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Perder peso e evitar doenças são, provavelmente, as duas maiores preocupações atuais no que diz respeito à alimentação. Para isso, as pessoas estão dispostas a tomar suplementos para compensar os nutrientes que não ingerem, fazer dietas para eliminar as toxinas e usar e abusar de tudo o que seja classificado como natural e saudável.

A ideia até pode parecer boa, mas não está isenta de riscos — e de promessas sem fundamento. O Observador reuniu quatro práticas alimentares a que deve estar atento: viraram modas, mas podem ser perigosas:

- Leite cru para não perder os nutrientes

- Chá verde e outros produtos naturais para todas as maleitas

- Suplementos para aumentar a vitalidade

- Dietas detox para limpar todas as toxinas do organismo

Clique aqui para ler a reportagem na totalidade.

Fonte: Observador

No sentido de divulgar a informação sobre a Peste Bovina, doença erradicada desde 2011, a OIE (Organização Mundial da Saúde Animal), de 4 de outubro a 1 novembro promove o Jogo - “Desafio sobre a Peste Bovina”, que informa sobre as atividades associadas à vigilância deste tipo de doenças e que, de forma pedagógica identifica diversas ações que deverão ser desenvolvidas pelos diversos setores envolvidos (os Produtores, os Veterinários, os Laboratórios, as Universidades, os Serviços públicos, o Publico em geral, a Comunicação…).

Para uma adesão mais participativa e abrangente, a OIE desenvolveu uma aplicação com ferramentas que podem ser descarregadas on-line, com atividades específicas destinadas aos grupos representativos dos setores envolvidos.

Participe, forme a sua equipa, descarregue a aplicação aqui partilhe o jogo com a sua rede de veterinários, estudantes de veterinária e pessoal de laboratório,…, e ganhe este desafio!

O país vencedor será reconhecido pela OIE em todo o mundo e o jogador com a pontuação mais alta ganhará uma Viagem a Paris em maio de 2019, para assistir à Sessão Geral da OIE.

Fonte: DGAV

Os consumidores exigem uma cada vez maior personalização dos serviços no retalho. A conclusão é da Retail Dive e indica a preferência por recomendações personalizadas por parte de 63% dos inquiridos.

Os consumidores estão para tal dispostos a partilhar os seus dados em troca de benefícios como coupons ou pontos de fidelidade (64%), acesso a ofertas exclusivas (60%), ganho de pontos e recompensas (56%) ou ofertas especiais para itens que lhes interessam (53%).

Os retalhistas que participaram do estudo parecem entender que as expectativas dos consumidores estão a evoluir: 94 dos 100 executivos de retalho inquiridos disseram acreditar que a evolução em direção a compras omnipresentes está a transformar significativamente o setor, e 93 disseram que prevêem que seu próprio negócio esteja envolvido da mesma maneira.

Fonte: ANILACT

Se pertence ao grupo dos apaixonados por sushi vai gostar de saber que, no que toca a qualidade e segurança alimentar, restaurantes com take-away e supermercados que vendem esta iguaria estão ambos ao mesmo nível. Sim, de acordo com a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO), é possível comer o melhor sushi sem comprometer a saúde, tanto a sua como a da sua carteira.

“Aliás, há combinados baratos com melhores resultados do que outros mais caros”, afirma a DECO depois de um estudo de 2017, em que foram analisados 20 menus de sushi e de sashimi, em 16 restaurante e quatro supermercados.

Focando-se nos ingredientes presentes nas várias peças de sushi, os investigadores apuraram a quantidade de arroz, peixe e outros elementos utilizada para a confeção. Após a avaliação concluíram que “em média, o arroz representava 51% e o peixe, 36%”, “as quantidades vegetais e de fruta ficaram-se pelos 13%”. Um resultado que pode fazer o cliente pensar se realmente está a pagar para comer sushi ou arroz.

O portal refere ainda que: “É possível comprar um menu combinado por 8 ou 9 euros, com cerca de 20 peças, e até de excelente qualidade”.

Falar de qualidade num alimento é falar de algo que preenche os requisitos de higiene, confeção e validade. E tratando-se o sushi de um produto cru, acabam mesmo por se levantar algumas questões de higiene durante a conservação e o processo de confeção.

De acordo com Dulce Ricardo, engenheira alimentar responsável pelo estudo da DECO, não foram encontradas quaisquer bactérias patogénicas ou até parasitas, um dos verdadeiros perigos do sushi. “Alguns parasitas podem causar problemas de saúde, sobretudo a nível digestivo, ou desencadear reações alérgicas”, alertou a especialista. E prosseguiu: “A congelação, tal como consta da nossa legislação, elimina o risco desta transmissão. Em Portugal, é obrigatório que o peixe para sushi seja previamente congelado, com o objetivo de eliminar parasitas que possam ser um risco para a saúde”.

Além da higiene e do modo de conservação do produto, há que ter atenção à validade deste, sobretudo se comprado em supermercado. Ingerir sushi com mais de um dia poderá já comprometer a sua saúde.

Fonte: Delas

Foi aprovada no Comité Permanente de Novel Food and Toxicological Safety, de 21 de junho de 2018, nova versão do Guia orientador para a implementação do Reg. (UE) 2017/2158, de 20 de Novembro, que estabelece medidas e níveis de referência para a redução da presença de acrilamida em géneros alimentícios, que abrange os seguintes aspetos:

- Categorização dos operadores das empresas do setor alimentar;

- Aplicação de medidas de mitigação e níveis de referência;

- Amostragem e análise e manutenção de registos;

- Uso de guias de cores.

O guia de orientação, disponível na versão inglesa, é um documento em evolução sujeito, sempre que necessário, a atualizações com base na experiência adquirida com a aplicação do Reg. (UE) 2017/2158

Está previsto o documento ser divulgado no website da Direcção-Geral da Saúde e da Segurança Alimentar da EU (DGSANTE) e traduzido em todas as línguas da União Europeia.

Fonte: DGAV

Os números constam do estudo “Rumo Estratégico para o Setor dos Vinhos do Porto e Douro” que é apresentado sexta-feira no Peso da Régua numa sessão com a presença do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.

Este documento surge num momento em que “as previsões para a próxima década apontam para que a produção e o consumo mundial de vinho evoluam de modo moderado”.

É expectável o decréscimo de consumo nos países produtores, mas este cenário deverá ser compensado pelo aumento do de outros países e mesmo pelo surgimento de novos mercados.

“Não devendo ser, no seu todo, suficiente para alterar significativamente o padrão geográfico de consumo. Em valor, é de esperar que tanto a produção como o consumo evoluam de modo positivo, acompanhando as preferências dos consumidores por vinhos superiores, com a premiumização dos vinhos a estar cada vez mais presente no mercado mundial”, refere o estudo.

Sobre o vinho do Porto, o documento que o IVDP apresenta sexta-feira e que está disponível para consulta no ‘site’ do instituto, aponta que “na última década, deparou-se com a ameaça do decréscimo das vendas, especialmente em volume”.

Em 2017, os valores aproximados das vendas totais foram de 75 milhões de litros e 378 milhões de euros, repartidas por exportações de 62 milhões de litros e 304 milhões de euros e vendas no mercado nacional de 13 milhões de litros e 74 milhões de euros.

Estes valores significam que, face a 2006, as vendas totais variaram em menos 17,2% (em volume) e menos 4,1% (em valor). Já às exportações foram menos 19,6% (volume) e menos 7,7% (valor), o mercado nacional registou menos 3% (volume), mas mais 14,7% (valor).

Quanto ao vinho do Douro, em 2017, as vendas totais foram, aproximadamente, de 40 milhões de litros e 157 milhões de euros (3,94 euros/litro), sendo 25 milhões de litros e 96 milhões de euros (3,84 euros/litro) no mercado nacional e 15 milhões de litros e 61 milhões de euros (4,11 euros/litro) no mercado externo.

Assim, comparando com 2006, as vendas totais aumentaram em 137,8% (volume) e 153,1% (valor), enquanto as vendas no mercado nacional aumentaram em 112,4% (volume) e 126,4% (valor) e as exportações aumentaram em 198,1% (volume) e 210,8% (em valor).

“É este cenário de desafios e oportunidades que enquadra a proposta de plano de ação, visando as medidas institucionais propostas gerar informação e condições de contexto para o reforço da inovação e competitividade do setor dos vinhos do Douro e Porto, numa perspetiva evolutiva e de continuidade do cerne da sua matriz identitária”, refere o estudo do IVDP.

Em síntese – continuam a descrever os autores do estudo cuja coordenação geral é de Tim Hogg, a coordenação científica de João Rebelo e o acompanhamento e avaliação de Daniel Bessa – “as medidas pretendem reforçar a sustentabilidade do setor vitivinícola da Região Demarcada do Douro [RDD], através da melhoria do acesso e adaptação dos vinhos ao mercado, flexibilização da estrutura organizacional, redução dos custos de transação e do impulso de um sistema contínuo de investigação, desenvolvimento e inovação”.

Fonte: Agroportal

“Riscos e Alimentos”, publicação de carácter semestral, é um instrumento de comunicação que a ASAE produz focado na Avaliação e Comunicação de Riscos na cadeia alimentar.

Clique aqui para consultar a mais recente edição no âmbito das bebidas alcoólicas.

Fonte: ASAE

O Verão sufocante deixou os campos castanhos e levou à escassez de forragem para os milhões de vacas do país. Meses de seca e calor também provocaram problemas em toda a União Europeia, a maior exportadora de leite. Da Irlanda à Alemanha, agricultores tiveram que abater rebanhos ou antecipar em meses o fim da ordenha.

Para o sector de lacticínios da UE, de 12 mil milhões de dólares, os campos secos aumentaram os custos de alimentação dos animais, o que diminuiu os lucros dos fazendeiros. A Autoridade de Agricultura e Desenvolvimento de Alimentos da Irlanda projecta que as quintas de gado leiteiro ganharão metade do obtido no ano passado. A situação da alimentação poderá tornar-se urgente e a produção de leite poderá cair nos próximos meses, de acordo com a Arla Foods, a maior produtora de laticínios da região nórdica.

“Em Julho, trouxemos relvas que deveria ter sido destinada à forragem do Inverno”, disse Pat McCormack, proprietário de 100 cabeças de gado leiteiro no condado de Tipperary, na Irlanda, onde trabalha há 21 anos. “Para um agricultor sem relva, sem silagem, sem dinheiro e com filhos na faculdade, é um grande desafio mental.”

Urgência

A situação ficou tão difícil que a cooperativa Arla anunciou que planeia tomar uma medida sem precedentes: conceder todos os seus lucros aos agricultores pressionados pela seca. A UE também interveio para ajudar os produtores que enfrentam a escassez de forragem, com medidas como a aceleração de pagamentos ou a flexibilização de normas relativas aos terrenos.

Embora a produção de leite não seja directamente proporcional ao tamanho dos rebanhos e ainda seja cedo para avaliar de forma confiável o impacto sobre a produção, a associação alemã de fazendeiros DBV afirma que a oferta de leite na Alemanha Oriental pode cair 10% em relação ao ano anterior. Um produtor irlandês estimou o prejuízo total diário em cerca de 10 euros por vaca.

O calor também afectou directamente o gado. Uma vaca produz cerca de 40 litros de leite por dia, mas o clima quente pode reduzir a produção a metade, e a recuperação leva tempo, disse Peter Paul Coppes, analista sénior de laticínios do Rabobank International, em Utrecht, na Holanda. Os agricultores têm que pagar mais por forragens mais nutritivas se quiserem aumentar a produtividade.

A indústria do leite poderá enfrentar mais problemas mesmo com um clima mais favorável, porque o calor pode afectar a fertilidade dos bovinos, e a magnitude do problema só ficará clara dentro de nove meses, disse Chris Gooderham, analista de produtos lácteos do Conselho de Desenvolvimento Agrícola e Hortícola do Reino Unido.

“Tudo isto vai causar uma crise financeira no sector irlandês de laticínios, a menos que vejamos um aumento significativo no preço dos produtos”, disse John Robinson, um produtor leiteiro com 130 vacas no condado de Kilkenny, no sudeste da Irlanda. “O Natal pode ser bastante desanimado.”

Fonte: Agroportal

Agrónomo formado em Portugal, Mané, que preside a organização não-governamental (ONG) Ação para o Desenvolvimento (AD), uma das mais atuantes no enquadramento da população rural guineense, considera que "quem tem a semente é realmente quem tem a soberania do alimento".

A AD, que é uma rede de organizações comunitárias guineenses, tem debatido a questão no âmbito dos fóruns de países de língua portuguesa que se interessam pela soberania e segurança alimentar.

Tumane Mané disse que os receios "são fundados" já que ainda não existem estudos conclusivos sobre as consequências, no ser humano e no ambiente, devido ao consumo de alimentos feitos a partir de sementes geneticamente modificados.

Mané comentava a possibilidade de a China cooperar com a Guiné-Bissau na Agricultura, nomeadamente na produção do arroz, alertando para o facto de o país asiático estar a usar a chamada variedade híbrida cujas consequências, disse, são preocupantes.

O agrónomo guineense enumerou um conjunto de consequências já conhecidas derivadas de alimentos produzidos com sementes geneticamente, modificadas para os quais, observou, o mundo e "muito menos" a Guiné-Bissau não se encontram preparados para enfrentar.

"Por exemplo, o surgimento de superpragas nas culturas, contaminação da biodiversidade, nomeadamente do peixe que acabamos por comer, surgimento de novos vírus, poluição do lençol freático da água que bebemos, porque essas sementes requerem muitos químicos para se desenvolverem", alertou Tumane Mané.

No caso concreto do arroz hibrido chinês, Mané é perentório em afirmar que a Guiné-Bissau "não está preparada" para a sua introdução na produção.

"Devíamos aceitar essa variedade só quanto tivermos a certeza de que a legislação, o controlo, o impacto reduzido na dimensão ambiental, social e tivermos a certeza de que, do ponto de vista, da saúde humana, não haverá nenhum risco", defendeu Tumane Mané.

Fonte: Diário de Notícias

Guia explicativo do Decreto-Lei nº 82/2017

  • Wednesday, 12 September 2018 09:16

No âmbito do Programa Comunitário de Certificação de Fruteiras, a DGAV procedeu à publicação e divulgação do documento “Produção, Controlo, Certificação e Comercialização de Materiais Frutícolas – Guia explicativo do Decreto-Lei nº 82/2017”, onde constam os procedimentos a seguir para aplicação do referido diploma.

Para consultar o documento, clique aqui.

Fonte: DGAV