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Desperdício alimentar. É para levar?

  • Friday, 18 January 2019 16:01

O desperdício alimentar é um dos grandes flagelos do século, este é acompanhado de um aumento de resíduos desnecessário que gera consequências ambientais e sociais. No sentido de mitigar este problema e de sensibilizar para a importância de uma alimentação sustentável surgiu o projeto "Dose Certa" e, mais recentemente, o "Embrulha", ambos promovidos pelo Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto (LIPOR) e pela Associação Portuguesa de Nutrição (APN).

A "Dose Certa" é um projeto de participação voluntária, totalmente gratuito e com uma metodologia de implementação adaptável à tipologia de cada estabelecimento, com vista à redução do desperdício alimentar e dos custos associados. O potencial desta iniciativa indica uma redução média do desperdício de alimentos que ronda os 30-35%. Efetivamente com o "Dose Certa" consegue-se uma atuação a montante, ajustada à tipologia e aos objetivos de todos os intervenientes (Lipor, APN e estabelecimentos de restauração), nomeadamente: práticas de compra, confeção, elaboração de menus mais equilibrados e sustentáveis e empratamento. No entanto, um dos pontos mais difíceis de se obter uma mudança substancial é nas porções servidas, em particular os pratos mais tradicionais servidos à travessa.

Assim, surgiu a solução "Embrulha" que consiste em disponibilizar, gratuitamente, embalagens biogradáveis aos restaurantes aderentes que tenham a apresentação, preferencialmente, com serviço à travessa. Quando um cliente não come tudo, embrulha e leva para casa o que sobrou da refeição, sem qualquer tipo de preconceito.

Os resultados finais do projeto "Embrulha" referentes ao ano de 2018 já são conhecidos e foram publicados no passado dia 17-01-2019 no Portal de Notícias do Porto. Deste modo, foram recuperadas 12,72 toneladas de alimentos nos restaurantes, o que significa que menos 2,67 toneladas de dióxido de carbono (CO2) foram emitidas para a atmosfera.

Estes resultados não só animam a continuidade do projeto como também estimulam a sua disseminação a outros estabelecimentos de restauração.

Saiba mais em:

Projeto "Dose Certa"

Projeto "Embrulha"

 

Fonte: Porto.pt

Perigos químicos nos alimentos: a política de segurança alimentar da EU protege os cidadãos, mas enfrenta desafios

Apresentado nos termos do artigo 287º, nº 4, segundo parágrafo, do Tratado de Funcionamento da União Europeia (TFUE) surge um relatório especial em 2019 (Nº2) publicado pelo Tribunal de Contas Europeu (TCE) que descreve a política de segurança alimentar da EU e os seus principais desafios no que concerne aos perigos químicos em géneros alimentícios.

A segurança alimentar é um domínio de prioridade elevada para EU, assumindo responsabilidade de protecção sobre a vida e saúde humanas. Assim, pretende-se alertar e proteger os cidadãos dos três tipos de perigo nos alimentos (físicos, biológicos e químicos) com especial ênfase nos perigos químicos.

Os perigos químicos são, por definição, substâncias que podem provocar efeitos adversos na saúde e que ocorrem naturalmente ou são adicionadas durante a produção ou manipulação dos alimentos. Alguns exemplos incluem aditivos, pesticidas e certos metais, sendo fundamental uma abordagem integrada que inclua acções ao longo de toda a cadeia alimentar. Na sua maioria, os efeitos são visíveis a longo prazo e, em alguns casos resultando da sua interacção e efeito cumulativo no corpo humano. Assim, apesar de serem um perigo silencioso, podem revelar-se fatais.

A desregulação endócrina e o aumento da resistência antimicrobiana causada pela administração excessiva de antibióticos aos animais são exemplos de riscos associados para a saúde. Outros exemplos incluem genotoxicidade, carcinogenicidade, malformações congénitas, atraso no desenvolvimento cognitivo, entre outros.

O atual modelo europeu de segurança alimentar, no que respeita às substâncias químicas, assenta em base sólidas, no entanto encontra-se sobredimensionado. Este facto pode, por vezes, incapacitar a Comissão e os Estados-Membros da sua aplicação plena. O modelo é considerado referência em todo o mundo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) um benefício para os seus cidadãos pelo que assenta nos seguintes pilares:

a) na sua estrutura de governação, com a repartição de responsabilidades entre agências descentralizadas da UE e a Comissão, separando a avaliação dos riscos da gestão dos riscos;

b) no seu objetivo de avaliar a segurança das substâncias químicas antes de as utilizar na cadeia alimentar;

c) na sua partilha clara de responsabilidades entre o setor privado e as autoridades de controlo públicas;

Além dos pontos referidos, a EU pretende e exige a países terceiros que se cumpram as mesmas normas elevadas de segurança a fim de garantir a segurança dos alimentos importados.

Considerando esta informação, o TCE identificou desafios que o modelo enfrenta relativamente à sua execução, constatando:

a) a necessidade de elaboração e registo de um maior número de substâncias químicas que constituam perigo, suportadas por aconselhamento científico para fundamentar a legislação;

b) a necessidade de explorar a sinergia entre sistemas de controlo públicos e privados para maximizar a sustentabilidade do modelo no seu todo;

c) a necessidade de uma maior uniformização dos critérios de perigo em produtos importados;

d) a necessidade de definir o tipo de medida coerciva a tomar em caso de incumprimento;

Em recomendações finais e com base nas constatações prévias, o TCE formula então três sugestões para a continuação do desenvolvimento do quadro jurídico contra os perigos químicos:

a) no âmbito do programa para a adequação e a eficácia da regulamentação (REFIT) relativo ao quadro jurídico que rege os géneros alimentícios, os alimentos para animais, os animais vivos e as plantas, avaliar as possíveis alterações à legislação que rege os perigos químicos tendo em conta a capacidade para a aplicar de forma coerente. Além disto, harmonizar as participações do sector público e privado para um controlo mais eficaz;

b) no que diz respeito aos resíduos de pesticidas nos alimentos, explicar qual a medida que tomará para manter o mesmo nível de garantia dos alimentos produzidos na UE e dos importados, ao mesmo tempo que respeita as normas da OMS;

c) fornecer mais orientações aos Estados-Membros sobre a aplicação de medidas coercivas. A Comissão deve igualmente pôr em prática as oportunidades que detetou para melhorar os seus procedimentos de acompanhamento do cumprimento das normas alimentares da EU;

Como parte integrante da EU, Portugal partilha da responsabilidade para a sensibilização dos perigos químicos em géneros alimentícios, enquanto produtor e consumidor. Assim, uma maior rastreabilidade dos ingredientes na cadeia alimentar juntamente de exigências mais rígidas das autoridades e a correta comunicação de informação ao consumidor são o caminho mais eficaz para uma segurança alimentar melhorada.

Para ter acesso ao Relatório clique aqui.

 

Fonte: Qualfood

Investigadores da Escola Superior de Biotecnologia do Porto concluíram, com base num inquérito realizado a 100 portugueses sobre mitos alimentares, que as estratégias de comunicação sobre segurança e higiene alimentar não estão a ser "eficazes", disse a responsável.

O inquérito online, que tinha como propósito desvendar se os mitos alimentares dos portugueses e se as ideias preconcebidas eram assentes em pressupostos científicos, envolveu cerca de 100 pessoas que, no total, apresentaram variados mitos e “crenças populares”.

Paula Teixeira, a investigadora responsável pelo projeto ‘SafeconsumE’ em Portugal, revelou que o inquérito demonstrou que as estratégias e mensagens sobre higiene e segurança alimentar “não estão a ser eficazes” e que é necessário “implementar e adotar novas medidas de comunicação”.

“Muitas das mensagens em higiene e segurança alimentar não estão a ser eficazes. O problema não é dos consumidores, o problema é dos comunicadores, porque a mensagem não está a passar de forma convincente”, salientou.

De acordo com a investigadora, muitas das questões identificadas pelos inquiridos eram "comuns", como a regra dos cinco segundos, as cozinheiras terem sempre as mãos limpas, lavar a carne antes de a cozinhar ou até o prazo de validade dos iogurtes.

Contudo, foram questões como o “mito dos ovos”, o guardar alimentos quentes no frigorífico e o facto de as pessoas acreditarem “piamente nos seus sentidos”, que causaram maior “incredibilidade” à equipa.

“Algumas pessoas disseram que os ovos que flutuam na água estão estragados. O ovo pode até não estar estragado, mas regra geral, não se deve comer. Outras disseram o que, de facto, é mito: que para saber se um ovo é seguro devo verificar se flutua ou não em água. Não podemos verificar isso, apenas em laboratório”, frisou.

Relativamente aos alimentos quentes serem guardados no frigorífico, Paula Teixeira explicou que não é “por serem guardados quentes que se estragam”, mas sim porque demoram mais tempo a arrefecer, dando “tempo suficiente aos organismos que vão estragar o alimento para crescerem”.

Quanto ao facto de as pessoas recorrem aos sentidos para detetar se o alimento está estragado, a investigadora esclareceu que grande parte das bactérias que causam a doença “não estragam nada”, na medida em que são “tão silenciosas” que não é notória qualquer alteração.

Segundo a responsável, é por isso necessário "arranjar formas" de desmistificar algumas questões e perceber quais são as "barreiras" à implementação de práticas seguras, de modo a transmitir a mensagem correta aos consumidores.

Paula Teixeira revelou que estão a ser preparadas atividades para serem demonstradas em escolas, uma estratégia que acredita ser “importante” e que vai levar à alteração de alguns comportamentos.

O estudo desenvolvido pela Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica Portuguesa do Porto, insere-se no projeto europeu ‘SafeconsumE’, uma iniciativa que envolve 11 países e que pretende, num prazo de cinco anos, alterar comportamentos e dotar o consumidor de ferramentas que permitam implementar melhores práticas de segurança alimentar.

 

Fonte: Sapo

Esta é a primeira vez que o café integra a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza como espécie em vias de extinção.

60% das 124 espécies de café no mundo estão em vias de extinção, avança um estudo publicado na quarta-feira nas revistas ScienceAdvances e Global Change Biology. Segundo os investigadores, a desflorestação, as alterações climáticas, a propagação de doenças e fungos patogénicos são as principais causas para esta redução, que pode até 2088 fazer com que a produção de café diminua em pelo menos 50%.

O estudo do Royal Botanic Gardens de Kew, no Reino Unido revela ainda que as medidas de conservação dos grãos de café atualmente são "inadequadas". 28% das espécies de café silvestre crescem fora das áreas protegidas e apenas 55% são preservadas em bancos de sementes.

"Se não fosse pelas espécies selvagens, hoje não teríamos tanto café no mundo para beber", disse Aaron Davis, um dos organizador do estudo, à BBC. "Se olharmos para a história do cultivo de café, nós usamos as espécies silvestres para tornar a recolha do café mais sustentável".

Esta é a primeira vez que o café é classificado como ameaçado no ranking oficial da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza.

"Tendo em conta a importância do café arábica para a Etiópia e para o mundo, precisamos de fazer o máximo para entender os riscos para a sua sobrevivência na natureza", referiu Tadesse Woldemariam do Fórum de Meio Ambiente e Café de Adis Abeba, citado pela BBC. A Etiópia é a "casa" do café arábica, que cresce naturalmente nas florestas tropicais. Há ainda outros focos mundiais como a ilha de Madagáscar ou algumas partes da Índia, do Sri Lanka e da Austrália.

Nós usamos maioritariamente grãos de café de duas espécies nos milhares de misturas de café disponíveis - arábica e robusta. Ainda há uma terceira espécie - Libéria - mas esta raramente é utilizada comercialmente. Embora nem todos os grãos selvagens saibam bem, estes contêm sempre genes que podem ser aproveitados para continuar a preservar a espécie.

 

Fonte: DN

 

37 especialistas de 16 países trabalharam durante três anos para elaborar um modelo de dieta sustentável para o ser humano e para o planeta. A conceituada revista Lancet publicou as conclusões.

O diagnóstico faz parte de um relatório de uma comissão de especialistas da revista científica Lancet, segundo o qual o planeta não terá capacidade de alimentar tantas pessoas sem uma transformação dos hábitos alimentares, uma melhoria na produção e uma redução do desperdício.

E essa mudança, para o consumo de alimentos mais saudáveis, também vai evitar a morte prematura de 11 milhões de pessoas em cada ano, reduzindo a morte de adultos entre 19% e 23,6%.

Segundo os especialistas, uma dieta-padrão saudável e planetária consistirá em aproximadamente 35% das calorias provenientes de grãos integrais e tubérculos, em ter nas plantas a principal origem da proteína (incluindo-se apenas cerca de 14 gramas de carne vermelha por dia), e no consumo de 500 gramas de vegetais e frutas por dia.

É esta mudança nos hábitos alimentares que levará à diminuição em 50% do consumo de carne vermelha e açúcar e a um aumento de 50% de consumo de frutos secos, verduras, legumes e fruta.

Esta mudança, diz-se no relatório, garante um sistema alimentar mundial e não põe em causa os limites do planeta na produção de alimentos, tendo em conta por exemplo as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, o uso da terra e da água e o ciclo dos nutrientes.

E essa mudança, segundo o documento, é "urgentemente necessária", já que mais de três mil milhões de pessoas sofrem de desnutrição e a produção de alimentos está a exceder a capacidade do planeta, impulsionando as alterações climáticas, a perda de biodiversidade e o aumento da poluição pelo uso excessivo de fertilizantes.

O relatório da Comissão EAT, da Lancet, propõe uma dieta baseada em alimentos à base de plantas e com pouca quantidade de alimentos de origem animal, de grãos refinados, comida altamente processada e açucares.

"As dietas atuais estão a levar a Terra além dos seus limites ao mesmo tempo que causam problemas de saúde. Tal coloca ambos, pessoas e planeta, em risco", diz o documento.

Tim Lang, da Universidade de Londres, um dos membros da comissão, diz que "os alimentos que comemos e a forma como os produzimos determinam a saúde das pessoas e do planeta, e atualmente estamos a fazer isto de forma muito errada".

A Comissão EAT é um projeto a três anos que reúne 37 especialistas de 16 países, com experiência em saúde, nutrição, sustentabilidade ambiental, sistemas alimentares, economia e governança política.

No relatório, os responsáveis salientam que o aumento da produção alimentar nos últimos 50 anos contribuiu para o aumento da esperança de vida, e para a redução da fome, da mortalidade infantil e da pobreza global, mas notam que esses benefícios estão agora a desviar-se para dietas pouco saudáveis, altas em calorias, açucares, amidos refinados e excesso de carne, e baixo teor de frutas, legumes, grãos integrais, frutos secos, sementes e peixe.

Atualmente, diz-se no documento, os países da América do Norte comem quase 6,5 vezes mais carne do que o recomendado, enquanto no sul da Ásia se come metade do que era suposto. Todos os países estão a comer mais vegetais ricos em amido, como a batata e a mandioca, do que o recomendado, 1,5 vezes mais no sul da Ásia ou 7,5 vezes mais na África subsaariana.

No modelo proposto aumenta-se o consumo de ácidos polinsaturados saudáveis e reduz-se o consumo de gorduras saturadas, e aumenta-se também a ingestão de micronutrientes essenciais como o ferro, o zinco, o ácido fólico, a vitamina A e o cálcio. A falta de vitamina B12 (muito presente em alimentos de origem animal) poderá ter de ser compensada.

Os autores notam ainda que é necessário descarbonizar mais rápido do que o previsto o sistema energético, para permitir alimentar 10 mil milhões de pessoas em 2050 sem produzir mais gases com efeito de estufa. E que é preciso reduzir a perda de biodiversidade e o uso de fósforo (fertilizantes) e não aumentar o uso de azoto (em fertilizantes também).

E propõem que sejam criadas políticas para encorajar as pessoas a escolher dietas saudáveis, restrições de publicidade e campanhas de educação. Depois os preços dos alimentos devem refletir os custos de produção, mas também os custos ambientais, pelo que pode haver aumento dos custos para consumidores, podendo ser necessárias políticas de proteção social.

E o desperdício alimentar deve ser reduzido pelo menos a metade. Notam os responsáveis que esse desperdício acontece em países pobres durante a produção, devido a mau planeamento, falta de acesso a mercados e falta de estruturas de armazenamento e processamento.

Nos países ricos o desperdício é causado sobretudo pelos consumidores e pode ser resolvido com campanhas que melhorem hábitos de compra, o entendimento dos rótulos, e o armazenamento, preparação, proporções e uso de sobras.

A Lancet lançará este ano vários relatórios, o próximo, no final do mês, será sobre obesidade, desnutrição e alterações climáticas.

 

Fonte: DN

É do conhecimento geral que a ingestão de ácidos gordos trans deve ser tão baixa quanto possível no contexto de uma dieta adequada do ponto de vista nutricional.

Vários estudos e relatórios indicam-nos que uma elevada ingestão de ácidos gordos trans aumenta significativamente o risco de doenças cardíacas, mais do que qualquer outro nutriente por valor calórico.

Assim foi votada por maioria qualificada no Comité da cadeia alimentar e saúde animal de 7 de dezembro, secção “General Food Law” um regulamento que estabelece que o teor de ácidos gordos trans, com exceção dos ácidos gordos trans que ocorrem naturalmente em lípidos de origem animal, nos alimentos destinados ao consumidor final e nos alimentos destinados ao abastecimento dos retalhistas não pode exceder 2 gramas por 100 gramas de lípidos.

Esta medida que se aplicará a todos os produtos colocados a 1 de abril de 2021 é considerada uma medida da maior importância em termos de saúde pública.

O período de transição (até abril de 2021) visa o esgotamento de produtos no mercado e a necessária adaptação dos operadores do sector alimentar a esta nova medida de segurança alimentar.

 

Fonte: DGAV

Publicação do Regulamento (UE) 2019/6 relativo aos medicamentos veterinários

Foi publicado na terça-feira dia 7 de janeiro no Jornal Oficial da União Europeia o Regulamento (UE) 2019/6 do Parlamento Europeu e do Conselho de 11 de dezembro de 2018 relativo aos medicamentos veterinários, e que revoga a Diretiva 2001/82/CE. Clique aqui para aceder ao documento.

 

Fonte: Qualfood

Revisão dos estudos produzidos até hoje sugere que resultados são inconclusivos.

Os substitutos do açúcar são amplamente comercializados há anos como grandes aliados na perda de peso e melhoria dos índices de saúde. Sejam artificiais, como o aspartame e a sacarina, ou naturais, como a stévia, o seu uso é associado à adição de poucas ou nenhumas calorias à dieta, o que automaticamente traria benefícios ao organismo. Uma nova pesquisa, porém, sugere que talvez seja cedo demais para tirar essas conclusões.

O estudo de revisão conduzido por investigadores europeus fez uma ampla avaliação das pesquisas produzidas até hoje sobre os benefícios dos substitutos do açúcar. A conclusão é que não há “evidências convincentes” de benefícios importantes para a saúde e perda de peso na utilização dos produtos.

Durante a revisão, a equipa considerou uma série de indicadores de saúde, incluindo peso corporal, índice de massa corporal (IMC), níveis de açúcar no sangue, comportamento alimentar, doenças cardíacas e câncro.

Fonte: Livescience

Esclarecimento técnico n.º 10/DGAV/2018

  • Wednesday, 09 January 2019 10:45

Esclarecimento técnico n.º 10/DGAV/2018

A DGAV publica o Esclarecimento técnico n.º 10/2018 relativo à implementação a nível nacional de disposições para o encaminhamento de cascas de ovo geradas em estabelecimentos industriais de pastelaria e de panificação.

 

Fonte: DGAV

Renovação da aprovação do cobre

  • Wednesday, 09 January 2019 10:20

Foi publicado o Regulamento de Execução (UE) 2018/1981, da Comissão de 13 de dezembro de 2018 que renova a aprovação das substâncias ativas compostos de cobre.

A renovação do Cobre é concedida por um período de 7 anos, limitado a uma aplicação máxima de 28kg/ha.

Esta decisão permite alguma flexibilidade relativamente às quantidades máximas anuais desde que no período dos 7 anos não seja excedido o valor dos 28 kg/ha.

 

Fonte: Qualfood