Nem todas as cerejas chegam ao consumidor, com algumas a ficarem de fora por razões tão simples como o calibre, a aparência ou outros critérios de seleção comercial. Mas estar fora do padrão definido pelo mercado não significa que a fruta tenha perdido qualidade ou potencial gastronómico. É a partir dessa ideia que a uma marca portuguesa dedicada ao universo dos vinagres, apresenta o novo Creme Balsâmico de Cereja do Fundão.
Desenvolvido em parceria com a Cerfundão, o produto utiliza cereja do Fundão com certificação IGP (Indicação Geográfica Protegida) que não reúne os requisitos necessários para ser comercializada em fresco. A estratégia passa, assim, por transformar uma matéria-prima que poderia ficar sem utilização numa nova referência com valor acrescentado e identidade própria.
Da fruta “fora do padrão” a ingrediente gastronómico
A escolha da Cereja do Fundão não é, contudo, apenas uma questão de aproveitamento. Reconhecida pela sua ligação ao território e pelo seu perfil aromático, a fruta é utilizada como ponto de partida para explorar uma utilização menos convencional do vinagre.
O novo Creme Balsâmico foi pensado para ter aplicações que vão muito além da utilização tradicional do vinagre, podendo ser utilizado em tábuas de queijos, saladas, carnes e aperitivos, mas também em propostas mais inesperadas, como gelados e outras sobremesas.
A ambição da marca passa precisamente por posicionar o vinagre como um ingrediente capaz de acrescentar equilíbrio, profundidade, alguma doçura e complexidade às receitas. “Queremos continuar a mostrar que o vinagre pode ser um produto com identidade, sofisticação e valor gastronómico. O Creme Balsâmico de Cereja do Fundão nasce de uma matéria-prima portuguesa de excelência e permite-nos valorizar cerejas que, por critérios comerciais, não seguiriam para venda em fresco, mas que mantêm todo o seu potencial. É uma forma de criar valor a partir da origem, respeitando o ingrediente e dando-lhe uma nova expressão na cozinha”, diz Margarida Salgueiro, brand manager.