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Dia 31 de janeiro marca a saída oficial, e também o início de um período de transição que durará 11 meses e durante o qual o Reino Unido permanecerá na união aduaneira europeia e no mercado único, podendo manter a circulação de bens, serviços e capitais enquanto negocia uma nova relação com a União Europeia.

Nesta data história, os cidadãos do Reino Unido deixam de ser cidadãos da União Europeia, mas tal não trará, ainda, alterações às suas vidas a nível económico ou de movimentação. No período de transição, os portadores de um passaporte britânico podem continuar a viver, trabalhar e estudar na UE e os cidadãos de outros países europeus terão os mesmos direitos no Reino Unido.

Na prática, a principal mudança que se fará sentir durante os 11 meses de transição é o facto de o Reino Unido passar a estar fora das instituições políticas europeias, incluindo o Parlamento Europeu, deixando de ter uma palavra a dizer sobre as decisões tomadas para os 27 Estados-membros.

Foi publicado hoje, no Jornal Oficial da União Europeia, a Declaração Política que estabelece o quadro das futuras relações entre a União Europeia e o Reino Unido. Neste documento, é possível consultar quais as perspetivas da relação em diferentes áreas de atuação.

Como referido, "têm em vista uma relação em matéria de comércio de mercadorias ambiciosa com base num Acordo de Comércio Livre, a fim de facilitar a fluidez do comércio legítimo. Estas disposições terão em conta o facto de que, após a saída do Reino Unido da União, as Partes constituirão mercados separados e ordenamentos jurídicos distintos."

Nesta declaração é também mencionado que "as disciplinas sobre os obstáculos técnicos ao comércio deverão estabelecer princípios comuns nos domínios da normalização, da regulamentação técnica, da avaliação da conformidade, da acreditação, da fiscalização do mercado, da metrologia e da rotulagem. As Partes deverão tratar-se uma à outra como entidades únicas no que respeita às medidas sanitárias e fitossanitárias, inclusive para efeitos de certificação, e reconhecer a regionalização com base em informações epidemiológicas adequadas prestadas pela parte exportadora. As Partes explorarão também a possibilidade de cooperação das autoridades do Reino Unido com agências da União como a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), a Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA) e a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA)."

O documento pode ser consultado na íntegra aqui.

Fonte: Qualfood/RTP Notícias

 

A Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu na quinta-feira ao fim do dia um documento com orientações para profissionais do sistema de saúde em Portugal para a prevenção e controlo da infeção pelo novo corinavírus detetado na China e que infetou já cerca de 10 mil pessoas.

Perante um caso suspeito, o potencial doente deve ser colocado numa área de isolamento (um quarto, uma sala ou um gabinete), que permita distanciamento social em relação aos restantes utentes ou doentes.

A DGS apela a que as unidades de saúde afixem, em locais visíveis, cartazes que alertem os utentes para a necessidade de informar o segurança ou administrativo no caso de terem viajado nos últimos 14 dias de Wuhan, da província de Hubei ou de áreas afetadas pelo novo coronavírus e terem sintomas de infeção respiratória.

Os profissionais de saúde devem aplicar aos casos suspeitos as medidas de controlo de infeção a partir logo do momento da admissão do caso na unidade de saúde.

Na orientação emitida, a DGS indica que os profissionais da triagem ou na inscrição dos utentes devem ser orientados e treinados para a deteção precoce de um possível caso suspeito.

Os casos suspeitos devem ficar internados, em hospitais de referência, num quarto individual de isolamento com pressão negativa e casa de banho privativa.

Se o caso suspeito estiver num hospital de segunda linha, sem área de isolamento com pressão negativa, o potencial doente deve ser colocado num quarto individual com sistema de ventilação.

As unidades de saúde devem colocar profissionais dedicados exclusivamente à prestação de cuidados do caso, restringir visitas e manter o registo de todas as pessoas que entrem na área onde o potencial doente está isolado,

Perante um caso suspeito, a DGS define que as unidades de saúde devem promover o uso de equipamento de proteção individual.

O profissional de triagem deve dar uma máscara cirúrgica ao doente suspeito, acompanhá-lo para um sítio afastado dos outros utentes, se possível para a área de isolamento definida no plano de contingência da instituição, evitando a passagem por sítios com aglomeração de pessoas.

Os profissionais de saúde devem ainda usar equipamento de proteção individual, como bata, máscara, luvas e proteção ocular.

Fonte: Observador

As alterações climáticas são uma ameaça para a produção de vinho, que pode cair para metade com um aumento de dois graus celsius da temperatura global, indica um estudo produzido por uma equipa internacional de investigadores e divulgado pela Universidade de Columbia, precisa que com um aumento de dois graus as regiões do mundo adequadas para o cultivo da vinha regridem em 56%, mas com um aumento de quatro graus serão 85% dessas terras a tornar-se incapazes de produzir bons vinhos.

No entanto, o estudo, publicado na revista científica “Procedimentos da Academia Nacional de Ciências” (publicação oficial da Academia de Ciências dos Estados Unidos), indica que se as vinhas forem reorganizadas, com castas mais resistentes ao calor, as perdas potenciais podem reduzir-se a metade da previsão com um aumento de dois graus.

Os cientistas admitem que a diversidade é essencial para tornar a agricultura mais resistente às alterações climáticas e as uvas para produção de vinho são um exemplo, com mais de 1.100 variedades plantadas, documentadas há muito. E essas uvas também são muito sensíveis às mudanças de temperatura.

“De certa forma o vinho é como o canário na mina de carvão, devido aos impactos das alterações climáticas na agricultura, porque as suas uvas são muito sensíveis ao clima”, disse Benjamin Cook, da Universidade de Columbia, um dos autores do estudo.

Os investigadores estudaram 11 variedades de uva para vinho, combinando arquivos para fazer modelos sobre quando cada uma iria brotar, florescer e amadurecer sob três cenários de temperatura: um de zero graus de aumento, outro de aumento de dois graus e outro de aumento de quatro graus.

Nos dois cenários de aquecimento as perdas eram inevitáveis e a qualidade do vinho seria afetada. Mas os investigadores descobriram que mudar as variedades da vinha podia reduzir essas perdas.

Com dois graus de aquecimento global e sem qualquer tentativa de adaptação 56% das áreas vinícolas do mundo podem perder-se. Mas se os produtores mudarem para variedades mais adequadas às alterações climáticas as perdas descem para 24%.

Na região de Borgonha (França), por exemplo, a mourvedre e a grenache, que gostam do calor, podem substituir as atuais variedades, como o pinot noir. Em Bordéus, cabernet sauvinon e merlot podem ser substituídos por mouvedre.

Os cientistas dizem que as regiões vinícolas mais frias, como na Alemanha, Nova Zelândia e noroeste da costa do Pacífico dos Estados Unidos, sairiam relativamente incólumes num cenário de aumento de dois graus centigrados.

Essas regiões podem tornar-se adequadas para variedades mais quentes, como merlot e grenache, enquanto as variedades que preferem temperaturas mais baixas, como o pinot noir, podem expandir-se para norte, para regiões atualmente não adequadas para a produção de vinho.

Por outro lado, regiões vinícolas já mais quentes, como em Itália, Espanha ou Austrália, enfrentam as maiores perdas, porque já estão limitadas à plantação das variedades mais quentes.

Os cientistas admitem que o processo de mudança não é fácil, mesmo em termos de mentalidades, porque há regiões que cultivam as mesmas variedades há muitas centenas de anos.

Fonte: Agroportal

O Conselho da União Europeia de Agricultura reuniu os ministros da agricultura europeus que discutiram, entre outras questões, a rotulagem para promover o bem-estar animal e o combate às alterações climáticas.

Julia Klöckner, ministra da Alimentação e Agricultura da Alemanha, apresentou a rotulagem do bem-estar animal implementada pelo país alemão, que tem três níveis, baseados em vários critérios relacionados com a sua produção.

A rotulagem voluntária terá início no setor da suinicultura, com o objetivo de se estender posteriormente à carne de bovino e de aves de capoeira, e identificará os produtores que cumprem várias normas de bem-estar animal acima do mínimo do país. Entre os fatores avaliados nesta categorização germânica de bem-estar estão práticas como o corte da cauda, o tipo de castração e a duração das viagens em veículos de transporte.

Durante a reunião, o Comissário Europeu da Agricultura, Janusz Wojciechowski, apresentou de que forma o Pacto Verde Europeu para combater as alterações climáticas irá afetar a produção agrícola e pecuária.

O Conselho de Agricultura e Pescas reúne os ministros de cada Estado-membro da União Europeia. A maioria dos Estados-membros faz-se representar por um único ministro para ambos os sectores, no caso de Portugal, a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, marcou presença no conselho.

Fonte: Agroportal

Retirada de produto alimentar do mercado

  • Thursday, 30 January 2020 11:21

Foram retirados de venda, das lojas Lidl, três lotes de orégãos picados Kania  (7,5 gramas), por representarem riscos para a saúde dos consumidores, anunciou a empresa, esta quarta-feira.

"O Lidl & Cia. está a proceder preventivamente à recolha do artigo 'Orégãos picados, Kania, 7,5g' com data de validade 07/2022 e lotes n.º LB91832, LA91832 e LC91834 do fornecedor WEIAND GmbH. A razão para esta recolha prende-se com o facto de análises de monitorização efetuadas ao artigo terem evidenciado uma concentração elevada de alcalóides e pirrolidizina. Tendo em consideração o risco existente para a saúde, apelamos ao não consumo do produto", lê-se num comunicado partilhado no site oficial do Lidl.

“O artigo pode ser devolvido em qualquer das lojas do Lidl e o respetivo reembolso será assegurado, mesmo sem apresentação do talão de compra”, informa a mesma nota.

Fonte: Observador

 

Uma simples foto tirada com o telemóvel é o suficiente para detetar irregularidades presentes em arroz, de acordo com uma investigação desenvolvida pela Universidade Complutense de Madrid (UCM) e o Scintillon Institute de San Diego (USA). Os cientistas desenvolveram um algoritmo na área de inteligência artificial, capaz de determinar se o arroz se encontra de acordo com a sua rotulagem. 

Na Europa, a venda de arroz de qualidade inferior como arroz de qualidade superior é uma das fraudes mais comuns. Noutros casos, plástico é adicionado aos grãos em quantidades indetetáveis, apenas percetiveis após a cozedura.

"O nosso contributo, comparado com outros meios de deteção é a simplicidade, mostrando ao consumidor que não é necessário muito dinheiro para comprovar que o arroz corresponde ao que vem mencionado no seu rótulo", afirma José Santiago Torrecilla, Professor e Investigador do departamento de engenharia química e de materiais da UCM.

A investigação teve por base 5 tipos diferentes de arroz, que foram distinguidos na forma de grão mas também depois de moídos para farinha. 

Futuramente, esta tecnologia poderá ter diferentes aplicações na industria alimentar e ser extrapolada para outros tipos de géneros alimentícios.

Fonte: Asia Pacific Food Industry

França e Alemanha estão a trabalhar em conjunto para pressionar a UE a acabar com a trituração de pintos. Didier Guillaume, ministro da Agricultura, anuncia que a prática termina no final de 2021.

“A partir do final de 2021, nada será como era antes.” O anúncio foi feito pelo ministro da Agricultura francês, Didier Guillaume, na terça-feira à noite em Paris, ao anunciar uma medida há muito exigida pelos ativistas dos direitos dos animais. A partir dessa data, a França promete banir a trituração de pintos vivos e a castração de leitões sem anestesia. 

Desde novembro passado que Alemanha e França anunciaram que iriam trabalhar em conjunto para pressionar a União Europeia a por fim à trituração de pintos — uma diretiva de 2009 autoriza a prática desde que cause morte imediata às aves e que seja para animais com menos de 72 horas de idade. Segundo o The Guardian, cerca de 7 mil milhões de pintos são triturados todos os anos, a nível mundial. Isto acontece por serem machos e não terem utilidade para a indústria agrícola — não fornecem carne de qualidade nem ovos.

A Suíça é um dos países onde, apesar de ser prática rara entre os seus agricultores, a trituração de pintos vivos já foi proibida. Na Alemanha, onde 45 milhões de pintos machos são mortos todos os anos, a ministra da Agricultura da Renânia do Norte-Vestfália tentou proibir a prática, mas os avicultores levaram a questão a tribunal. Em junho de 2019, o Tribunal Administrativo Federal validou a trituração dos animais vivos, considerando que os interesses económicos dos criadores justificam a decisão. A prática poderá continuar até que seja encontrado um método para determinar o sexo do embrião no ovo.

Fonte: Observador

A Câmara de Matosinhos aumentou esta terça-feira as equipas afetas à destruição de ninhos de vespas asiáticas e vai aplicar novos métodos para combater o aumento de casos registados desde 2015.

Entre os meses de maio e novembro, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Matosinhos recebe entre cinco a dez pedidos de ajuda diários relacionados com a vespa asiática. O primeiro ninho de vespas asiáticas no concelho foi identificado em 2013, levando a autarquia a elaborar um plano de ação específico para o efeito. De 2015 a 2019, mais de 850 ninhos de vespas asiáticas foram destruídos, mas a partir desta quarta-feira o combate será reforçado.

O município, que tinha apenas uma equipa de combate à vespa asiática – composta por um técnico e dois operacionais e munida de equipamentos de proteção individual, carro-grua e queimadores – passa a ter cinco, depois de dotar as quatro corporações de bombeiros de meios de combate, referiu à Lusa José Pedro Rodrigues, vereador da Proteção Civil, à margem da entrega dos novos equipamentos que decorreu esta terça-feira.

O vereador da CDU explicou que as corporações do concelho, no distrito do Porto, foram dotadas com materiais de queima, fatos simples e equipamentos de proteção individual. “De realçar que o combate à vespa asiática em Matosinhos é feito com recurso a meios próprios”, destacou.

Além deste reforço, José Pedro Rodrigues revela que a câmara vai ainda adotar novas formas de destruição de ninhos, dado o principal meio de combate ser feito por queima, obrigando os operadores a trabalharem em locais de difícil acesso e a grandes altitudes, como árvores e telhados.

As novas equipas vão começar a utilizar inseticidas em formato de pastilha para os locais onde não seja possível fazer queimas, inseticidas em formato de aerossol (vulgar spray) para repelir e destruir pequenos ninhos ou aglomerados de vespas e uma arma de paintball adaptada para o uso de pequenas esferas congeladas com inseticidas para situações de ninhos inacessíveis.

O vereador da Proteção Civil justificou o recurso a novos meios para eliminar de forma “mais robusta e eficaz” os ninhos de vespas que não pararam de aumentar no concelho desde 2015, acrescentando que Matosinhos não é o primeiro município do país a utilizar novas formas de combate.

Desde 2015, Matosinhos já destruiu 857 ninhos, dos quais 114 nesse mesmo ano, 144 em 2016, 173 em 2017, 176 em 2018 e 250 em 2019, dos quais 450 foram solicitações da população. Devido a este aumento é que o município entendeu evoluir para mais meios humanos e novas técnicas de combate. “Temos vindo a cartografar todas as eliminações para perceber o raio de propagação e os fatores que contribuirão para esta multiplicação para traçar a melhor forma de combate”, concluiu o vereador.

O primeiro ninho de vespa asiática detetado em Matosinhos foi a 25 de julho de 2013 na zona da Senhora da Hora. À data não se conheciam métodos de destruição ou quais os equipamentos de proteção individual.

Fonte: Observador

Tempo é dinheiro e os portugueses estão dispostos a pagar por ele, a começar naquele que ganham com a preparação de refeições. No ano passado os consumidores gastaram em Portugal 196 milhões de euros em comida pronta nos super e hipermercados, segundo dados da empresa de estudos de mercado Nielsen. Mais 8,35% do que em 2018 e, se recuarmos dois anos, a subida ainda é mais expressiva: 21%. “Assistimos nos nossos associados a uma tendência de oferecer serviços e funcionalidades que respondam às expectativas dos consumidores”, comenta Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).

Esta é uma área onde os retalhistas alimentares estão a apostar, com a introdução de áreas de take away ou mais oferta de comida pronta nas zonas de refrigeração. Há muito que a cadeia do grupo Jerónimo Martins tem vindo a apostar em cozinhas centrais para a produção da oferta de take away.

Não surpreende por isso que a espanhola Mercadona tenha optado por abrir os supermercados a Norte do país já com oferta de take away, o que não acontecia em Espanha. Consumidores procuram conveniência, o motivo é simples. “O desafio de manter o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é uma das principais preocupações dos consumidores portugueses”, diz Ana Paula Barbosa, diretora da área de retalho da Nielsen. “Com mais confiança e mais disponibilidade para gastar, mais de metade dos consumidores portugueses afirmam que “vale a pena pagar mais por qualquer coisa que lhes faça poupar tempo”, diz, citando o estudo Shopper Trends, da Nielsen. “Esta conveniência deve estar nos formatos de loja, nos produtos, nas embalagens, nos serviços ou no recurso às novas tecnologias”, sublinha. “No seguimento desta realidade, assistimos de facto a crescimentos significativos em categorias como o take away, a cafetaria/pronto a comer e as refeições e componentes refrigerados”, destaca ainda a responsável da empresa de estudos de mercado. Efetivamente, não é só o take away a ver crescer a procura nos supermercados. Em 2019 os portugueses gastaram 91,7 milhões de euros na área de cafetaria/pronto a comer nessas lojas, uma subida de 31% em dois anos, segundo os dados da Nielsen. A procura pela conveniência também se refletiu no aumento das vendas de refeições refrigeradas: em 2019 os consumidores gastaram com elas 96,2 milhões, mais 28% do que há dois anos. Uma busca pela conveniência que também tem empurrado o crescimento da compra online e entrega ao domícilio de comida. Essa área já representa 26% do comércio online em 2018, tendo subido 9% face ao ano anterior, de acordo com o estudo The Quest for Convience, da Nielsen. “São as mulheres que mais utilizam o serviço de entrega de refeições prontas ao domicílio, com maior prevalência das classes sociais mais elevadas”, refere Ana Paula Barbosa.

Fonte: Dinheiro vivo

No próximo dia 1 de Abril, entra em vigor a aplicação do Regulamento de Execução (UE) 2018/775, que estabelece regras para a aplicação do artigo 26.o, n.o 3, do Regulamento (UE) n.o 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios, no que se refere às regras para a indicação do país de origem ou do local de proveniência do ingrediente primário de um género alimentício.

Aconselhamos a consulta do projeto de Comunicação da Comissão que fornece orientações aos operadores das empresas do setor alimentar e às autoridades nacionais sobre a aplicação das disposições do nº 3 do artigo 26º do Regulamento (UE) Nº 1169/2011, sem prejuízo de numa data posterior virmos a divulgar a versão definitiva, quando esta for publicada no Jornal Oficial da UE.

Fonte: Qualfood/DGAV