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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 319 litros de água engarrafa, que apresentavam inconformidades. Os responsáveis da empresa foram constituídos arguidos.

A investigação foi levada a cabo pelo departamento de Informações e Investigação Criminal da ASAE na sequência de suspeitas sobre uma marca de água engarrafada que estaria a ser objeto de falsificação em Portugal e vendida no mercado como se fosse genuína.

Segundo o comunicado enviado à Renascença pela Autoridade de Segurança Alimentar, garrafões de água provenientes de um país da União Europeia estavam a ser novamente reutilizados pelo distribuidor português, sedeado no distrito de Braga, depois de serem utilizados em máquinas automáticas dispensadoras existentes em Portugal.

Os garrafões reutilizados abasteciam novamente as máquinas com água diferente da original, mas sendo-lhes colocado um novo selo de cápsula de segurança. A rotulagem original também era mantida, criando intencionalmente um engano aos consumidores, que estariam a consumir a água original e segura. Durante o inquérito, a água constante destes garrafões reaproveitados foi sujeita a análises laboratoriais e apresentou inconformidades analíticas, sendo proveniente de um local sem qualquer controlo de captação e de qualidade e considerada inapta para consumo humano.

Segundo o presidente da ASAE, a água com que eram reciclados os garrafões era proveniente de um furo. Apesar de ser imprópria para consumo e representar um risco para os consumidores, até agora não houve conhecimento de qualquer consequência física, adianta Pedro Portugal Gaspar à Renascença.

O caso foi descoberto através de uma denúncia e os garrafões afetados, distribuídos na zona Norte, já foram todos recolhidos.

Fonte: Rádio Renascença

Os deputados franceses aprovaram um projecto de lei que visa defender os consumidores e o ambiente, incluindo como medida a obrigatoriedade dos chamados “doggy-bags” nos restaurantes, ou seja, de recipientes apropriados para os clientes levarem os restos das refeições para casa.

Esta obrigatoriedade é para aplicar de forma progressiva a partir de 1 de Julho de 2021, e faz parte de uma política alargada contra o desperdício alimentar e em prol da protecção do ambiente e dos direitos dos consumidores.

A medida estava incluída num projecto de lei alargado para a agricultura e a alimentação que provocou um “aceso debate” na Assembleia Nacional francesa, durante este fim-de-semana que passou, de acordo com o Le Monde.

Entre as propostas discutidas, os deputados rejeitaram interditar a supressão dos recipientes plásticos ou incluir um número mínimo de menus vegetarianos nas cantinas escolares. Mas, por outro lado, aprovaram a interdição do uso de água parada em garrafas de plástico, a partir de 2020, nos espaços de refeição dos estabelecimentos de ensino.

Os deputados franceses também recusaram incluir na Lei a proibição da publicidade em embalagens de produtos alimentares destinados às crianças com menos de 16 anos, e contendo elevados teores de gordura, açúcar ou sal.

Apesar dos apelos para a proibição de vários deputados, evidenciando o facto de em França, uma em cada seis crianças ter peso a mais, a medida foi chumbada para gáudio do ministro da Agricultura, Stéphane Travert, que era contra, apelando a uma melhor clarificação da proposta.

Igualmente chumbada foi a obrigação de os fabricantes de produtos alimentares incluírem uma etiqueta nutricional para ajudar os consumidores a identificarem os produtos mais saudáveis.

Por outro lado, os deputados determinaram a integração de cerca de 50% de produtos biológicos e orgânicos na restauração colectiva até 2022. Também votaram a favor do reforço da etiquetagem do vinho e de certos géneros alimentares, nomeadamente com a indicação do método de criação, da origem geográfica e dos tratamentos com produtos fitossanitários.

Outra medida aprovada visa a interdição do uso do termo “gratuito” e de sinónimos similares na promoção de produtos alimentares, em nome do “reconhecimento do trabalho dos agricultores” e de uma “partilha equitativa do valor, permitindo-lhes viver decentemente do seu trabalho”, segundo refere o deputado Nicole Le Peih, que foi o autor da medida, em declarações divulgadas pelo Le Monde.

Aprovada foi ainda uma medida para permitir ao Governo enquadrar as promoções excessivas dos grandes distribuidores alimentares, para proibir a venda de produtos abaixo do preço pelo qual foram comprados aos fornecedores.

Fonte: Zap.aeiou

Decreto -Lei n.º 33/2017 , de 23 de março, assegura a execução e garante o cumprimento das disposições do Regulamento (CE) n.º 1069/2009, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de outubro de 2009, que define as regras sanitárias relativas a subprodutos animais e produtos derivados não destinados ao consumo humano.

O n.º 1 do artigo 4.º do referido diploma, refere que os subprodutos animais e produtos derivados devem ser identificados, recolhidos e transportados em conformidade com o disposto nos artigos 21.º e 22.º do Regulamento, bem como no disposto no anexo VIII do Regulamento (CE) n.º 142/2011, da Comissão, de 25 de fevereiro de 2011.

Por seu lado, o n.º 2 do artigo 4.º do mesmo diploma, determina que o transporte de subprodutos de animais e produtos derivados, efetuado a partir do local de origem para qualquer destino no território nacional, deve ser acompanhado de um documento de transporte definido na alínea b) do n.º 1 do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 147/2003, de 24 de julho, o qual, nos termos do n.º 3 do mesmo preceito, deve ser complementado com uma guia de acompanhamento de subprodutos, criado por despacho do Diretor-Geral de Alimentação e Veterinária, quando o documento de transporte não assegure a informação expressa nos artigos 7.º a 10.º do Regulamento, ou quando existam determinações legais específicas para determinados subprodutos ou destinos.

Assim, nos termos do n.º 3 do artigo 4.º Decreto -Lei n.º 33/2017, de 23 de março, em conjugação com o n.º 1 do Despacho n.º 8442/2017, de 26 de setembro , é criada através da página oficial eletrónica da DGAV, a Guia de Acompanhamento de subprodutos animais adiante designada de Mod. 376/DGAV.

- A guia acima referida deve ser emitida aquando do transporte de subprodutos animais e produtos derivados efetuado a partir do local de origem para qualquer destino no território nacional;

- A guia deve ser numerada com o número sequencial do operador económico;

- A guia deve emitida em quadruplicado, destinando-se:

* ORIGINAL ao destinatário

* DUPLICADO ao Produtor depois de confirmado pelo Destinatário

* TRIPLICADO ao transportador

* QUADRUPILCADO ao Produtor aquando da expedição

- O modelo 376/DGAV acima disponibilizado já permite introduzir a informação apenas no original sendo preenchidas as restantes folhas de forma automática

- A guia será objeto de atualização em função das alterações da legislação Europeia.

Fonte: DGAV

Mais de 140 pessoas foram assistidas desde a tarde de segunda-feira no Hospital Central do Huambo, no planalto central angolano, devido a uma intoxicação alimentar alegadamente provocada pela refeição servida num óbito.

De acordo com fonte daquele hospital, os pacientes que já acorreram aos serviços de urgência, relacionados com este caso, apresentam sintomas como dores de barriga, vómitos, diarreias, tonturas e dores de cabeça.

Acrescenta que a situação está "sob controlo", sem qualquer registo de vítima mortal entre as 143 pessoas que já passaram nas últimas horas por aquela unidade.

Na origem da situação estarão os alimentos confecionados pelos familiares de um homem que morava no Bairro de São José, arredores da cidade do Huambo, servidos às vítimas durante o almoço, após as tradicionais cerimónias do óbito.

Fonte: Diário de Notícias

A RTP foi esta terça-feira obrigada a encerrar a cantina da sua sede, em Lisboa, para "trabalhos de limpeza e desinfestação".

A decisão surgiu na sequência de uma denúncia da Comissão de Trabalhadores (CT) à administração da empresa pública, que alertava para a presença de "insetos na sopa" servida aos funcionários.

A CT requereu ainda uma inspeção urgente da ASAE.

Fonte: Correio da Manhã

Foi em 2013 que foi criada uma certificação para a carne de vaca minhota, um desígnio da cooperativa Agrominhota -Agrupamento de Produtores de Carne, Leite e Queijo de Raça Minhota e da Apacra – Associação Portuguesa dos Criadores de Bovinos de Raça Minhota que, cinco anos depois, querem conquistar uma Denominação de Origem Protegida (DOP) para este produto nacional.

Numa nota enviada às redações, estas organizações revelam que hoje “estão criadas condições de ampliação da comercialização do produto no comércio tradicional e nas grandes superfícies.”

Teresa Moreira, presidente da Apacra, acredita que a raça minhota é “o último segredo da produção nacional”. “Desejamos que todos conheçam as características de uma carne que surpreende pelo sabor e composição, de uma raça produzida numa zona do país que oferece condições de produções excelentes, designadamente biológicas”, acrescenta.

Nesse sentido, a organização pretende apostar na comunicação para demonstrar “o valor nutricional e gastronómico da carne minhota”, “um esforço de conquista do país de norte para sul, o qual permitirá que todos os portugueses descubram uma das nossas maravilhas da produção nacional.”

De acordo com os produtores, a raça minhota caracteriza-se por ser “a única raça portuguesa de tripla aptidão” – carne, leite e trabalho -, com alguns destes animais a atingir produções leiteiras superiores a 5000 kg aos 305 dias.

Fonte: Vida Rural

A Comissão Europeia propôs esta semana um conjunto de novas regras para o regadio da União Europeia com o objetivo de promover e facilitar a reutilização de água.

De acordo com a imprensa internacional, estas normas incluem, por exemplo, a introdução de requisitos mínimos para a utilização de águas residuais tratadas e provenientes de instalações de tratamento de águas residuais urbanas.

A Comissão Europeia pretende também com estas regras aumentar a transparência no setor, oferecendo à população comunitária maior acesso a informação sobre as práticas de reutilização de água nos respetivos Estados-membros.

O Comissário Europeu para o Ambiente e Pescas, Karmenu Vella, defende que “esta proposta vai criar apenas vencedores – os nossos agricultores terão acesso a uma cadeia de abastecimento de água sustentável, os nossos consumidores saberão que os produtos que consomem são seguros e os nossos negócios verão novas oportunidades. O maior vencedor de todos será o ambiente, uma vez que esta proposta contribui para uma melhor gestão do nosso recurso mais precioso – a água”.

Fonte: Vida Rural

As autoridades da Nova Zelândia preparam-se para mandar abater cerca de 150 mil vacas de forma a erradicar uma bactéria detetada, pela primeira vez no país, em julho do ano passado.

A bactéria, conhecida por Mycoplamas bovis, pode levar a que as vacas fiquem com doenças como mastite, pneumonia ou artrite. Não é considerada uma ameaça para a segurança alimentar mas pode levar a enormes perdas de gado nas quintas, isto num país que, devido ao seu isolamento, está fortemente dependente da agricultura.

O abate das 150 mil vacas, explica o Independent, irá custar centenas de milhares de dólares e, caso a medida seja bem sucedida, será a primeira vez que um país infetado por esta bactéria a consegue eliminar totalmente.

As autoridades planeiam abater todas as vacas em quaisquer quintas em que a bactéria tenha sido detetada, mesmo nos casos em que os animais estejam bem de saúde.

A carne da maioria das vacas abatidas poderá ser utilizada para alimentação, no entanto, muitos outros destes animais terão de ser enterrados nas quintas ou em locais apropriados.

Fonte: Notícias ao Minuto

Segundo o relatório, a pré-obesidade ou a obesidade estão na origem de pelo menos 12 tipos de cancro, mais cinco do que era referido há uma década. Ao cancro do fígado, ovários, próstata, estômago, boca e garganta (boca, faringe e laringe) juntam-se o cancro do intestino, mama, vesícula biliar, rins, esófago, pâncreas e útero.

Beber regularmente bebidas com açúcar aumenta o risco de obesidade. Ser fisicamente ativo pode ajudar a proteger contra três tipos de cancro (intestino, mama e útero) e ajuda a manter um peso saudável, salienta o relatório, que chama ainda a atenção para a importância de uma dieta rica em legumes e frutas e pobre em carnes vermelhas e processadas. Já o consumo de álcool está fortemente ligado ao risco de contrair seis tipos de cancro (estômago, intestino, mama, fígado, boca e garganta e esófago).

Consulte o relatório aqui.

Fonte: Nutrimento

69% dos consumidores portugueses afirmar ter uma alimentação saudável. A conclusão é do Observador Cetelem, que refere, no entanto, que apenas um terço confirma que quando compra mercearias mais de 50% dos produtos alimentares adquiridos são saudáveis.

Segundo o estudo, a maior preocupação e consciencialização dos portugueses com uma alimentação mais saudável é notória, sobretudo junto dos praticantes de exercício físico (90%). Os indivíduos entre os 25 e os 34 anos (76%) são, no entanto, os que mais expressam estas preocupações.

“Apesar desta vontade, entre o total de inquiridos no estudo, apenas 30% consideram que, na compra de mercearias, mais de 50% dos produtos vão de encontro a hábitos regrados. Mais uma vez, este dado é enfatizado junto dos praticantes de atividade física. Neste grupo, 51% dizem que mais de metade dos produtos comprados na mercearia são saudáveis e cerca 15% dos inquiridos que fazem exercício percecionam que mais de 75% das suas compras alimentares são benéficas para a saúde. A maior predisposição para uma vida saudável em todas as suas vertentes parece justificar esta discrepância”, refere o Observador Cetelem.

Supermercado e hipermercados são os preferidos dos consumidores com hábitos saudáveis

No que diz respeito à compra de produtos, 78% dos que consideram importante ter uma alimentação saudável optam pelos supermercados e hipermercados. Com valores mais baixos surgem as lojas especializadas neste género de produtos (16%), o comércio tradicional (11%) e as feiras ou mercados (10%). Os hiper e supermercados são também os formatos preferidos dos praticantes de exercício físico (89%).

Fonte: ANILACT