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Suinicultores vão castrar porcos

  • Monday, 03 October 2016 16:15

Os suinicultores vão castrar os porcos machos para diferenciar carne portuguesa e dar-lhe uma qualidade de excelência, disse o porta-voz do Gabinete de Crise dos Suinicultores, João Correia, no final de um seminário em Leiria.

«Vamos iniciar um projeto que vai diferenciar a carne na parte do sabor. Ou seja, queremos que a carne tenha um patamar de excelência, que começa, por exemplo, por não ter odor nem sabor sexual. Este processo inicia-se com a castração dos machos», adiantou João Correia.

Segundo o suinicultor, este processo irá atribuir uma «diferenciação maior na parte alimentar». «Passamos a ter uma carne com uma gordura intramuscular que não lhe dá o sabor a gordura, logo não a torna enjoativa».

Numa fase inicial os suinicultores poderão ter de suportar alguns custos «inerentes ao processo» e poderá «aumentar um pouco o custo da carne», mas «não será muito maior».

João Correia explicou que «Portugal não tem como tradição ter o macho castrado. Neste momento entendemos que é um factor grande de diferenciação para o porco que é produzido em Espanha».

Os suinicultores vão ainda avançar com os projectos “porco.pt” e “porco.pt.come”. «Este label será introduzido em qualquer das marcas de toda a fileira que aderirem a este projecto» e «terão que respeitar um caderno de encargos que garante a diferenciação».

Fonte: CONFAGRI

A Haskap promete ser uma nova baga, rica em antioxidantes e muitos ingredientes nutritivos, proveniente do Reino Unido e da Polónia, mas que ainda não é uma espécie reconhecida na União Europeia (UE).

Alegadamente a baga Haskap, é nativa do Japão e do Extremo Oriente da Rússia.

Já é vendida no Canadá, mas quer abrir-se a outros mercados. Sem o certificado da UE será difícil que outros países tenham acesso a este fruto que se parece com um arando alongado, com um sabor entre framboesa e flor sabugueiro.

Tem o dobro dos antioxidantes dos arandos selvagens e três vezes mais ferro.

O reconhecimento por parte da União Europeia poderá demorar entre 18 a 24 meses. No entanto, o Brexit poderá ser outro tema incerto para tentar obter este reconhecimento.

Uma vez com o certificado em que se aprova a existência da baga Haskap, a empresa inglesa que comercializa esta baga vê com bons olhos a possibilidade de entrar noutros mercados.

«Nós sabemos que o volume realmente vai subir nos próximos anos - teremos 500 toneladas em 2020, por isso queremos vender para mercados fora da UE».

«Esta baga é vista como o grande novo superalimento. Eu acho que vai ser interessante em pó. As pessoas já têm os seus pós de goji e açaí, que colocam nos cereais e iogurte, e o Haskap seria uma escolha muito boa para esse tipo de produtos», concluiu a executiva, acrescentando também que a estação da fruta fresca é muito curta, por isso, parte da colheita poderia ser vendida como produtos congelados ou secos».

Fonte: AGROTEC

Xylella fastidiosa - folheto informativo

  • Monday, 03 October 2016 14:31

A DGAV divulga o Folheto relativo a Xylella fastidiosa destacando os seus hospedeiros, vias de dispersão e distribuição geográfica. Pretende-se que os profissionais e a população em geral estejam atentos e reportem aos serviços oficiais quaisquer casos suspeitos da presença da bactéria.

Fonte: DGAV

A DGAV emitiu mais um Ofício Circular nº 28/2016, na sequência da alteração de limites máximos de resíduos (LMR) de fluazifope-P-butilo em géneros alimentícios, que serão aplicáveis a partir de 19 de janeiro de 2017 e em conformidade com a qual vários usos correntemente autorizados para produtos fitofarmacêuticos contendo aquela substância, serão cancelados ou alterados com efeitos a partir daquela data.

Fonte: DGAV

A ASAE anunciou no passado sábado a apreensão de cerca de sete toneladas de uvas e 5.000 litros de mosto, nos concelhos de Amarante e Melgaço, no Norte do país, no âmbito de ações de controlo de trânsito agrícola.

Em comunicado, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) refere que estas ações, realizadas na sequência de uma investigação, decorreram no dia 23 e no dia 25 de setembro e que o valor total das apreensões “ascendeu a mais de 12 mil euros”.

Nestas ações, foi detido um indivíduo e apreendido um veículo de mercadorias “por tentativa de introdução de uvas em zona demarcada, sem qualquer documentação da proveniência de origem nem alvará de específico para aquele transporte”, tendo sido apreendidas as cerca de sete toneladas de uvas.

Foi ainda instaurado “um processo-crime por falsificação de documentos numa industria de vinhos”, onde foram “apreendidos 5.000 litros de mosto de uvas”, acrescenta a autoridade.

Fonte: TVI 24

A Comissão Europeia, com o voto unânime dos 28 Estados-membros, decidiu em março de 2016 incluir os limões da Turquia no Anexo 1 do Regulamento (CE) nº 669/2009, ao considerar que se trata de um produto de risco devido à presença de resíduos de pesticidas.

Por esta razão, os limões provenientes da Turquia importados pela União Europeia (UE) esta campanha, 2016/2017, que começa agora, vão ser submetidos a controlos especiais e reforçados por parte das autoridades de controlo europeias, incluindo análises de laboratório.

Este Regulamento comunitário estabelece uma lista de alimentos (Anexo I) que devem ser objeto de um controlo oficial especial no ponto de entrada no território comunitário. A lista de produtos é revista periodicamente, tendo em conta os resultados da aplicação do Regulamento, as notificações do sistema de alerta rápido da UE, conhecido como RASFF, as informações do Serviço Alimentar e Veterinário da Comissão Europeia, os resultados dos programas de vigilância nacionais e as informações e os dados recebidos de países terceiros, entre outros fatores.

No caso dos limões turcos, a sua entrada na lista de produtos de risco oficializada na publicação do Regulamento (UE) 2016/443, é consequência da deteção em 2015 de 10 lotes com resíduos de bifenilo com análises que confirmaram a presença de até 8,56 miligramas por quilo, quando a normativa da UE fixa esta substância em limões o limite de 0,01 miligramas o quilo.

Para além disso, sucessivas informações do Serviço Alimentar e Veterinário da UE em 2009, 2010, 2011 e 2013, confirmam repetidamente as deficiências do sistema turco de controlo sobre a comercialização e uso de produtos fitofarmacêuticos, muitos dos quais proibidos na UE, o que em conjunto com a amostragem oficial dos lotes exportados é muito baixo e à limitação de laboratórios convenientemente acreditados, levam a aconselhar um maior controlo nas alfandegas comunitárias.

Tudo isto sem esquecer que na última informação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado em 2015 sobre a citricultura na Turquia, confirmava que o grande desafio dos exportadores de citrinos na Turquia era precisamente a alta presença de resíduos de pesticidas tanto pré como pós-colheita.

Fonte: Agrotec

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu a actividade de 12 estabelecimentos de restauração em Tróia e na Nazaré e deteve uma pessoa, na sequência de acções de fiscalização realizadas na primeira quinzena de Setembro.

Em comunicado envido à agência Lusa, a ASAE salienta que, no âmbito daquelas acções, foi "suspensa a actividade de 12 estabelecimentos de restauração, bem como a cozinha central e de fabrico de pastelaria de um estabelecimento de hotelaria, por incumprimento dos requisitos de higiene".

Durante os primeiro 15 dias de Setembro, a ASAE realizou operações de fiscalização a 66 operadores económicos, situados na Península de Tróia e na Nazaré, tendo também instaurado seis processos-crime por "fraude sobre mercadoria em pescado e em azeite" e "detido um indivíduo".

"Foram ainda instaurados 41 processos de contra-ordenação, destacando-se como principais infracções o incumprimento dos requisitos de higiene, disponibilização de bivalves sem requisitos exigidos por lei, falta de controlo de pragas e a falta da comunicação prévia para o exercício da actividade", refere a ASAE.

Nas acções de fiscalização, acrescenta a ASAE, foram também apreendidos 325 quilogramas de géneros alimentícios, 47 quilogramas de bivalves e azeite e mistura de óleo alimentar.

Fonte: Público

A DGAV atualizou o mapa bem como a lista de freguesias que integram total ou parcialmente a zona demarcada respeitante a Trioza erytreae.

Fonte: DGAV

A Comissão Europeia anunciou esta sexta-feira, 16 de Setembro, que autorizou a comercialização no mercado europeu dos seus 28 Estados-membros de produtos, quer em forma de géneros alimentares para consumo humano, quer para rações de animais, que "contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de diversas variedades de milho geneticamente modificado".

As decisões de autorização não incluem cultivo. Actualmente há apenas um milho geneticamente modificado aprovado para cultivo na EU, a variante Mon810 da multinacional norte-americana Monsanto, que esta quarta-feira aceitou a quarta oferta de compra da Bayer, criando um "líder global na agricultura mundial" e reduzindo o número de players no mercado global de sementes e pesticidas.

"Os 11 Organismos Geneticamente Modificados (OGM) em causa foram alvo de um processo de autorização exaustivo", adiantou ainda Bruxelas, "incluindo um parecer favorável da Autoridade de Segurança Alimentar Europeia [EFSA – European Food Safety Authority]". Foi com base nestes pareceres que a Comissão "adoptou as decisões pendentes" sobre a introdução directa de milho geneticamente modificado em produtos de consumo alimentar - o que pode ir desde farinhas até aos xaropes de glucose utilizados industrialmente na produção de bolos e bolachas - e na alimentação animal.

"As autorizações" agora concedidas pela Comissão "são válidas por 10 anos e todos os produtos fabricados a partir destes OGM serão sujeitos às regras rígidas de rotulagem e de rastreabilidade" comunitários, acrescenta, em comunicado.

Fonte: Jornal de Negócios

A ASAE apreendeu 70 litros de vinho com rótulos irregulares e encerrou um estabelecimento de restauração e bebidas por falta de higiene durante uma fiscalização a nível nacional, no final de agosto, aos restaurantes e bares junto a marinas.

Em comunicado, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) anunciou que "desencadeou, no âmbito das suas competências, uma operação de fiscalização, a nível nacional, na última semana de agosto, direcionada aos serviços existentes no espaço e imediações de Marinas e Portos de Recreio", da qual resultou a apreensão de 70 litros de vinho no valor de 209 euros.

Foram apreendidos 70 litros de vinho por rotulagem irregular, no valor de 209 euros e suspensa a atividade de um estabelecimento de restauração e bebidas por incumprimento dos requisitos de higiene", lê-se no comunicado.

O documento informa ainda da instauração de "16 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações o incumprimento de requisitos gerais e específicos de higiene dos géneros alimentícios, a falta de comunicação prévia, a falta de afixação de preços em serviços, a falta de inspeção periódica de instalação de gás, a falta, inexatidão ou deficiência na rotulagem e irregularidades no âmbito do livro de reclamações.

A operação teve como objetivo principal a verificação dos requisitos exigidos nos estabelecimentos de venda de produtos alimentares e não alimentares, incluindo a confeção de refeições (como pratos de sushi e/ou de outros com produtos da pesca não cozinhados, moluscos e bivalves vivos, entre outros), equipamento de frio, qualidade da água utilizada, condições de transporte, conservação e armazenamento, controlo metrológico, e outros requisitos necessários ao exercício das diferentes atividades.

Fonte: TVI 24