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A União Europeia classifica os Estados-membros, determinados terceiros países ou regiões dos mesmos segundo a sua situação em relação à Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), em uma de três categorias.

As três categorias classificam os que têm um risco insignificante de EEB, os que apresentam um risco controlado e aqueles com um risco indeterminado de EEB.

Em Maio de 2015, a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) adoptou a Resolução 21, na qual se reconhece que a República Checa, França, Chipre, Liechtenstein e Suíça, têm um risco insignificante de EEB. Assim, a Comissão actualizou a sua classificação para incluir estes cinco países na categoria de risco insignificante, onde também estão outros como a Bélgica, Suécia, Itália, Portugal, Dinamarca, Áustria, Países Baixos, Estados Unidos da América, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, Brasil e Uruguai. A Espanha está dentro da categoria de risco controlado de EEB, à semelhança da Alemanha, Reino Unido, Irlanda, Canadá e México.

 

 

Fonte: CONFAGRI

 

A DGAV está a promover o registo facultativo dos Estabelecimentos pelos Operadores do sector Agroalimentar, através do envio desta Ficha para o email This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

Este registo permite aos operadores:

· Obterem um documento de registo online a fazer prova de que estão abrangidos por um sistema de controlo oficial regular, baseado no risco, coordenado pela Autoridade Competente no âmbito da higiene e segurança alimentar;
· Acederem ao Sistema Informático da DGAV para consulta dos controlos oficiais realizados aos seus estabelecimentos;
· Consultarem os planos de controlo oficial da DGAV e as listas de verificação utilizadas nas ações de controlo.
 
Também está disponível a lista de estabelecimentos já registados no sistema de informação da DGAV (SIPACE) (para consultar clique aqui).
 
 
 
 Fonte: DGAV

Na medicina popular, o alecrim é associado há séculos com a boa memória. O médico Chris Van Tulleken investigou para a BBC qual pode ser a base científica dessa crença. Em termos científicos, existem diferentes tipos de memória.

Existe a memória passada: o que se aprendeu na escola, por exemplo. Existe a memória presente, usada minuto a minuto. E também a memória futura, ou «lembrar de lembrar». A memória futura é a mais completa para a maioria. Quando falha, situações como esquecer de tomar um medicamento ou do presente de aniversário do cônjuge acontecem.

Existem estratégias para melhorar a memória passada, porém é mais complicado aprimorar a memória futura - e muitos adorariam ter uma receita. A medicina, por sua vez, não oferece muitas alternativas. Há remédios que tratam a perda da memória associada à demência, mas não são totalmente eficazes.

Na Universidade de Northumbria, no norte de Inglaterra, a equipa do professor Mark Moss está a realizar experiências para testar se o óleo essencial de alecrim pode ajudar a memória futura. O alecrim está vinculado à memória há centenas de anos.

A partir de um trabalho em comunidades remotas a nível global, constatou-se que tradições antigas de cura têm muito para ensinar e, historicamente, já forneceram muitos remédios úteis.

Mas o médico acreditava que a aromaterapia estivesse noutra categoria, uma terapia com pouco efeito; recorrer a cheiros bons para fazer as pessoas se sentirem bem.

Então, eis como a equipa de pesquisadores da Universidade Northumbria trabalhou: foram recrutados 60 voluntários mais velhos para testar os efeitos não apenas do óleo de alecrim, mas do de lavanda também. De seguida situaram os voluntários em salas impregnadas com óleo essencial de alecrim, de lavanda ou sem aroma nenhum.

Os participantes recebiam a informação de que estavam a testar uma bebida com vitaminas. Qualquer comentário sobre os aromas era descartado e considerado irrelevante, os pesquisadores diziam que o aroma tinha sido «deixado pelo grupo que usou a sala antes». Os voluntários, posteriormente, fizeram um teste de memória.

No início, objectos eram escondidos pela sala em lugares que os voluntários teriam que se lembrar no final do teste. Depois eram submetidos a uma série de quebra-cabeças com palavras, e jogos enquanto os pedidos dos responsáveis pelos testes de memória ficavam cada vez mais complicados.

O que a equipa de Mark Moss descobriu com estes testes foi notável: os voluntários na sala com a infusão de alecrim conseguiram, estatisticamente, resultados melhores do que aqueles na sala de controlo.

Os da sala com lavanda apresentaram uma queda significativa no desempenho. A lavanda é tradicionalmente associada com o sono e sedação.

De acordo com os cientistas, alguns compostos do óleo de alecrim podem ser responsáveis por mudanças no desempenho da memória. Um deles é chamado de 1,8 cineol. Além de ter um cheiro muito bom (para quem gosta do cheiro), pode agir da mesma forma que os remédios permitidos para tratar a demência, causando um aumento num neurotransmissor chamado acetilcolina. Esses compostos fazem isso ao evitar a quebra do neurotransmissor por uma enzima. E isso é muito plausível - inalação é uma das melhores formas de levar drogas para o cérebro.

Quando se consome um remédio via oral, este pode ser quebrado durante a digestão. Mas a inalação de pequenas moléculas pode passar para a corrente sanguínea e, dali, para o cérebro sem ser quebrado no sistema digestivo. Moss e a sua equipa analisaram amostras de sangue dos voluntários e encontraram traços dos elementos químicos do óleo de alecrim.

As implicações com este tipo de pesquisa são enormes, mas não significa que será necessário passar os dias a cheirar alecrim e as suas noites a dormir numa almofada impregnada com essência de lavanda.

Os efeitos foram detectáveis mas reduzidos, dando uma pista de que é necessário fazer mais pesquisas sobre alguns compostos químicos encontrados em óleos essenciais, o que pode levar à criação de terapias ou aumentar a nossa compreensão da memória e do funcionamento do cérebro.

Fonte: DD

A DGAV publica a lista dos produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, bem como a lista dos produtos cancelados atualizada a 06 de junho de 2015 (cliqueaqui).

Nesta lista em formato Excel, poderá facilmente pesquisar a informação relativa aos produtos cancelados, autorizados, e ainda aqueles que sofreram uma alteração de nome comercial e mudança de titularidade.

Fonte: DGAV

A DGAV publicou a lista dos produtos fitofarmacêuticos autorizados para os usos menores. (cliqueaqui).

Fonte: DGAV

O iodo é um micronutriente importante e essencial à vida que não é sintetizado pelo organismo, sendo obtido a partir de fontes alimentares.

A deficiência de iodo nas grávidas tem sido associada a malformações congénitas; partos prematuros e a atraso mental dos bebés.

Embora em Portugal a quantidade de iodo não se encontre normalmente rotulada na embalagem dos alimentos, verificámos que atualmente algumas marcas de leite vendidas no nosso país passaram a ter na rotulagem a quantidade de iodo fornecida por 100ml e por copo (250 ml). Uma importante informação que ajuda à tomada de uma decisão esclarecida por parte dos consumidores e profissionais de saúde.

Fonte: Confagri

A fiscalização decorreu nos concelhos da Mealhada, Vila Nova de Poiares e Arganil. Foram inspecionados quatro armazenistas de vinhos.

Uma ação de fiscalização realizada pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) resultou na apreensão de 12.224 litros de vinho branco e tinto por “irregularidades de rotulagem”. A operação aconteceu nos dias 21 e 22 de julho.

A ação teve como objetivo fiscalizar a distribuição e a comercialização ilegal de vinhos nos concelhos da Mealhada, Vila Nova de Poiares e Arganil. Ao todo, foram inspecionados quatro armazenistas de vinhos e instaurados vários processos de contraordenação por irregularidades de rotulagem, incluindo por “inexatidão de indicações legalmente obrigatórias e utilização de menções indevidas”, referiu a ASAE em comunicado.

Para além dos 12.224 litros de vinho, foram ainda apreendidos mais de 116 mil rótulos, num valor de cerca de 30 mil euros.

Fonte: Observador