A gripe aviária causou a morte de pelo menos 750 pelicanos no grande parque ornitológico de Djoudj, no norte do Senegal, de acordo com os resultados dos testes revelados esta sexta-feira pelas autoridades senegalesas.
“Recebemos hoje os resultados das análises. É, de facto, gripe aviária tipo A H5N1, portanto gripe aviária”, disse o coronel Bocar Thiam, diretor-geral dos parques nacionais, à agência de notícias AFP.
A informação foi confirmada pelo ministro do Ambiente, Abdou Karim Sall, na rádio privada RFM.
Um dos responsáveis do parque havia descartado a gripe aviária, pois, segundo a autoridade, não afetaria espécies que se alimentam de peixes como os pelicanos. Análises aprofundadas realizadas para o Ministério da Pecuária afirmaram o contrário.
As carcaças e resíduos de pelicanos mortos foram imediatamente destruídos e o acesso ao parque proibido ao público- “Mas “teremos que fortalecer as medidas” para evitar a propagação da doença, disse Thiam à AFP.
O Senegal abateu mais de 40.000 aves no início do ano após o surgimento no final de 2020 de um surto numa quinta privada em Thiès (oeste), onde cerca de 60.000 aves morreram nas semanas anteriores, de acordo com o ministério da Pecuária. Segundo as autoridades, esse surto já está extinto.
O Senegal, desde 2005, após a epidemia mundial da gripe aviária, encerrou as suas fronteiras aos produtos avícolas para evitar a contaminação, mas não conseguiu evitar o contrabando de países vizinhos, segundo as autoridades.
O vírus da gripe aviária também se está a espalhar em vários países europeus, incluindo a França, onde mais de dois milhões de animais de criação, principalmente patos, foram abatidos em dezembro na tentativa de conter a sua disseminação.
O Parque Djoudj, perto de Saint-Louis, é uma das principais atrações do Senegal para os entusiastas do turismo verde. Existem quase 400 espécies de pássaros, ou mais de três milhões de indivíduos.
Fonte: Greensavers
Um ano após a saída formal do Reino Unido da UE, a 31 de janeiro de 2020, o país começa finalmente a sentir as consequências do ‘Brexit’, que poderão agravar-se se a Escócia realizar um referendo sobre a independência.
Mesmo finalizado um acordo que facilita o comércio sem quotas nem tarifas, têm-se multiplicado as queixas de empresas com os atrasos e custos das novas barreiras, como a necessidade de controlos sanitários, preenchimento de formulários e apresentação de declarações de importação e exportação.
Pescadores da Escócia são alguns dos que estão a sentir o impacto do atrito sentido nas fronteiras, com as exportações de peixe e marisco como salmão, ostras e lagostins a estragarem-se dentro dos camiões e sem chegar a tempo aos clientes no continente europeu, sobretudo França, Bélgica e Espanha, onde antes eram descarregados no espaço de 24 horas.
Tendo em conta que as pescas era uma das principais atividades que seriam beneficiadas pelo ‘Brexit’, o Governo britânico criou um fundo de 23 milhões de libras (26 milhões de euros) para cobrir os prejuízos e apoiar as empresas a ajustarem-se aos novos processos de exportação.
Na Irlanda do Norte, vários grandes supermercados sofreram interrupções no fornecimento que resultaram em prateleiras vazias de alguns produtos alimentares devido à burocracia que implica transportá-los de Inglaterra, já que a região britânica ficou alinhada com as regras do mercado único.
Numa carta conjunta, os presidentes de grupos como a Tesco, Sainsbury’s, Asda e Marks & Spencer escreveram ao governo alertando para o risco de continuarem a ser registadas “perturbações significativas” devido ao sistema “inviável”, exigindo uma solução a longo prazo.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, alegou “problemas de adaptação” e continua a insistir nas “oportunidades” que existem fora da UE, mas para as empresas estas vantagens não são imediatas.
“Não são só problemas de adaptação, esta é a nova realidade a que a indústria tem de se habituar. (…) Vão existir custos adicionais no futuro próximo e isso afeta a nossa competitividade e coloca pressão nos construtores para aumentar a produtividade”, disse o presidente da Associação de Produtores e Comerciantes do Setor Automóvel (SMMT), Mike Hawes.
Politicamente, as relações com a UE deixaram de estar no topo da agenda política, ultrapassada pela pandemia de covid-19 e a crise económica e social que provocou no Reino Unido.
Até o Partido Trabalhista, liderado pelo pró-europeu Keir Starmer, admite que será difícil renegociar com Bruxelas.
“Quer queiramos ou não, esse será o acordo que um novo governo trabalhista vai herdar e terá de fazer funcionar”, disse à BBC, acrescentando não existir “motivo para voltar a aderir à UE”.
Não é o que pensa a chefe do governo autónomo da Escócia, Nicola Sturgeon, que invoca o ‘Brexit’, a que a maioria dos escoceses se opõem, como argumento na campanha por um novo referendo à independência.
Em 2014, 55% escoceses votaram para permanecer no Reino Unido, mas uma sondagem publicada no domingo pelo jornal Sunday Times indicava que 49% dos escoceses são favoráveis à independência e 44% são contra, uma margem de 52% a 48% se forem excluídos os indecisos.
Sturgeon quer sair do Reino Unido e aderir à UE e a aproximação já começou, com negociações iniciadas esta semana com a Comissão Europeia para manter o programa de intercâmbio de estudantes Erasmus.
Fonte: Agroportal
Num comunicado, a Administração de Supervisão dos Mercados da cidade de Jinhua afirmou que a análise a um lote de carne suína importada do Brasil teve resultado positivo para a covid-19, na quinta-feira.
A carne, com um peso total de cerca de 16,3 toneladas, chegou ao porto de Xangai a 14 de janeiro, onde esteve em quarentena até 27 de janeiro.
Ao chegar a Jinhua, foi detetado novo coronavírus em duas amostras, uma do interior e outra do exterior das embalagens.
As autoridades isolaram o lote, desinfetaram o armazém e testaram 46 funcionários, tendo todos dado negativo. Ainda assim, 13 funcionários ficaram em isolamento, sob observação médica por terem tido um contacto próximo com a carne.
O lote foi enviado pela produtora alimentar brasileira BRF SA.
No final de novembro, a BRF anunciou que a China tinha autorizado um matadouro da empresa que processa carne suína e de frango em Lajeado, no Estado brasileiro de Rio Grande do Sul, a retomar as exportações para o mercado chinês, após uma suspensão devido a um surto de covid-19 entre o pessoal detetado em maio.
Este caso junta-se a vários outros ocorridos nos últimos meses.
Só em novembro, a China detetou o coronavírus em cinco lotes de carne congelada importada do Brasil, incluindo por três vezes em Wuhan, cidade do centro da China onde foram detetados os primeiros casos de covid-19.
A imprensa estatal chinesa tem também noticiado regularmente multas aplicadas a comerciantes que importaram, de forma ilegal, carne congelada vindo do Brasil.
O Governo chinês tem defendido os controlos anti-coronavírus de produtos importados que interromperam as importações de carne bovina, aves ou peixes oriundos do Brasil, Estados Unidos e vários países europeus.
A China respondeu por 56% das exportações brasileiras de carne suína em 2020, segundo dados do Ministério da Agricultura do Brasil.
Fonte: Visão
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) manteve, nas últimas semanas, no âmbito das suas competências, a realização de diversas ações de fiscalização com vista à verificação do cumprimento das medidas adicionais previstas no exercício de determinadas atividades económicas, com o intuito de conter a transmissão do vírus e diminuir a expansão da pandemia da doença COVID -19, durante o atual estado de emergência.
As ações, que decorreram a nível nacional, foram direcionadas a operadores económicos cuja atividade se encontra sujeita a novas regras de funcionamento, tendo como principal objetivos a verificação do cumprimento integral das regras de lotação, ocupação, permanência e distanciamento físico em espaços públicos e estabelecimentos comerciais, bem como o cumprimento da determinação de suspensão de determinados tipos de instalações, estabelecimentos e atividades.
Como resultado das ações identifica-se o seguinte: foram fiscalizados 520 operadores económicos, tendo sido instaurado 1 processo crime por desobediência e 32 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações a falta de cumprimento das regras de ocupação, permanência e distanciamento físico nos locais abertos ao público, a falta de cumprimento das regras relativas a restrição, suspensão ou encerramento de atividades e a falta do uso de máscaras ou viseiras para acesso ou permanência nos espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços.
Foi determinada a suspensão de atividade em 5 estabelecimentos com atividade de restauração e bebidas e 1 estabelecimento de comércio a retalho pela falta de cumprimento das regras de ocupação, lotação e permanência no seu interior.
A ASAE continuará a desenvolver ações de fiscalização no âmbito das suas competências, em todo o território nacional, para garantia do cumprimento das regras de saúde pública determinadas pela presente situação pandémica.
Fonte: ASAE
O vinho do Porto “Vintage 2017” da Niepoort foi considerado o Melhor Vinho Fortificado do Mundo, no concurso Best Wine of the World 2021.
O concurso teve como base a plataforma de informações sobre vinhos Tastingbook.com. Ao todo, foram mais de 3 milhões os votos recebidos. Após este período de votação, apenas os 100 vinhos mais votados, organizados em seis categorias diferentes, disputaram as finais, que decorreram em dezembro de 2020. Nestas, os vinhos foram avaliados e classificados duas vezes através de provas cegas pelo júri de profissionais da Tastingbook.com.
As seis categorias principais dividiram-se entre Melhor Vinho Tinto, Melhor Vinho Branco, Melhor Vinho Rosé, Melhor Vinho Espumante, Melhor Champagne e Melhor Vinho Fortificado. Os restantes vencedores podem ser vistos aqui.
Fonte: Agroportal
O projeto “O Mercado”, de venda na internet de produtos hortofrutícolas iniciado em dezembro de 2020 em Valongo, já vendeu 540 cabazes a mais de 200 famílias, anunciou ontem a câmara, acrescentando a cooperativa terem superado as expectativas.
Resultado de uma parceria entre a autarquia de Valongo e a Cooperativa dos Produtores Agrícolas local, os cabazes são entregues semanalmente no Apeadeiro de Susão, à terça-feira, e em Ermesinde, na loja da cooperativa, à quinta-feira, junto à estação do comboio, no regresso das pessoas dos seus empregos, lê-se no comunicado do município.
Em ambos os casos a entrega das encomendas feitas em https://saude.cm-valongo.pt/pages/674 ocorre entre as 17:30 e as 19:00, acrescenta.
Destaca a autarquia que os cabazes estão disponíveis em duas versões: o “Família” — com uma variedade de cinco produtos que podem pesar até cinco quilogramas, com o preço de cinco euros, e o “Super Família”, que contém até sete variedades e nove quilogramas de peso, que custa oito euros, sendo sempre acompanhados por dicas e receitas saudáveis.
“Começou logo acima do que tínhamos estimado. Na primeira semana de dezembro entregámos mais de 70 cabazes quando o esperado eram entre 20 e 30. Atualmente registamos cerca de 30% de novos pedidos por semana”, relatou à Lusa o presidente da cooperativa, José Luís Dias.
Com cerca de 200 famílias a fazer encomendas regulares, o produtor explicou que os cabazes “não sempre iguais”, explicando dessa forma a “flutuação nos pedidos”.
“Já tivemos dias em que houve dificuldade em dar resposta aos pedidos porque no inverno a horticultura é mais fraca. Neste momento escoamos tudo o que produzimos. Vamos ver a partir de março ou abril, com mais produto disponível, se vamos continuar a ter uma adesão forte”, acrescentou.
Parte integrante do Plano de Ação da Saúde para o biénio 2019/2020 da autarquia, o projeto “O Mercado” pretende “promover a disponibilidade de hortofrutícolas, de produção local, fomentando a inclusão de produtos da época na dieta semanal das famílias”, destaca a nota de imprensa.
O Mercado está a ser “um sucesso e a superar as expectativas, sobretudo depois de o país ter entrado em janeiro no segundo confinamento”, vincou o presidente da câmara, José Manuel Ribeiro, citado pelo comunicado.
“É um projeto que tem três grandes virtudes: coloca na mesa dos valonguenses mais frutas e mais legumes frescos do que era habitual, é um processo totalmente digital na encomenda e até ao momento da entrega do cabaz e tem um preço muito acessível, possibilitando o acesso a todos os extratos socioecónomicos, precisamente para incutir novos hábitos que, a seu tempo, também irão beneficiar a economia local e a qualidade de vida da população”, acrescentou o autarca.
“Temos um protocolo de três anos com a câmara para a venda dos produtos, que não só é para cumprir como acredito que vamos além disso”, disse o responsável da autarquia.
No projeto estão envolvidos 22 produtores de Valongo, Gondomar e Paredes.
As encomendas continuarão a ser entregues nos locais habituais durante o estado de emergência ditado pelo combate à propagação da covid-19, garante a câmara.
Fonte: Agroportal
A Comissão Europeia prolongou hoje até 15 de outubro as medidas excecionais de apoio ao setor vitivinícola, retroativas a partir de 16 de outubro de 2020, no âmbito das consequências económicas da crise da covid-19.
O setor vitivinícola sofreu fortes quebras com o encerramento de restaurantes e bares em toda a União Europeia (UE) e as restrições e cancelamentos de celebrações, bem como as rápidas mudanças na procura.
Os direitos aduaneiros dos EUA sobre o vinho da UE também contribuíram para as dificuldades enfrentadas pelo mercado, limitando as exportações para os EUA, no contexto da disputa Boeing/Airbus na Organização Mundial do Comércio.
O pacote inclui a autorização temporária das medidas de auto-organização do mercado por parte dos operadores, o aumento da contribuição da UE os 70 % nos programas nacionais de apoio ao setor vitivinícola e a introdução do pagamento de adiantamentos para a destilação e o armazenamento de crise.
Fonte: Agroportal
O Regulamento (CE) nº 1924/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de dezembro de 2006, relativo às alegações nutricionais e de saúde sobre os alimentos estabelece que as alegações de saúde são proibidas, exceto se forem autorizadas pela Comissão, em conformidade com esse regulamento e incluídas numa lista de alegações permitidas. Estabelece igualmente que os pedidos de autorização de alegações de saúde podem ser apresentados pelos operadores das empresas do setor alimentar à autoridade nacional competente de um Estado-Membro. A autoridade nacional competente deve transmitir os pedidos válidos à Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) para avaliação científica, bem como à Comissão e aos Estados-Membros, para conhecimento.
A EFSA deve emitir um parecer sobre a alegação de saúde em causa e a Comissão deve tomar uma decisão sobre a autorização das alegações de saúde, tendo em consideração o parecer emitido.
No Regulamento (UE) nº 2021/77 publicado hoje são rejeitadas as seguintes alegações:
- L-carnitina: A L-carnitina contribui para o metabolismo normal dos lípidos.
- Chá preto: Melhora a vasodilatação dependente do endotélio, que contribui para um fluxo sanguíneo saudável.
- NWT-02, uma associação fixa de luteína, zeaxantina e ácido docosa-hexaenoico na gema de ovo: O consumo de NWT-02 reduz a perda de visão.
- Xanto-humol no XERME®, um extrato de malte torrado enriquecido com xanto-humol: Ajuda a manter a integridade do ADN e protege as células do organismo contra danos por oxidação.
- Combinação de beta-sitosterol e glucósido de beta-sitosterol: Contribui para o funcionamento normal do sistema imunitário, restaurando o equilíbrio entre a imunidade mediada por TH1 e por TH2.
Pode consultar o documento aqui.
Fonte: Eur-lex/Qualfood
A spiritsEUROPE, associação representativa das empresas de bebidas espirituosas na Europa, da qual faz parte a Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE), defende a suspensão ou o fim de todas as tarifas adicionais que afetam o comércio transatlântico. Além da spiritsEurope, mais de 70 associações empresariais, entre elas americanas, subscreveram o documento.
A associação europeia advoga estas medidas em missiva endereçada a Joe Biden, Presidente dos Estados Unidos, e a Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia. “A suspensão destas tarifas é uma necessidade urgente para enfrentarmos os danos económicos que as nossas indústrias enfrentam atualmente, além de ser um passo positivo para o restabelecimento de uma relação comercial transatlântica cooperante”, assinalam os signatários do documento.
João Vargas, secretário-geral da ANEBE, recentemente nomeado pela spiritsEUROPE para liderar a taskforce europeia de coordenação das políticas de apoio à recuperação económica e responsável pela relação com a Presidência Portuguesa da União Europeia, advoga que “estão criadas as condições para a reversão imediata de algumas tarifas com pouco racional económico, como, por exemplo, rum, brandies e licores, que foram um resultado da escalada de tensões comerciais nos últimos anos, sob a administração Trump”.
A posição defendida pela spiritsEUROPE e as restantes associações insurge-se contra medidas autorizadas pela Organização Mundial do Comércio, que possibilitaram que os Estados Unidos da América pudessem aplicar tarifas alfandegárias às importações com origem na União Europeia (UE) até um valor de 7,5 mil milhões de dólares. Em 2020, os Estados Unidos adotaram medidas mais protecionistas, com um novo aumento das tarifas sobre artigos provenientes da UE, como vinhos frisantes, conhaques e outros brandies. Por outro lado, surgiram, anteriormente, taxas adicionais da UE, tendo esta decretado taxas alfandegárias sobre o equivalente a 4 mil milhões de dólares de produtos oriundos dos EUA.
Por outro lado, João Vargas defende que “o tom das negociações irá certamente mudar”. “Apesar de possivelmente terem de existir cedências de parte a parte, penso estarem reunidas as condições para o apaziguamento das relações comerciais transatlânticas. Dada a atual situação económica, seria de louvar que os responsáveis políticos o traduzissem rapidamente em medidas concretas”, acrescenta.
“A atual pandemia e o necessário encerramento de negócios não-essenciais continuam a afetar a economia global, incluindo os nossos setores que suportam milhares de empregos em ambos os lados do Atlântico. O prolongamento das disputas comerciais EUA-UE e a imposição de tarifas adicionais, que continuam a pressionar o comércio transatlântico, agravaram uma situação já de si difícil. Atendendo aos danos sofridos em 2020, e que permanecem, não podemos permitir que esta situação se prolongue. Acreditamos que a suspensão imediata destas tarifas é fundamental e um estímulo económico importante no momento em que é mais necessário”, lê-se ainda na carta enviada aos dois responsáveis políticos.
Fonte: Hipersuper
Desde o início da pandemia de Covid-19, com os sucessivos períodos de confinamento domiciliário, que a população começou a optar por fazer encomendas online. Quer seja em compras alimentares ou de outros bens materiais, esta ação começou a ganhar cada vez mais adeptos.
A DECO Proteste vem agora alertar o facto das compras online contribuirem para a poluição, tanto a nível de emissões como principalmente, a nível de embalagens dos produtos.
A Organização decidiu fazer um estudo e encomendar 25 produtos online, 13 pen USB e 12 frigideiras, em 18 loja diferentes do mercado. Foi feita posteriormente uma avaliação relativamente ao peso, ao volume e aos materiais das embalagens.
“Em geral, não estavam adaptadas às medidas e ao formato do produto e incluíam muitos materiais complementares desnecessários. As melhores soluções foram apenas aceitáveis e metade foi considerada má”, explicam na publicação. Em muitos casos, o problema assenta no fator do tamanho da embalagem ser muito superior ao do próprio produto encomendado, e na grande quantidade de plásticos de enchimento e materiais desnecessários para embalar a encomenda, que na sua maioria não são recicláveis.
A associação reúne assim diferentes sugestões para cumprir na hora de fazer compras online:
Fonte: Greensavers
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