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A creatina monohidratada micronizada recebe aprovação por não ser considerada nova

  • Thursday, 28 August 2025 09:29

Uma versão com partículas extremamente finas da creatina monohidratada foi considerada não nova após uma avaliação de «baixo risco, mas grande impacto».
A Agência Espanhola para a Segurança Alimentar e Nutrição  analisou a creatina monohidratada micronizada, produzida por síntese química, na sequência de um pedido apresentado nos termos do artigo 4.º do Regulamento 2015/2283.
Concluiu que, uma vez que a creatina monohidratada era consumida na UE antes de 1997 e a micronização não altera a sua composição, valor nutricional ou segurança, a creatina monohidratada micronizada não é um alimento novo e pode continuar a ser utilizada em produtos alimentares sem autorização especial.
A creatina monohidratada é um dos tipos de creatina mais estabelecidos no mercado, com pesquisas que apoiam a sua utilização para o desempenho atlético, a saúde muscular e a função cognitiva.
O formato micronizado já é comum no mercado, uma vez que pode melhorar a solubilidade e a biodisponibilidade, levando alguns especialistas em regulamentação a especular sobre o motivo pelo qual está agora a ser avaliado.

«Um ingrediente pode ser aceite sem problemas durante muitos anos e, então, um dia, podemos ser solicitados a demonstrar que não é novo», afirma Jerome Le Bloch, chefe do departamento científico da consultoria de assuntos regulatórios Nutraveris.
«Isso pode ocorrer porque um novo avaliador da autoridade está a analisar os produtos. No entanto, mais comumente, isso resulta da presença do ingrediente de forma diferente, com ênfase em uma característica específica».

Neste caso, explicou Le Bloch, a descrição como «monohidrato de creatina micronizado» pode sugerir que está envolvido um novo processo, implicando que o ingrediente é diferente do monohidrato de creatina padrão.
Uma vez que a decisão da agência espanhola reflete o estatuto pré-existente e não novo do monohidrato de creatina, que é vinculativo em toda a UE, as empresas não precisam de se preocupar com interpretações diferentes entre países.

Leia o artigo completo aqui.

Fonte NutraIngredients