Portugal apresenta-se como o principal produtor do Mundo de cortiça, representando 50% da produção mundial e mais de 60% das exportações. França, Estados Unidos e Espanha são os principais mercados de destino das exportações portuguesas. O sector da cortiça apresenta uma dinâmica de crescimento alicerçada no crescimento da procura do seu principal mercado de destino, o vinho. E o sector da cortiça em Portugal revela uma tendência de crescimento em actividade e valor.
Estas são algumas das conclusões do “Relatório Anual de Caracterização da Situação Económico-financeira das Empresas do Sector da Cortiça”, estudo da APCOR — Associação Portuguesa de Cortiça, em colaboração com a Deloitte Corporate Finance, que analisou a performance financeira e operacional do sector, no âmbito de uma iniciativa que concretiza uma das actividades do projecto “Cork_Inov”, programa desenvolvido no âmbito do SIAC Qualificação, e financiado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia – FEDER, com um investimento de cerca de 650.000 euros.
O relatório caracteriza ainda a situação económico-financeira das empresas corticeiras, tendo como objectivo primordial a análise dos principais indicadores macroeconómicos do sector da cortiça em Portugal e no Mundo, com realce para indicadores como a evolução global da actividade, rentabilidade, emprego, mercado externo, solvabilidade e estrutura de capitais.
O sector da cortiça, quer as empresas ligadas à extracção, transformação ou comercialização, gera mais de 9.000 postos de trabalho a nível nacional.
Do ponto de vista operacional, o estudo reúne a informação face à tipologia das empresas do sector, permitindo que estas possam equacionar as melhores soluções financeiras mediante a sua dimensão e natureza.
O estudo concede ainda a análise comparativa do sector da cortiça face a indústrias transformadoras portuguesas, tendo por base igualmente os indicadores acima mencionados.
Fonte: Agroportal
O presente esclarecimento pretende clarificar o enquadramento legal da aprovação e atribuição de NCV (Número de Controlo Veterinário) dos estabelecimentos de atividade industrial situados em habitações.
O documento pode ser consultado aqui.
Fonte: DGAV
A aplicação de rastreio StayAway Covid já foi descarregada por mais de um milhão de pessoas, dezanove dias após o seu lançamento, anunciou este domingo o administrador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).
Em declarações à agência Lusa, Rui Oliveira avançou que a aplicação contabilizava este domingo um total de 1.030.824 downloads nos sistemas operativos iOS e Android.
“Estamos muito satisfeitos, ainda que não esteja propriamente surpreendido. A aplicação é uma ajuda à população portuguesa, mas ainda faltam os restantes cinco milhões de portugueses [que têm smartphones]”, afirmou.
A aplicação móvel, lançada a 1 de setembro, permite rastrear de forma rápida e anónima e através da proximidade física entre smartphones, as redes de contágio por Covid-19, informando os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado com o novo coronavírus. A sua instalação é voluntária.
Segundo o administrador do instituto do Porto, as interações na aplicação prosseguem, havendo já “várias dezenas” de médicos a gerar códigos.
À Lusa, no dia 08 de setembro, o presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) avançou que a linha SNS 24 já tinha recebido 20 chamadas de pessoas que, através da aplicação, foram informadas que estiveram em contacto com alguém infetado.
“Houve 20 pessoas que, desde o início do projeto, ligaram ao SNS 24, dizendo que a aplicação os notificou que tinham tido um contacto de risco”, afirmou Luís Goes Pinheiro, acrescentando que, nessa semana, nove doentes tinham introduzido na aplicação o código que permite alertar as pessoas com quem estiveram nos 14 dias anteriores.
No dia do lançamento da aplicação, o primeiro-ministro, António Costa considerou que instalar nos telemóveis a aplicação Stayaway Covid é um “dever cívico” para travar a pandemia enquanto não existir uma vacina.
“Entendam que é um dever cívico descarregar esta aplicação e sinalizarem se vierem a ser diagnosticados como testando positivo”, afirmou António Costa, na cerimónia que contou com a presença da ministra da Saúde, Marta Temido.
Contudo, a organização de defesa do consumidor Deco Proteste colocou reservas à instalação nos telemóveis desta aplicação, invocando a possibilidade de uso não declarado e indevido de dados pessoais pela Google e Apple.
A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 953.025 mortos e mais de 30,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal morreram 1.899 pessoas dos 68.025 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
Fonte: Observador
O objetivo desta efeméride é sensibilizar e envolver as pessoas de todo o mundo na proteção dos recursos hídricos através da monitorização local dos mesmos. A organização não governamental EarthEcho International promove um desafio mundial chamado “EarthEcho World Water Monitoring Challeng”, que incentiva as pessoas a analisar e a proteger os recursos locais desde o Dia Mundial da Água, em março, até ao final do ano.
Actualmente os habitantes de quase 400 regiões do planeta já estão a viver sob condições de “extremo stress hídrico”, segundo um novo relatório do World Resources Institute (WRI), um centro de pesquisa sediado em Washington.
Do México ao Chile, a áreas da África e a pontos turísticos no sul da Europa e no Mediterrâneo, o nível de “stress hídrico” – a quantia de água extraída de fontes terrestres e superficiais em comparação com o total disponível – está a atingir níveis preocupantes.
Quase um terço da população global – 2,6 mil milhões de pessoas – vive em países em situação de stress hídrico “extremamente alto”, incluindo 1,7 mil milhões em 17 nações classificadas como “extremamente carentes de água”, segundo o WRI.
Quando a proporção excedia 80%, as áreas eram consideradas “extremamente carentes de água”. “Como alguém que trabalha com dados, tento ser bastante imparcial sobre o que esperar dos números, mas fiquei surpreendido com a situação na Índia”, diz Rutger Hofste, principal autor do estudo, à BBC.
Fonte: Green Savers
Houve 5670 restaurantes, cafés, pastelarias e bares a fechar portas no país até ao final de julho, mais 300 do que no mesmo período de 2019, com base em dados da Autoridade Tributária.
Cessaram a atividade 4.750 entidades com um código CAE principal no setor da restauração e bebidas (a título individual ou em sociedade), a julgar pelas comunicações ao Fisco. São mais 190 empresas do que entre janeiro e julho de 2019. O Correio da Manhã junta, também, as empresas com pelo menos um código CAE secundário na área da restauração e bebidas, ou seja, que também prestam este serviço embora não como principal negócio. Aí, 920 entidades cessaram atividade até julho, mais 110 do que no período homólogo.
Um estudo da Iberinform aponta a Hotelaria e Restauração com uma das áreas com maior subida no número de insolvências, com mais 29,2%, cita o jornal. No início de agosto, a AHRESP, associação do setor, indicou que 43% das empresas de restauração e bebidas ponderavam avançar para a insolvência.
Fonte: Observador
A população mundial continua a aumentar, e a escassez de alimentos é, cada vez mais, uma realidade.
De acordo com um novo estudo publicado no Journal of Insects as Food and Feed revelou que as larvas-da-farinha podem ser uma fonte alternativa de proteína para animais e, possivelmente, humanos.
O crescimento populacional nos países em desenvolvimento levou a uma escassez de fontes de proteína, levando os cientistas a procurar opções alternativas. O novo estudo, conduzido pela Indiana University – Purdue University Indianapolis (IUPUI), propõe as larvas-da-farinha como fonte de alimento.
Christine Picard, professora associada de biologia e diretora do Programa de Ciências Investigativas Forenses da IUPUI School of Science, liderou a investigação. O estudo concentrou-se na análise do genoma de uma espécie de larva-da-farinha conhecida como tenebrio molitor.
Os resultados explicam que esta larva pode oferecer vários benefícios agrícolas. Peixes e pássaros domésticos podem usar os vermes como fonte alternativa de proteína. Os vermes também podem ajudar a produzir fertilizantes orgânicos, com os seus resíduos ricos em nutrientes.
A investigação do genoma da larva-da-farinha empregou uma tecnologia de leitura vinculada ao cromossoma 10X. Os investigadores indicam que esta informação está disponível para uso por aqueles que quiserem utilizar o DNA para otimizar larvas-da-farinha para produção em massa. De acordo com Picard, a pesquisa da IUPUI lidou com a parte desafiadora, abrindo portas para as partes interessadas.
Como os peixes se alimentam destas larvas, os cientistas propõem a adoção dessas larvas para a criação de peixes. Segundo os mesmos cientistas, as indústrias de alimentos para animais de estimação podem utilizar os vermes como fonte de proteína suplementar, ou mesmo para alimentação humana.
Fonte: Green Savers
A ANEBE (Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas) assinou ontem, dia 10 de setembro, em Lisboa, o Memorando de Entendimento relativo à informação sobre o valor energético, ingredientes e composição nutricional das bebidas espirituosas vendidas na Europa. A ratificação do memorando foi feita na presença de Sarah Melina, diretora de Mercado Interno da spiritsEurope, associação que representa os interesses dos produtores europeus de bebidas espirituosas.
O setor das bebidas espirituosas compromete-se, assim, a disponibilizar nos rótulos e no canal online, informação sobre o valor energético, lista de ingredientes e composição nutricional das bebidas espirituosas.
O memorando determina que, até final do ano 2020, uma em cada quatro garrafas deverá incluir esta nova informação, peso que deverá aumentar para 50% e 66% até ao final de 2021 e 2022, respetivamente.
João Vargas, secretário-geral da ANEBE, evidencia o pioneirismo do setor e do país, em comunicado de imprensa. “Somos dos primeiros a assumir voluntariamente, antes do tempo estabelecido pela Comissão Europeia, a disponibilização desta informação. Isto apesar “do esforço adicional decorrente dos desafios financeiros e logísticos associados ao processo”.
Christian Porta, Presidente da spirtisEurope, afirmou, por sua vez, que o setor está “orgulhoso do compromisso único e pioneiro assinado pelos produtores europeus de bebidas espirituosas, que irão fornecer aos consumidores a informação que procuram para que tenham mais autonomia para fazer escolhas informadas e responsáveis”.
Fonte: Hipersuper
O estudo de avaliação sobre a saúde e o ambiente, ontem publicado pela AEA, mostra que, em 2019, Portugal ocupava o sétimo lugar no que respeita à percentagem de zonas de banho com águas balneares de excelente qualidade (91,5%), numa tabela liderada por Chipre (99,1%) e com a Polónia a ocupar o último lugar (21.6%).
De acordo com o relatório da AEA, em toda a Europa, existem na UE 22.295 locais monitorizados pela sua qualidade da água balnear, sendo que, no ano passado, 95% de todos os sítios cumpriam os requisitos mínimos de qualidade estabelecidos na Diretiva da UE relativa às águas balneares, com 84,6 % a alcançar o estatuto de ‘excelente’.
Em geral, as águas balneares costeiras são de melhor qualidade do que as dos sítios interiores, tendo aumentado de 79,1% em 2018 para 87,4 %, em 2019.
A poluição sonora surge em segundo lugar, contribuindo para 12 000 mortes prematuras, seguida dos impactos das alterações climáticas, nomeadamente as vagas de calor.
Fonte: Green Savers
Vendido na Internet há uma década, o MMS promete curar tudo, desde o cancro ao autismo, passando agora também pela Covid-19. Após 26 casos de intoxicação, autoridades de saúde espanholas lançam alerta.
O “remédio” não é novo, nem sequer o “milagre” que promete logo no nome — Miracle Mineral Solution, MMS —, mas a Covid-19 está a dar novo fôlego às vendas online deste líquido cura-tudo, desde o cancro à sida, passando pelo autismo e pelas hepatites.
Só em Espanha, entre abril e junho, até agora os piores meses da pandemia, o Instituto Nacional de Toxicologia recebeu 26 pedidos de consulta por intoxicação graças ao consumo da substância, à base de clorito de sódio — em todo o ano anterior tinham sido oito.
O consumo do pseudo-medicamento terá aumentado de tal forma naquele país, diz o ABC, que o organismo esta segunda-feira emitiu mesmo um comunicado a alertar para a “toxicidade do produto, composto em 28% por clorito de sódio, nocivo para a saúde”.
O Miracle Mineral Solution, MMS, está à venda na Internet pelo menos desde 2010, e desde então têm sido sucessivos os alertas por parte das autoridades de saúde internacionais: “Os consumidores de MMS estão a beber lixívia”, voltou a avisar a americana Food and Drug Administration (FDA) em dezembro de 2019. “As instruções do produto dizem às pessoas para misturarem a solução de clorito de sódio com um ácido cítrico, tal como sumo de limão ou lima, ou outro ácido antes de o beberem. Em muitos casos, o clorito de sódio é vendido com um ‘ativador’ de ácido cítrico. Quando o ácido é adicionado, a mistura torna-se dióxido de cloro, um poderoso agente branqueador”, explica o organismo que regula comida, bebida e medicamentos naquele país.
“Beber qualquer um destes produtos de dióxido de cloro pode causar náuseas, vómitos, diarreia, e sintomas de desidratação grave. Alguns rótulos de produtos garantem que vómitos e a diarreia são comuns depois de ingerido o produto. Sustentam mesmo que tais reações são a prova de que o produto está a funcionar. Essa alegação é falsa”, acrescenta ainda o alerta, fazendo referência a pretensas bulas e sites de vendas, que apregoam o MMS como “a coisa mais pura de todas que pode vir a tomar”, capaz de “salvar a sua vida e a dos seus”.
Proibida numa série de países, como Canadá, Holanda, Nova Zelândia e Irlanda, a substância foi “descoberta” há mais de uma década por Jim Humble, ex-garimpeiro na América do Sul, ex-cientologista e ele próprio fundador de uma nova igreja, a Genesis II da Saúde e da Cura.
Em agosto deste ano, Mark Grenon, co-fundador e atual líder da Genesis II, foi detido, tal como os três filhos, acusado de fabricar, promover e vender um medicamento falso contra a Covid-19 e outras doenças. Segundo a acusação, interposta no estado da Florida, nos últimos meses terão vendido dezenas de milhares de garrafas de MMS. Segundo a BBC, terão chegado a faturar 120 mil dólares por mês (cerca de 102 mil euros) durante os meses da pandemia.
Fonte: Observador
Foi publicado hoje o Regulamento (UE) 2020/1255, que altera o Regulamento (CE) n.o 1881/2006 no que diz respeito aos teores máximos de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH) presentes em carne fumada e produtos à base de carne fumados de modo tradicional e em peixe fumado e produtos da pesca fumados de modo tradicional e que estabelece um teor máximo de PAH em alimentos de origem vegetal em pó utilizados para a preparação de bebidas.
O Regulamento (CE) n.o 1881/2006 da Comissão estabelece teores máximos de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH) nos géneros alimentícios, incluindo carne fumada e produtos à base de carne fumados e peixe fumado e produtos da pesca fumados.
De acordo com esse regulamento, os teores máximos dos PAH devem ser definidos a um nível que seja tão baixo quanto razoavelmente possível (ALARA), tendo por base boas práticas de fabrico, agrícolas e de pesca. Em 2011, os dados relativos ao peixe fumado e à carne fumada mostravam que era possível alcançar teores máximos mais baixos. Não obstante, era necessário, nalguns casos, fazer algumas adaptações da tecnologia de fumagem. Por conseguinte, foi concedido um período transitório de três anos para a carne fumada e os produtos à base de carne fumados e o peixe fumado e os produtos à base de peixe fumados, antes de os teores máximos mais baixos serem aplicáveis, a partir de 1 de setembro de 2014.
No entanto, apesar da aplicação de boas práticas de fumagem, ficou demonstrado em 2014 que os teores mais baixos de PAH não eram exequíveis na Irlanda, em Espanha, na Croácia, em Chipre, na Letónia, na Polónia, em Portugal, na Roménia, na Eslováquia, na Finlândia, na Suécia e no Reino Unido, em determinados casos de carne fumada e produtos à base de carne fumados de modo tradicional, e na Irlanda, na Letónia, na Roménia, na Finlândia, na Suécia e no Reino Unido, em determinados casos de peixe fumado e de produtos da pesca fumados de modo tradicional. Nesses casos, não foi possível adaptar as práticas de fumagem para cumprir os níveis mais baixos de PAH sem alterar significativamente as características organoléticas do alimento.
Com base nas considerações precedentes, e nos termos do artigo 7.o, n.os 6 e 7, do Regulamento (CE) n.o 1881/2006, foi concedida aos Estados-Membros em causa uma derrogação temporária da aplicação dos teores máximos mais baixos dos PAH a partir de 1 de setembro de 2014 para a colocação no seu mercado de carne fumada e produtos à base de carne fumados e/ou peixe fumado e produtos da pesca fumados de modo tradicional, fumados no seu território e destinados a consumo no seu território. Os teores máximos aplicáveis antes de 1 de setembro de 2014 continuaram a aplicar-se a esses produtos fumados. A derrogação aplicava-se, em geral, a toda a carne fumada e produtos à base de carne fumados e/ou peixe fumado e produtos da pesca fumados, sem indicar os nomes específicos dos géneros alimentícios.
Em conformidade com o artigo 7.o, n.os 6 e 7, do Regulamento (CE) n.o 1881/2006, os respetivos Estados-Membros continuaram a monitorizar a presença de PAH nesses produtos e estabeleceram programas para a aplicação de boas práticas de fumagem, sempre que possível. A situação foi também reavaliada em 2018, com base em informações pormenorizadas fornecidas pelos Estados-Membros em causa, incluindo dados de monitorização sobre a presença de PAH em carne e produtos à base de carne fumados de modo tradicional e em peixe e produtos da pesca fumados de modo tradicional, bem como informações sobre a aplicação de boas práticas de fumagem e sobre as alterações das características organoléticas.
Na sequência de uma avaliação pormenorizada das informações prestadas, concluiu-se que os níveis mais baixos de PAH não eram alcançáveis através da alteração das práticas de fumagem, dentro dos limites do que é economicamente viável e do que é possível sem perder as características organoléticas típicas em determinadas carnes e determinados produtos à base de carne fumados de modo tradicional na Irlanda, em Espanha, na Croácia, em Chipre, na Letónia, na Polónia, em Portugal, na Eslováquia, na Finlândia e na Suécia e em certos peixes e produtos da pesca fumados de modo tradicional na Letónia, na Finlândia e na Suécia. Por conseguinte, deve ser concedida uma derrogação sem limite de tempo para a produção e o consumo locais de determinados tipos de carne fumada e produtos à base de carne fumados e de peixe fumado e produtos à base de peixe fumados de modo tradicional nesses Estados-Membros.
Além disso, verificou-se que alguns alimentos de origem vegetal em pó, utilizados para a preparação de bebidas continham níveis elevados de PAH devido a práticas de secagem inadequadas aplicadas a esses pós. Dado que os PAH são substâncias cancerígenas genotóxicas, é portanto necessário estabelecer um teor máximo para os PAH nesses pós, exequível mediante a aplicação de boas práticas de secagem, com o objetivo de assegurar um elevado nível de proteção da saúde humana.
Pode consultar o documento com as alterações aos teores máximos de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH) aqui.
Fonte: JOUE/Qualfood
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