As apreensões de mais de mil garrafas de vinho contrafeito de Barca Velha ou Pêra-Manca em 2017 levou à criação de equipas especiais da ASAE para combater uma fraude em crescimento, disse esta quinta-feira o diretor-geral daquela autoridade.
“Criámos brigadas especializadas, vocacionadas para o vinho. Em termos de intervenção operacional da ASAE colocámos nas diversas unidades regionais uma brigada especializada para o setor do vitivinícola para dar acompanhamento a um produto nacional”, explicou à Lusa Pedro Gaspar, inspetor-geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
À margem da cerimónia de apresentação do congresso internacional “Wine Track 2018”, que está agendado para o próximo dia 26 de outubro, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, Pedro Gaspar disse que foram criadas brigadas, constituídas por dois inspetores, para combater a fraude relacionada com o setor vitivinícola.
“Há uma brigada no Norte, Centro e Sul, portanto, nas três unidades regionais, para além dos reforços que existirão quando é necessário”, conta aquele responsável pela ASAE, acrescentando que à semelhança do setor turístico, que necessitou de brigadas para o setor do alojamento local, foram também criadas equipas na sequência das apreensões grandes de cópias de vinhos de qualidade, como sucedeu em 2017 com a apreensão de mais de mil e tal garrafas de vinhos com o rótulo Barca Velha ou Pêra-Manca.
Segundo Pedro Gaspar, a ASAE tem atuado com o objetivo estratégico de “proteger as marcas nacionais, os produtos nacionais e os produtos de diferenciação qualitativa”. O diretor-geral da ASAE chama também a atenção para o fenómeno da venda ‘online’ de vinhos falsificados e que vai sendo colocado no mercado “em pequenas quantidades, porque é vendido pela Internet.
O online, à partida, tem um preço mais baixo, porque não tem a despesa fixa do estabelecimento e o consumidor, às vezes, pensa que está a adquirir ali algo mais interessante. Muitas vezes, está a comprar um produto fraudulento, que é disponibilizado via ‘online’, onde é mais difícil de detetar e que é uma área a ter interesse”, explica.
Pedro Gaspar falava à margem da cerimónia do congresso internacional “Wine Track 2018”, que vai decorrer pela primeira vez em Portugal, no próximo dia 26 de outubro, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.
A organização do evento é da responsabilidade da Société des Experts Chimistes de France e da Associação de Laboratórios de Enologia e tem o objetivo de mostrar os caminhos para rastrear o percurso do vinho e chegar à verdadeira origem do produto.
Fonte: Observador
Foi publicado no Jornal Oficial da UE no passado dia 8 de junho o documento ‘Comunicação da Comissão relativa a Perguntas e Respostas sobre a aplicação do Regulamento (UE) nº 1169/2011 relativo à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios’, que se destina a substituir ‘Perguntas e Respostas sobre a aplicação do REG. (UE) n.º 1169/2011’, de 31 de janeiro de 2013.
O documento, com novo formato, repete algumas das questões já anteriormente respondidas, acrescenta novas questões e suprime outras.
Fonte: DGAV
A metodologia comum vai permitir às autoridades nacionais de defesa do consumidor efetuar análises que comparem a composição e as características dos produtos alimentares vendidos com embalagens semelhantes em toda a UE.
A nova metodologia foi criada pelo Centro Comum de Investigação (JRC), serviço científico e de conhecimento da Comissão Europeia, tendo contado com vários contributos, incluindo da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
Comercializados em conformidade
A metodologia de ensaio - que assenta em princípios fundamentais como a transparência, a comparabilidade, a seleção de amostras semelhantes e a análise dos produtos - permitirá às autoridades determinar se os produtos alimentares são comercializados em conformidade com a legislação da UE.
Todos os produtos alimentares vendidos na UE têm de cumprir normas rigorosas em matéria de segurança e os consumidores devem ser informados das características essenciais, estabelecidas, nomeadamente, na legislação sobre rotulagem dos alimentos na UE.
As autoridades em matéria de segurança alimentar nacional e de defesa do consumidor são responsáveis por garantir que os alimentos colocados no mercado único estão em conformidade com a legislação aplicável da UE.
Fonte: Sapo Lifestyle
Demonstrado que foi em abril de 2018 o interesse de Portugal nesta exportação e verificada a necessidade de uma licença de importação, a mesma foi obtida em maio de 2018 e englobava os requisitos sanitários exigidos por aquele país, tendo sido elaborada a respetiva certificação sanitária.
Está assim aberta a possibilidade de exportação de pintos do dia para a Etiópia a partir de Portugal nas condições referidas, sendo as Direções de Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais/Regiões Autónomas (DSAVR/RA) os Serviços responsáveis pela emissão dos respetivos certificados sanitários oficiais.
Fonte: DGAV
A DGAV divulgou o Plano de contingência para o controlo de Tecia solanivora. Esta praga de quarentena é uma das pragas mais destrutivas, que tanto ataca a batata em cultura como batata armazenada, causando graves estragos nos tubérculos, inviabilizando a cultura da batata. Foram já registados focos deste inseto nas regiões da Galiza e Astúrias, conforme informação já divulgada anteriormente pela DGAV.
Fonte: DGAV
A alimentação é uma necessidade fundamental do Homem. Os consumidores esperam que os alimentos que compram e consomem sejam apetecíveis, nutritivos e, ao mesmo tempo, seguros. Este último aspeto significa que os alimentos consumidos não podem colocar a saúde do consumidor em perigo. Mas, como diz o velho provérbio chinês, “quem não tem alimento, tem um problema, quem tem alimentos, tem vários problemas”. De facto, as toxinfeções alimentares (doenças causadas pela ingestão de alimentos contaminados por microrganismos patogénicos) são um problema grave. De acordo com as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), 23 mil pessoas adoecem e cinco mil morrem, anualmente, na Europa, na sequência da ingestão de alimentos contaminados.
Os consumidores estão, hoje, mais conscientes das questões de segurança alimentar do que nunca, mas, curiosamente, uma grande parte das toxinfeções alimentares está associada à preparação e ao consumo de alimentos nas nossas casas. A exposição dos alimentos a temperaturas de aquecimento ou de refrigeração inadequados e, ainda, algumas práticas de higiene incorretas, são as violações de segurança alimentar identificadas com maior frequência. Acredita-se, portanto, que se poderia evitar a maioria das doenças transmitidas por alimentos se estes fossem manuseados com segurança do “prado ao prato” – e o consumidor pode, a este nível, ter um papel determinante!
A comunicação de risco, uma das etapas que compõem a análise de risco – base da política de segurança dos alimentos – visa “dotar os consumidores e o público em geral da informação necessária para fazerem uma escolha consciente e sustentada”. Várias iniciativas têm sido levadas a cabo em todo o mundo com o objetivo de reduzir o impacto das doenças transmitidas por alimentos, informando, inclusive, os consumidores sobre práticas de segurança alimentar em casa. Mas, estarão estas estratégias de comunicação de risco a ser eficazes? Estarão a ser comunicados os riscos mais significativos e as melhores formas de os controlar? As campanhas de comunicação de risco estarão a chegar às populações-alvo? Estarão a ser utilizados os canais de comunicação mais eficazes? Os consumidores entenderão as mensagens? Os consumidores confiarão nas fontes de informação? Estarão identificadas as barreiras à comunicação eficaz com cada grupo-alvo? Terão as práticas e comportamentos de segurança alimentar melhorado muito?
A verdade é que – por exemplo – apesar de várias campanhas aconselharem os consumidores a não lavar o frango para evitar a propagação de Campylobacter, esta prática é, ainda, uma rotina nas cozinhas das pessoas. Simultaneamente, ainda que vários sites e outras fontes de informação alertem para o risco de contração de listeriose nas mulheres grávidas e as suas respetivas consequências, muitas mulheres continuam a consumir alimentos de alto risco durante a gravidez. Destaque-se, ainda, o caso dos lanches das crianças, que, frequentemente, incluem alimentos perecíveis – como é o caso, por exemplo, do fiambre –, armazenados à temperatura ambiente por longos períodos de tempo. É preciso esclarecer: quantos frigoríficos domésticos funcionam à temperatura recomendada? Quantos consumidores sabem qual é esta temperatura? E quantos a verificam?
Cabe à comunidade científica, às autoridades e ao mercado encontrar as melhores estratégias para ajudar os consumidores a mitigar os riscos alimentares. Mais do que aumentar o conhecimento e a perceção de risco, será necessário influenciar o comportamento de risco das pessoas. É este o propósito da equipa multidisciplinar do projeto SafeConsume - Safer food through changed consumer behavior: Effective tools and products, communication strategies, education and a food safety policy reducing health burden from foodborne illnesses.
Fonte: Público
O trocadilho é inevitável e está em muitos dos artigos que se têm escrito sobre o tema. Depois de no ano passado, Berlim ter sido invadido por lagostins vermelhos do pântano, nome científico Procambarus clarkii, levando as autoridades e cidadãos ao desespero, este ano quando a praga recomeçou, tomaram-se medidas mais proativas. O melhor será aproveitar os lagostins para comer e inseri-los nas cartas dos principais restaurantes da capital alemã, os de luxo incluídos.
Em maio deste ano, a revista de viagens”Lonely Planet” era a primeira a alertar para a inédita situação: escrevia que, no ano passado, quando as ruas e jardins de Berlim foram invadidos por lagostins, levou ao desespero moradores que nem os podiam caçar, devido a leis de caça furtiva. Já este ano, quando se percebeu que a situação se iria repetir, fez-se uma adenda na legislação para permitir a sua captura e utilização, como alimento e repasto gastronómico.
A adenda é temporária, só este ano e até se controlar a praga e só para restaurantes, não para o cidadão comum. A adesão foi imediata e diversos estabelecimentos criaram cartas inteiras à volta dos lagostins, que ainda por cima parecem ser saborosos.
A história do início da praga é ainda mais insólita, com a revista a adiantar que esta espécie é originária do sul dos EUA — são parentes diretos do Lousiana Crayfish, que faz maravilhas pelos restaurantes desta região dos Estados Unidos e é um dos seus ex-libris, bem como do norte do México.
As autoridades acreditam que o número crescente de animais terá sido por pessoas os terem em aquários, o que parece que chegou a ser uma moda, e depois os libertarem nos lagos da cidade, onde se multiplicaram de forma incontrolável.
Com invernos moderados e verões chuvosos, foram-se espalhando e de repente andavam, literalmente, pelas ruas de Berlim. A espécie é considerada como invasora pela Comissão Europeia, com muitos especialistas a darem-lhe o nome menos bem simpático de “praga”.
A ideia que tudo mudou
Esta segunda-feira, 11 de junho, o jornal norte-americano “Washington Post” dedicou um extenso artigo ao tema e ao responsável berlinense que, pelos vistos, tudo mudou. O jornal conta que no ano passado, as autoridades da cidade capturaram e destruíram mais de quatro mil lagostins do Louisiana e introduziram enguias como predador natural, mas ainda assim não os conseguiram controlar.
Quanto os lagostins começaram a aparecer no centro da cidade, em alguns casos lançaram o pânico, com moradores a ligar para os serviços de emergência com relatos de “escorpiões” ou camarões gigantes.
Foi quando um responsável municipal, Derk Ehlert, decidiu começar a investigar se os lagostins seriam adequados para consumo, se não teriam substâncias nocivas ou metais pesados. Como a resposta foi negativa, fez-se a alteração legislativa. Hoje, há restaurantes a fazer muito dinheiro à conta da praga, e até pescadores com carreiras recuperadas.
“Capturar lagostins a cerca de 500 metros do Portão de Brandemburgo é sensacional”, comentou um pescador de 63 anos, ao “Washington Post”.
Fonte: NIT
Na tradição gastronómica portuguesa o peixe assume um papel de destaque e de extrema importância. Em termos nutricionais, o pescado é rico em proteínas de alto valor biológico e fonte de lípidos (ou gorduras), mais especificamente ácidos gordos essenciais ómega-3.
Fornece ainda quantidades consideráveis de vitaminas, como as vitaminas A e D, e minerais como o potássio, fósforo, iodo e selénio. Estudos realizados nos últimos 30 anos, associam o consumo de peixe a um melhor funcionamento do sistema cardiovascular e à proteção contra doenças cardíacas e vasculares.
Segundo a pirâmide da dieta mediterrânica, o pescado encontra-se no patamar dos alimentos que devem ser consumidos semanalmente. Este guia alimentar sugere o consumo de duas ou mais porções de peixe/pescado por semana.
No entanto, a presença de possíveis contaminantes no pescado preocupa os consumidores. Os contaminantes que oferecem uma maior preocupação são o metilmercúrio, as dioxinas e os bifenilpoliclorados (PCB’s). O mercúrio em particular surge no ambiente como resultado de processos de origem natural (p.ex: emissões vulcânicas) ou da atividade humana (p.ex: pesticidas, termómetros, baterias, etc.).
Efeitos positivos superam os riscos?
De acordo com o comité científico da EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) e tendo em conta as revisões sobre o tema, os efeitos positivos do consumo de pescado (nomeadamente a prevenção de doenças cardiovasculares nos adultos e o papel essencial no desenvolvimento neurológico do feto e das crianças) superam os potenciais riscos.
Os peixes mais ricos em mercúrio, tais como o tubarão, o bagre, o pintado, a anchova vermelha e o peixe-batata não são habitualmente consumidos pela população portuguesa. Podemos assim dizer que, pelos dados que dispomos atualmente, os benefícios da ingestão de peixe são superiores aos possíveis riscos.
No entanto a EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) recomenda que o grupo considerado mais vulnerável (grávidas, mulheres a amamentar e crianças) escolha o peixe de uma ampla gama de espécies, variando o tipo de peixe escolhido e sem dar preferência ao consumo de peixe de grande dimensão.
Devemos assim consumir de preferência, peixe de porte médio, de origem nacional e de zonas não profundas, como o carapau, sardinha, besugo e a pescada. Isto porque os peixes de águas quentes e que habitam em zonas mais profundas tendem a conter concentrações mais elevadas de mercúrio e outros contaminantes.
As Nações Unidas lembram que cerca de 80% da poluição existente nos oceanos provém da poluição humana. O lixo plástico é um desses exemplos, e quando não é tratado corretamente, acaba por chegar ao oceano, o que provoca consequências ecológicas irreversíveis nas espécies marinhas. Este lixo degrada-se ao longo do tempo e contamina os vários níveis das cadeias alimentares com micropartículas.
De acordo com previsões de organizações ambientalistas para 2050, o nosso mundo poderá nessa altura, na ausência de medidas concretas, ter mais plástico do que peixes nos oceanos.
Proteger o oceano não é apenas um trabalho político, todos devemos agir. Utilizar um saco reutilizável para as suas compras, deixar de utilizar palhinhas de plástico, consumir pescado sazonal, local e sustentável, são exemplos de ações que podem ajudar a fazer a diferença.
Uma opção mais limpa
Numa alimentação diária convencional, a presença de compostos tóxicos nos alimentos em geral é de facto um motivo de preocupação. Por isso, na última década, o consumo de alimentos biológicos tem aumentado de modo constante. Existe atualmente uma maior consciência do impacto que esta produção tem, ao nível da saúde e ao nível ambiental.
A produção biológica respeita a biodiversidade dos ecossistemas e fornece uma opção mais limpa, que contribui para a proteção do ambiente e para o seu bem-estar.
Fonte: Sapo LifeStyle
A Food Standards Agency (FSA) está a investigar as alegações de que alguns produtos classificados como vegan ou vegetarianos, em supermercados do Reino Undo, contém vestígios de carne.
O Daily Telegraph avança que testes laboratoriais detetaram vestígios de carne de porco em almôndegas "sem carne" do supermercado Sainsbury’s. Foram ainda detetados vestígios de carne de peru numa refeição de massa vegan do supermercado Tesco.
Através de comunicado, a FSA indica:
«A nossa prioridade é assegurar aos consumidores que podem estar confiantes de que a comida que ingerem é segura e é aquilo que é anunciado», afirmou a agência adiantando, depois, a abertura de um inquérito ao caso.
Fonte: A Bola
Com a chegada dos Santos Populares chega também a época das sardinhas.
Os meses de junho, julho e agosto são meses de sardinha. No entanto, é nos meses de setembro e outubro que a sardinha apresenta maior teor em gordura, que vem a acumular durante o seu crescimento. É portanto, nesta altura do ano que a sardinha apresenta os maiores teores em ácidos gordos ómega 3.
Do ponto de vista nutricional, a sardinha é uma fonte alimentar de ácidos gordos do tipo ómega 3 ou seja de ácido eicosapentenóico (EPA) e de ácido docosahexanóico (DHA) “os quais contribuem para o normal funcionamento do coração, dentro de um estilo de vida saudável e uma dieta variada e equilibrada”. Mas não fica por aqui, no caso da sardinha, esta apresenta uma enorme riqueza em cálcio, em particular quando consumida em conserva com espinhas.
Em relação à vitamina D, facilmente o consumo de 2 a 3 sardinhas de tamanho médio supera o valor diário recomendado.
Os pescadores portugueses têm conseguido, com muito esforço, manter esta pesca sustentável, sendo apenas possível pescar em algumas épocas do ano. Felizmente, a nossa indústria conserveira produz sardinha enlatada de qualidade mundial que pode ser consumida todo o ano. Assim, e enquanto espera por estes próximos meses, pode recorrer à nossa sardinha enlatada, em pratos, sandes, pastas ou outros aperitivos de grande qualidade nutricional. A sardinha, mesmo enlatada, é um alimento de qualidade excecional para toda a família.
100G DE SARDINHA EM LATA:
Fornece aprox. 25 g de proteína de boa qualidade, essencial ao crescimento muscular, regeneração de tecidos, produção de anticorpos e defesa das células, constituição de enzimas essenciais ao funcionamento e regulação dos tecidos e órgãos.
Contém cerca de 5 g de ácidos gordos polinsaturados, nomeadamente os de cadeias mais longas do tipo ómega 3 que são parte integrante das membranas celulares e participam na produção de hormonas que regulam a coagulação sanguínea, a contração e relaxamento das paredes das artérias e desempenham um papel importante nos processos inflamatórios. Estes são motivos que levam a pensar que podem ter um papel importante na prevenção da doença cardiovascular.
As espinhas da sardinha em lata são uma importante fonte de cálcio. 100g de sardinha em lata podem fornecer até 38% da dose diária recomendada de cálcio para um adulto.
As sardinhas são uma importante fonte de outros minerais e vitaminas. Por cada 100g fornecem quantidades elevadas de vit. D (68% da Dose Diária Recomendada), vit. B12 (149% da Dose Diária Recomendada) e ainda Ferro, Magnésio, Fósforo, Potássio, Selénio…em quantidades apreciáveis.
Por fim, dizer que a sardinha, não sendo uma espécie predadora e apresentando baixo peso, tem um baixo risco de contaminação de metais pesados como o mercúrio ou o cádmio.
Enquanto espera pacientemente pela primeira sardinha grelhada, não hesite em beneficiar deste produto da nossa gastronomia ao longo de todo o ano. Confira e compare os teores de sal e escolha as menos salgadas. Se quiser reduzir o teor energético, já existe sardinha enlatada em água ou em tomate. E se preferir beneficiar das vantagens nutricionais do azeite, também existe sardinha em azeite mas com moderação. E muito mais por onde escolher.
Fonte: Nutrimento
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