A segurança alimentar deixou de ser apenas uma questão de conformidade — tornou-se uma responsabilidade estratégica que envolve toda a empresa e capacita os funcionários a proteger os consumidores e a marca.
A indústria alimentar está a passar por rápidas transformações. As atualizações propostas para os sistemas de certificação, como a 10ª edição do SQF e a ISO 9001:2026, estão a mudar o foco da conformidade para uma gestão proativa e integrada da segurança alimentar. Para as equipas de garantia da qualidade (GQ), isso representa tanto um desafio quanto uma oportunidade: assegurar operações seguras e em conformidade, ao mesmo tempo que influenciam o desempenho operacional e a capacitação da força de trabalho de forma mais ampla.
Com muita frequência, a Garantia da Qualidade (GQ) é vista como um custo necessário a ser minimizado sempre que possível e como uma função que pode ser totalmente focada em auditorias, certificações e "cumprimento de requisitos". Embora essas atividades possam atender aos requisitos regulamentares, raramente geram melhorias significativas na cultura de segurança alimentar, no desempenho operacional ou na capacitação dos funcionários. A versão preliminar da 10ª edição do SQF destaca uma clara mudança nas expectativas, com maior ênfase na cultura de segurança alimentar, gestão de mudanças e monitorização ambiental. Da mesma forma, as atualizações propostas para a ISO 9001:2026 reforçam o foco na digitalização, sustentabilidade, liderança ética, gestão proativa de riscos e integração das partes interessadas. Juntas, essas mudanças sinalizam que a segurança alimentar (e a qualidade) não se trata mais apenas de conformidade — é uma responsabilidade estratégica que abrange toda a empresa e capacita os funcionários a proteger os consumidores e a marca.
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Fonte: Food Safety Magazine