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Ainda não há uma data prevista para a implementação da medida, mas o Governo garante que está para breve.

Os supermercados nacionais vão ter unidades de recolha de plástico usado, que vão converter o peso entregue pelo consumidor em senhas de desconto. A medida faz parte do pacote de iniciativas do Governo para reduzir o impacto da poluição causada por estes resíduos, que será apresentado esta quinta-feira.

Os planos foram divulgados ao Diário de Notícias pelo secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, e são parte do trabalho feito pelo grupo de trabalho sobre plásticos, que assinalou ainda o ano de 2021 para a implementação de um sistema mais alargado de incentivos.

O Governo vai ainda assinar protocolos com três organizações que estão no centro da indústria do plástico, sendo estas a Associação Portuguesa dos Industriais de Águas Minerais Naturais e de Nascente, a Associação Portuguesa de Bebidas Refrescantes não Alcoólicas e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.

“Ao contrário de outros poluentes, este está mais dependente dos produtos de uso pessoal do que das grandes indústrias, por exemplo”, disse Carlos Martins. “É por isso que vamos lançar uma grande política de educação ambiental e sensibilizar a população para este problema específico.”

Por agora não existe uma data específica para ver este programa de trocas implementado, com o secretário de Estado a afirmar apenas que arrancará “a breve trecho”. Segundo dados do Eurostat, Portugal contribui com 370 toneladas anuais para o desperdício de plásticos global, ou seja, uma média de 31 quilos por pessoa.

Fonte: sapo.pt

Dieta Paleo: Prós e Contras

  • Thursday, 07 June 2018 09:12

Nos últimos anos surgiu uma dieta revolucionária que visa retornar às origens do ser humano. É a dieta paleolítica, também conhecida como a dieta da Idade da Pedra, quando os primeiros homens eram caçadores-coletores e estavam totalmente conectados à natureza. Outros especialistas preferem chamá-la de “nutrição evolutiva” para ir mais além do conceito “paleo”, lançada pelo seu impulsor, o Dr. Loren Cordain.

Esta dieta tem seus defensores e detratores, embora a maioria dos especialistas considere um bom ponto de partida para se manter magro, forte e com energia sempre que se esquiva do dogmatismo. A dieta paleo baseia-se no consumo de frutas, vegetais, nozes e sementes, peixes e frutos do mar, carnes magras e gorduras saudáveis. Os alimentos a serem evitados são produtos lácteos, legumes, cereais, alimentos processados, açúcares, amidos e álcool.

Quando você conhece a lista de produtos que não devem ser ingeridos, é fácil adivinhar onde está a grande controvérsia desse método de nutrição. Nossas mães e avós nos ensinaram, durante anos, que os legumes são excelentes para o desenvolvimento físico e mental, o que também pode ser estendido aos cereais e aos produtos lácteos. No entanto, os defensores desta dieta apontam que ambos os alimentos têm mais contras do que prós, por isso devem ser evitados.

Legumes, cereais e produtos lácteos: proibidos

Vamos começar pelos legumes. Os partidários desta dieta indicam que não são uma boa fonte de proteínas, que são difíceis de digerir (e, portanto, não permitem a absorção correta de nutrientes) e que contêm níveis elevados de fitatos e lectinas que são prejudiciais para nossa saúde.

Quanto aos cereais, a principal crítica dos defensores da dieta paleo é que eles contêm glúten, um rastro que nenhum sistema digestivo humano pode digerir e que, em algumas pessoas, causa alergia. Além disso, trata-se de um alimento com poucos minerais e vitaminas, contêm um alto índice glicêmico (excesso de açúcar) e favorecem não consumir outras fontes de carboidratos mais saudáveis.

E os produtos lácteos, o outro grande inimigo dos defensores desta “nutrição evolutiva”, são perseguidos pela indigestão causada pela lactose, o aumento da insulina que gera e o mais surpreendente para os não iniciados: sendo pobres em magnésio e vitamina C não favorecem a absorção de cálcio. É por isso que aqueles que promovem esse tipo de dieta – que causa furor entre os praticantes de crossfit – acreditam que a única maneira de fortalecer os ossos é através do exercício físico.

As pessoas que seguem esta dieta garantem que evitam os picos de hiperglicemia e hipoglicemia (reduzindo o risco de diabetes), previnem doenças autoimunes, têm menos probabilidade de sofrer problemas cardiovasculares, perdem peso, saciam a fome comendo menos quantidades, dormem melhor, reduzem as inflamações (com e sem lesões) e melhoram a condição da pele. Tudo isso graças a comer menos produtos químicos, açúcares, gorduras nocivas e sais.

O que pensam os detratores da dieta paleo?

Agora que você já conhece a posição dos defensores da dieta paleolítica, é hora de saber o que pensam seus detratores. Existe uma grande corrente de especialistas que, não só questiona a eficácia deste sistema de nutrição, como o considera prejudicial para a saúde. O alto consumo de carne e a renúncia aos carboidratos são os principais fatores utilizados pelos críticos para recusar esse tipo de dieta.

Um estudo da Universidade de Chicago apoia a tese dos críticos, demonstrando cientificamente que o desenvolvimento do cérebro humano – e, portanto, o cerne da evolução – foi produzido graças ao consumo de grandes quantidades de amido e carboidratos presentes nos cereais.

A equipe de pesquisadores liderada pela Dra. Karen Hardy aponta que a substituição da dieta vegetariana por outra mais intensiva no consumo de cereais foi fundamental para os seres humanos, especialmente quando estes foram cozidos, permitindo que o amido fosse transformado em glicose, servindo como gasolina para as crescentes necessidades energéticas dos homens das cavernas.

“Até agora foi dada muita atenção ao papel que a proteína animal e a culinária desempenharam no desenvolvimento do cérebro humano nos últimos dois milhões de anos, enquanto a importância dos carboidratos, principalmente na forma de alimentos ricos em amido, foi totalmente negligenciada”, explicou a Dra. Hardy na apresentação do estudo.

Não é o único trabalho académico que questiona a dieta paleo. Outro estudo, publicado pela Universidade de Sydney, revela que dietas com baixo teor de proteínas e alto teor de carboidratos aumentam os níveis da hormona FGF21 no organismo, aos quais são atribuídos vários efeitos positivos na saúde, entre eles contribuir para a longevidade.

Fonte: thedailyprosper.com

A Câmara Municipal de Olhão e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) promovem, no próximo dia 11 de junho, uma ação informativa sobre o tema «Moluscos e Bivalves – Normas de Comercialização».

A iniciativa, marcada para a biblioteca municipal José Mariano Gago, às 15:00 horas, destina-se a esclarecer os consumidores, os empresários da restauração e os comerciantes em lotas, feiras e mercados, acerca das normas de comercialização de moluscos e bivalves.

“Com esta sessão pretende-se dar uma visão prática das principais questões que se colocam às empresas no que diz respeito aos aspetos legais relacionados com a intervenção da ASAE neste âmbito”, salienta a autarquia olhanense.

Os participantes terão oportunidade de apresentar dúvidas sobre casos concretos, às quais os oradores aconselharão sobre as melhores formas de proceder para o cumprimento da legislação em vigor.

A entrada é livre, mas limitada ao número de lugares do espaço.

A abertura da sessão estará a cargo da vice-presidente da Câmara Municipal de Olhão, Gracinda Rendeiro, e do sub-inspetor geral da ASAE, Fernando Santos Pereira, e a oradora será a inspetora-chefe, Elsa Trindade.

Fonte: região-sul.pt

A Organização Mundial de Saúde recuou no apelo que fez há dois anos para aumentar globalmente os impostos sobre bebidas açucaradas.

Em 2016, a OMS apelou às nações para taxarem as bebidas como refrigerantes e energéticas para combater a obesidade e a diabetes, estimando que um aumento de 20% no preço iria conter o consumo.

Agora, os peritos da organização afirmaram que havia "visões em conflito que não conseguiram ser resolvidas" em relação à imposição de impostos e afirmam que cada país tem de tomar a sua própria decisão.

Jack Winkler, um especialista em nutrição da Universidade Metropolitana de Londres, no Reino Unido, considerou que em plena epidemia de obesidade, o recuo da OMS é "particularmente absurdo".

A copresidente da comissão independente que fez o estudo, Sania Nishtar, afirmou que a maior parte dos 26 membros apoiava o imposto sobre o açúcar, mas um membro defendeu que a mensagem devia ser suavizada. A objeção era que se fizesse "uma recomendação forte", porque o membro da comissão, que não foi identificado, considera que não há dados suficientes para suportar tal recomendação.

Nishtar afirmou desconhecer a influência do ‘lobby’ dos refrigerantes sobre os comissários, apesar de a indústria se ter manifestado contra o imposto, que considera discriminatório e ineficaz por si só no combate à obesidade.

Assim, a OMS passou a dizer que "quando a relação com o setor privado não contribuir para atingir os objetivos de saúde pública, os governos devem usar os seus poderes legislativos e de regulação para proteger as populações", lê-se no relatório.

Jack Winkler indicou que no caso do Reino Unido, a aplicação do imposto levou os fabricantes a mudar os seus produtos e tornou mais barata a opção por produtos mais saudáveis.

"Quando a OMS não adota uma solução prática que também faz poupança, é particularmente absurdo", afirmou.

O professor de saúde pública europeia Martin McKee, da faculdade de higiene e medicina tropical de Londres, afirmou que a falta de consenso na comissão da OMS é "difícil de compreender", assinalando que se trata do primeiro relatório da comissão, que ainda pode mudar de ideias.

Em outubro de 2016, a OMS tinha declarado que um aumento do preço das bebidas açucaradas ajudaria a reduzir o sofrimento e salvar vidas, com números de obesidade que atingia 500 milhões de pessoas em 2014.

A tributação dos refrigerantes e das bebidas açucaradas começou, em Portugal, no início deste ano, depois de ter sido aprovada na lei do Orçamento de Estado, estimando o Estado arrecadar 80 milhões de euros este ano.

Nos Estados Unidos, a recomendação foi disputada pela indústria alimentar, que conseguiu travar impostos municipais sobre estes produtos em Nova Iorque, mas adotada em cidades como Filadélfia e Berkeley.

A organização internacional dos fabricantes de bebidas manifestou-se em 2016 contra o que considerou uma discriminação de certas bebidas apresentada como solução para um problema "real e complexo", a obesidade.

Fonte: ANILACT

A menopausa é um processo inevitável na vida de todas as mulheres e não é mais do que um processo biológico natural, em que ocorre a cessação da menstruação por 12 meses seguidos.

Habitualmente, surge entre os 45 e os 55 anos. Esta fase é então, marcada pelo fim do período fértil, momento em que os ovários deixam de produzir estrogénio e progesterona. Suores, redução da energia, ansiedade, complicações ósseas e alterações de humor são alguns dos sintomas da menopausa.

Os estrogénios, para além de atuarem no sistema reprodutor, também participam em outras atividades do nosso organismo, tais como:

- Atuam no metabolismo lipídico, diminuindo os níveis de LDL e aumentando a produção de HDL;

- Influenciam a distribuição da gordura corporal (diminuição da atividade lipolítica no tecido adiposo abdominal e da ação da lípase lipoproteíca no tecido adiposo fémuro-gluteal);

- Ajudam a evitar a perda de cálcio nos ossos (maior tensão muscular, agravamento do catabolismo da cartilagem, progressão das lesões de artrose, desequilíbrio entre a formação e a reabsorção óssea, perda de massa óssea) – O estrogénio é responsável pela fixação de cálcio nos ossos;*

- Em défice, podem gerar alterações de humor, como estados de depressão;

- Estimulam a formação de colagénio (importante constituinte da pele).

Deste modo, constatamos que o défice destas hormonas acarreta repercussões a nível físico, psíquico e emocional. Os problemas mais associados à menopausa são o excesso de peso, osteoporose e desequilíbrio no metabolismo dos lípidos.

A alimentação na menopausa deve incluir este tipo de alimentos

- Alimentos ricos em isoflavonas: soja e derivados (bebida, iogurte, granulado, etc.), leguminosas (feijão, grão de bico, lentilhas, ervilhas, favas, etc), sementes de linhaça;

- Alimentos ricos em cálcio: leite, iogurte, queijo, sardinha, salmão, legumes de cor escura, como espinafres, nabiças, couves e brócolos.

- Alimentos ricos em vitamina A: cenoura, batata-doce, manga, espinafres;

- Alimentos ricos em Ómega 3: peixe, frutos secos e sementes;

- Alimentos ricos em vitamina D: leite meio-gordo, margarina, ovos. Contudo, a vitamina D pode ser obtida através da pele, quando exposta ao sol. É importante a ingestão de alimentos ricos em vitamina D na absorção de cálcio;

- Alimentos ricos em zinco e magnésio: cereais integrais, nozes, frutas e legumes. Estes são necessários na absorção de cálcio e vitamina D.

Por sua vez, tanto a cafeína como o álcool devem ser evitados (porque aumentam a excreção urinária de cálcio e zinco). A água é fundamental (durante a menopausa as mucosas tendem a ficar desidratadas, sendo necessário um reforço hídrico).

Nesta fase, é importante a mulher reaprender a comer, uma vez que o seu metabolismo tende a abrandar e consequentemente, as suas necessidades energéticas diminuem. Como tal, a alimentação que realizava até então poderá tornar-se excessiva. Paralelamente a estes aspetos, também ocorre um aumento do apetite e um aumento da apetência para alimentos de elevada densidade energética, o que contribui para o aumento de massa gorda.

Fonte: Sapo LifeStyle

Um atraso na formação de aplicação de pesticidas para uso profissional levou as autoridades a permitirem a compra daqueles produtos sem cartão de aplicador, mas exigindo a apresentação da declaração da entidade formadora.

As acções de formação do 2º Módulo de Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos tiveram um atraso nos procedimentos administrativos, pelo que não será possível emitir atempadamente os certificados de formação necessários para a emissão dos cartões de aplicador, explica o Despacho conjunto n.º 1/2018, da DGADR — Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural e da DGAV – Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária.

Medida transitória

Uma vez que estes factos não são imputáveis aos formandos, “deve ser providenciado um formalismo que assegure a possibilidade de todos aqueles que, tendo realizado esta formação, disponham de um modo de identificação que lhes faculte o uso profissional de fitofármacos”, refere o Despacho.

Assim, com carácter transitório, e enquanto não forem disponibilizados os cartões de aplicador, poderão adquirir e aplicar fitofármacos de uso profissional todos aqueles que dispuserem de declaração emitida pela entidade formadora, comprovativa de frequência na formação.

Fonte: Agroportal

Regras da agricultura biológica vão mudar

  • Wednesday, 06 June 2018 08:54

Em janeiro de 2021, os Estados-Membros da União Europeia deverão adotar novas regras na produção agrícola em modo biológico. A proposta para a nova legislação foi adotada pelo Conselho Europeu no final de maio e está a preocupar alguns dos operadores do setor, que temem que se banalize o rigor que até agora tem caracterizado a produção agrícola biológica.

A Agrobio – Associação Portuguesa de Agricultura Biológica é uma das organizações que já se revelou preocupada com as mudanças legislativas que se avizinham. Em declarações ao Diário de Notícias, Jaime Ferreira, dirigente da associação, afirma que “a nova legislação prevê a autorização do uso de um conjunto de substâncias coadjuvantes que são usadas, por exemplo, em pesticidas da agricultura convencional. Nós não concordamos com isso”. Para além disso, considera que a possibilidade de cada Estado-Membro poder definir limites para a deteção de resíduos químicos, ou níveis de contaminação, nos produtos biológicos, agora prevista na nova lei, pode ser um erro. “Teriam de ser limites iguais para todos os países, desde logo, porque, no caso da exportação, se um país como a Alemanha definir um nível baixo, outro país mais tolerante já não vai poder exportar para lá”, defende.

Afinal, o que muda?

A nova legislação da Agricultura Biológica da União Europeia prevê, por exemplo, a aceitação de níveis mínimos de contaminação por pesticidas já a partir de 2024. Mas atenção: a utilização de fertilizantes e de pesticidas de síntese continua a não ser permitida neste modo de produção agrícola. Contudo, Jaime Ferreira, da Agrobio, diz em declarações ao Diário de Notícias que antes de 2024 será publicado um relatório para se saber se é para avançar ou não com esta medida.

Outra das medidas previstas é a redução dos controlos obrigatórios que obrigam a que produtores, lojas ou indústrias sejam alvo de ações de inspeção uma vez por ano. A proposta agora apresentada prevê que essas ações só se realizem em entidades com risco associado, caso contrário, os controlos passam a ser feitos de dois em dois anos.

A nova normativa reforça ainda o conceito de ‘solo vivo’, responsável pelo facto de as produções em substratos ou soluções aquosas, como é o caso da hidroponia, serem rejeitadas para serem certificadas como biológicas, uma vez que se considera que existem nos solos muitas interações de alto valor que se repercutem nos produtos.

Para além disso, as espécies que se podem cultivar em modo de produção biológico serão alargadas, uma forma de promover a diversidade cultural, de acordo com a União Europeia, e este modo de produção passará a ser reconhecido como uma forma de defesa do meio ambiente, a autorização do uso de expressões nesse sentido, associadas ao produto e aos seus rótulos. No que diz respeito ao comércio deste tipo de produtos, os comerciantes em mercados de biológicos passam a estar dispensados de certificação como operadores.

Rumen Porodzanov, ministro da Agricultura da Bulgária e atual Presidente do Conselho Europeu, defende que “a superfície agrícola dedicada à produção biológica mais do que duplicou na última década e ainda está a crescer. Graças às regras que adotámos agora, o setor dos biológicos irá continuar a crescer e os consumidores podem confiar que os produtos biológicos que compram são da maior qualidade”.

As instituições europeias terão agora que definir as regras para a implementação deste quadro legislativo, que terá que estar pronto para entrar em vigor em janeiro de 2021.

Recorde-se que, em 2017, também o Governo português apresentou uma ‘Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica’, um plano que estabelece cinco objetivos estratégicos e dez metas para atingir no espaço de uma década. Em 2016, a agricultura biológica ocupava já cerca de 6,9% da Superfície Agrícola Utilizada em Portugal, de acordo com dados do INE.

Fonte: Agroportal

Falta de memória, falta de concentração, mau humor, estados depressivos... a alimentação desempenha um papel extremamente importante na saúde do cérebro, podendo melhorar algumas tarefas mentais específicas. Descubra os alimentos que deve ter sempre na sua dispensa para manter a energia durante todo o dia.

O cérebro é o comando que controla o corpo. É responsável pelas batidas contínuas do coração, pelo bom funcionamento dos pulmões, pelo movimento do corpo, pelos seus sentimentos e pensamentos.

Para além do seu estilo da vida, a alimentação é importante ara ajudar a manter o cérebro saudável, segundo a nutricionista Kerri-Ann Jennings revela num artigo publicado no site ‘Authority Nutrition’.

Certos alimentos podem ajudar a proteger o cérebro de danos. Por exemplo, a fruta e os legumes, assim como o chá e o café, têm antioxidantes na sua composição que ajudam a combater possíveis doenças futuras. Por outro lado, alimentos como nozes e ovos contêm nutrientes que ajudam a melhorar a memória e o bom desenvolvimento do cérebro.

Segundo a nutricionista, prestar uma maior atenção aos alimentos que ingere pode ser uma boa estratégia para apoiar a saúde do seu cérebro.

Fonte: ANILACT

A proposta de lei do Governo segue agora para o Parlamento, onde precisará, de forma selectiva, dos votos da esquerda e da direita para ser aprovada.

O Governo aprovou ontem segunda-feira, por via electrónica, a proposta de lei que visa fazer alterações ao Código de Trabalho, segundo o comunicado do Conselho de Ministros.

"O Governo aprovou hoje, por via electrónica, as versões finais da resolução que concretiza o 'Programa de acção para combater a precariedade e promover a negociação colectiva' e da proposta de lei que altera o Código de Trabalho", lê-se na informação divulgada, que acrescenta que os documentos aprovados tinham sido já apreciados na reunião de 30 de Maio (passada quarta-feira).

As alterações ao Código de Trabalho, diz o Governo, foram negociadas na Comissão Permanente da Concertação Social, com o acordo da maioria dos parceiros sociais, e vão ao encontro do programa do executivo de "combate à precariedade, de reforço da dignificação do trabalho e de relançamento do diálogo social e da negociação colectiva".

Em 30 de Maio, o Governo, as quatro confederações patronais - CIP, CCP, CAP e CTP - e a central sindical UGT assinaram um acordo na Concertação Social sobre as alterações à legislação laboral, tendo a CGTP ficado de fora.

Entre as alterações está o fim do banco de horas individual, sendo que será fixado o prazo de um ano após a entrada em vigor da nova lei para que as empresas acabem com esta possibilidade. Já o limite dos contratos a prazo passa a ter a duração máxima de dois anos, face ao três actuais.

As alterações aprovadas alargam ainda o período experimental de 90 para 180 dias para contratos sem termo com trabalhadores à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração.

A proposta do Governo segue agora para o Parlamento.

Fonte: ANILACT

Primeiro era o óleo de fígado de bacalhau. Depois vieram os ómegas, o 3 e o 6, amigos do bom colesterol e protetores da pele e do cabelo. Cavala, sardinha, truta salmonada e... o famoso salmão são peixes ricos em gorduras “boas” e têm vindo a ser cada vez mais procurados. O salmão, em particular, é usado numa multiplicidade de pratos: entradas, saladas, sanduíches, sushi ou simplesmente grelhado ou confeccionado ao vapor, está no top das preferências dos consumidores, não apenas por constituir uma refeição ideal em qualquer altura do dia ou estação do ano, mas ainda pela sua cor apelativa.

O pigmento astaxantina, é um precursor da vitamina A e o agente responsável pelo tom rosa alaranjado do salmão que, no seu estado selvagem, se alimenta de espécies de algas, crustáceos e algumas bactérias e ganha naturalmente a tonalidade que lhe conhecemos.

No caso do salmão de aquacultura, o mesmo tom é obtido através da introdução deste pigmento, na sua forma sintética. O aditivo E161J, usado nas farinhas que servem de alimento ao peixe para lhe conferir a cor rosa alaranjada é considerado um suplemento alimentar e não altera o gosto ou as qualidades nutricionais do peixe, nem parece trazer danos para a saúde. Porém, a prática é proibida em países como a Austrália e a Nova Zelândia, ainda que seja aceite na Noruega.

Em que ficamos? As autoridades reguladores admitem tratar-se de uma substância inofensiva. Rica em carotenóides, a astaxantina tem propriedades anti-inflamatórias, sendo comercializada como suplemento e adicionada à alimentação animal para tornar mais apelativa a cor dos espécimes criados em cativeiro. Até agora, não se conhece registo de complicações associadas ao consumo de trutas salmonadas, salmão, caranguejos, camarões ou frutos do mar.

Pessoas com reações alérgicas ao marisco, que tomam anti-histamínicos ou fazem tratamentos hormonais podem sentir alterações indesejadas, mas sem um grau de perigosidade que justifique a interdição deste aditivo, que dá mais intensidade à cor dos peixes e mariscos expostos nas prateleiras do supermercado.

Caso para perguntar: passava bem sem este aditivo? Talvez, mas para os olhos, que também comem, não seria bem a mesma coisa. Ainda que a astaxantina também seja usada na estética, mais concretamente como agente de proteção solar e antioxidante para a redução de rugas, é no plano da alimentação que muitos se interrogam: este risco compensa? À cautela, recomendam os nutricionistas, modere-se o consumo.

Fonte: Visão