A DGAV atualizou o mapa bem como a lista de Freguesias que integram total ou parcialmente a zona demarcada respeitante a Trioza erytreae.
Fonte: DGAV
"A aquacultura é a indústria de produção animal com maior crescimento a nível mundial, representando cerca de 50% do pescado destinado ao consumo humano. Contudo, a ocorrência frequente de doenças bacterianas nestes animais representa perdas económicas globais superiores a 3,5 milhões de euros", disse à agência Lusa a investigadora Rafaela Santos, do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR).
Essas doenças bacterianas, referiu, estão associadas ao uso inadequado de antibióticos, podendo resultar na acumulação de bactérias em produtos para consumo humano, provocando, assim, problemas de saúde pública.
"Aproveitando a coleção bacteriana do CIIMAR, composta por organismos potencialmente probióticos, de diferentes espécies de peixes de aquacultura", os responsáveis pelo projeto SNACk descobriram "novas bactérias probióticas, capazes de antagonizar os mais importantes organismos patogénicos causadores de doenças de peixes".
As bactérias probióticas são, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), "organismos vivos que, quando adicionados à dieta, em quantidades adequadas, fornecem benefício para a saúde do hospedeiro", indicou a também investigadora da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP).
Essas bactérias produzem compostos naturais antimicrobianos capazes de combater as doenças bacterianas "mais importantes dos peixes de aquacultura, como a vibriose, a furunculose ou a pseudo-tuberculose, entre outras, e são facilmente incorporáveis em rações para peixe", contou.
Além disso, originam estruturas de elevada resistência, denominadas de esporos, permitindo que as mesmas "consigam sobreviver às elevadas temperaturas e pressões aplicadas nos processos de produção de ração para peixes, bem como atravessar todo o trato gastrointestinal, até ao intestino, sem perder as suas características".
Segundo a responsável, estes resultados, "em consonância com a investigação internacional mais atual", podem ter "um forte impacto económico e ambiental" na indústria da aquacultura, diminuindo a carga de surtos bacterianos e o uso de antibióticos.
As moléculas produzidas por estas bactérias, continuou, poderão ser também aplicadas em agentes de biocontrolo da água.
Com este projeto, a equipa espera então criar um produto que aliviará a carga de doenças bacterianas e aumentará as opções dos aquacultores europeus, "atualmente limitados a um probiótico aprovado para uso em aquacultura de peixes, que não visa resolver os problemas das doenças bacterianas".
Rafaela Santos disse ainda que, para que estes probiótocos sejam incorporados nas rações, será necessário realizar testes in vivo em três espécies de peixes diferentes e em condições de cultivo também diferentes, nomeadamente no que diz respeito à salinidade e temperatura da água da aquacultura.
"Só depois será possível elaborar um dossiê para submeter à aprovação pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA), permitindo a sua incorporação em dietas comerciais", acrescentou.
O SNACk é um projeto do grupo NUTRIMU, do CIIMAR, liderado pelo professor Aires Oliva-Teles, estando na base do doutoramento de Rafaela Santos e do pós-doutoramento das investigadoras Paula Enes e Cláudia Serra.
Fonte: Sapo24
A DGAV publicou o Esclarecimento Técnico n.º 5/2018 que pretende dar indicações sobre os procedimentos a adotar pelos operadores de estabelecimentos de abate durante a receção de equídeos para abate para consumo humano, relativamente à verificação da sua identificação e registo.
Fonte: DGAV
A DGAV procede à divulgação do Despacho n.º 23/G/2018, relativo às listagens das freguesias que constituem as Zonas de Intervenção Prioritárias (ZIP) para o controlo da doença da flavescência dourada da videira e das freguesias onde o inseto vetor Scaphoideus titanus Ball. está presente.
Fonte: DGAV
O cultivo de culturas OGM, ou biotecnológicas, pode trazer benefícios para o ambiente, para a saúde humana e animal e ainda contribuir para a sustentabilidade socioeconómica e ambiental dos agricultores. A conclusão é de um estudo recentemente publicado pelo Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações Agrobiotecnológicas (ISAAA) e pelo PG Economics, que revela ainda que a área mundial dedicada à produção de culturas OGM cresceu 3% em 2017, cerca de 4,7 milhões de hectares, para um total de 189,8 milhões de hectares.
De acordo com o relatório, o aumento de superfície agrícola dedicada a culturas OGM deve-se “principalmente à maior rentabilidade decorrente da subida dos preços de commodities, aumento da procura do mercado e da presença de tecnologia de sementes disponíveis.”
O estudo faz uma análise dos impactos socioeconómicos e ambientais do cultivo de OGM entre 1996 e 2016 e defende que este tipo de culturas “oferecem enormes benefícios”. Segundo o presidente do conselho da ISAAA, Paul S. Teng, “a recente produção de culturas biotecnológicas de próxima geração – incluindo as maçãs e batatas que provavelmente não se estragam ou são danificadas, o abacaxi super doce e enriquecido com antocianina, o milho com biomassa da espiga aumentada com alto teor de amilose, e a soja com teor de óleo modificado, combinado com aprovação de comercialização de uma cana resistente a insetos – oferece opções mais diversificadas para consumidores e produtores de alimentos.”
“A insegurança alimentar global é um problema enorme em países em desenvolvimento. Existem cerca de 108 milhões de pessoas em países afetadas pela crise de alimentos ainda vulneráveis ou a enfrentar insegurança alimentar. Temos visto ao longo de 20 anos como a adoção de culturas biotecnológicas em países em desenvolvimento tem contribuído para o aumento da produtividade da colheita, produção mais segura e aumento do rendimento, contribuindo para diminuir a pobreza, fome e malnutrição em algumas das regiões do mundo mais propensas a esses desafios”, acrescenta Graham Brookes, Diretor do PG Economics.
O estudo defende ainda que a adoção de culturas OGM pode ser a melhor forma de ‘driblar’ as alterações climáticas e para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa.
Conheça o estudo em detalhe aqui.
Fonte: Agroportal
Sete utentes do Lar Dona Ana Pacheco, em Sabóia, concelho de Odemira, foram transportados para o Serviço de Urgência Básica (SUB) de Odemira, apresentando sinais de intoxicação alimentar, na passada segunda-feira de manhã.
Há outros oito utentes que estão sob vigilância da instituição, pertença da Associação Humanitária da 3ª Idade Dona Ana Pacheco.
Segundo foi possível apurar, os primeiros sintomas de uma intoxicação alimentar manifestaram-se durante a noite, tendo o alerta sido dado cerca das 9.15 horas de segunda-feira. Foram deslocados para o local meios dos Bombeiros, a viatura de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Odemira e a GNR.
De acordo com informações de Luís Oliveira, comandante dos Bombeiros de Odemira, "foram transportadas sete pessoas para o SUB, enquanto no lar ficou uma enfermeira a avaliar a situação dos outros oito afetados, para perceber se será também necessário recorrer o serviço de saúde", rematou.
O JN procurou junto da instituição uma reação por parte da sua presidente, mas não houve disponibilidade para qualquer justificação.
No socorro às vítimas estiveram envolvidos 10 operacionais e 5 viaturas dos Bombeiros, SIV e GNR.
Fonte: Jornal de Notícias
Os criadores de coelhos estão a passar por uma crise. Há falta de consumo e os produtores estão a sofrer consequências financeiras. A cunicultura está em risco de desaparecer na Europa. A UE reconheceu esse risco e vai financiar, durante 3 anos, uma campanha de sensibilização de consumo de carne de coelho na Península Ibérica.
“Ciente do risco de extinção desta actividade e das nefastas consequências económicas e sociais que daí advêm, a União Europeia foi sensível aos pedidos de apoio” da ASPOC – Associação Portuguesa de Cunicultura e da Intercun – Organizacion Interprofisional Cunicola e aceitou financiar uma campanha de sensibilização para o consumo da carne de coelho na Península Ibérica nos próximos 3 anos, refere um comunicado da ASPOC.
“Crise sem precedentes em toda a Europa”
O mesmo comunicado frisa que o sector da cunicultura está a viver uma “crise sem precedentes em toda a Europa”, prevendo-se que “possa desaparecer em poucos anos se não houver uma política comunitária de sensibilização” para o consumo da carne de coelho.
Só na Península Ibérica, a produção deste alimento caiu 14% em pouco mais de 10 anos, tendo passado de 78.100 toneladas/ano para 65.600 toneladas/ano. Este declínio resulta exclusivamente de uma quebra constante do consumo da carne de coelho que o sector não tem conseguido contrariar.
Portugal: campanha arranca a 28 de Junho
Em Portugal, onde a carne de coelho ocupava tradicionalmente um lugar de destaque na dieta alimentar, a campanha arranca na próxima quinta-feira, dia 28 de Junho.
Benefícios da carne de coelho
Classificada como carne branca, é apreciada pelos consumidores pelo seu sabor, por ser tenra, suculenta, saborosa e de fácil confecção.
“No entanto, a carne de coelho alia prazer e saúde, pois para além de um baixo valor calórico, possui uma excelente composição nutricional, devendo fazer parte de uma alimentação variada, completa e equilibrada, sendo aconselhada para os consumidores de todas as idades pelos mais variados motivos”.
E adianta que, no que respeita aos macronutrientes, a carne de coelho destaca-se pelo seu elevado teor em proteínas, nutriente responsável pelo crescimento, conservação e reparação dos nossos órgãos, tecidos e células, sendo indicada uma ingestão em maiores quantidades nas crianças e adolescentes em fase de crescimento e nos desportistas, sendo que uma alimentação desequilibrada e deficiente num desportista pode produzir alterações metabólicas, bioquímicas e fisiológicas, senso essencial a ingestão adequada de proteínas para a manutenção e desenvolvimento da massa muscular.
Proteínas de alto valor biológico
Para além disto, a carne de coelho fornece proteínas de alto valor biológico, ou seja, possui aminoácidos nas quantidades e proporções adequadas às necessidades do organismo, sem as desvantagens normalmente associadas ao consumo de carnes vermelhas, tais como, maior ingestão de colesterol e gorduras saturadas.
“Recomenda-se, por isso, que se escolham carnes brancas, sendo a carne de coelho uma carne de eleição nesse sentido, devido ao seu baixo teor em gorduras saturadas e colesterol, sendo aconselhável para prevenir ou não agravar determinadas patologias como as doenças cardiovasculares”.
Por outro lado, uma vez que apresenta um conteúdo de ácido úrico mais baixo que as carnes vermelhas, a carne de coelho é indicada para pessoas com gota e níveis elevados de ácido úrico no sangue.
A carne de coelho é de fácil digestão, sendo indicada para fazer parte das refeições de crianças, idosos e quem possuir problemas de estômago.
Fonte: Agroportal
A DGAV informou que foi realizada a atualização das zonas demarcadas para Epitrix, divulgada através do Ofício Circular n.º 22/2018.
Esta atualização tem implicações imediatas nos movimentos de batata para fora da nova zona demarcada com destino a zonas isentas do inseto, aplicando-se as medidas de emergência fitossanitárias da legislação em vigor.
Fonte: DGAV
A Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) disse na sexta-feira que “a pouca clareza da lei” e “a responsabilidade que pode gerar para os proprietários de estabelecimentos, nomeadamente em termos de higiene e segurança alimentar”, deverão levar a que muitos não adiram à permissão de entrada de animais de companhia nos bares e restaurantes.
“Este é um tema que deveria ter sido alvo de uma profunda reflexão e que deveria ter tido em conta as preocupações do setor. Acreditamos que, por estas razões, grande parte dos restaurantes não irá aderir à permissão”, afirmou a secretária-geral da AHRESP, Ana Jacinto, citada num comunicado da associação.
Ana Jacinto avisa, por outro lado, que “os proprietários que decidirem aderir não podem ignorar que estão a assumir a responsabilidade da presença dos animais no seu estabelecimento”.
Tendo como objetivo o cumprimento da lei, a AHRESP produziu, para distribuição gratuita aos seus associados, um dístico específico para os estabelecimentos que optem por permitir a entrada e permanência de animais de companhia, que obteve já a concordância da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), por prever as informações exigidas, como a lotação e condições de acesso, e que deverá ser afixado à entrada.
O setor da hotelaria e restauração esclareceu os seus associados que, caso pretendam não permitir a entrada de animais (exceto cães de assistência), bastará manter o atual dístico de proibição.
Os animais de companhia podem, a partir de hoje, acompanhar os donos a estabelecimentos comerciais devidamente sinalizados e que podem fixar uma lotação máxima, de acordo com uma lei aprovada em fevereiro, no parlamento.
O texto de substituição, acordado na comissão de Economia, foi aprovado, por unanimidade, a partir de projetos do Partido Ecologista “Os Verdes”, partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e BE.
Nos termos da lei, é permitida a entrada de animais em estabelecimentos, “em espaços fechados”, que os aceitem, mas é necessário obedecer às regras descritas na legislação.
Pode ser fixada uma lotação máxima de animais pelo restaurante, de modo a “salvaguardar o seu normal funcionamento”.
Os animais terão de estar presos, “com trela curta”, e “não podem circular livremente”, estando vedada a sua presença na zona de serviços ou onde existam alimentos.
O dono do estabelecimento pode, igualmente, fixar uma área reservada para clientes com animais ou permitir a sua presença em todo o espaço.
Fonte: sapo24
A 28 de dezembro de 2017 foi publicado o Despacho n.º 11391/2017, o qual visa a alteração da disponibilidade de alimentos nos espaços destinados à exploração de bares, cafetarias e bufetes, nas instituições do Ministério da Saúde (MS), promovendo uma alimentação mais saudável.
O Guia de apoio à aplicação do Despacho n.º 11391/2017, que a DGS agora publica, apresenta os critérios nutricionais gerais e específicos que foram utilizados para a elaboração deste despacho, com o objetivo de permitir uma identificação com maior rigor da lista de “alimentos a não disponibilizar”.
Este documento de apoio à tomada de decisão, baseado em evidência científica, vai permitir às empresas que operam nestes setores uma identificação mais clara dos alimentos possíveis de adquirir, permitindo ainda ao mercado adaptar melhor a sua oferta e incentivar uma melhor e mais eficaz fiscalização com menos ambiguidades.
Para tornar mais fácil a leitura estão disponíveis dois modelos de leitura:
– um com o documento completo, que pode consultar aqui;
– outro com questões e respostas que poderão ser lidas separadamente, apresentadas de seguida.
FAQs:
Q1:
Q2:
Q3:
Q4:
Q5:
Q6:
Q7:
Q8:
Q9:
Q10:
Q11:
Q12:
Q13:
Q14:
Q15:
Q16:
Fonte: Nutrimento
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