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A ASAE suspendeu a atividade de dois estabelecimentos de restauração e bebidas, por incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, no decorrer de ações de fiscalização com enfoque no consumo de alimentos caraterísticos do Ano Novo.

Estas ações de fiscalização da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), antecederam a chegada do novo ano e visou garantir a segurança alimentar, designadamente as condições de higiene, rotulagem e armazenamento de géneros alimentícios de alimentos mais consumidos nesta época.

“Foram fiscalizados cerca de 200 operadores económicos, tendo sido instaurados 39 processos de contraordenação e efetuada a suspensão da atividade de dois estabelecimentos de restauração e bebidas por incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene”, adiantou a ASAE, em comunicado.

Entre as principais infrações identificadas pela ASAE destaca-se “o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, a ausência de processos baseados nos princípios do HACCP (Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos), irregularidades ao nível da rotulagem de géneros alimentícios, particularmente carne de bovino, azeite e pescado, a ausência de rastreabilidade de géneros alimentícios, entre outras”.

A ASAE apreendeu ainda diversos produtos, designadamente azeite e pescado, por deficiente rotulagem, num valor global que rondou os 1.200 euros.

Fonte: Dnotícias.pt

Aviso - Gripe aviária

  • Thursday, 31 December 2015 12:50

Foi publicado a 30 de dezembro de 2015, o Aviso n.º 7 da Gripe Aviáriacondicionando determinadas atividades nas Zonas de maior risco para a Gripe Aviária, listadas no seu Anexo I.

 

Fonte: DGAV

Novas regras contra pragas das plantas

  • Monday, 28 December 2015 15:21

A presidência luxemburguesa da União Europeia (UE) aprovou esta semana novas regras para mitigar e eliminar as doenças das plantas, com especial ênfase para a Xylella fastidiosa .

O pacote agora aprovado assume caráter provisório entre a presidência da UE e os eurodeputados e contempla uma avaliação preliminar das plantas importadas de países terceiros e que podem representar eventuais riscos elevados de pragas e doenças.

Uma das novidades é a criação de um passaporte fitossanitário.

As novas regras ainda têm de passar pelo crivo do Conselho Europeu e do Comité de Agricultura, sendo depois votado no Parlamento Europeu.

 

Fonte: AGROnegócios

Mel: Comissão Europeia deteta ilegalidades

  • Monday, 28 December 2015 12:46

A Comissão Europeia (CE) publicou recentemente a avaliação às ilegalidades no setor do mel na União Europeia a 28 (UE-28), Noruega e Suíça.

Segundo Bruxelas 13% das amostras recolhidas foram classificadas como «suspeitas de não cumprir» com a declaração de origem geográfica ou por possível adulteração por adição de açúcar (11%).

Ao todo foram analisadas 2200 amostras de mel recolhidas em todos os elos da cadeia de valor. Os principais incumprimentos detetados prendem-se com a declaração da origem do botânico e a adulteração por adição de açúcar.

 

Fonte: AGROnegócios

Atendendo à situação da Gripe Aviária na União Europeia, em particular da Gripe Aviária de Alta Patogenicidade (GAAP) em França, a DGAV emitiu uma nota informativa com o objetivo de relembrar, a todos os intervenientes, as medidas preventivas para evitar a introdução do vírus da GA em território nacional.

Estas medidas dizem respeito à adequada aplicação das medidas de biossegurança, quer nas explorações, quer nos transportes, bem como à necessidade de um estado de alerta acrescido em relação a quaisquer sinais que façam suspeitar da doença.

Qualquer suspeita deverá ser de imediato notificada aos Serviços Regionais da DGAV.

Informações atualizadas sobre a situação em França.

Mais informações sobre Gripe Aviária.

 

Fonte: DGAV

A ASAE apreendeu na Póvoa de Varzim 82 mil latas contrafeitas de sardinha em conserva.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica realizou uma ação de inspeção a uma indústria do setor e, ao que contam o Jornal de Notícias e o Correio da Manhã, os inspetores detetaram que as latas tinham rótulos falsos de uma marca nacional que fez a denúncia.

Os artigos faziam parte de uma encomenda que tinha a Aústria como destino e as tais oitenta e duas mil latas foram apreendidas assim como 200 mil rótulos falsificados, tudo num valor superior a 75 mil euros.

Não é identificado o local onde ocorreu a ação da ASAE embora se complemente que foi instaurado um processo-crime à indústria.

 

Fonte: ondaviva

Fraudes com produtos alimentares

  • Tuesday, 22 December 2015 16:14

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou na zona sul do país três processos-crime e aplicou uma multa por fraudes com produtos alimentares, foi anunciado na passada sexta-feira.

Os processos-crime, segundo um comunicado da ASAE, deveram-se a fraude sobre mercadorias em azeite, carne bovina, pescado fresco e produtos vitivinícolas. A contra-ordenação resultou de “práticas enganosas e uso de denominação não permitida em licença atribuída para embalamento de águas de nascente”.

No Porto de Sines, com destino ao Brasil, foram apreendidos mais de 11 mil litros de mistura de óleo com azeite e rotulados como “Azeite Virgem Extra Reserva”, explica a ASAE, acrescentando que também foi encontrado vinho branco de uma marca de moscatel do Douro, tiras de pota como se fosse choco e carne de bovino de França, mas rotulada como nacional.

A ASAE apreendeu ainda mais de 350 mil litros de água de nascente engarrafada e mais de um milhão de rótulos.

É referido no comunicado que foram também apreendidos 600 quilos de outros produtos, decorrente de uma averiguação sobre intoxicação alimentar numa escola.

 

Fonte: PÚBLICO

Tendo em consideração a situação da Febre Aftosa (FA) no Norte de Africa, a DGAV emitiu uma nota informativa sobre as medidas preventivas para reduzir o risco de introdução do vírus da FA em território nacional, que nomeadamente assentam na correta aplicação das medidas de biossegurança quer nas explorações, quer nos transportes, bem como na vigilância passiva através da notificação da suspeita e ocorrência daquela doença, por todos os intervenientes.

Os contatos dos serviços estão disponíveis no portal da DGAV em: Febre Aftosa - Tronco comum preparado para os planos de contingência.

 

Fonte: DGAV

Atendendo à situação da Peste Suína Africana (PSA) na Europa Oriental, a DGAV emitiu uma nota informativa com o objetivo de relembrar, a todos os intervenientes, as medidas preventivas para evitar a introdução do vírus da PSA em território nacional. Medidas essas que dizem respeito à adequada aplicação das medidas de biossegurança quer nas explorações, quer nos transportes, bem como na vigilância passiva através da notificação da suspeita e ocorrência daquela doença.

Os contatos dos serviços estão disponíveis no portal da DGAV em: Peste Suína Africana - Tronco comum preparado para os planos de contingência.

 

Fonte: DGAV

Urina de vaca como fertilizante agrícola

  • Thursday, 17 December 2015 15:00

A utilização de urina de vaca na fertilização dos solos agrícolas tem «muitas vantagens» para o agricultor porque é «rica» em nutrientes e tem um efeito insecticida e fungicida, concluiu um estudo desenvolvido pela Universidade de Vila Real.

«A urina de vaca é um óptimo fertilizante por ser muito rico em nutrientes essenciais às plantas, não demonstra fitotoxicidade, quando utilizada em dosagens correctas, apresenta baixo custo de aquisição, tem um efeito rápido, bem como insecticida e fungicida, sendo uma alternativa aos fitofármacos e não causa risco à saúde do produtor nem do consumidor», adiantou o estudo, citado num comunicado da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) enviado à Lusa.

A utilização deste fertilizante orgânico tem «resultados superiores» aos fertilizantes comerciais, frisou o estudo orientado pelo docente e investigador da UTAD, Henrique Neto.

Outras das vantagens da urina de vaca é de ser obtida nas explorações agro-pecuárias, melhorando o meio ambiente, e proporcionar «bons resultados» nas várias aplicações, dosagens e concentrações, realçou.

O trabalho de investigação realizou-se numa das estufas da área experimental da universidade onde foi avaliado o efeito da diluição crescente de urina de vaca como fertilizante, através de um delineamento experimental composto por oito tratamentos com três repetições no tempo, utilizando como material vegetal o milho amarelo da região do vale de Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real.

Durante a investigação, foram feitos três ensaios onde se testaram oito tratamentos em tabuleiros individuais, um dos quais utilizando apenas água, outro fertilizante químico comercial e nos restantes concentrações distintas de urina de vaca em água.

«Estes ensaios, acompanhados ao longo de 27 dias, permitiram concluir que as elevadas concentrações de urina de vaca produzem um efeito inibidor não permitindo uma boa taxa de germinação da semente, contudo a utilização da mesma matéria-prima com baixas concentrações, permitiu fertilizar o material vegetal com resultados superiores ao fertilizante comercial», determinou o estudo.

 

 

Fonte: Lusa