As exportações do setor agroalimentar estão a dar sinais de retoma, apesar do contexto ainda marcado pelos efeitos socioeconómicos da pandemia em que vivemos. Assim, e segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), ao analisarmos as exportações do setor relativas ao mês de junho de 2020, quando comparadas com o os dados registados no mesmo mês de 2019, verifica-se um aumento das exportações em 5,2%, passando de 524 para 552 milhões de euros, e um ligeiro decréscimo das importações no valor de -0,7%, descendo estas de 807 para 801 milhões de euros.
Também no que respeita ao acumulado de janeiro a junho de 2020, em relação ao período homólogo de 2019, registou-se um ligeiro acréscimo das exportações, de 3.271 para 3.285 milhões de euros (+0,4%), e uma diminuição das importações, de 5.101 para 4.870 milhões de euros (-4,5%).
Avaliados estes dados do complexo agroalimentar por tipo de produto, verificamos que as plantas vivas e os produtos de floricultura são os que revelam um comportamento mais positivo, a crescerem 39,7%, seguindo-se os vinhos e mostos, com um aumento de 16%, os frutos, com os citrinos e melões em destaque, a crescerem 6,2% e os produtos lácteos, ovos e mel, a subirem no mês junho 4,4%, quando comparado com o mesmo período do ano passado.
Fonte: Agroportal
Portugal desperdiça, em média, um milhão de toneladas de alimentos por ano. Um vídeo divulgado nas redes sociais lançou a polémica e fomos saber mais, junto da Associação de Empresas de Distribuição e do Banco Alimentar.
Numa altura em que muitas pessoas passam mais dificuldades por causa da pandemia de Covid-19, o desperdício alimentar assume ainda mais relevância. Segundo o diretor-geral da Associação de Empresas de Distribuição (APED), os consumidores são quem mais desperdiça comida.
“Os estudos indicam que no retalho, a distribuição é responsável por 5% do total de desperdício alimentar, já os consumidores domésticos são responsáveis por 42%”, indica Gonçalo Lobo Xavier.
Em média, Portugal desperdiça um milhão de toneladas de alimentos por ano, muitas delas deitadas ao lixo por super e hipermercados, como mostrou um vídeo que circulou nas redes sociais.
“Não podemos ter na loja produtos em fim de vida que, do ponto de vista legal e do ponto de vista da qualidade alimentar, não cumpram os requisitos necessários”, explica o diretor-geral da APED.
O responsável reconhece que os supermercados são obrigados a adotar práticas muito exigentes para assegurar a qualidade alimentar dos produtos e a saúde dos consumidores, mas admite que “há procutos que não estão, do ponto de vista comercial, disponíveis para serem apresentados em loja e têm a qualidade suficiente para serem consumidos e doados”.
Nesse sentido, garante, são cada vez mais as medidas adotadas pelos supermercados para combater o desperdício alimentar, nomeadamente através da venda de produtos em final de prazo a preços reduzidos ou no aproveitamento dos chamados "legumes feios" para sopas.
Depois do primeiro vídeo que correu as redes sociais, os autores lançaram um segundo, no qual confirmam o desperdício de outra grande superfície.
Porque não chegam mais “sobras” dos supermercados às famílias portuguesas carenciadas? Gonçalo Lobo Xavier aponta para uma carência no voluntarismo.
“Há cada vez mais voluntários junto das IPSS para levantar os produtos nas nossas instalações. Temos muitos protocolos com estas instituições, mas também verificamos que nem sempre há o voluntarismo das pessoas para fazer chegar, em tempo útil, os produtos às famílias mais necessitadas”, afirma.
São mais de 700 as instituições privadas de solidariedade social (IPSS) que recebem alimentos para entregar a famílias carenciadas. No ano passado, foram entregues mais de 16 mil toneladas de alimentos, o que representa um crescimento de 14 % em relação ao ano anterior.
Então, o que se passa? Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, explica que o problema não está na falta de voluntários, mas nos horários de recolha.
“Estamos a falar muitas vezes de produtos perecíveis, como o pão, os bolos, fruta já madura, legumes que já não podem ser vendidos e todos estes produtos requerem um cuidado, seja na sua angariação seja depois na sua distribuição. E a grande questão que existe hoje é sobretudo logística, de horários. As cadeias de distribuição, os supermercados fecham às 21h00, quase todos à mesma hora, há ainda os hipermercados que encerram mais tarde e a essa hora a maior parte das instituições de solidariedade social já está encerrada”, começa por dizer.
Neste sentido, “mesmo havendo boa vontade de voluntários, há aqui um desajuste entre as horas a que se pode recolher os produtos e aquelas em que estes produtos podem ser distribuídos e entregues”.
Nestas declarações, Isabel Jonet diz ainda que é preciso ter cuidado com os vídeos que alertam para o desperdício alimentar quando não se conhece a realidade e as dificuldades logísticas no terreno.
Fonte: Rádio Renascença
A utilização do livro de reclamações eletrónico aumentou 52% em 2019 e, em 2020, registaram-se mais de 98.800 reclamações. A informação é avançada pelo gabinete do ministro de Estado e da Economia e Transição Digital.
Em 2018, foram registadas 57.477 reclamações e, em 2019, 87.396 mil reclamações, num crescimento de 52%.
Detalha o comunicado enviado às redações que, entre julho de 2017 e junho de 2020, foram registadas no livro de reclamações eletrónico mais de 250 mil reclamações, "sendo a maioria dos acessos feitos por computador, seguindo-se o telemóvel e o tablet".
Considerando apenas os primeiros sete meses de 2020, "o registo de reclamações no Livro de Reclamações Eletrónico é de 98.837, somando-se 3542 pedidos de informação, 621 elogios e 371 sugestões".
Já em formato físico, o Livro de Reclamações registou, em 2019, 325.704 reclamações, menos 14% de reclamações em comparação com o ano anterior.
Para o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, “o Livro de Reclamações potencia o exercício de um direito de cidadania, uma melhor fiscalização económica e a afirmação da defesa do consumidor como um fator de competitividade na economia. O acesso à informação estatística das reclamações é fundamental para a obtenção de informação detalhada sobre as reclamações e comunicações dos consumidores, permitindo-nos compreender os padrões dos conflitos de consumo e formular melhores políticas públicas”.
“Pretendemos continuar a apostar na melhoria constante deste instrumento muito relevante, designadamente através da incorporação de tecnologias de informação e comunicação e de inteligência artificial”, conclui.
Fonte: Notícias ao Minuto
Após estabelecimento de contactos entre a DGAV e a autoridade fitossanitária de Singapura- a National Parks Board (NParks), podem ser exportadas pêras e maçãs produzidas em Portugal e destinadas àquele país. As remessas não carecem de serem acompanhadas de Certificado Fitossanitário, mas serão sujeitas a inspeção para verificação da presença das pragas: Anastrepha obliqua, Anastrepha fraterculus, Anastrepha ludens, Bactrocera tyroni, Ceratitis rosa, Ceratitis capitata, Chrysomphalus aonidium e Quadraspidiotus perniciosus, realizadas nas instalações dos importadores aprovados pela NParks.
Fonte: DGAV
O principal silo de armazenamento de cereais no porto de Beirute ficou completamente destruído na explosão que abalou a capital libanesa na terça-feira, provocando a morte de 100 pessoas e cerca de 4 mil feridos.
Esta quarta-feira, o ministro da Economia do Líbano explicou que, com a explosão "devastadora" de ontem, as reservas de trigo armazenadas ao longo de vários meses desapareceram, deixando a nação com cereais garantidos "para pouco menos de um mês".
Em entrevista à Reuters, Raoul Nehme diz que, para garantir a segurança alimentar da população, o Líbano precisa de reservas para pelo menos três meses.
A explosão deixou a zona portuária de Beirute completamente destruída, inutilizando a principal porta de entrada marítima de importações para alimentar uma nação de mais de seis milhões de habitantes.
O silo que ficou destruído tinha capacidade para armazenar 120 mil toneladas de cereal, de acordo com Ahmed Tamer, diretor do porto de Trípoli, a segunda maior cidade do Líbano.
O porto em Trípoli, o segundo maior do país a seguir ao de Beirute, não está equipado para armazenar cereal, mas o trigo que resta pode ser transferido para armazéns a cerca de dois quilómetros de distância, adiantou Tamer.
Quando se deu a explosão, o silo de Beirute armazenava não mais que 15 mil toneladas de trigo, de acordo com Ahmed Hattit, dirigente do sindicato de importadores de cereais, citado pelo jornal local "Al-Akhbar".
Hattit adianta que as atuais reservas de farinha do Líbano são suficientes para garantir as necessidades do mercado durante um mês e meio. Também assegura que quatro navios de carga, que transportam no total 28 mil toneladas de trigo para o país, ainda não atracaram no porto.
De acordo com uma fonte oficial do Ministério da Economia, citada pela emissora LBCI, o Líbano está a tentar transferir de imediato quatro navios com um total de 25 mil toneladas de farinha para o porto de Trípoli.
Fonte: Rádio Renascença
Os benefícios do café são bem conhecidos, mas a temperatura utilizada pode melhorar as suas propriedades. Em pleno verão, estas são algumas das vantagens do café frio, pois além de refrescar, ajuda a proteger o corpo.
O poder energético de uma chávena de café não se perde quando é transformado em café frio, algo que tranquiliza os amantes desta bebida secular. Além disso, possui tantas modalidades quanto a versão quente: café expresso, macchiato, cappuccino, descafeinado ... As técnicas de fabricação vão além do arrefecimento do café, que, apesar de sua popularidade, não é a melhor opção porque dilui a potência e o gosto. Segundo os especialistas da marca de café frio Kaiku Caffè Latte, esta bebida é ideal para o ano todo, embora estejamos mais acostumados a consumi-la nos meses de verão e contamos com o apoio da comunidade científica, que confirma as propriedades nutricionais. Descubra os 5 principais benefícios do café frio:
Fonte: Revista Alimentaria
Um tratamento para superfícies metálicas com peptídeos antimicrobianos que ocorrem naturalmente foi desenvolvido por cientistas da Universidade de Purdue.
Em outras palavras, a tecnologia da equipa de pesquisa de Purdue consiste em criar superfícies metálicas que matam bactérias que tentem fixar-se a elas.
David Bahr, líder da equipa e professor de engenharia de materiais da Purdue, disse que essa tecnologia se aplica principalmente ao processamento de alimentos e superfícies de corte, que podem ser especialmente vulneráveis ao crescimento de bactérias por causa dos materiais e design das superfícies.
Esta tecnologia pode reduzir o risco de contaminação cruzada. Contaminação cruzada é a transferência de bactérias nocivas de uns alimentos para outros, através de tábuas de corte, utensílios etc. Isso é especialmente verdadeiro ao manusear carne crua, aves e marisco, colocando-os na mesma superfície que os alimentos que já se encontram cozidos/prontos a comer e produtos frescos o que pode originar a proliferação de bactérias nocivas.
"Esta tecnologia pode ajudar a garantir que, se numa instalação de processamento de alimentos se estivesse a cortar hortofrutícolas, as bactérias não seriam transferidas de uma superfície contaminada para a ferramenta de corte, iniciando assim a contaminação", disse Bahr. "Quando utilizada em conjunto com boas práticas (lavagem de alimentos e manuseamento correto), deve permitir menos surtos de doenças transmitidas por alimentos".
Bahr explicou que a equipa cria uma superfície de metal oxidada com fissuras de nanómetros de largura e profundidade de micrómetros, onde peptídeos antimicrobianos podem ser infundidos nessas fissuras microscópicas. O material armazenado nas fissuras é libertado com o tempo e o processo de oxidação também altera a cor do material, o que fornece um indicador visual dos materiais remanescentes da resistência antimicrobiana. O processo funciona em aço inoxidável e titânio e pode ser usado numa ampla gama de ligas metálicas comerciais.
De momento, procuram parceiros para a comercialização desta tecnologia
Fonte: Food Safety News
As autoridades marítimas ordenaram ontem a interdição de banhos nas praias de Santo António e Monte Gordo, no concelho de Vila Real de Santo António, devido à presença de coliformes na água, disse o capitão do porto.
“As bandeiras vermelhas foram hasteadas nas praias de Santo António e Monte Gordo, devido à presença de bactérias na água”, afirmou à agência Lusa o capitão do porto de Vila Real de Santo António, Rui Andrade.
A interdição está em vigor desde cerca das 15:00 e “as pessoas são desaconselhadas a ir a banhos” enquanto a mesma estiver em vigor, alertou a mesma fonte.
As bandeiras vermelhas vão permanecer hasteadas em ambas as praias até a Agência de Portuguesa do Ambiente (APA) proceder a novas análises que certifiquem a inexistência de bactérias na água.
Às 16:12, apesar de a proibição já estar em vigor, o ‘site’ de informação da APA que faz a monitorização da capacidade das praias determinada para evitar a propagação da pandemia de covid-19 ainda classificava a qualidade da água na praia de Monte Gordo e na de Santo António como excelentes.
A colheita para as análises que levaram a desaconselhar banhos nas praias de Santo António e Monte Gordo, em Vila Real de Santo António, foram feitas na segunda-feira e o resultado conhecido ontem, esclareceu a Agência Portuguesa do Ambiente.
O organismo deu a conhecer à agência Lusa os resultados das análises que estiveram na origem do hastear da bandeira vermelha nas duas praias algarvias, cerca das 15:00, nas quais foi “detetada a bactéria coliforme ‘Escherichia Coli’”, com um valor que dobrava “o valor limite para esta bactéria”.
“O desaconselhamento do banho irá manter-se até que haja um resultado que permita a prática balnear, de acordo com o valor acima referido”, referiu a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), referindo-se a um limite máximo de 1000 NMP/100ml, quando as águas das praias de Santo António e Monte Gordo revelaram a presença de 2087 NMP/100ml.
A APA adiantou que já foi feita ontem uma nova colheita para análise e a informação será atualizada, hoje, quinta-feira.
A mesma fonte advertiu ainda que, “durante o período de desaconselhamento do banho, os utentes não devem tomar banho” e devem reportar “qualquer sintoma anormal” aos serviços de saúde.
A Câmara de Vila Real de Santo António atribuiu o hasteamento da bandeira vermelha nas duas praias do concelho a uma descarga de um barco e anunciou que a autarquia vai realizar análises independentes.
A mesma fonte disse ter falado com responsáveis da Agência Portuguesa do Ambiente, que procede às análises a água, e com o capitão do porto de Vila Real de Santo António, “a dizer que não entendia porque tem de ser içada a bandeira vermelha, se é não aconselhável ir banhos, e não interdito”.
Conceição Cabrita disse ter recebido a resposta de que “nestas situações tem de ser sempre hasteada a bandeira vermelha” e adiantou que a autarquia está à espera “que a APA faça uma contra-análise, que sairá amanhã de manhã (quinta-feira) [o resultado]”.
A mesma fonte garantiu que no concelho “não há neste momento nenhum esgoto a sair para o mar” e “deixou de haver fossas nos restaurantes” quando foi feita a obra de requalificação da praia e construído o passadiço de madeira que protege as dunas, pelo que se houve contaminação, como a APA aponta, ela “foi externa”.
“Pode ter sido por exemplo um barco que fez uma descarga, porque é estranho haver só em Vila Real de Santo António e Monte Gordo. Se fosse uma contaminação de esgotos, com as marés teria de ir para mais sítios e para o concelho de Castro Marim. É estranho porque é que só há em Monte Gordo e Vila Real, agora, como não sou especialista nesta área, não posso dizer mais”, afirmou ainda a presidente da câmara algarvia.
Fonte: Sapo24
A próxima edição da Alimentaria Barcelona, o salão de alimentação, bebidas e “foodservice” mais importante de Espanha, terá lugar de 17 a 20 de maio de 2021.
A feira de Barcelona adiou o certame que estava previsto para este ano, dando assim resposta ao pedido das principais empresas e associações, de modo a que este possa ser o mais internacional possível. Recorde-se que, na sua última edição, a Alimentaria, juntamente com a Hostelco, reuniu 4.500 empresas e 150 mil visitantes profissionais, dos quais 25% internacionais.
Josep Lluís Bonet, presidente da Alimentaria, sublinha que “a decisão secunda a vontade maioritária do tecido produtivo e associativo do sector, apostando por celebrar um evento num ambiente mais favorável e sem tantas limitações na mobilidade internacional. O nosso objetivo comum é, como sempre, ser uma grande ferramenta para a indústria, a sua projeção e conseguir a melhor edição e participação possível”.
Nesse sentido, para Antonio Valls, diretor geral da Alimentaria Exhibitions, “abre-se um novo cenário que faz prever uma grande edição para maio de 2021, com a cumplicidade do sector, com um elevado grau de internacionalização e uma reativação da procura internacional tão necessária quer para a indústria como para o próprio salão”.
A importância do certame fica patente nos 903,6 milhões de euros de impacto estimado na economia catalã, incluindo quer a atividade da feira de Barcelona para a organizar, quer os gastos de expositores e visitantes e o negócio gerado pelas empresas expositoras no âmbito da sua realização, segundo estima um estudo da Universidade de Barcelona.
Fonte: Grande Consumo
O Conselho adotou esta semana decisões respeitantes à assinatura do acordo entre a União Europeia e o Governo da República Popular da China sobre as indicações geográficas (IG).
Trata-se do primeiro acordo comercial bilateral significativo assinado entre a UE e a China.
O acordo assegurará que 100 IG ("indicações geográficas") do setor agroalimentar da UE, como o Mozzarella di Bufala Campana, o vinho do Languedoc, a Polska Wódka ou a Elia Kalamatas, passem a ser protegidas no mercado chinês. De igual modo, 100 produtos chineses serão protegidos na UE, ficando, assim, garantido o respeito mútuo do melhor de ambas as tradições agrícolas.
Quatro anos após a sua entrada em vigor, o âmbito de aplicação do acordo será alargado a mais 175 denominações IG de ambas as partes. O acordo prevê também um mecanismo que permitirá acrescentar mais indicações geográficas passado esse prazo.
Uma IG é um sinal distintivo utilizado em produtos que têm uma origem geográfica específica e possuem qualidades ou uma reputação que são devidas a essa origem. O acordo UE-China permitirá, pois, proteger grandemente os direitos de propriedade intelectual: conferirá salvaguardas contra a tradução, transcrição ou transliteração e contra a utilização das indicações geográficas protegidas acompanhadas de termos como "género", "tipo", "estilo", "imitação" ou outros semelhantes em relação a um produto não originário.
As IG provaram também ser um instrumento de comercialização útil, ajudando a garantir aos produtores receitas de exportação mais elevadas e mais estáveis: de acordo com um estudo encomendado pela Comissão em 2013, um produto com indicação geográfica vende-se, em média, a mais do dobro do preço de um produto similar sem indicação geográfica. Além do mais, a China é um mercado com grande potencial de crescimento para a indústria europeia de bebidas e produtos alimentares. Por conseguinte, este acordo beneficiará os produtores europeus e deverá constituir um estímulo para as zonas rurais de onde provêm esses produtos.
As indicações geográficas coexistirão com as anteriores marcas comerciais, das quais a grande maioria pertence aos seus legítimos proprietários na Europa.
Em 10 de setembro de 2010, o Conselho autorizou a abertura das negociações de um acordo com a China sobre IG.
A data e o local de assinatura do acordo não foram ainda definidos. Depois de assinado, o acordo terá de ser aprovado pelo Parlamento Europeu antes de poder ser celebrado e entrar em vigor.
Fonte: Conselho Europeu
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