Esta semana, exploramos as características e benefícios da ameixa. Desde a ameixa branca à vermelha, este é um fruto muito típico dos meses de verão.
Clique aqui para consultar mais informação.
Fonte: Nutrimento
A Listeria já provocou a morte de nove pessoas em toda a Europa desde 2015, e só no Reino Unido foram retirados dos supermercados, na semana passada, mais de 43 embalagens de vegetais e milho congelados, suspeitos de conter o agente nocivo e potencialmente mortal.
Perante o surto, as autoridades de saúde pública alertam os indivíduos para que congelem os alimentos de modo seguro e higiénico, de forma a evitar uma maior contaminação e propagação da listeriose.
“Ao se colocar e retirar a comida no congelador, certos procedimentos são mal executados”, alerta a médica Lisa Ackerley, perita em saúde ambiental, em declarações à publicação Mirror Online.
A especialista recomenda cinco pontos a ter em atenção para que não fique doente:
1. Cozinhe sempre os vegetais se a embalagem assim o indicar
Pode parecer óbvio, mas se a embalagem do congelado indica que os vegetais têm que ser cozinhados antes de consumidos, então faça-o. A médica alerta que muitos indivíduos têm o hábito de colocar esses vegetais crus congelados em saladas ou sanduíches, o que pode levar à contaminação por listeriose – já que o processo de cozedura tende a neutralizar a bactéria.
2. Tenha em atenção antes de colocar os alimentos no congelador
Se vai congelar comida que foi previamente cozinhada, então tome certas precauções quando a coloca a arrefecer. Se os alimentos não são mantidos a uma temperatura suficientemente fria (menor de cinco graus centígrados), capaz de suspender qualquer atividade bacteriana ou quente o bastante (superior a 70 graus) para neutralizar os microrganismos, então o ambiente é propício ao desenvolvimento de listeriose. Ackerley avisa que quando a comida nesse estado é colocada no frigorífico as bactérias não são mortas – permanecendo num estado de animação suspensa e prontas para atacarem o organismo humano quando ingeridas.
3. Descongele do modo certo
A médica recomenda que descongele os alimentos congelados, sobretudo a carne e o peixe, no frigorífico, ao invés de à temperatura ambiente, apesar do processo demorar mais tempo. Já que quando descongelam à temperatura do ar, certas partes dos alimentos podem aquecer em demasia, permitindo assim o crescimento bacteriano.
4. Armazene corretamente
“Os alimentos – vegetais, carne, gelo – devem estar armazenados no congelador separadamente, de forma a evitar a contaminação”, explica Ackerley.
5. Guarde a comida em sacos
Separe a comida guardando-a em sacos de plástico próprios para manter no congelador. A médica garante ainda que armazenar os alimentos em sacos herméticos é tremendamente importante para manter o seu sabor e qualidade nutritiva.
Fonte: Notícias ao Minuto
Cerca de 4,6 milhões de garrafas de vinho Rosé espanhol chegaram ao mercado francês com rótulos fraudulentos.
A descoberta foi feita por uma equipa de investigação anti-fraude francesa na sequência de uma investigação de dois anos, que envolveu produtores, importadores e distribuidores, dá conta a BBC.
As garrafas em causa foram comercializadas em cafés, restaurantes e hotéis franceses, enganando clientes.
O relatório que revelou os resultados desta investigação adianta que havia rótulos falsos a imitar os de vinhos caros, rótulos com informações que não eram verdade, como "Engarrafado em França" ou "Produzido em França" mas também elaborados esquemas que permitiam importar garrafas de vinho espanhol disfarçadas de vinhos de qualidade franceses, com os rótulos falsos a esconderem os rótulos originais.
Remi Dumas, representante de uma organização de produtores de vinho de França, pediu aos consumidores para que "abram os olhos" para este problema que afeta o setor, argumentando ainda que as revelações que têm surgido mostram a razão de protestos no setor, que pede maior apoio por parte do governo francês.
Fonte: Notícias ao Minuto
É verdade que muitos pais acreditam que o consumo de alimentos sólidos deixa o bebé saciado por mais tempo e que melhora o seu sono.
Mas, será que têm razão?
Ora, uma nova pesquisa aponta que sim.
O professor Gideon Lack, docente na Universidade King’s College London, no Reino Unido, coautor de uma pesquisa que se prolongou durante três anos e que analisou mil bebés, afirma que os resultados apurados: “Vão de encontro à ideia já por muitos aceite que a introdução de comida sólida na alimentação provoca melhor dormir”.
O novo estudo conduzido por investigadores do King’s College London e da Universidade St George’s of London, apoia a teoria que esta introdução precoce é benéfica para os bebés e também para os progenitores.
A pesquisa detetou que as crianças que ingeriam sólidos entre os três e os seis meses dormiam durante mais tempo e que acordavam menos vezes, comparativamente aos bebés que se alimentavam apenas de leite – melhorando assim também a qualidade de vida dos pais.
Os progenitores inquiridos também reportaram “menos distúrbios do sono” durante o primeiro ano de vida.
Uma outra pesquisa realizada em 2010, apurou que de facto 75% dos pais, em média, alimentam os bebés com alimentos sólidos pela primeira vez aos cinco meses.
Fonte: Notícias ao Minuto
A DGAV publica o Esclarecimento Técnico n.º 3/2018 referente às Taxas de controlo oficial dos géneros alimentícios e à emissão de certificados de exportação.
O presente esclarecimento técnico visa aclarar junto das unidades orgânicas pertinentes desta Direção Geral a distinção entre os atos de verificação e inspeção veterinária abrangidos pelo âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 178/2008, de 26 agosto, e o ato de emissão de certificados para exportação, a que se faz referência na tabela 2, do anexo I, do Despacho n.º 5165-A/2017, de 2 de junho de 2017, que aprova a tabela de preços dos diversos serviços prestados pela DGAV, no exercício das suas competências.
Fonte: DGAV
A Direção Geral de Alimentação e Veterinária reforça que é proibida a introdução na União Europeia, a partir de países fora da UE, de carne e seus produtos para consumo próprio, uma vez que estes produtos podem ser veículo de doenças animais com impacto devastador, como é o caso da Peste Suína Africana. Esta doença afeta todas as espécies suínas e a ocorrência em determinados países fora da UE vem reforçar a indispensável colaboração de todos os intervenientes, incluindo dos viajantes no sentido da prevenção da entrada desta doença a partir desses países.
A DGAV apela também a quem viajar de países da União Europeia afetados pela peste suína africana (Estónia, Itália, letónia, Lituânia, Polónia, República Checa e Roménia) para não trazer este tipo de produtos.
Desde julho de 2017 já se registaram cerca de quatro mil casos em países da Europa, entre os quais a Itália, a Estónia, a Ucrânia, a Rússia e a Hungria.
É proibido o comércio de javalis vivos e respetivas carnes na União Europeia
Recorde-se que desde o mês de abril do corrente ano que a situação epidemiológica da Peste Suína Africana na União Europeia tem vindo a agravar-se, tanto em suínos selvagens, como em domésticos, devido por um lado à disseminação da doença nas populações de javalis em zonas anteriormente consideradas livres na Hungria, Polónia e Roménia e por outro lado devido à notificação de focos em suínos domésticos pelas autoridades oficiais da Polónia e da Lituânia.
O risco da disseminação da PSA na UE está relacionado com vários fatores, como a natural e lenta dispersão da doença entre a população de javalis, a movimentação de javalis infetados, a ingestão de carne suíno e seus produtos contaminados com o vírus da PSA, bem como falhas na biossegurança, tanto nas explorações suinícolas, como durante a atividade da caça. A UE entendeu que a circulação de suínos selvagens infetados, juntamente com o possível atraso na deteção da ocorrência de PSA em EM recentemente infetados, representam um elevado risco de propagação da peste suína africana, podendo ter um impacto negativo sobre a suinicultura em toda a UE.
De forma a mitigar este risco a Comissão Europeia fez publicar a Decisão que institui a proibição na UE da expedição de suínos selvagens para outros Estados-Membros e para Países Terceiros e que é aplicável em todos os EM. Este diploma também estabelece a proibição da expedição de suínos selvagens das zonas em restrição para as zonas livres dos mesmos EM afetados pela PSA.
Fonte: Agroportal
A Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) coloca em consulta pública, até ao próximo dia 30 de Julho de 2018, o documento «Plano de Ação Nacional para o Uso Sustentável dos Produtos Fitofarmacêuticos Estabelecimento e Implementação – 1.ª Revisão/2018 ».
Podem responder a esta consulta pessoas singulares ou colectivas, públicas ou privadas, com interesses ou competências nas áreas abrangidas.
A submissão dos contributos dever ser efectuada para o endereço electrónico: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..
Fonte: Agroportal
Manter o corpo hidratado é o primeiro passo para suportar o calor. Com as temperaturas a subir, o corpo ‘consome’ mais água para transpirar – forma natural de garantir uma proteção contra o calor extremo – e por isso há que repor os níveis de hidratação. Mas como já referimos, há outras formas (menos óbvias) de nos ‘refrescarmos’ por dentro, como é o caso do chá quente.
O Lavanguardia sugere chá de menta e explica que, ao incentivar o processo de sudação, através do consumo de bebidas quentes, “estará a libertar o calor corporal e a contrastar os efeitos das altas temperaturas”. É por isso que (extremismos à parte) beber água natural será mais benéfico do que água fresca, uma vez que ajuda a equilibrar a temperatura corporal.
Garantida a hidratação, também a própria alimentação é essencial para que se ‘sobreviva’ ao tempo quente da forma mais saudável. Isto porque a água não é nutritiva e portanto não garante que mantenha o corpo fresco a partir do seu interior.
Seguindo, então, a fórmula de hidratação + nutrientes, os alimentos preferidos devem ser aqueles com maior quantidade de água, como o tomate, altamente nutricional e uma boa base para a sopa favorita do verão – gaspacho. Também a melancia será uma boa opção, já que é 93% constituída por água e conta com muitas poucas calorias (apontam-se 20 por cada 100 gramas).
Também os alimentos ricos em antocianinas, que funcionam como antioxidantes, são essenciais já que diminuem a pressão arterial e facilitam a dilatação dos vasos sanguíneos – aspetos relevantes para baixar a temperatura corporal. Neste sentido, são os frutos vermelhos os alimentos mais aconselhados.
Por fim, outro alimento que o jornal espanhol aconselha como essencial durante o verão e que não é nada óbvio, são a pimenta e pimentos picantes. Por um processo semelhante ao do chá, é pela necessidade de sudação, principalmente na zona do rosto, que se aponta como benéfico o consumo de tais alimentos.
Fonte: Notícias ao Minuto
Grelhar peixe ou carne no carvão, e na companhia da família e amigos, é um dos grandes prazeres de verão. Este método de confeção permite preparar pratos saudáveis podendo, ao mesmo tempo, ser uma atividade divertida. Contudo, são necessários alguns cuidados básicos para evitar o consumo de partes carbonizadas, potencialmente tóxicas, e contaminações alimentares desnecessárias em plenas férias.
AQUI SE DESCREVEM 29 +1 CUIDADOS BÁSICOS PARA UM GRELHAR SAUDÁVEL:
1) Evite sair para as compras com o carro já quente. Nos dias de compras planeie a viagem cedo e estacione num lugar fresco.
2) Se comprar para congelar, verifique se a arca ou congelador lá em casa estão limpos e preparados para armazenar as compras.
3) Se tiver uma lista longa, deixe para o final a compra de carne ou peixe.
4) Peça para limpar o peixe e, se for caso disso, para escalar na peixaria. Verifique se o peixe é lavado no final da operação e feche bem o saco.
5) Separe o frango (de maior risco microbiológico) das outras carnes. Feche bem as embalagens e separe-as. Tenha cuidado com os sucos da carne, evitando que estes escorram para outros alimentos.
6) Conduza diretamente para casa. Se a viagem for superior a meia hora, leve uma arca para a carne e para o peixe e/ou envolva com material para arrefecer.
7) Ao chegar a casa, lave primeiro as mãos, repetindo o processo entre cada operação. Acondicione de imediato os produtos em embalagens lavadas e congele o que não vai utilizar nos próximos 1-2 dias.
8) Descongele a carne ou o peixe dentro do frigorífico e não ao ar livre.
9) Se colocar a marinar, em particular nos dias mais quentes, faça-o dentro do frigorífico.
10) Só retire a carne/peixe do frio na hora de grelhar e na quantidade certa. Evite o contacto com os produtos a grelhar e com os que estão no frio.
11) Lave as mãos antes e depois de colocar a carne ou o peixe a grelhar.
12) Os utensílios e a bandeja que contactarem com os alimentos em cru não devem contactar com os alimentos cozinhados.
13) Ao grelhar, verifique se a carne ou o peixe não estão crus no interior e cozinhados por fora. Deve ser dado especial cuidado ao frango e outras aves, cozinhando sempre bem estes alimentos.
14) Nunca grelhe parcialmente para aquecer depois, ou para depois dar um acabamento. Faça todo o processo de uma só vez e leve de imediato para a mesa.
15) Peça a um ajudante para ir levando à medida que vai grelhando. A carne/peixe devem ser consumidos de imediato, uma vez que a comida, ao esperar, não só arrefece como aumenta o risco de contaminação.
16) Enquanto grelha, está exposto ao calor excessivo, pelo que se de deve proteger. Afaste o grelhador de zonas sensíveis, não use roupa inflamável e beba água fresca, mantendo-se hidratado. Caso aprecie, reserve a ingestão de uma bebida alcoólica para o momento da refeição, evitando o risco de acidentes (bastante frequente).
17) O fogo deve ser bem distribuído por todo o grelhador, utilizando uma quantidade de carvão adequada e suficiente. Seja paciente, colocando a comida a grelhar quando a chama já não estiver visível, reduzindo, assim, o risco de a carbonizar (em particular quando grelha peixe ou carne com gordura visível).
18) Afaste o grelhador de zonas onde possa existir risco de incêndio, vigie sempre o fogo, evite fagulhas e tenha uma manta e água por perto e em abundância.
19) Tenha ao seu lado água para aspergir se as chamas surgirem.
20) Consumir regularmente carne carbonizada ou muito grelhada pode aumentar o risco de desenvolver certos tipos de cancro. Deve evitar o contacto com a chama, retirar a maioria das gorduras visíveis antes de grelhar a carne e tentar manter a pele do peixe intacta ao longo do processo, removendo-a apenas antes da ingestão.
21) Tempere com sal apenas no momento de grelhar, utilizando sal grosso. Evite o excesso de sal, frequente quando se salga antecipadamente e quando se utiliza sal muito refinado.
22) Acompanhe a carne ou o peixe com uma salada. Tempere com um fio de azeite e ervas aromáticas, tentando reduzir a quantidade de sal. Esta é uma excelente e saudável opção de acompanhamento.
23) Pode também optar por grelhar alguns hortícolas (pimentos, tomates, beringelas, alho francês…). Lembre-se de no final, retirar a pele queimada, tanto dos hortícolas como da carne e do pescado.
24) O barbecue pode ser ainda acompanhado por batata doce, uma companhia excelente e saudável para a carne/peixe e para os vegetais. Lave e coloque logo no início, afastada do fogo mais forte e vá virando, retirando a pele no final.
25) Leve para a mesa numa travessa limpa a carne ou o peixe, não utilizando a mesma travessa onde tinha os produtos em cru.
26) O processo de grelhar pode demorar mais tempo do que o esperado. Uma sopa fria ou de legumes como entrada saudável, para além de hidratar e evitar excessos energéticos com outras entradas calóricas e salgadas, impede que a fome e a má disposição apareçam.
27) Na mesa, a água fresca é obrigatória, podendo ser aromatizada com canela, hortelã ou frutas.
28) Quem esteve a trabalhar ou a ajudar necessita de se hidratar, em particular se beber álcool. Assim, protege a sua saúde e aproveita melhor a refeição.
29) Últimas notas para o fogareiro ou aparelho barbecue: se não estiver à vista, verifique se o fogo está controlado e assegure-se que as crianças não se aproximam dele. Não se distraia, muitos acidentes começam aqui.
30) Agora aproveite. A tradição mediterrânica implica tempo e uma boa conversa em torno da mesa.
Para finalizar em perfeição, e se tiver um termómetro para alimentos, aqui ficam as temperaturas adequadas para uma confeção segura do ponto de vista microbiológico.
TEMPERATURAS MÍNIMAS NO INTERIOR DO ALIMENTO:
Ave inteira: 74ºC
Peitos de aves de capoeira: 74ºC
Carne moída: 71ºC
Carne bovina, carne de porco, cordeiro e vitela (bifes, assados e costeletas): 63ºC
Depois de atingida a temperatura deixe em repouso pelo menos 3 minutos.
Fonte: Nutrimento
Não é novidade que a incidência das doenças alérgicas continua a aumentar por todo o mundo, principalmente nos países industrializados e em idades cada vez mais precoces. O que se verifica é que as últimas gerações de crianças sofrem mais de alergias do que as anteriores. Quais as causas desta verdadeira epidemia do século XXI que, transversalmente, não poupa ninguém? As explicação é, aparentemente, simples!
Pensa-se que os estilos de vida modernos, a poluição e a alteração de hábitos alimentares podem contribuir para aumentar a frequência de doença alérgica. De facto, a vida atual é bastante diferente do dos nossos pais, que compravam os alimentos em mercados locais abastecidos pelas hortas dos arredores e que comiam fruta, legumes e leguminosas com poucos ou até mesmo sem nenhuns pesticidas.
Além disso, as refeições eram confecionadas com carne de galinhas de capoeira e de animais que se alimentavam de pasto. E, hoje, qual é a realidade, principalmente nas grandes cidades? As compras são feitas em grandes superfícies e os produtos vêm, muitas das vezes, dos quatro cantos do mundo, ao ponto de ninguém saber quais são os da estação. A carne é de aviário e o peixe, na sua maioria, de aquacultura.
Isto para não falar dos 300 aditivos utilizados na indústria alimentar, como conservantes, antioxidantes, corantes e intensificadores de sabor, entre outros, e da fast food, que é um sucesso por todo o mundo.
Se a este quadro juntarmos a poluição atmosférica, as alterações climáticas e o estilo de vida frenético com o correspondente stresse emocional, podemos compreender porque as defesas do organismo humano são ultrapassadas e se adoece, nomeadamente de patologia alérgica.
Aconselho, por isso, que consuma produtos biológicos, sempre que possível, nomeadamente frutas, leguminosas, vegetais, hortaliças e legumes, frango do campo e carne de vaca de pasto. Recomendo ainda que, ao fazer as suas compras, escolha sempre produtos nacionais, evitando assim processos de congelação, de armazenamento e de deslocação, assim como processamentos vários, que não nos trazem benefício algum.
Sinais de alarme a ter em conta
Estas são as reações que, à partida, podem denunciar uma alergia alimentar:
- Comichão nos lábios, na língua e na garganta;
- Vómitos e diarreia;
- Reações cutâneas, nomeadamente urticária e angioedema;
- Sintomas respiratórios, nomeadamente rinite e asma;
- Choque anafilático, uma reação alérgica sistémica grave que ocorre de forma súbita e pode ter manifestações cutâneas, respiratórias, cardiovasculares e gastrointestinais. Este problema requer tratamento imediato.
Fonte: Sapo LifeStyle
Subscreva a Base de dados Qualfood Negócios!