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Exportação de maçã para El Salvador

  • Wednesday, 03 October 2018 08:43

A DGAV informa que foram estabelecidos os requisitos fitossanitários para a exportação de maçã para El Salvador. Os interessados em exportar maçã para este país deverão contatar os serviços de inspeção fitossanitária das Direções Regionais de Agricultura e Pescas.

A expedição de maçã ficará pendente da verificação pelo inspetor fitossanitário da conformidade da mercadoria com os requisitos estabelecidos.

Fonte: DGAV

Três em cada quatro crianças portuguesas, entre os dois e os 10 anos, comem menos de cinco porções de fruta e legumes diárias, não cumprindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo um estudo divulgado na passada quinta-feira.

Realizado por investigadores da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI), do Instituto de Saúde Ambiental e da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, o estudo observou diferenças entre os vários distritos e regiões relativamente à ingestão diária de fruta e legumes.

Bragança foi o distrito que apresentou a maior percentagem de crianças (96,7%) que não ingeriam a dose diária recomendada pela OMS, de ingerir pelo menos cinco peças de frutas e legumes, seguido da Guarda (91,9%), dos Açores (86,6%) e da Madeira (85,7%), adiantam os dados preliminares do estudo, que envolveu uma amostra de 12.764 alunos no ano letivo 2017/2018.

Viana do Castelo também registou valores muito elevados (82,1%), assim como Vila Real (81,5%), Santarém e Viseu (ambos com 80,4%), Coimbra (78,6%), Portalegre e Setúbal (78,1%), Porto (77,5%), Braga (74%), Aveiro (73,1%), Lisboa (68,1%), Leiria (66,5%), Faro (66,3%), Castelo Branco (64,3%), Beja com 61,6% e por último Évora (59%), adiantam os dados divulgados pela APCOI em comunicado.

A investigação também analisou os efeitos da sétima edição do projeto “Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável”, um programa gratuito de educação para a saúde, que promove o consumo de fruta na escola, nas alterações de hábitos alimentares dos alunos, tendo concluído que, globalmente, 41,9% das crianças aumentou o seu consumo diário de fruta após 12 semanas de participação no projeto.

A recolha de dados, através da aplicação de um questionário antes e depois das 12 semanas de intervenção do projeto, foi reportada pelos professores e conta com uma amostra global composta por 12.764 crianças, com idades entre os 2 e os 10 anos, de 626 escolas de todo o país.

“Em todos os distritos e regiões verificou-se um aumento do consumo diário de porções de fruta após a implementação do projeto, tendo sido o distrito de Portalegre a registar a maior subida com uma percentagem de aumento de 60,5%”, refere a APCOI.

Setúbal registou um aumento de 57,6%, Viana do Castelo de 56,4%, Viseu 46,9%, Porto 46,1%, Guarda 43,1%, Coimbra 41,5%, Faro 41,2%, Vila Real 39%, Lisboa 37,8%, Castelo Branco 37,6%), Aveiro 37,4%, Leiria 37,2%, Madeira 36,2%, Bragança 35,8%, Évora 35,6%, Açores 35,5%, Beja 33,9% e Santarém 29,8%.

Para o presidente e fundador da APCOI, Mário Silva, “estes números vêm comprovar a importância do projeto Heróis da Fruta enquanto ferramenta de educação para a saúde”.

“O sucesso desta fórmula vencedora” prende-se com a utilização de “personagens com que as crianças se identificam combinados com desafios diários” que “ajudam a transmitir as mensagens e os comportamentos-modelo”, com “recompensas capazes de manter os alunos e os professores motivados”, explicou Mário Silva no comunicado.

Neste ano letivo, haverá prémios de participação para todas as crianças que serão enviados por correio para cada escola. Para se candidatarem aos prémios, basta inscreverem-se no site www.heroisdafruta.com.

Fonte: Agroportal

A DGAV informa que Portugal está habilitado a exportar leite e produtos láteos para o México.

As autoridades congéneres do México transmitiram recentemente a confirmação da aceitação do modelo de certificado para exportação proposto pela DGAV.

As empresas interessadas deverão contactar as Direções de Serviços de Alimentação e Veterinária da sua Região (DSAVR) ou os serviços competentes das Regiões Autónomas (RA), a fim de conhecerem os requisitos aplicáveis à exportação.

Fonte: DGAV

A conclusão é da Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO): a produção alimentar global terá que aumentar cerca de 70% se a população mundial atingir os 9 mil milhões em 2050, de acordo com o previsto.

A FAO vai mais longe e diz ainda que no caso dos países desenvolvidos, a produção alimentar terá que duplicar para dar resposta às necessidades alimentares da população.

Na União Europeia, a previsão é de que a população aumente cerca de 3,9% até 2040, com países como a Grécia, a Lituânia e a Bulgária a deverem registar quebras populacionais e outros como a Suécia, a Áustria e a Irlanda com previsões de crescimento de 23,1%, 17,6% e 16,6%, respetivamente.

Que desafios para o setor agroalimentar?

De acordo com a publicação Food Navigator, estes números mostram que o setor agrícola deverá enfrentar desafios acrescidos, nomeadamente a deterioração da qualidade da água, alterações climáticas, degradação dos solos e perda de terrenos agrícolas para urbanização.

Charles Sissens, analista na empresa GlobalData, explica à publicação que todos estes constrangimentos poderão resultar na perda de qualidade na produção alimentar, sobretudo na produção agrícola.

“A principal ameaça identificada tem mais a ver com a diminuição de standards de qualidade alimentar ao longo do tempo impulsionada pelo aumento da procura por alimentos e pela pressão nos recursos naturais”, defende.

Consciente deste problema, alguns dos maiores players da cadeia de abastecimento já reconheceram a necessidade de reduzir o desperdício alimentar para, assim, garantir a segurança alimentar. Atualmente, cerca de um terço da produção alimentar mundial é perdida ou desperdiçada. Todos os anos. Uma tendência que tem um impacto económico de cerca de 940 mil milhões de dólares anuais.

Fonte: Vida Rural

10 tendências da comida do futuro

  • Monday, 01 October 2018 09:20

No futuro, vamos ter de reduzir o consumo per capita de alimentos. Vamos comer menos, mas melhor”, garante Rui Rosa Dias, professor do IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing, coordenador do estudo sobre as grandes tendências alimentares dos próximos 10 anos.

Nas mesas portuguesas, dentro de uma década, haverá desde logo mais alimentos biológicos e regionais, escolhidos numa lógica de proximidade e redução da pegada de carbono. E haverá, também, menos desperdício, garante este trabalho que definiu “as 10 tendências agrolimentares em Portugal para 2027” com base num painel de especialistas do sector público e privado que reuniu, entre outros, professores universitários, chefes de cozinha e empresários agroalimentares.

O mundo, em 2027, não será perfeito, mas as 10 tendências avançadas neste trabalho do IPAM indicam que o consumidor vai estar cada vez mais atento ao que come. No final, as culturas e tradições nacionais serão cada vez mais valorizadas na gastronomia:

1) REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO ALIMENTAR

Portugal terá de encontrar “políticas eficazes que conduzam à redução do desperdício alimentar”, diz Rui Rosa Dias. O estudo prevê, nesta área, uma evolução significativa. Atualmente, a percentagem de desperdício ao longo de toda a cadeia logística alimentar anda nos 30% e, até 2017, esta percentagem deve cair para os 15%.

2) MAIOR CONSUMO PER CAPITA DE PRODUTOS BIOLÓGICOS

O painel de especialistas acredita que o mercado de consumo de produtos biológicos em Portugal, atualmente avaliado em 40 milhões de euros, pode saltar para os 100 milhões de euros. Assim, o consumo per capita de 4 euros passará para os 10 euros.

3) GASTRONOMIA REGIONAL CERTIFICADA COMO RESERVA GASTRONÓMICA MUNDIAL

A valorização dos produtos autóctones e da gastronomia regional está a emergir. A valorização de pratos tradicionais como os rojões à moda do Minho ou o pica no chão passará pela sua certificação como Reserva Gastronómica Mundial.

4) CRESCIMENTO DA AGRICULTURA SINTRÓPICA

Nas práticas agrícolas e modo de produção, vão surgir produtos de excelência com base nas práticas da agricultura sintrópica, um conceito inspirado na dinâmica dos ecossistemas virgens, caracterizado pela organização, integração, equilíbrio e preservação de energia no ambiente.

5) CANAL HORECA NACIONAL COM CERTIFICAÇÃO SLOW FOOD

Hotéis, restaurantes e atividades de catering vão procurar uma aproximação ao modelo Slow Food, com projetos diferenciadores e, até com certificação. Em contraposição ao movimento de massificação e padronização oferecido pelo fast-food, os consumidores vão valorizar o produto/comida, o meio ambiente e a qualidade das suas refeições.

6) PEGADA DE CARBONO GANHA PESO NA HORA DE ESCOLHER ALIMENTOS

É uma mudança comportamental. Os consumidores vão estar mais empenhados na redução da pegada de carbono e, na hora de ir às compras, selecionarão cada vez mais os produtos guiados por fatores como a distância que o alimento percorreu até chegar à sua mesa. Para responder a esta tendência de consumo, os fornecedores/distribuição, vão procurar encurtar os circuitos e oferecer produtos de proximidade.

7) “COMFORT FOOD” COMO OPÇÃO DE MENU

Quem vai ao restaurante está disponível para procurar cada vez mais ambientes familiares e comida que “conforta a alma”, aconchegante, a remeter para memórias da infância. E isto significa, mais uma vez, gastronomia regional de qualidade.

8) ROTULAGEM CLARA E OBJETIVA

Em nome da verdade e transparência agroalimentares, as embalagens tendem a conter informação clara e objetiva sobre a composição dos alimentos e o grau de dependência. Açúcar, sal, intensificadores de sabor “ e outras artimanhas” usadas nos alimentos, a par de aditivos conservantes vão, assim, tornar-se mais visíveis.

9) APARECE O GASTRÓNOMO REGIONAL

O novo modelo de consumo conduz à criação da nova figura de Gastrónomo regional, para aconselhar os consumidores sobre os alimentos e o território.

10) CONSUMIDOR VAI COCRIAR OS ALIMENTOS

Para conferir mais confiabilidade aos alimentos, o sector agroalimentar nacional vai abrir as portas à cocriação, o que significa que o consumidor pode ajudar a definir o produto e, no limite, passar a controlar pormenores como o local onde pastam as vacas que deram o leite que está a beber.

Fonte: Expresso

A pesca de sardinha, manutenção a bordo e descarga, com qualquer arte de pesca, fica proibida a partir de sábado e até 15 de maio, segundo um despacho publicado este sábado em Diário da República.

De acordo com o diploma, após Portugal ter atingido o limite de pesca definido "torna-se necessário evitar qualquer captura de sardinha [...], reforçando assim as medidas de conservação e proteção desta espécie".

O Governo refere que a sardinha é um recurso de "interesse estratégico" para a pesca portuguesa, indústria conserveira e para as exportações de produtos de pesca, assumindo "particular relevância em termos socioeconómicos em várias comunidades piscatórias".

No entanto, ressalvou que o mesmo deve ser explorado de modo a garantir, a longo prazo, "a sustentabilidade ambiental, económica e social da pescaria, dentro de uma abordagem de precaução, definida com os dados científicos disponíveis, procurando-se simultaneamente assegurar os rendimentos da pesca aos seus profissionais".

Neste sentido e na sequência de uma recomendação do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES, na sigla em inglês), Portugal e Espanha, com o acordo da Comissão Europeia, definiram um plano de pesca, no qual ficou estabelecido que o limite de capturas, a dividir entre os dois países, deveria ser de 12.028 toneladas durante a época de pesca, dirigida até ao final de setembro.

Em comunicado, o ministério liderado por Ana Paula Vitorino disse que, para preservar o 'stock' da sardinha, estabeleceu também, ao longo do ano e em concertação com o setor, "limites de capturas diários de proteção dos juvenis, zonas de interdição temporária da atividade, fecho da pesca à quarta-feira e ao fim de semana".

O Governo informou ainda que a reabertura da pesca da sardinha está prevista a partir de 16 de maio de 2019.

"As possibilidades de pesca para 2019 serão definidas no quadro do plano de recuperação desta espécie e da adoção de uma regra de exploração a ser validada pelo Conselho Internacional para a Exploração do Mar, [que recomendou também para 2019 pesca zero], com base nos dados dos cruzeiros científicos de Portugal e Espanha e da interação a desenvolver com a União Europeia", indicou.

Inicialmente previsto para outubro, o novo cruzeiro para avaliar o 'stock' da sardinha deve avançar em novembro, revelou o comunicado.

O Ministério do Mar anunciou ainda que o preço médio de primeira venda subiu 33%, em comparação com 2017, para 2,21 euros por quilograma, e sublinhou que "com a interdição da pesca da sardinha, a frota poderá dirigir a sua atividade a outras espécies como o biqueirão e a cavala".

Fonte: Jornal de Notícias

ASAE apreende duas mil garrafas de azeite

  • Monday, 01 October 2018 09:00

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) detectou a venda, num operador grossista, de cerca de 2000 unidades de azeite que apresentavam a categoria “Virgem Extra” na denominação de venda, mas continham mistura de azeite refinado.

A operação da ASAE, divulgada em comunicado, foi conduzida pela Unidade Nacional de Informações e de Investigação Criminal nas localidades de Guimarães, Sintra e Faro. No total foram apreendidas cerca de 2000 garrafas de azeite, correspondendo a 1500 litros de produto, num valor aproximado de 5200 euros.

O produto em causa estava rotulado como “Virgem Extra”, ou seja, azeite de categoria superior obtido directamente de azeitonas, unicamente por processos mecânicos, mas na sua composição foi detectada a existência de azeite refinado.

Segundo a ASAE, trata-se assim de uma prática “fraudulenta” e que induzia o consumidor final em erro quanto à qualidade do produto, as suas reais características e o seu valor comercial.

“No âmbito desta operação, a ASAE fez uma intervenção simultânea a nível nacional, nas localidades de Guimarães, Sintra e Faro, no sentido de detectar e retirar do circuito comercial as embalagens deste produto”, refere.

Fonte: Público

Os produtos lácteos não são a única fonte alimentar que disponibiliza esse nutriente, apesar da forte associação que ainda permanece.

Eis cinco alimentos que pode incluir no seu regime alimentar de modo a aumentar os níveis de cálcio no seu organismo, promovendo a manutenção de ossos e de dentes mais fortes e saudáveis, entre outros benefícios.

1. Vegetais

Muitos vegetais estão repletos de cálcio, particularmente os que se caraterizam por uma cor verde mais escura.

Por exemplo, uma única tigela de brócolos pode conter até 180 miligramas de cálcio, o que equivale a 18% da dose diária recomendada. Já a couve cozida inclui 94 miligramas daquele nutriente.

2. Tofu

Popularmente conhecido por ser uma fonte de proteína vegan, metade de uma tigela de tofu contém 861 miligramas de cálcio. Feito a partir de coalhada de soja, apresenta ainda um baixo teor calórico e não tem glúten.

3. Peixe

Cerca de 100 gramas de sardinhas fornecem cerca de 370 miligramas da substância.

Registam-se valores semelhantes para o consumo de salmão – surpreendentemente o salmão em lata apresenta em média mais cálcio por conter espinhas.

4. Laranjas

“Comer apenas uma laranja fornece mais de 70 miligramas de cálcio ao organismo, garantindo que consome cerca de 6% da dose diária recomendada, para além de ingerir vitamina C, e tudo isto em apenas um snack”, explica nutricionista Frida Harju-Westman, em declarações à publicação Medical Daily.

Contudo deverá dar preferência à fruta em si, ao invés de ingerir sumos, que por sua vez contêm índices menores daquele nutriente, cerca de 27 miligramas.

5. Amêndoas

Para além de conterem doses ideais de proteína, vitamina E, potássio, magnésio e manganês, as amêndoas têm ainda um alto teor de cálcio comparativamente a outros frutos secos de casca dura.

Uma única porção de amêndoas (aproximadamente 22 unidades) equivale a 8% da dose diária recomendada.

Fonte: Notícias ao Minuto

A Bélgica prevê abater nos próximos dias 4.000 porcos saudáveis para evitar qualquer contaminação das pecuárias pelo vírus da peste suína africana, uma medida radical “inédita”, afirmou esta segunda-feira o ministro da Agricultura, Denis Ducarme.

O governante belga falou à agência noticiosa francesa AFP sobre as medidas que o seu executivo vai adotar para combater a doença, durante uma visita a Lichtenegg, a sul de Viena, por ocasião de uma reunião ministerial da União Europeia (UE) realizada na Áustria. “Vamos fazer tudo para que o sector de criação de porcos não seja atingido. Por isso, pedi à minha agência de segurança alimentar para pôr em ação os dispositivos que visam o abate da totalidade dos porcos domésticos situados na zona afetada”, declarou.

Como se trata de uma área pouco povoada, estão em causa apenas 4.000 porcos domésticos, de um total de seis milhões de porcos existentes na Bélgica, referiu. O ministro explicou que é necessário que o Governo tome “medidas úteis” com a concordância e o apoio da Comissão Europeia, que “se comprometeu a reconhecer a medida como sendo de caráter sanitário, o que permitirá dar mais apoio aos criadores que estão a viver uma verdadeira catástrofe”.

Neste momento, prosseguiu, “a indústria da carne de porco na Bélgica é completamente saudável, não há qualquer elemento que indique que o porco está contaminado”. Denis Ducarme indicou que “a Comissão Europeia vai financiar 50% desta medida, adotada pela primeira vez na Europa. “É verdade que é inédita na Europa uma medida como esta que estamos a tomar: a eliminação de porcos saudáveis”, observou.

Acrescentou, porém, que o país está a trabalhar juntamente com a Comissão Europeia nesta questão, mas também com o conjunto dos Estados vizinhos: as agências de segurança alimentar trabalham com absoluta transparência, com troca de informações.

“Nós pusemos em prática, no caso do Fipronil (a crise dos ovos contaminados ocorrida no verão de 2017) agentes de ligação: são os nossos chefes veterinários que comunicam sobre todos os elementos do dossier. Queremos que os países vizinhos disponham de toda a informação que lhes possa ser útil. Penso que está a correr bem”, comentou.

Fonte: Observador

Uma panela de água a ferver ou o microondas para cozinhar? Qualquer que seja o meio de cozedura haverá sempre perda de nutrientes, mas para os nutricionistas a segunda opção é menos prejudicial por uma questão muito simples: a rapidez, ou seja, pouco tempo e pouca água, logo, perda de nutrientes reduzida.

A melhor opção será sempre cozinhar a vapor, mas na impossibilidade de fazê-lo e com o microondas tão à mão também não ficará mal servido, segundo um especialista norte-americano, citado pela CNN.

O aquecimento típico dos microondas resulta numa perda mínima de nutrientes valiosos”, defende o professor Scott A. Rankin, da Faculdade de Ciência Alimentar da Universidade de Winsconsin-Madison.

Isto porque quanto maior o tempo de cozedura e mais alta a temperatura maior será também a perda de nutrientes. E quando se trata de um microondas, estas questões são todas para menos.

Rankin explica que os microondas emitem comprimentos de onda que são absorvidos pelas moléculas de água na comida e que são essas moléculas que geram calor. No entanto, aquecer comida no microondas requer pouca ou nenhuma água, sublinha.

Ao cozinhar, por exemplo, brócolos numa panela a água fica verde, porque nutrientes solúveis como a vitamina C perdem-se para a água, muita por sinal. Num forno, o ar quente penetra na comida pelo exterior e quando consegue chegar ao interior já abusou das altas temperaturas e do tempo de cozedura.

Num microondas, a temperatura distribui-se de forma mais equilibrada, pelo que a comida atinge a temperatura desejável em minutos e com poucos danos.

Estudos mostram que cozinhar os alimentos através dos microondas resulta numa maior perda de humidade, no entanto, isso não resulta, necessariamente, numa perda significativa de nutrientes.

A vantagem do microondas é a sua rapidez”, reitera o professor norte-americano.

Fonte: TVI24