O Prémio Nobel da Paz foi atribuído ao Programa Alimentar Mundial (PAM) pelos esforços para combater a fome e para melhorar as condições para a paz em zonas de conflito, anunciou o Comité Nobel Norueguês.
Portugal assume esta quarta-feira a presidência do Fórum Ibero-Americano de Agências Governamentais de Proteção do Consumidor (FIAGC) , no decorrer da conferência internacional digital sobre “Proteção do Consumidor e Cooperação Internacional”.
Incluindo 22 países e um universo superior a 640 milhões de consumidores, o FIAGC foi criado no âmbito do “Diálogo Euro-Latino-Americano de Consumidores para o Desenvolvimento e a Democracia”, em 2001. Portugal aderiu ao Fórum em 2006 e é representado pela Direção-Geral do Consumidor.
No contexto desta rede, foi acordada a realização de uma reunião anual de entidades governamentais responsáveis pela área da proteção do consumidor, visando consagrar um espaço multilateral especializado de análise, de discussão de políticas públicas de proteção ao consumidor e de partilha de conhecimento entre os países ibero-americanos.
Para assinalar o início da presidência portuguesa, depois de El Salvador, decorrerá uma conferência em formato digital, na quarta-feira, que conta com as participações do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital de Portugal, Pedro Siza Vieira, e do Ministro do Consumo de Espanha, Alberto Garzón.
No programa, que visa debater os desafios da proteção do consumidor e a relevância das redes de cooperação europeias e internacionais, constam também o Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, os representantes das redes de cooperação em matéria de defesa do consumidor, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), da Comissão Europeia (DG Justiça), do Comité de Política do Consumidor da OCDE e da Consumers International.
Fonte: Hipersuper
A campanha da Too Good To Go já circula em outdoors em vários pontos das cidades de Lisboa e Porto e vem reforçar um dos compromissos da marca em Portugal – fomentar no consumidor o respeito pelos alimentos e um consumo mais consciente e responsável. “Leva as refeições a sério” é o apelo da Too Good To Go.
“A narrativa gira em torno do papel incontornável que a comida, e principalmente as refeições, têm na nossa vida, e que vai muito além do nutricional. Não é possível distanciá-las das nossas emoções e memórias. O que é que um bom português fala ao almoço? Do jantar“, refere em comunicado.
“Come tudo até ao fim!” ou “Não brinques com a comida” são expressões que certamente já todos ouvimos. Apelos e conselhos de alguém que a dada altura da nossa vida, nos pedia respeito, pelo que nos era servido no prato. Somos um povo que se senta à mesa para celebrar, discutir ideias, entradas ou sobremesas, pratos que serão servidos naquele momento ou que já fizeram parte da ementa de momentos especiais, ou memoráveis. O que torna quase irónica a quantidade de alimentos que é desperdiçada em Portugal.
Em Portugal segundo o PERDA estima-se que por ano, os Portugueses deitam para o lixo um milhão de toneladas de alimentos, em média 132 quilos de comida por ano, por pessoa. Sendo que as famílias desperdiçam 324 mil toneladas.
A campanha, com o claim “Leva a Comida a Sério” desenvolvida pela dupla criativa M&F, conta com fotografia do fotógrafo Arlindo Camacho e realização de Gonçalo Sburgens. Um conceito simples e cativante que se desdobra em três retratos e três filmes de 30” para social media. Filmes que nos contam o que está por detrás de cada momento descontraído e informal que deu origem a cada um dos retratos da campanha. A ideia foca-se no respeito pelos alimentos e no bem-estar e conforto que estes nos possibilitam.
A marca relembra aos portugueses que através da aplicação Too Good To Go, estes podem dar uma segunda oportunidade a refeições e alimentos, enquanto ajudam a salvar o planeta. Porque a comida e o desperdício alimentar, são verdadeiramente, temas demasiado sérios para ignorar. E com apenas três simples passos, qualquer consumidor comum pode ajudar a acabar com o desperdício alimentar – Download, comprar, e ir buscar.
Fonte: Grande Consumo
A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) critica algumas medidas aplicadas para travar a Covid-19, nomeadamente a proibição de venda de álcool nos hiper e supermercados, depois das 20h. Uma medida ineficaz e poderá conduzir a perdas de 15 milhões de euros, caso seja mantida até final de novembro.
O diretor-geral da associação diz, que esta proibição “se revelou completamente ineficaz”, originando um efeito contrário ao pretendido. Segundo Gonçalo Lobo Xavier, a medida está a criar” constrangimentos nas lojas”, levando “a um maior engarrafamento” e à criação de grandes filas nestes estabelecimentos comerciais, com uma “maior concentração de pessoas”, já que a larga maioria aproveita a hora de saída do trabalho para fazer compras.
Por outro lado, o diretor-geral da APED denuncia que a proibição da venda de álcool a partir das 20h penaliza fortemente os distribuidores, bem como indústrias “fundamentais para a sustentabilidade do país e para a agricultura”, como é o caso da indústria do vinho e da cerveja. De acordo com as estimativas da associação, se o Executivo mantiver esta medida até meados de novembro, as perdas globais, para estes setores, rondarão “os 15 milhões de euros”, revela Gonçalo Lobo Xavier.
Portugal entrou em estado de contingência a 15 de setembro, como forma de travar a propagação do vírus SARS-CoV-2. O Governo justificou a decisão com base no arranque do ano letivo, que levou a uma maior circulação de pessoas nas ruas, e no aumento de casos de infeção por Covid-19. Mas isso significou novas regras para os portugueses, entre as quais a proibição de venda de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos comerciais, a partir das 20h.
A limitação não era, de todo, desconhecida para os portugueses, já que esteve em vigor na Área Metropolitana de Lisboa, durante o período de verão. E, se, para o responsável da associação que representa o retalho alimentar e não alimentar, a medida nessa altura tinha sentido já que pretendia desincentivar os encontros sociais dos jovens em locais públicos, principalmente porque estavam de férias, agora revelou-se “completamente ineficaz e contrária aos objetivos da saúde pública”. “Estamos em outubro, os jovens já não estão de férias e já não há esse tipo de encontros e de concretização nas cidades, muito menos fora da grande Lisboa“, adianta Gonçalo Lobo Xavier.
Mas esta não é a única crítica feita pelo diretor-geral da APED, quanto às medidas tomadas pelo Executivo socialista. O responsável também se manifesta “absolutamente” contra a limitação de cinco pessoas por cada 100 metros quadrados nos espaços comerciais. “O que estamos a assistir é as lojas praticamente vazias e vemos filas de pessoas à porta que querem entrar e que têm de esperar que o rácio seja cumprido“, denuncia.
Para demonstrar a incoerência da medida, Gonçalo Lobo Xavier compara o rácio de pessoas permitido nas lojas portuguesas com a realidade praticada noutros países, que, ainda que tenham uma população superior à portuguesa, têm batido sucessivos recordes diários de novas infeções. “Em Espanha, em que há um foco de número de contágios muito maior, é o dobro. Os franceses lançaram um conjunto de medidas mais restritivas e, enquanto nós [Portugal], temos cinco pessoas por 100 metros quadrados, eles têm 25″, lamenta.
Nesse sentido, a APED pede ao Governo uma reavaliação do número de clientes permitido por loja, adiantando que estava com “esperança” de que a imposição tivesse sido alterada no último Conselho de Ministros, relativo às questões da pandemia. “Sabemos, aliás, que isso esteve em cima da mesa no último Conselho de Ministros, mas não houve vontade política para o fazer, embora não haja nenhuma razão de saúde pública para não o fazer“, refere.
Gonçalo Lobo Xavier acrescenta que o setor já ficava satisfeito se a mudança fosse “de cinco para oito pessoas por 100 metros quadrados”, reiterando que os dados científicos demonstram que os focos de infeção estão relacionados com “encontros sociais, em transportes públicos e, às vezes, em locais de trabalho em que a segurança foi relaxada” e não nos espaços comerciais. “Percebo que haja uma preocupação em diminuir o risco, mas um risco num bar não pode ser comparado ao risco numa loja”, atira.
Numa altura em que se aproxima o Natal, período bastante importante para os espaços comerciais, a APED apela, assim, a uma mudança de posição por parte do Governo e sublinha que é “preciso transmitir confiança” aos clientes, ao invés de “lançar medo, pânico, junto da população”. “Se queremos recupera o país, recuperar a economia e recuperar muitos destes negócios, não podemos, de facto, ter um critério diferente para áreas onde é fundamental manter os empregos e transmitir confiança aos consumidores“, conclui.
Fonte: ECO
O último relatório sobre as perspetivas a curto prazo para os mercados agrícolas da União Europeia, publicado pela Comissão Europeia, revela que, embora persistam muitas incertezas, espera-se que o impacto da crise no sector agroalimentar seja limitado. Os padrões emergentes parecem reforçar, principalmente, as tendências existentes, como o aumento da procura de produtos locais, cadeias de abastecimento curtas e vendas online de alimentos.
Neste contexto, a situação, em 2020, continua a ser relativamente positiva, com uma recuperação dos preços dos lacticínios e da carne, um crescimento da recolha de leite e uma balança comercial positiva na carne. Além disso, estima-se o aumento na produção de oleaginosas e as exportações de azeite da União Europeia alcançarão um novo recorde.
As exceções são os cereais, em particular o trigo, e o açúcar, que se ressentiram das condições meteorológicas e fitossanitárias adversas. Concretamente, na campanha de 2020/2021, devido às condições de seca durante o verão, que influenciaram negativamente o desenvolvimento das plantas, espera-se que a produção total de cereais na União Europeia alcance os 274,3 milhões de toneladas, 7% menos que na temporada anterior.
Novo recorde nas exportações de azeite
As exportações de azeite irão atingir um novo recorde, em torno das 820 mil toneladas. Na União Europeia, um aumento da produção em Itália e na Grécia e a colheita recorde em Portugal, acompanhadas de fortes vendas no retalho, deverão suportar o crescimento do consumo geral em 3% e contribuir para a redução de 17% nos stocks.
Além disso, estima-se que a produção total de azeite da União Europeia para 2020/2021 aumentará para mais de dois milhões de toneladas, mais 17% em comparação com 2019/2020.
Quanto ao sector das frutas e legumes, a produção de maçãs na União Europeia deverá ficar 2% abaixo da média dos últimos cinco anos, nos 11,5 milhões de toneladas. O mercado da maçã parece estar bem equilibrado, com os stocks de 2019/2020 quase liquidados. O consumo de maçãs frescas na União Europeia reduzirá para 14,7 quilogramas per capita, numa descida de 8% face a 2019/2020, quando alcançou níveis recorde.
Já a produção de laranjas está estimada em 6,2 milhões de toneladas, 5% abaixo do ano anterior. O consumo geral está a diminuir, sendo 2% inferior. Não obstante, o consumo de laranjas frescas está a aumentar em detrimento das processadas. Em 2020/2021, prevê-se que a produção aumente e alcance os 6,55 milhões de toneladas.
Aumento da produção de leite
A recolha total de leite na União Europeia deverá crescer 1,4%, em 2020, devido ao aumento da produção e às condições favoráveis dos pastos até julho.
Em 2021, a produção de leite poderá crescer 0,8%. Após o início do surto de Covid-19, espera-se que as vendas diretas continuem a crescer, com a maior procura por produtos locais e cadeias de abastecimento curtas.
Já o consumo de queijo está a ser afetado negativamente pelo encerramento do “food service”, o que poderá resultar numa ligeira descida de 0,2% em 2020. Ainda assim, espera-se que as exportações da União Europeia cresçam 5%, com uma procura global positiva, o que resultará num aumento de 0,7% da produção. Novos ajustes no serviço alimentar e no comércio retalhista deverão ajudar a que o consumo cresça 0,5% em 2021.
Diminuição na produção de carne
A produção de carne de vaca na União Europeia diminuiu, pela primeira vez, em 2,4%, no primeiro semestre, devido às medidas de bloqueio da Covid-19 e à menor procura no “food service”. A procura tem vindo a procurar, com a reabertura dos restaurantes e a recuperação do turismo, o que leva a uma diminuição geral estimada de 1,4%.
Em 2021, é antecipada uma nova diminuição, em torno dos 1,5%, devido à redução das manadas em alguns países da União Europeia. Também se prevê que o consumo diminuía 2,1%, para 10,4 quilogramas per capita.
Quanto à carne de porco, se bem que a produção reduziu no primeiro semestre, os preços favoráveis, a recuperação da procura por parte do consumidor e os investimentos recentes contribuíram para um aumento da produção nos últimos meses. Não obstante, a recente descoberta da peste suína africana na Alemanha, que provocou a proibição das exportações, irá afetar o mercado de carne de porco alemão e, consequentemente, o europeu. Prevê-se que a produção diminua em 2020 e 2021, respetivamente, 0,5% e 1% e que o consumo reduza 1,1%, para 32,8 quilogramas per capita, em 2020.
Já a produção de aves de capoeira deverá aumentar 1% este ano, apoiada por uma mudança na procura durante o confinamento. A reabertura do “food service” e a forte demanda ao nível do retalho contribuíram ainda mais para este crescimento. Para 2021, é esperado um ligeiro crescimento, em torno de 1%. O consumo também deverá aumentar, em 2020, 1,5%, para os 23,7 quilogramas per capita.
Fonte: Grande Consumo
A Quercus de Castelo Branco lançou alertou esta sexta-feira para o aumento da presença da vespa asiática no distrito e chamou a atenção para a necessidade de uma correta identificação e alerta às autoridades.
"A Quercus Castelo Branco tem recebido ao longo dos últimos meses várias dezenas de contactos e pedidos de ajuda por parte de cidadãos para a identificação de possíveis situações com a presença de vespa-asiática no distrito de Castelo Branco”, refere a organização, em comunicado enviado à agência Lusa.
A vespa asiática é uma espécie não indígena, predadora da abelha europeia. Os principais efeitos da presença desta espécie invasora manifestam-se em várias vertentes, sendo de realçar o impacto na apicultura por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas.
A vespa asiática levanta ainda problemas para a segurança pública, já que, apesar de não ser mais agressiva do que a espécie europeia, no caso de sentir os ninhos ameaçados reage de modo bastante agressivo, incluindo perseguições até algumas centenas de metros.
À Lusa, Samuel Infante, da Quercus, explicou que a vespa asiática está em expansão no distrito de Castelo Branco, sobretudo nos concelhos da Sertã e de Proença-a-Nova, sendo que já foram ali registados “centenas de avistamentos e dezenas de ninhos”.
“Temos a noção de que a informação [no site stopvespa.icnf.pt] não está atualizada, mas é importante que as pessoas o façam para que as autoridades possam atuar”, sublinhou.
Sendo uma espécie não indígena, é predadora natural das abelhas e outros insetos, o que pode eventualmente originar a médio prazo impactos significativos na biodiversidade, em particular nas espécies de vespas nativas e nas populações de outros insetos.
"Os receios e as medidas de controlo destinados à vespa asiática tem levado a que muitas vezes a vespa crabro e os seus ninhos sejam destruídos. A vespa crabro é uma espécie nativa e que pode constituir até muitas vezes a última linha de luta contra a vespa asiática. A vespa crabro tem um papel ecológico importante”, lê-se na nota.
Os ambientalistas explicam que a deteção ou a suspeita de existência de ninho ou de exemplares de vespa velutina deverá ser comunicada às autoridades através da inserção/georreferenciação online do ninho ou dos exemplares de vespa e preenchimento ‘online’ de um formulário com informação sobre os mesmos, disponível em stopvespa.icnf.pt ou contactar a linha “SOS AMBIENTE” através do número 808 200 520.
“Deverá, sempre que possível, ser anexada fotografia da vespa ou do ninho, para possibilitar a sua identificação”, explica a Quercus.
Fonte: Observador
Os microplásticos são um problema crescente nos oceanos, e perceber a quantidade que existe e a forma como lá vão parar é crucial para combater esta ameaça.
Um novo estudo da Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth (CSIRO), publicado na Frontiers, estima que existam 14 milhões de toneladas de microplásticos no fundo do oceano.
Para a sua investigação, a equipa analisou núcleos de sedimentos de seis locais diferentes na Grande Baía Australiana, a uma profundidade entre 1.655 e 3.062 metros, e até 356 quilómetros de distância da costa, resultando num total de 51 amostras para análise no laboratório.
Além disso, os cientistas afirmam que a quantidade de microplásticos encontrada foi superior à revelada por estudos anteriores.
Fonte: Greensavers
O Prémio Nobel da Paz foi atribuído ao Programa Alimentar Mundial (PAM) pelos esforços para combater a fome e para melhorar as condições para a paz em zonas de conflito, anunciou o Comité Nobel Norueguês.
O relatório de 2019 sobre a utilização do Sistema de Alerta Rápido para os Géneros Alimentícios e Alimentos para Animais, publicado hoje, mostra um total de 4118 notificações de riscos para alimentos para consumo humano ou animal foram comunicadas pelos Estados-Membros à Comissão Europeia no ano passado.
Este é um ligeiro aumento em relação ao relatório do ano passado, que confirma que os operadores do setor alimentar e os Estados-Membros estão a fazer um uso extensivo do sistema. 1175 foram classificados como 'alertas', indicando um risco grave para a saúde, para o qual foi necessária uma ação rápida por parte dos operadores ou autoridades do setor alimentar.
As aflatoxinas nas nozes permaneceram, como em 2018, o problema mais frequentemente relatado em alimentos controlados nas fronteiras da UE. À semelhança dos anos anteriores, a maior parte das notificações em 2019 relacionou-se com produtos alimentares, com uma pequena percentagem das notificações relativas a alimentos para animais (6%) e materiais de contacto com alimentos (4,5%).
O RASFF foi fundamental para a rastreabilidade e retirada dos produtos afetados do mercado.
Pode consultar aqui a infografia e o relatório.
Fonte: Comissão Europeia
O Passenger Locator Card (PLC) ou Cartão de Localização de Passageiro é um documento previsto na legislação internacional (Regulamento Sanitário Internacional, que entrou em vigor a 15 de Junho de 2007 e foi publicado pelo Aviso nº 12/2008, no Diário da República, 1ª série, nº 16, de 23 de Janeiro de 2008), no contexto de proteção da saúde pública, designadamente no que respeita a doenças transmissíveis, permitindo efetuar o rastreio de contactos de pessoas que venham a apresentar resultados positivos de infeção, através de dados fornecidos pelos passageiros de transportes aéreos.
Os dados pessoais fornecidos para esta finalidade são conservados apenas pelo período estritamente necessário para o efeito, sendo a sua consulta reservada às autoridades de saúde competentes. Considerando a atual situação de pandemia por COVID-19, é necessário conhecer os contactos de casos de COVID-19 que viajaram por via aérea, de forma a interromper, precocemente, possíveis cadeias de transmissão.
Com o aumento do tráfego aéreo, a utilização do PLC tem vindo a aumentar de modo significativo e, face ao volume destes documentos em suporte físico, com os constrangimentos inerentes à sua circulação, consulta e destruição, mostra-se conveniente e oportuno proceder à sua desmaterialização, passando o PLC para formato eletrónico (PLCe), cujo preenchimento, circulação e tratamento dos dados tenha por base o regime legal da proteção de dados pessoais.
Para a operacionalização desta desmaterialização, a Direção-Geral da Saúde (DGS), a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e o Turismo de Portugal emitem a seguinte Orientação Conjunta.
Fonte: DGS
O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos – vai recolher pilhas e baterias usadas em 48 horas, para reciclagem. Este inovador serviço do Electrão, que vai ser operacionalizado via CTT Expresso, está disponível para empresas, organismos públicos, associações e outras instituições, sem qualquer custo.
As entidades interessadas em beneficiar deste serviço têm apenas que registar-se no Electrão e pedir as caixas para acondicionamento destes resíduos: os Porta-Pilhas Electrão. Assim que os Porta-Pilhas Electrão estiverem cheios o pedido de recolha pode ser efectuado directamente ao Electrão.
“A recolha será assegurada via CTT Expresso em 48 horas, como se de uma encomenda se tratasse. O Porta-Pilhas Electrão é robusto e pode facilmente ser fechado evitando derrames no transporte”, explica o director geral do Electrão – Recolha e Reutilização, Ricardo Furtado.
Ricardo Furtado sublinha que um dos focos do Electrão tem sido desenvolver uma rede de recolha, não só de pilhas e baterias usadas, mas também de equipamentos eléctricos fora de uso, “mais próxima da população, mais conveniente e facilitadora da separação e entrega destes resíduos para reciclagem, para que todos possamos reciclar mais e melhor”.
O Electrão tem apostado na multiplicação da oferta junto da população para correcto encaminhamento para reciclagem destes resíduos. Hoje são mais de três mil os espaços onde os portugueses podem deixar as suas pilhas usadas para reciclagem. Os pontos de entrega de pilhas usadas podem ser consultados no site www.ondereciclar.pt.
A esta opção junta-se agora este novo serviço, que potenciará a quantidade de pilhas usadas recolhidas anualmente no nosso País.
As pilhas contêm substâncias nocivas, como o cádmio e o chumbo, que podem ser prejudiciais ao ambiente e saúde humana se não forem devidamente tratadas e recicladas.
Cada pilha demora, em média, entre 500 a mil anos a decompor-se se não for correctamente encaminhada para reciclagem.
Fonte: Greensavers
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