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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu 3.640 quilogramas de sardinha na lota de Sines, em Setúbal, com um valor presumível de 7.300 euros, tendo ainda identificado um homem.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a GNR explica que a apreensão ocorreu na sexta-feira, no decorrer de uma operação de fiscalização que visava o controlo das descargas de pescado no Porto de Pesca de Sines

No decorrer da ação os militares detetaram que uma das embarcações tinha ultrapassado a cota diária de pesca permitida para aquela espécie. O infrator foi identificado e o pescado apreendido foi doado a várias instituições de solidariedade locais”.

A GNR acrescenta ainda que este tipo de fiscalizações tem como “objetivo último” a sustentabilidade ambiental, económica e social da atividade das pescas.

Fonte: Observador

Mandou fechar três alojamentos por falta de higiene.

Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou 111 contra-ordenações e um processo-crime por produtos alimentares estragados nas acções de fiscalização realizadas em Julho e Agosto em empreendimentos turísticos e alojamento local.

Em comunicado divulgado esta segunda-feira, a ASAE refere que foram fiscalizados 610 operadores económicos de empreendimentos turísticos e alojamento local de todo o país e instaurados 111 processos contra-ordenacionais e um processo-crime por géneros alimentícios estragados.

Entre as várias infracções detectadas, conta-se a falta de registos de alojamentos locais, violação das regras de identificação e publicidade e falta de cumprimento dos requisitos gerais aplicáveis aos estabelecimentos.

A ASAE verificou também haver o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene e a falta do livro de reclamações ou a falta de envio à entidade competente, no prazo de 15 dias, do original da folha de reclamação.

Foi ainda suspensa a actividade de três estabelecimentos por incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene.

Fonte: Sábado

O aviso é da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária e está num relatório da Deco Proteste.

Não se admire se encontrar produtos alimentares não perecíveis a ser vendidos depois do fim da data de durabilidade mínima. Segundo a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), isso é legal. Porém, a Deco Proteste deixa o alerta: se encontrar e quiser comprar, não espere muito para consumi-los. E se abrir uma embalagem e perceber que o sabor, a cor, o cheiro ou a textura estão muito diferentes do original, não arrisque.

“Um género alimentício não perecível pode continuar a ser comercializado após o término da data de durabilidade, desde que o consumidor seja informado e desde que o operador económico esteja em condições de garantir que o produto corresponde às características gerais de legislação alimentar, e em particular as relativas à sua segurança”, explica a DGAV num relatório da Deco publicado a 16 de agosto.

Por outras palavras, produtos como arroz, grão, bolachas, chocolates, manteigas e massas, por exemplo, que têm uma data de durabilidade mínima (ou seja, que indicam “consumir de preferência antes de “), não são obrigados a sair das prateleiras dos supermercados depois de ultrapassada essa data. Mas nem sempre foi assim.

“A novidade é a DGAV clarificar publicamente esta possibilidade, no seguimento de algumas dúvidas que têm surgido. Tal facto pode levar os estabelecimentos comerciais a disponibilizarem produtos nestas condições, o que atualmente não é uma prática habitual”, alerta a Deco.

No fundo, não é possível dizer por quanto tempo estes produtos podem ser guardados em casa até serem consumidos, uma vez que vários fatores podem influenciar a durabilidade e a qualidade do produto.

Mas atenção: não confunda os alimentos com data de durabilidade mínima com os que têm data-limite. Os últimos são, por exemplo, queijo fresco, iogurte e a carne de aves, em que a data deve ser respeitada. Caso contrário, pode sofrer uma toxi-infeção alimentar.

Fonte: NIT

Os agregados familiares da União Europeia geram um desperdício de 35,3 quilogramas de frutas e vegetais por pessoa, em cada ano. A conclusão é do EU’s Joint Research Centre, que adianta ainda que 14,2 quilogramas deste desperdício poderiam ser evitados.

O mesmo estudo revela que o desperdício evitável poderia ser reduzido aplicando estratégias de prevenção direccionadas e que o desperdício inevitável (partes não comestíveis do produto, como a casca, etc.) deveria ser gerido de forma mais sustentável pela indústria transformadora.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação estima que cerca de um terço dos alimentos produzidos globalmente para consumo humano seja perdido ou desperdiçado. As frutas e os legumes frescos contribuem para quase 50% do desperdício alimentar gerado pelos agregados familiares da União Europeia, isto tendo em conta que esta categoria de produtos “altamente perecíveis e relativamente baratos”, representa um terço do total de compras de um agregado.


Fonte: Supplychainmagazine

Sabia que há alimentos frescos que não devem ser conservados no frigorífico? O frio nem sempre é amigo dos ingredientes que confecionamos. Pelo contrário, temperaturas baixas podem acelerar a deterioração de batatas, cebolas, alho ou tomate.

Não devemos guardar no frigorífico os seguintes alimentos:

ALHO

O alho deve ser conservado num local seco e sem luz (ex. despensa).

Se for guardado num local muito frio, rapidamente começará a ganhar talo, ficará com sabor a mofo e com consistência “de borracha”.

BANANA

A banana deve ser conservada num local seco e fresco tapando a ponta do cacho com película aderente.

BATATA

Deve ser guardada num local seco e escuro sem ter contacto com luz ou frio.

Se colocarmos a batata num local com temperaturas muito frias, o amido da batata transformar-se-á, rapidamente, em açúcar ficando um tubérculo sem sabor.

Se estiver em contacto direto com a luz, a batata ganhará talo e ficará verde tornando-se imprópria para consumo.

CAFÉ (GRÃOS)

Ao guardar os grãos do café no frio, rapidamente ficarão sem sabor e vão absorver os odores dos alimentos que também estiverem no frigorífico.

Os grãos de café devem ser guardados num local seco, sem luz direta.

CEBOLA

Deve ser guardada num local seco e escuro sem ter contacto com luz ou frio.

Se for guardada no frigorífico, ficará mole e com sabor a “mofo”.

FRUTA

Se a fruta for colocada no frigorífico não irá amadurecer.

Apenas deve ser guardada no frigorífico se não quiser, de todo, que amadureça. Caso contrário, deve ser conservada à temperatura ambiente.

MEL

Se estiver num local frio (seja dentro do frigorífico, seja num local exterior com temperaturas baixas), o mel começará a cristalizar e ficará demasiado espesso.

Deve ser guardado num local seco, sem contacto direto com a luz, e à temperatura ambiente.

PÃO

O pão jamais deve ser guardado dentro do frigorífico porque seca mais rápido.

Idealmente, deve ser guardado num local seco, escuro e envolvo num pano de linho.

Pode ser guardado no congelador dentro de um saco bem fechado para evitar a formação de cristais de gelo.

TOMATE

Se guardarmos o tomate no frigorífico, rapidamente ficará sem sabor e “farinhento“.

Deve ser guardado num local fresco (que não o frigorífico) e seco.

Se não consumir uma peça de tomate na totalidade, pode envolver a parte que sobeja em película aderente e guardar no frigorífico um ou dois dias.

CHOCOLATE

Quando é guardado no frigorífico, perde o verdadeiro sabor.

Deve ser guardado num local seco, fresco e sem luz direta.

Mas devemos guardar no frigorífico:

AS ERVAS AROMÁTICAS FRESCAS QUE SOBRAM

Devem ser colocadas num copo com água e tapadas com um saco de plástico, dentro do frigorífico, durante sensivelmente uma semana ou mais.

Caso comecem a ficar murchas, pode desidratar ou secar as ervas aromáticas (por exemplo ao sol ou no micro-ondas. A 800 Watts durante cerca de 40 segundos no micro-ondas) para que possam ser utilizadas mais tarde.

AIPO, CENOURA, BRÓCOLOS E MORANGO

Devem ser envoltos em papel de alumínio (para que fiquem protegidos da luz) e guardados no frigorífico.

Fonte: ANILACT

Sanidade Animal - Relatório 2010-2016

  • Friday, 17 August 2018 10:07

A DGAV publicou os dados referentes à sanidade animal entre 2010 e 2016.

Clique aqui para consultar o relatório.

Fonte: DGAV

A DGAV divulgou a lista de pesticidas a pesquisar no âmbito dos programas de controlo da qualidade da água, para o triénio de 2019 a 2021, nos termos definidos do Decreto-Lei nº 306/2007, de 27 de agosto, com a redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 152/2017, de 7 de dezembro.

A lista agora divulgada pode ser atualizada, caso se justifique, conforme previsto na referida legislação.

Para consultar o documento, clique aqui.

Fonte: DGAV

Um grupo de cientistas da Universidade de Yale, nos EUA, fez uma descoberta que pode revolucionar a forma como nos relacionamos com a comida. Acidentalmente, num estudo aplicado a ratos, encontraram uma forma de bloquear determinados "vasos linfáticos" para que não se engorde ao comer em excesso.

Anne Eichmann e Feng Zang são os responsáveis pela investigação que pretendia estudar ratos com obesidade mórbida. Com a ajuda de medicamentos, os cientistas bloquearam alguns vasos linfáticos, mas o resultado não foi o esperado. Mesmo com uma dieta rica em gordura, os animais mantiveram o peso inicial.

O estudo foi travado para perceber o processo que evitou que os ratos ratos engordassem. Mais tarde, a investigação levou-os a dois genes que se tinham modificado no intestino dos ratos. Alguns "vasos linfáticos capilares" tinham sido destruídos, evitando o aumento de peso. "Criamos um rato que come gordura mas não engorda", concluiu Eichman.

De acordo com o artigo publicado na revista científica "Science", os vasos linfáticos capilares atuam como porta de entrada dos ácidos gordos, permitindo que estes sigam para a corrente sanguínea, convertendo-se em energia ou em gordura. Com a modificação provocada nos vasos linfáticos dos intestinos, os ratos deixaram de absorver a gordura e passaram a excretá-la.

Apesar de os cientistas excluírem a possibilidade de aplicar a mesma técnica em humanos, o resultado pode abrir portas para que no futuro se iniba a entrada de gordura na corrente sanguínea dos seres humanos. Para além das dificuldades científicas em alcançar este objetivo, a componente ética poderá ser um travão no avanço científico.

Um medicamento que inibe este processo já se encontra presente num medicamento para o glaucoma, que poderá agora ser analisado, para testar resultados no tratamento de obesidade.

Fonte: ANILACT

A agência de shopper marketing Bridgethorne aconselha a que mais retalhistas atendam às necessidades dos lares onde vive apenas uma única pessoa, no seguimento do anúncio que a Tesco irá aumentar a sua oferta de doses individuais em quase 40%, este ano.

De acordo o The Guardian, a Tesco vai aumentar a sua gama para incluir hambúrgueres de vaca e bifes, bem como pacotes de batatas e brócolos, o que "demonstra o reconhecimento dessa demografia cada vez mais importante", sublinha a Bridgethorne.

De acordo com as estatísticas mais recentes, pouco mais de um terço dos lares no Reino Unido são individuais, com um total de 7,7 milhões de lares, acima dos 6,6 milhões em 1996. “Marcas e fornecedores de marcas próprias parecem estar a começar a reconhecer que a mudança na composição da sociedade britânica é algo que precisam de ter em conta no seu planeamento”, afirma o diretor da da Bridgethorne, John Nevens. “Os compradores, obviamente, comportam-se de maneira diferente, de acordo com as suas circunstâncias. Alguém que vive sozinho não necessariamente vai querer comprar o mesmo produto, nas mesmas quantidades, que outros e isso terá um impacto no formato e na diversidade de como os produtos são apresentados, desde a embalagem até ao tamanho da porção”, acrescenta John Nevens.

Os fornecedores precisam de ser capazes de demonstrar que podem atender às necessidades de todos os compradores, incluindo aqueles que moram sozinhos, em vez de se concentrarem apenas na "família" como o único grupo demográfico doméstico. "Se os fabricantes e retalhistas continuarem incansavelmente focados na unidade familiar, poderão estar a rejeitar o crescimento da categoria, ignorando as necessidades das pessoas que não se encaixam no modelo familiar padrão", sustenta o diretor da agência de shopper marketing.

A Bridgethorne aconselha os fabricantes a identificar oportunidades estratégicas quantificadas de curto e longo prazo para as suas marcas e as categorias onde operam, o que “aumentará a 'expertise' e os níveis multidimensionais de influência, levando ao crescimento da marca acima da categoria”.

Fonte: ANILACT

O Ministério da Educação acaba de publicar um importante documento com orientações sobre ementas e refeitórios escolares. Este importante trabalho da Direção-Geral da Educação (DGE) com o apoio do PNPAS (DGS) permitirá uma nova e melhorada abordagem à alimentação nas escolas já com a presença de refeições vegetarianas e também de refeições tendo por base o padrão alimentar mediterrânico.

Um documento fundamental que promove uma alimentação nutricionalmente equilibrada, prioritária em todas as políticas escolares e de acordo com a EIPAS (Estratégia Integrada para a Alimentação Saudável).

Consulte o documento aqui.

Fonte: Nutrimento