A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 106 barris de vinho branco à pressão, num valor de cerca de 5.300 euros, por venda fraudulenta e uso ilegal de marca, indicou esta sexta-feira aquele órgão de polícia criminal.
A apreensão dos 106 barris de vinho branco à pressão, que totalizaram 980 litros, ocorreu no âmbito de uma ação dirigida às práticas fraudulentas no setor vitivinícola desenvolvida pela Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal da ASAE.
Em comunicado, a ASAE adianta que a apreensão foi feita num distribuidor de bebidas da área metropolitana do Porto que abastecia cafés e restaurantes da zona norte através da venda de vinho branco em barril, à pressão, de uma marca protegida, a preços ligeiramente abaixo do mercado.
Segundo a ASAE, o vinho era engarrafado por um operador não autorizado pela marca e era de natureza diferente.
Aquele órgão de polícia criminal refere ainda que está em causa os crimes de fraude sobre mercadorias e de uso ilegal de marca protegida.
Fonte: Correio da Manhã
A Autoridade para a Segurança Alimentar (ASAE) instaurou 20 processos-crime em 2016 a talhos e aplicou 134 multas na sequência de 610 fiscalizações a estabelecimentos de venda de carne.
De acordo com os dados estatísticos da ASAE, os 20 processos-crime deveram-se a “incumprimentos relativos à utilização indevida da Denominação de Origem Protegida (DOP), abate clandestino e produtos avariados”.
Já os 134 processos de contraordenação tiveram por base, maioritariamente, “a distribuição, preparação e venda de carnes e seus produtos com desrespeito das normas higiénicas e técnicas aplicáveis”, o “incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene” e a “falta ou inexatidão de rotulagem e a deficiência das indicações na rotulagem da carne de bovino”.
A ASAE recordou que tem em prática um Plano Nacional de Colheita de Amostras, para controlar os alimentos disponibilizados aos consumidores.
“Em 2016 foram colhidas 202 amostras de carne picada e preparados de carne para pesquisa de sulfitos (86) e salmonela (116), tendo sido detetadas 21 não conformidades (14 em sulfitos e 7 em salmonela)”, lê-se no documento da ASAE.
Por sulfitos entende-se “aditivos alimentares autorizados como conservantes que podem ser utilizados em diversos géneros alimentícios”, de que são exemplos alguns preparados de carne picada como as almôndegas ou os hambúrgueres, acrescentou a mesma fonte.
Segundo a ASAE, “a carne picada, pelas suas características, entre as quais a grande área de superfície de exposição, é um produto muito perecível e que obrigatoriamente tem que ser conservado até 2.ºC e vendida no próprio dia da sua preparação”.
No entanto, recordou a autoridade, “em regra, o consumo da carne picada é feito após confeção (exceto o bife tártaro), e este tratamento térmico, permite reduzir o risco associado ao consumo da carne picada para níveis aceitáveis”.
A autoridade para a segurança alimentar sublinhou ainda que “risco zero não existe para nenhum tipo de alimento”.
Fonte: Observador
Se gosta de torradas e de batatas fritas, então certifique-se de que não as deixa passar para lá do ponto, quando elas ainda têm um tom mais alourado do que castanho. A ideia é evitar um maior risco de cancro e o conselho não vem de um qualquer folheto de propaganda mas da Food Standards Agency (FSA), a autoridade britânica que regula a segurança alimentar.
Em causa está a acrilamida, uma substância química que se forma nos alimentos ricos em hidratos de carbono quando cozinhados a altas temperaturas e que já se demonstrou aumentar o risco de cancro em experiências com animais.
Nos seres humanos esse risco não está confirmado - os estudos não são ainda suficientemente conclusivos - mas os cientistas que estudam a questão e os especialistas em nutrição concordam que é preferível usar de alguma cautela e evitar o consumo exagerado daqueles alimentos à base de hidratos de carbono, e sobretudo demasiado cozinhados.
A questão foi levantada pela primeira vez em 2002 por cientistas suecos que descobriram aquela substância nos produtos alimentares à base de arroz, farinha, milho e batatas cozinhados a altas temperaturas. Nesse mesmo ano, novos testes realizados por investigadores da Noruega, Grã-Bretanha e Suíça, em resposta a um apelo à investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para que se estudasse o assunto com urgência, chegaram às mesmas conclusões: a acrilamida forma-se nesse tipo de alimentos quando cozinhados a altas temperaturas, que devem, portanto, ser evitadas.
O processo através do qual isso acontece também ficou esclarecido logo nesse anos e a descoberta foi publicada na Nature. A acrilamida surge naqueles alimentos como resultado de uma reação entre um aminoácido, chamado aspargina - presente em níveis relativamente altos nas batatas e outros cereais - e o açúcar. A investigação confirmou que, quando o aminoácido é aquecido, reage com o açúcar, formando a acrilamida.
Antes da recomendação agora feita pela FSA britânica, já a Agência Europeia de Segurança Alimentar tinha feito, em 2014, uma recomendação no mesmo sentido. Pelo sim, pelo não, o melhor é mesmo seguir o conselho.
Fonte: Diário de Notícias
No mês de janeiro, decorre mais um período obrigatório de Declarações de Existências de Ovinos e Caprinos (DEOC), conforme Aviso da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, publicado neste portal.
A declaração de existências de ovinos e caprinos poderá ser efetuada em qualquer departamento dos Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais, nas entidades protocoladas com o IFAP, ou diretamente pelo produtor na Área Reservada do portal do IFAP.
Fonte: DGAV
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) desenvolveu várias ações de fiscalização durante a época natalícia no âmbito da garantia da Segurança Alimentar, tendo fiscalizado 296 operadores económicos que comercializam produtos característicos destas épocas, como borrego, cabrito, leitão, azeite, peru, bacalhau, polvo, bem como doces e frutos secos.
"Durante as ações de fiscalização foram verificadas as condições de higiene, segurança e qualidade dos géneros alimentícios, designadamente normas de comercialização, rotulagem, condições de conservação e armazenagem e ainda questões relativas ao licenciamento, tendo sido instaurados 27 processos de contraordenação e 2 processos-crime relacionados com comercialização de géneros alimentícios avariados e com abate clandestino", informa a ASAE em comunicado de imprensa.
Foi ainda desmantelado um matadouro ilegal, o que levou à detenção de "dois indivíduos envolvidos nesta atividade ilegal", refere a autoridade alimentar.
De acordo com a ASAE, ainda durante este período, face ao aumento da procura por parte dos consumidores de determinados produtos, e face às promoções existentes nas cadeias, foi intensificada a fiscalização à prática ilegal dessas mesmas promoções, assim como à venda ilícita de produtos alimentares.
"As principais infrações detetadas foram o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, a inexistência de processo ou processos baseados nos princípios do HACCP, a falta de mera comunicação prévia, o incumprimento da rotulagem da carne de bovino, a colocação no mercado de produtos de origem animal fabricados em estabelecimento não aprovado, a falta de requisitos em géneros alimentícios, a falta de preços em bens, infrações relacionadas com o livro de reclamações e falta de controlo metrológico em instrumentos de peso", explica a ASAE.
De acordo com Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, foi ainda suspensa a atividade de uma indústria de produtos da pesca por falta de licenciamento e apreendidas cerca de 6 toneladas de géneros alimentícios, 2 instrumentos de pesagem e material diverso usado na prática de abate clandestino, no valor aproximado de 20.000 euros.
Fonte: Sapo Lifestyle
A DGAV atualizou a lista respeitante a variedades resistentes a Globodera rostochiensis e Globodera pallida.
Para consultar a lista, clique aqui.
Fonte: DGAV
Foi publicada no portal da DG SANTE e encontra-se disponível para consulta, a 2ª parte do documento Q&A - perguntas e respostas sobre a aplicação do Regulamento (UE) Nº 1169/2011, relativo à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios (por enquanto apenas em língua inglesa).
Para consultar o documento, clique aqui.
Para mais informações sobre este assunto consulte o portal da DGAV.
Fonte: DGAV
A Autoridade de Segurança Alimentar suspendeu a atividade de uma cantina escolar e apreendeu alimentos como azeite e ovos numa fiscalização a serviços de restauração em escolas que resultou em 28 processos de contraordenação.
A operação, que decorreu nas últimas semanas do primeiro período escolar, foi dirigida aos serviços de restauração em estabelecimentos público e privados de ensino pré-escolar, básico, secundário, superior e profissional, e visou "verificar o fornecimento de refeições aos alunos de forma a garantir a Segurança Alimentar", adianta a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) em comunicado.
Segundo a ASAE, foram fiscalizados 112 operadores económicos, tendo sido instaurados 28 processos de natureza contraordenacional, destacando-se como principais infrações o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, a inexistência de processo baseados nos princípios do HACCP (sistema de gestão de segurança alimentar) ou a sua deficiente implementação, a falta de inspeção periódica, instalação de gás, entre outras.
Foram ainda apreendidos diversos géneros alimentícios, designadamente azeite por rotulagem incorreta, ovos com data de consumo ultrapassada e diversos produtos cárneos por ausência de documentação relativa à sua rastreabilidade.
Foi ainda suspensa a atividade de uma cantina escolar por falta de requisitos gerais e específicos de higiene, adianta a ASAE.
Fonte: Diário de Notícias
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) anunciou hoje que desmantelou três locais de abate ilegal de animais para consumo público, sem a competente inspeção sanitária, em Armamar, Elvas e nos arredores de Fátima.
Em comunicado, a ASAE refere que foram apreendidos 10 cabritos, 16 leitões, uma balança, diverso material de corte e ainda um carimbo com marca de inspeção sanitária, nestas localidades dos distritos de Viseu, Portalegre e Santarém.
A apreensão do carimbo, segundo a ASAE, foi o "culminar de uma investigação relativa à utilização do referido carimbo por diversos assadores para marcação de leitões provenientes de abate clandestino, facilitando a sua entrada ilegal no circuito comercial".
Foram detidas duas pessoas e instaurados três processos-crime, por abate clandestino e falsificação de cunhos ou selos, tendo em consideração o abate de animais fora das instalações licenciadas para o efeito, "suscetíveis de afetar a saúde dos seus consumidores", adianta o comunicado.
A ASAE indicou ainda que este é o resultado de diversas ações de fiscalização, que efetuou na passada semana, no âmbito do combate ao abate clandestino, "atendendo aos riscos associados ao consumo de carne proveniente de estabelecimentos não licenciados para o
Fonte: Diário de Notícias
Comer uma mão cheia de frutos secos por dia pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares, cancro e até contribuir para que viva durante mais tempo. Estas são as conclusões de um estudo do Imperial College London, avançado pelo The Telegraph, que mostra que aqueles que consomem, pelo menos, 20g diários de nozes, amêndoas, avelãs, amendoins, pistachos e cajus, estão sujeitos a um menor risco de contrair algumas doenças graves.
De acordo com este estudo, comer o equivalente a uma mão cheia desta variedade de frutos reduzirá o risco de doenças cardiovasculares em 30%, o risco de cancro em 15% e reduzirá ainda as probabilidades de morrer de forma precoce em 22%. Além disso, este hábito alimentar pode ainda diminuir em 40% o risco de diabetes e a morte por doenças respiratórias.
Os investigadores consideram que estes benefícios provêm do valor nutricional dos frutos de casca rija. As nozes e os amendoins são ricos em fibras, magnésio e gorduras poliinsaturadas. Este tipo de nutrientes é benéfico para reduzir o risco de doenças cardiovasculares e os níveis de colesterol. Algumas variedades de noz, como a noz pecan, são ricas ainda em antioxidantes, capazes de combater sintomas de stress e reduzir o risco de cancro”, revela Dagfinn Aune, um dos autores deste estudo, ao The Telegraph.
A equipa de investigação do Imperial College London analisou dados de 29 estudos e contou com a participação de cerca de 800.000 pessoas que, durante o período em que se realizou a pesquisa, comeram uma vasta variedade deste tipo de frutos secos.
Apesar de ter havido alguma variação nos resultados obtidos entre as pessoas estudadas – entre homens e mulheres, pessoas que vivem em regiões diferentes e pessoas com vários fatores de risco -, os investigadores chegaram à conclusão que o consumo de nozes (e os frutos secos de casca rija em geral) contribuiu mesmo para a redução do risco de contrair certas doenças na maioria dos envolvidos.
Fonte: Observador
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