui que o debate começa a fragilizar-se. Nos últimos anos, o termo “agricultura regenerativa” tem sido apropriado de forma ligeira – e, por vezes, oportunista – por quem não apresenta evidência técnica, métricas ou resultados que sustentem essa designação. Reduzir uma mobilização do solo, instalar uma cobertura vegetal pontual ou alterar um insumo não transforma, por si só, um sistema agrícola. A regeneração exige objetivos claros, monitorização consistente e demonstração de impacto agronómico, ecológico e económico. Sem isso, fica ao nível da intenção. Esta banalização não só esvazia o conceito, como mina a confiança dos agricultores, dos investidores e da sociedade num modelo que exige, acima de tudo, rigor e seriedade.
A boa notícia é que a evidência existe, quando se mede. O estudo europeu “Farmer-led Research on Europe’s Full Productivity”, conduzido pela European Alliance for Regenerative Agriculture (EARA) e publicado em 2025, analisou dezenas de explorações agrícolas em 14 países europeus e demonstrou que sistemas agrícolas regenerativos, quando avaliados de forma holística, conseguem manter níveis de produção praticamente equivalentes aos sistemas convencionais, utilizando significativamente menos fertilizantes sintéticos e pesticidas, ao mesmo tempo que melhoram indicadores de saúde do solo, biodiversidade e margem económica. O estudo introduz o conceito de Regenerating Full Productivity, precisamente para medir o desempenho do sistema como um todo – agronómico, ecológico e económico – e não apenas a produtividade isolada de curto prazo.
Persistem, ainda assim, equívocos importantes. Um dos mais frequentes associa agricultura regenerativa a perda de produtividade ou a uma visão excessivamente idealizada da agricultura. Na realidade, trata-se sobretudo de uma estratégia de eficiência e de gestão de risco. Sistemas agrícolas fortemente dependentes de insumos externos – fertilizantes, energia, água ou fitofármacos – são estruturalmente mais vulneráveis à volatilidade de preços, às restrições regulatórias e aos extremos climáticos. A regeneração, quando bem desenhada, reduz essa exposição e aumenta a previsibilidade do sistema produtivo. Não se trata de produzir menos, mas de produzir melhor e com maior estabilidade ao longo do tempo.
A nova Política Agrícola Comum e o PEPAC português reconhecem, pela primeira vez de forma clara, a necessidade de alinhar produção agrícola com objetivos ambientais e climáticos. Os eco-regimes e as práticas favoráveis ao solo e à biodiversidade representam um passo importante. O risco está na execução. Existe uma diferença fundamental entre a adoção administrativa de práticas e a transformação estrutural dos sistemas produtivos. Cumprir um requisito não equivale a regenerar um sistema. Sem acompanhamento técnico, sem métricas claras e sem avaliação de resultados, a política pública corre o risco de financiar conformidade, em vez de mudança real.
A agricultura regenerativa não se implementa por regulamento. Exige conhecimento agronómico, adaptação local, monitorização contínua e tempo. Exige, também, maior exigência na forma como se define sucesso: menos foco em intenções declaradas e mais foco em resultados observáveis no terreno.
Portugal está particularmente exposto aos desafios que tornam esta discussão incontornável. Clima mediterrânico, escassez hídrica estrutural, solos frágeis em muitas regiões e uma forte presença de culturas permanentes colocam o país na linha da frente dos impactos das alterações climáticas. Mas colocam-no também numa posição estratégica para liderar soluções. A agricultura regenerativa pode ser uma ferramenta central de adaptação climática, de competitividade agrícola e de valorização do território rural, desde que seja tratada com rigor técnico e visão de longo prazo.
O maior risco que este conceito enfrenta hoje não é técnico, é semântico. Falar de agricultura regenerativa é fácil. Implementá-la bem é exigente. Exige agronomia sólida, desenho de sistemas, acompanhamento continuado, avaliação económica e humildade para ajustar percursos. Exige, sobretudo, distinguir claramente entre práticas isoladas e transformação real.
Num setor sob pressão crescente, regenerar não é um luxo nem um slogan. É, cada vez mais, uma condição para que a agricultura continue a produzir hoje e amanhã.
Fonte: Agroportal
A revista Regulatory Toxicology and Pharmacology retirou um artigo do ano 2000 que afirmava a segurança do glifosato e que vinha sendo usado como prova fundamental para as aprovações regulatórias do produto químico agrícola desde a sua publicação.
Nos últimos anos, o herbicida tem enfrentado crescente escrutínio público devido aos seus potenciais efeitos adversos à saúde, como cancro, e a empresa produtora, tem sido alvo de processos judiciais alegando danos causados pela exposição ao produto químico. A empresa anunciou em 2021 que encerraria as vendas de herbicidas à base de glifosato nos EUA para gerir os riscos de litígios, pois, na época, mais de 40.000 ações judiciais relacionadas haviam sido movidas por pacientes com cancro ou seus familiares contra a empresa.
A crise atual na vitivinicultura no Douro faz-me lembrar Portugal e as suas crises: existem durante grande parte do tempo histórico, mas a região e o país e mantém-se a funcionar sem colapsar. Ainda ecoam — e permanecem muito presentes na minha memória, praticamente todos os dias — as palavras do Professor João Rebelo, que estuda a Região Demarcada do Douro (RDD) há cerca de 40 anos, proferidas na Fundação Casa de Mateus, em Vila Real, nos primeiros dias de julho de 2024, aquando da apresentação pública de uma das conclusões do estudo “Competitividade e sustentabilidade dos vinhos do Douro e Porto. Que estratégia?”, desenvolvido em parceria com os seus colegas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Alberto Batista e Sofia Gouveia:
“A narrativa do excesso de produção é completamente errada; o que há é um excesso de oferta [de vinho]”.
Este fenómeno no mercado dos vinhos resulta, em larga medida, da importação massiva de vinho espanhol a baixo preço, que representa 96% do total importado. Torna-se, por isso, indispensável garantir a rastreabilidade e a transparência do percurso de todo este volume de vinho em território nacional. As importações de vinho em 2022, 2023 e 2024 representaram, respetivamente, 43%, 38% e 30% do vinho produzido em Portugal, sendo pelo menos 68% a granel e correspondendo a mais de 50% da quantidade de vinho exportado em cada um desses anos. “Concordo que o Governo deve desenvolver ações de fiscalização, sem intervir excessivamente no mercado, para que a origem dos vinhos seja clara para os consumidores”, defendeu o Professor João Rebelo.
O estudo indica ainda que a RDD necessita de ajustar o perfil dos vinhos que produz às tendências dos mercados nacionais e internacionais, onde se observa uma procura crescente por vinhos mais leves e frescos — brancos, rosés e espumantes — em detrimento dos vinhos tintos, doces e de elevado teor alcoólico.
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Fonte: Agroportal
Durante períodos de elevada procura, como as celebrações nacionais em diferentes países, o consumo de carne vermelha pode aumentar entre 20% e 30%, elevando também o risco de perdas económicas devido à deterioração do produto. Neste contexto, investigadores da Pontifícia Universidade Católica do Chile desenvolveram uma solução tecnológica que melhora a conservação da carne fresca e contribui para a sustentabilidade das embalagens.
Os primeiros protótipos foram obtidos por extrusão, uma técnica amplamente utilizada no fabrico de películas alimentares, o que facilita a sua escalabilidade industrial. De acordo com os ensaios realizados, a tecnologia permite inibir a oxidação lipídica e retardar o crescimento microbiano, prolongando a cor, o aroma e a qualidade sensorial do produto refrigerado durante vários dias, e até várias semanas.
Leia o artigo completo aqui.
Fonte: lAlimentar
A segunda edição da campanha ‘Desperdício Zero, Impacto Duplo’, uma iniciativa conjunta da ERP Portugal – Associação Gestora de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) e Resíduos de Baterias (RB), da Orima, marca portuguesa de eletrodomésticos, e da Refood, organização criada para reaproveitar excedentes alimentares e alimentar quem mais precisa, arrancou no dia 1 de janeiro e estende-se até dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente. Esta campanha, que na sua primeira edição recolheu 1,6 toneladas de resíduos, reforça a colaboração entre os parceiros para um impacto ambiental e social positivo.
Os dados mais recentes da Eurostat revelam que, em média, cada português desperdiça anualmente mais de 180kg de alimentos, fazendo de Portugal como o quarto país da Europa com maior taxa de desperdício.
A campanha ‘Desperdício Zero, Impacto Duplo’ visa sensibilizar para a urgência da redução do desperdício alimentar, enquanto impulsiona e promove o correto encaminhamento de resíduos perigosos como pilhas e lâmpadas. Os participantes contribuem não só para a proteção ambiental, mas também para o fortalecimento da ação e dos meios da Refood no terreno.
De forma a tornar a entrega de pilhas e lâmpadas mais acessível à população, os núcleos da Refood de norte a sul do país vão funcionar como pontos de recolha, entre as 18h00 e as 21h00. A ERP Portugal assegurará a recolha e o encaminhamento adequado dos resíduos para a reciclagem, em conformidade com as normas ambientais.
De forma a incentivar a os portugueses a entregarem estes materiais, a Orima, vai oferecer equipamentos de refrigeração novos e mais eficientes aos núcleos da Refood que recolherem a maior quantidade deste tipo de resíduos, de forma a apoiar a capacidade de armazenamento de alimentos da organização.
Fonte: TecnoAlimentar
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