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Em 2020, registaram-se mais de 98.800 reclamações.

A utilização do livro de reclamações eletrónico aumentou 52% em 2019 e, em 2020, registaram-se mais de 98.800 reclamações. A informação é avançada pelo gabinete do ministro de Estado e da Economia e Transição Digital. 

Em 2018, foram registadas 57.477 reclamações e, em 2019, 87.396 mil reclamações, num crescimento de 52%.

Detalha o comunicado enviado às redações que, entre julho de 2017 e junho de 2020, foram registadas no livro de reclamações eletrónico mais de 250 mil reclamações, "sendo a maioria dos acessos feitos por computador, seguindo-se o telemóvel e o tablet".

Considerando apenas os primeiros sete meses de 2020, "o registo de reclamações no Livro de Reclamações Eletrónico é de 98.837, somando-se 3542 pedidos de informação, 621 elogios e 371 sugestões".

Já em formato físico, o Livro de Reclamações registou, em 2019, 325.704 reclamações, menos 14% de reclamações em comparação com o ano anterior.

Para o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, “o Livro de Reclamações potencia o exercício de um direito de cidadania, uma melhor fiscalização económica e a afirmação da defesa do consumidor como um fator de competitividade na economia. O acesso à informação estatística das reclamações é fundamental para a obtenção de informação detalhada sobre as reclamações e comunicações dos consumidores, permitindo-nos compreender os padrões dos conflitos de consumo e formular melhores políticas públicas”.

“Pretendemos continuar a apostar na melhoria constante deste instrumento muito relevante, designadamente através da incorporação de tecnologias de informação e comunicação e de inteligência artificial”, conclui. 

Fonte: Notícias ao Minuto

Singapura - exportação de pêras e maçãs

  • Wednesday, 05 August 2020 11:11

Após estabelecimento de contactos entre a DGAV e a autoridade fitossanitária de Singapura- a National Parks Board (NParks), podem ser exportadas pêras e maçãs produzidas em Portugal e destinadas àquele país. As remessas não carecem de serem acompanhadas de Certificado Fitossanitário, mas serão sujeitas a inspeção para verificação da presença das pragas: Anastrepha obliqua, Anastrepha fraterculus, Anastrepha ludens, Bactrocera tyroni, Ceratitis rosa, Ceratitis capitata,  Chrysomphalus aonidium e  Quadraspidiotus perniciosus, realizadas nas instalações dos importadores aprovados pela NParks.

Fonte: DGAV

Governo libanês pede ajuda para recuperar do desastre que provocou pelo menos 100 mortos e cerca de 4 mil feridos. Vários países já enviaram equipamento e pessoal médico para apoiar na primeira fase de rescaldo da explosão.

O principal silo de armazenamento de cereais no porto de Beirute ficou completamente destruído na explosão que abalou a capital libanesa na terça-feira, provocando a morte de 100 pessoas e cerca de 4 mil feridos.

Esta quarta-feira, o ministro da Economia do Líbano explicou que, com a explosão "devastadora" de ontem, as reservas de trigo armazenadas ao longo de vários meses desapareceram, deixando a nação com cereais garantidos "para pouco menos de um mês".

Em entrevista à Reuters, Raoul Nehme diz que, para garantir a segurança alimentar da população, o Líbano precisa de reservas para pelo menos três meses.

A explosão deixou a zona portuária de Beirute completamente destruída, inutilizando a principal porta de entrada marítima de importações para alimentar uma nação de mais de seis milhões de habitantes.

O silo que ficou destruído tinha capacidade para armazenar 120 mil toneladas de cereal, de acordo com Ahmed Tamer, diretor do porto de Trípoli, a segunda maior cidade do Líbano.

O porto em Trípoli, o segundo maior do país a seguir ao de Beirute, não está equipado para armazenar cereal, mas o trigo que resta pode ser transferido para armazéns a cerca de dois quilómetros de distância, adiantou Tamer.

Quando se deu a explosão, o silo de Beirute armazenava não mais que 15 mil toneladas de trigo, de acordo com Ahmed Hattit, dirigente do sindicato de importadores de cereais, citado pelo jornal local "Al-Akhbar".

Hattit adianta que as atuais reservas de farinha do Líbano são suficientes para garantir as necessidades do mercado durante um mês e meio. Também assegura que quatro navios de carga, que transportam no total 28 mil toneladas de trigo para o país, ainda não atracaram no porto.

De acordo com uma fonte oficial do Ministério da Economia, citada pela emissora LBCI, o Líbano está a tentar transferir de imediato quatro navios com um total de 25 mil toneladas de farinha para o porto de Trípoli.

Fonte: Rádio Renascença

Os 5 benefícios do café frio

  • Tuesday, 04 August 2020 11:30

Os benefícios do café são bem conhecidos, mas a temperatura utilizada pode melhorar as suas propriedades. Em pleno verão, estas são algumas das vantagens do café frio, pois além de refrescar, ajuda a proteger o corpo.

O poder energético de uma chávena de café não se perde quando é transformado em café frio, algo que tranquiliza os amantes desta bebida secular. Além disso, possui tantas modalidades quanto a versão quente: café expresso, macchiato, cappuccino, descafeinado ... As técnicas de fabricação vão além do arrefecimento do café, que, apesar de sua popularidade, não é a melhor opção porque dilui a potência e o gosto. Segundo os especialistas da marca de café frio Kaiku Caffè Latte, esta bebida é ideal para o ano todo, embora estejamos mais acostumados a consumi-la nos meses de verão e contamos com o apoio da comunidade científica, que confirma as propriedades nutricionais. Descubra os 5 principais benefícios do café frio:

  1. É mais saudável. O café frio é menos ácido que o café quente, tornando-o menos prejudicial para o esmalte dos dentes e o estômago. Ao diminuir a acidez, uma vez no corpo, ajuda na digestão e a sentir-se melhor. Além disso, são evitadas possíveis queimaduras que ocorrem com o café quente.
  2. Fonte de hidratação. Enquanto o café quente é uma bebida reconfortante e revitalizante, o café frio é uma fonte de hidratação extra. De acordo com um estudo da Universidade de Birmingham, o café frio possui propriedades hidratantes semelhantes às da água. Algo mais que necessário no verão, quando as temperaturas aumentam e saciar a sede é uma obrigação.
  3. Ideal antes do exercício. O café em si é um energético natural e combina perfeitamente com o desporto, mas as pesquisas da American Physiological Society, da Universidade de Illinois e de outros cientistas europeus foram mais longe. Os resultados demonstram que o café frio facilita a decomposição das moléculas de gordura, ajuda a queimar 9 calorias adicionais por hora, controla a fome pós-treino, também reduz a dor e melhora o esforço mental.
  4. Combina melhor com outros aromas. Beber café frio suaviza o sabor forte e deixa espaço para apreciar os diferentes aromas e sabores, em vez da versão quente. Bagas vermelhas, canela ou baunilha são algumas das opções. Qualquer toque infundido ou aromático destaca-se na base do café frio e torna-se uma alternativa doce e satisfatória.
  5. Maior felicidade. Foi demonstrado que aqueles que consomem café diariamente tendem a mostrar um maior grau de felicidade e têm menos problemas associados à depressão. Esse benefício aumenta no caso do café frio, uma vez que a mente o associa a momentos de prazer e descanso, ao invés do hábito de beber num horário definido.

Fonte: Revista Alimentaria

Um tratamento para superfícies metálicas com peptídeos antimicrobianos que ocorrem naturalmente foi desenvolvido por cientistas da Universidade de Purdue.

Em outras palavras, a tecnologia da equipa de pesquisa de Purdue consiste em criar superfícies metálicas que matam bactérias que tentem fixar-se a elas. 

David Bahr, líder da equipa e professor de engenharia de materiais da Purdue, disse que essa tecnologia se aplica principalmente ao processamento de alimentos e superfícies de corte, que podem ser especialmente vulneráveis ​​ao crescimento de bactérias por causa dos materiais e design das superfícies. 

Esta tecnologia pode reduzir o risco de contaminação cruzada. Contaminação cruzada é a transferência de bactérias nocivas de uns alimentos para outros, através de tábuas de corte, utensílios etc. Isso é especialmente verdadeiro ao manusear carne crua, aves e marisco, colocando-os na mesma superfície que os alimentos que já se encontram cozidos/prontos a comer e produtos frescos o que pode originar a proliferação de bactérias nocivas. 

"Esta tecnologia pode ajudar a garantir que, se numa instalação de processamento de alimentos se estivesse a cortar hortofrutícolas, as bactérias não seriam transferidas de uma superfície contaminada para a ferramenta de corte, iniciando assim a contaminação", disse Bahr. "Quando utilizada em conjunto com boas práticas (lavagem de alimentos e manuseamento correto), deve permitir menos surtos de doenças transmitidas por alimentos". 

Bahr explicou que a equipa cria uma superfície de metal oxidada com fissuras de nanómetros de largura e profundidade de micrómetros, onde peptídeos antimicrobianos podem ser infundidos nessas fissuras microscópicas. O material armazenado nas fissuras é libertado com o tempo e o processo de oxidação também altera a cor do material, o que fornece um indicador visual dos materiais remanescentes da resistência antimicrobiana. O processo funciona em aço inoxidável e titânio e pode ser usado numa ampla gama de ligas metálicas comerciais. 

De momento, procuram parceiros para a comercialização desta tecnologia

Fonte: Food Safety News

As autoridades marítimas ordenaram ontem a interdição de banhos nas praias de Santo António e Monte Gordo, no concelho de Vila Real de Santo António, devido à presença de coliformes na água, disse o capitão do porto.

“As bandeiras vermelhas foram hasteadas nas praias de Santo António e Monte Gordo, devido à presença de bactérias na água”, afirmou à agência Lusa o capitão do porto de Vila Real de Santo António, Rui Andrade.

A interdição está em vigor desde cerca das 15:00 e “as pessoas são desaconselhadas a ir a banhos” enquanto a mesma estiver em vigor, alertou a mesma fonte.

As bandeiras vermelhas vão permanecer hasteadas em ambas as praias até a Agência de Portuguesa do Ambiente (APA) proceder a novas análises que certifiquem a inexistência de bactérias na água.

Às 16:12, apesar de a proibição já estar em vigor, o ‘site’ de informação da APA que faz a monitorização da capacidade das praias determinada para evitar a propagação da pandemia de covid-19 ainda classificava a qualidade da água na praia de Monte Gordo e na de Santo António como excelentes.

Colheita para análise que proibiu banhos em Monte Gordo foi feita segunda-feira

A colheita para as análises que levaram a desaconselhar banhos nas praias de Santo António e Monte Gordo, em Vila Real de Santo António, foram feitas na segunda-feira e o resultado conhecido ontem, esclareceu a Agência Portuguesa do Ambiente.

O organismo deu a conhecer à agência Lusa os resultados das análises que estiveram na origem do hastear da bandeira vermelha nas duas praias algarvias, cerca das 15:00, nas quais foi “detetada a bactéria coliforme ‘Escherichia Coli’”, com um valor que dobrava “o valor limite para esta bactéria”.

“O desaconselhamento do banho irá manter-se até que haja um resultado que permita a prática balnear, de acordo com o valor acima referido”, referiu a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), referindo-se a um limite máximo de 1000 NMP/100ml, quando as águas das praias de Santo António e Monte Gordo revelaram a presença de 2087 NMP/100ml.

A APA adiantou que já foi feita ontem uma nova colheita para análise e a informação será atualizada, hoje, quinta-feira.

A mesma fonte advertiu ainda que, “durante o período de desaconselhamento do banho, os utentes não devem tomar banho” e devem reportar “qualquer sintoma anormal” aos serviços de saúde.

A Câmara de Vila Real de Santo António atribuiu o hasteamento da bandeira vermelha nas duas praias do concelho a uma descarga de um barco e anunciou que a autarquia vai realizar análises independentes.

A mesma fonte disse ter falado com responsáveis da Agência Portuguesa do Ambiente, que procede às análises a água, e com o capitão do porto de Vila Real de Santo António, “a dizer que não entendia porque tem de ser içada a bandeira vermelha, se é não aconselhável ir banhos, e não interdito”.

Conceição Cabrita disse ter recebido a resposta de que “nestas situações tem de ser sempre hasteada a bandeira vermelha” e adiantou que a autarquia está à espera “que a APA faça uma contra-análise, que sairá amanhã de manhã (quinta-feira) [o resultado]”.

A mesma fonte garantiu que no concelho “não há neste momento nenhum esgoto a sair para o mar” e “deixou de haver fossas nos restaurantes” quando foi feita a obra de requalificação da praia e construído o passadiço de madeira que protege as dunas, pelo que se houve contaminação, como a APA aponta, ela “foi externa”.

“Pode ter sido por exemplo um barco que fez uma descarga, porque é estranho haver só em Vila Real de Santo António e Monte Gordo. Se fosse uma contaminação de esgotos, com as marés teria de ir para mais sítios e para o concelho de Castro Marim. É estranho porque é que só há em Monte Gordo e Vila Real, agora, como não sou especialista nesta área, não posso dizer mais”, afirmou ainda a presidente da câmara algarvia.

Fonte: Sapo24

Alimentaria adiada para maio de 2021

  • Tuesday, 28 July 2020 11:02

A próxima edição da Alimentaria Barcelona, o salão de alimentação, bebidas e “foodservice” mais importante de Espanha, terá lugar de 17 a 20 de maio de 2021.

A feira de Barcelona adiou o certame que estava previsto para este ano, dando assim resposta ao pedido das principais empresas e associações, de modo a que este possa ser o mais internacional possível. Recorde-se que, na sua última edição, a Alimentaria, juntamente com a Hostelco, reuniu 4.500 empresas e 150 mil visitantes profissionais, dos quais 25% internacionais.

Josep Lluís Bonet, presidente da Alimentaria, sublinha que “a decisão secunda a vontade maioritária do tecido produtivo e associativo do sector, apostando por celebrar um evento num ambiente mais favorável e sem tantas limitações na mobilidade internacional. O nosso objetivo comum é, como sempre, ser uma grande ferramenta para a indústria, a sua projeção e conseguir a melhor edição e participação possível”.

Nesse sentido, para Antonio Valls, diretor geral da Alimentaria Exhibitions, “abre-se um novo cenário que faz prever uma grande edição para maio de 2021, com a cumplicidade do sector, com um elevado grau de internacionalização e uma reativação da procura internacional tão necessária quer para a indústria como para o próprio salão”.

Motor económico e social

A importância do certame fica patente nos 903,6 milhões de euros de impacto estimado na economia catalã, incluindo quer a atividade da feira de Barcelona para a organizar, quer os gastos de expositores e visitantes e o negócio gerado pelas empresas expositoras no âmbito da sua realização, segundo estima um estudo da Universidade de Barcelona.

Fonte: Grande Consumo

O Conselho adotou esta semana decisões respeitantes à assinatura do acordo entre a União Europeia e o Governo da República Popular da China sobre as indicações geográficas (IG).

Trata-se do primeiro acordo comercial bilateral significativo assinado entre a UE e a China.

O acordo assegurará que 100 IG ("indicações geográficas") do setor agroalimentar da UE, como o Mozzarella di Bufala Campana, o vinho do Languedoc, a Polska Wódka ou a Elia Kalamatas, passem a ser protegidas no mercado chinês. De igual modo, 100 produtos chineses serão protegidos na UE, ficando, assim, garantido o respeito mútuo do melhor de ambas as tradições agrícolas.

Quatro anos após a sua entrada em vigor, o âmbito de aplicação do acordo será alargado a mais 175 denominações IG de ambas as partes. O acordo prevê também um mecanismo que permitirá acrescentar mais indicações geográficas passado esse prazo.

Contexto e processo

Uma IG é um sinal distintivo utilizado em produtos que têm uma origem geográfica específica e possuem qualidades ou uma reputação que são devidas a essa origem. O acordo UE-China permitirá, pois, proteger grandemente os direitos de propriedade intelectual: conferirá salvaguardas contra a tradução, transcrição ou transliteração e contra a utilização das indicações geográficas protegidas acompanhadas de termos como "género", "tipo", "estilo", "imitação" ou outros semelhantes em relação a um produto não originário.

As IG provaram também ser um instrumento de comercialização útil, ajudando a garantir aos produtores receitas de exportação mais elevadas e mais estáveis: de acordo com um estudo encomendado pela Comissão em 2013, um produto com indicação geográfica vende-se, em média, a mais do dobro do preço de um produto similar sem indicação geográfica. Além do mais, a China é um mercado com grande potencial de crescimento para a indústria europeia de bebidas e produtos alimentares. Por conseguinte, este acordo beneficiará os produtores europeus e deverá constituir um estímulo para as zonas rurais de onde provêm esses produtos.

As indicações geográficas coexistirão com as anteriores marcas comerciais, das quais a grande maioria pertence aos seus legítimos proprietários na Europa.

Em 10 de setembro de 2010, o Conselho autorizou a abertura das negociações de um acordo com a China sobre IG.

A data e o local de assinatura do acordo não foram ainda definidos. Depois de assinado, o acordo terá de ser aprovado pelo Parlamento Europeu antes de poder ser celebrado e entrar em vigor.

Fonte: Conselho Europeu

Mais de metade dos consumidores inquiridos pela GlobalData asseguraram estar dispostos a pagar mais por uma marca em particular, face a uma alternativa mais barata que não conheçam, durante a crise da Covid-19.

De facto, 53% dos consumidores em isolamento, inquiridos a nível mundial, disseram que apenas tentaram comprar produtos das suas marcas favoritas. “Aqui existe uma oportunidade para que as marcas bem estabelecidas concorram com as ofertas das insígnias da distribuição, utilizando estratégias de venda direta ao consumidor”, defende a consultora.

 Comodidade das marcas mais familiares

Em tempos de incerteza, os consumidores tendem a procurar a comodidade das marcas familiares, que percebem como mais fiáveis. Com o risco de uma segunda vaga da pandemia e mais medidas de confinamento, a GlobalData considera ser provável que avançar para vendas online e entregas ao domicílio ajude as marcas a chegar a um grupo de consumidores mais amplo, assim como a manter a base dos que são fidelizados.

Não obstante, embora as plataformas online permitam aos fabricantes chegar a uma grande quantidade de clientes, a concorrência com outros produtos que se vendem na mesma aplicação é enorme. Como tal, canais como as redes sociais e os canais tradicionais continuam a ser cruciais para construir e cultivar relações com os consumidores.

Fonte: Grande Consumo

A OIE e a FAO, num esforço conjunto, lançam hoje uma  nova Iniciativa para o Controlo Global da Peste Suína Africana  e pedem a colaboração dos países e parceiros no combate contra esta doença mortal dos porcos
A carne de porco é a carne mais consumida no mundo, representando cerca de 35,6% do consumo global de carne.
Nos últimos anos, a PSA, que pode causar até 100% de mortalidade em porcos, constitui  uma grande crise na indústria suína, causando enormes perdas nas populações de suínos e gerando drásticas consequências económicas.
A doença, atualmente afeta vários países da África, Ásia e Pacífico e Europa, e na ausência de uma vacina eficaz, a doença impede o desenvolvimento saudável  e o bem-estar dos animais, bem como, determina impactos negativos sobre os meios de subsistência dos produtores.

Considerando que cerca de  51 países estão afetados pela Peste Suína Africana, e que devido à difícil situação apresentada pelo COVID-19, a PSA continua a sua disseminação, intensificando as atuais crises socioeconómicas e de saúde, muitos dos países afetados pela PSA carecem de recursos humanos, financeiros ou técnicos suficientes para detectar, responder e conter este tipo de doenças animais rapidamente.

Neste sentido, a OIE e a FAO apelam à colaboração internacional na partilha de informação técnica e científica, por forma a evitar a disseminação transfronteiriça e minimizar os seus impactos económicos.

Fonte: DGAV