O fonio, um tipo de painço cultivado na África há milénios, é rico em nutrientes e aminoácidos, além de resistente à seca. Este cereal africano é descrito como um superalimento e tudo indica que poderá ser a nova moda da gastronomia saudável. Pierre Thiam, galardoado chef senegalês, indica que pode revolucionar não só a nossa alimentação diária, como a agricultura africana e não só.
O fónio é um cereal de menor expressão mundial, já que o seu cultivo é limitado a determinadas áreas geográficas. Contudo, na África Ocidental, este tem um papel importante visto que o mesmo é ingerido em substituição do arroz durante períodos críticos, como períodos de fome aguda. Está na base da cadeia alimentar dos agricultores pobres, por isso tem um papel muito importante e ativo neste contexto social.
O fonio precisa de muito pouca água e permite que os camponeses sobrevivam entre dois períodos de colheita. O cultivo de fonio é “excelente para o meio ambiente”, visto que este grão “tolera solos pobres e requer muito pouca água. Prospera onde não cresce nada”, explica Thiam.
Fónio branco: 332Kcal; 7,1g de proteína; 3g de gordura; 70g de Hidratos de carbono; 7,4g de Fibra;8,5 g de ferro (6).
Fónio preto: 343Kcal; 8,9g de proteína; 3g de gordura; 69,4g de Hidratos de carbono; 6,2g de Fibra;10g de ferro (6)
Vantagens: O fonio é um pequeno grão do tamanho de uma semente, semelhante à mistura do couscous e quinoa, que quadruplica o seu tamanho após cozedura. É rico em vitaminas do complexo B, zinco e magnésio e é considerado o cereal de mais fácil digestão na África Ocidental.
Fonte: Greensavers
Foi publicado o Regulamento (UE) 2020/2040 relativo aos teores máximos de alcaloides de pirrolizidina em determinados géneros alimentícios.
Em 8 de novembro de 2011, o Painel Científico dos Contaminantes da Cadeia Alimentar concluiu que os alcaloides de pirrolizidina de 1,2-insaturados podem atuar como substâncias cancerígenas genotóxicas nos seres humanos. O Painel CONTAM concluiu que existe uma possível preocupação de saúde para as crianças pequenas e outras crianças que são grandes consumidores de mel.
Além do mel, existem outras fontes possíveis de exposição alimentar aos alcaloides de pirrolizidina que o Painel CONTAM não pôde quantificar devido à falta de dados. O painel chegou à conclusão de que, apesar de não haver dados de ocorrência disponíveis, a exposição aos alcaloides de pirrolizidina provenientes do pólen, do chá, dasninfusões de plantas e dos suplementos alimentares de plantas poderia representar um risco de efeitos agudos encrónicos no consumidor.
Em abril de 2013, a Autoridade publicou um convite à apresentação de propostas para investigar as concentrações de alcaloides de pirrolizidina em produtos alimentares de origem animal, incluindo leite e produtos lácteos, ovos,carne e produtos à base de carne, e em produtos alimentares de origem vegetal, incluindo infusões e suplementos alimentares (de plantas), em diferentes regiões da Europa.
A presença de alcaloides de pirrolizidina em géneros alimentícios pode ser minimizada ou evitada através da aplicação de boas práticas agrícolas e de colheita. A fixação de teores máximos garante a aplicação de boas práticas agrícolas e de colheita em todas as regiões de produção para assegurar um elevado nível de proteção da saúde humana. Por conseguinte, é adequado fixar teores máximos para os géneros alimentícios que contêm níveis significativos de alcaloides de pirrolizidina e que, consequentemente, contribuem significativamente para a exposição humana ou que são relevantes para a exposição de grupos vulneráveis da população.
Tendo em conta que os géneros alimentícios abrangidos pelo presente regulamento têm um prazo de conservação longo de até três anos, é adequado estabelecer um período de transição significativamente longo para que os géneros alimentícios que tenham sido legalmente colocados no mercado antes da data de aplicação do presente regulamento possam permanecer no mercado por um período suficientemente longo. É adequado um período de transição de 18 meses para permitir a venda ao consumidor final dos produtos produzidos antes da data de aplicação.
O regulamento é aplicável a partir de 1 de julho de 2022, pelo que os géneros alimentícios enumerados que tenham sido legalmente colocados no mercado antes de 1 de julho de 2022 podem permanecer no mercado até 31 de dezembro de 2023.
Pode consultar o documento aqui.
Fonte: Eur-lex/Qualfood
O novo regime de gestão de resíduos publicado na quinta-feira no Diário da República inclui metas para reciclagem de embalagens, pilhas, pneus, óleos e transpõe várias diretivas europeias para a lei portuguesa.
No que toca aos resíduos de embalagens, o novo quadro legal estipula que ao fim de 2030, no mínimo deve estar garantida a reciclagem de 70 por cento do peso total, e, especificamente, 75% do vidro e 85% do papel e cartão, 80% dos metais ferrosos, 60% do alumínio, 55% do plástico e 30% da madeira.
O novo regime estabelece o fim do ano de 2022 como prazo para serem os setores industrial, comercial, da distribuição e restauração a "adotar instrumentos de autorregulação" para que estas metas sejam cumpridas, um princípio que se aplica a tipos de resíduos específicos, como as embalagens de bebidas.
Até ao princípio de 2030, os fabricantes de bebidas devem garantir que pelo menos metade do que é colocado no mercado utiliza embalagens recicláveis.
O Governo afirma que com o novo regime se pretende dar prioridade aos "produtos reutilizáveis e aos sistemas de reutilização sustentáveis e não tóxicos em vez dos produtos de utilização única" para se reduzirem os resíduos gerados.
Para 2030 é apontada também a meta de reduzir a quantidade de resíduos urbanos produzidos por habitante em 15% em relação aos valores de 2019.
Também em 2030, os resíduos alimentares produzidos em empresas como restaurantes, supermercados e hipermercados deverão reduzir-se em 25% em relação à quantidade de 2020.
Estão também incluídas medidas para prevenir o desperdício, como a proibição, a partir de 2024 de as empresas de retalho alimentar, produção de alimentos, comércio grossista, restaurantes o "descarte de alimentos que ainda possam ser consumidos, sempre que existam formas seguras de escoamento".
No diploma estabelece-se que até 2035, só 10%, no máximo, dos resíduos urbanos produzidos deve ser depositado em aterro.
A partir de 2030, passa a ser proibido enviar para aterro quaisquer resíduos que possam ser reciclados ou valorizados e de 2026 em diante é proibido colocar resíduos biodegradáveis em aterros.
Novos aterros, mesmo que não sejam destinados a resíduos perigosos e qualquer que seja a sua dimensão, vão também ter que ser sujeitos a avaliação de impacte ambiental.
A taxa de gestão de resíduos passa a reverter em parte para os municípios, que devem aplicar a sua parte das receitas em investimentos em resíduos e economia circular.
Pode consultar o diploma aqui.
Fonte: Notícias ao Minuto/Qualfood
Disponível Online a Primeira Tabela Portuguesa sobre Composição Química e Valor Nutricional de Subprodutos Agroindustriais para Alimentação Animal
No âmbito do Grupo Operacional SubProMais – “Utilização de Subprodutos da Agroindústria na Alimentação Animal” foi criada a Primeira Tabela Portuguesa sobre Composição Química e Valor Nutricional de Subprodutos Agroindustriais para Alimentação Animal, que agora é disponibilizada online e de uma forma gratuita.
A utilização de subprodutos agroindustriais na alimentação animal apresenta-se como uma opção cada vez mais considerada pelos produtores, em alinhamento com as estratégias de economia circular, reduzindo a dependência de matérias-primas importadas e que concorrem com a alimentação humana.
Nesta tabela é apresentada a composição química e o valor nutricional para ruminantes de cerca de uma centena de subprodutos e resíduos agroindustriais produzidos em Portugal, facilitando o acesso a informação que permite aos produtores fazerem escolhas alimentares mais adequadas aos seus objetivos produtivos e económicos. Este trabalho foi coordenado pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.), com a colaboração do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) e do Tagus Valley – Tecnopolo do Vale do Tejo. O desenvolvimento de toda a plataforma ficou a cargo da empresa Ruralbit.
A Tabela de alimentos pode ser consultada em http://www.subpromais.pt
Além de subprodutos a tabela pretende ainda dar a conhecer a composição química e nutritiva de outros alimentos para animais, nomeadamente: forragens verdes, fenos e plantas arbóreas e arbustivas resultantes principalmente de recolha de dados de Projetos de investigação acumulados há cerca de 30 anos na Estação Zootécnica Nacional, INIAV Santarém.
Fonte: Agroportal
O vídeo mais popular no Youtube em 2020, em Portugal, foi da autoria da Direção-Geral da Saúde e incidiu sobre a técnica de lavagem das mãos. Contando com a participação do jornalista Luís Castro, este vídeo demonstra o modo correto da lavagem das mãos, uma das medidas mais eficazes na prevenção da COVID-19.
O Ano de 2020 foi e continua a ser marcado pela COVID-19. A Plataforma YouTube, foi uma das utilizadas pela Direção-Geral da Saúde para informar sobre várias medidas de prevenção contra esta pandemia. O YouTube divulgou, no dia 2 de dezembro os vídeos que mais interesse despertaram este ano na plataforma, explicando que a análise foi feita com base na interação do utilizadores com os vídeos, como as visualizações o números de gostos e comentários.
Assista ao vídeo aqui.
Fonte: DGS
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura publicou o Relatório “Estado do conhecimento da biodiversidade do solo – Estado, desafios e potencialidades. Resumo para os decisores políticos” (State of knowledge of soil biodiversity – Status, challenges and potentialities. Summary for policy makers), que retrata a importância da biodiversidade para a segurança alimentar e nutrição, especialmente a biodiversidade acima do solo, como plantas e animais, e apresenta concisamente o estado do conhecimento sobre a biodiversidade do solo, as ameaças a esta e as soluções que a biodiversidade do solo pode fornecer aos problemas em diferentes campos.
De acordo com o documento, está a ser dada menos atenção à biodiversidade do solo, que é responsável por muitos processos que levam à produção de alimentos ou purificam o solo e a água. Este relatório, destinados decisores políticos, apresenta as principais conclusões do relatório principal e é o resultado de um processo inclusivo envolvendo mais de 300 investigadores de todo o mundo sob os auspícios da Parceria Global do Solo da FAO e do seu Painel Técnico Intergovernamental sobre Solos, da Convenção sobre Diversidade Biológica, da Iniciativa Global sobre Biodiversidade do Solo e da Comissão Europeia.
O resumo para os decisores políticos apresenta concisamente o estado do conhecimento sobre a biodiversidade do solo, as ameaças a esta e as soluções que a biodiversidade do solo pode fornecer aos problemas em diferentes campos. Este relatório é um contributo valioso para a sensibilização da importância da biodiversidade do solo e destaca o seu papel na procura de soluções para as atuais ameaças globais.
Fonte: Agroportal
A 15 de Dezembro, vai ter lugar, através de uma cerimónia online, o lançamento oficial do Ano Internacional das Frutas e dos Legumes, que será celebrado em 2021. A decisão relativa a 2021 foi proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) no fim de 2019, em paralelo com a decisão de estabelecer o dia 21 de Maio como o Dia Internacional do Chá e o dia 29 de Setembro como o Dia Internacional da Consciencialização Sobre Perdas e Desperdício Alimentar, ambos celebrados a partir de 2020.
As celebrações do Ano Internacional das Frutas e dos Legumes vão ser coordenadas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), operando em conjunto com outras entidades. Esta efeméride cumpre vários objectivos, sendo um deles promover a consciencialização e a atenção dos intervenientes políticos e públicos para os benefícios nutricionais e de saúde do consumo de frutas e legumes.
Outros objectivos do Ano Internacional das Frutas e dos Legumes são promover dietas e estilos de vida diversificados, equilibrados e saudáveis através do consumo de frutas e legumes e reduzir as perdas e o desperdício no sistema alimentar das frutas e dos legumes. Pretende-se ainda a partilha de boas práticas em vertentes distintas: promoção da produção sustentável e do consumo de frutas e legumes; melhoria da sustentabilidade dos diferentes processos do sistema alimentar das frutas e dos legumes (armazenamento, transporte, comércio, processamento, transformação, venda ao público, redução de desperdício e reciclagem) e das interacções entre esses processos; integração de produtores de pequena dimensão nas cadeias de abastecimento e de valor locais, regionais e globais no sentido de assegurar a sustentabilidade da produção e do consumo de frutas e legumes; fortalecimento da capacidade de todos os países em adoptar abordagens e tecnologias inovadoras para combater as perdas e o desperdício de frutas e legumes.
Estão previstas quatro linhas de acção para o Ano Internacional das Frutas e dos Legumes: consciencialização; criação e disseminação de conhecimento; acções políticas; desenvolvimento de capacidade e educação. Em 2021, a ONU também deverá agendar uma cimeira sobre sistemas alimentares. Em paralelo, devido aos condicionamentos causados pela pandemia de covid-19, o Ano Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado em 2020, vai ter continuidade em 2021.
Fonte: Agroportal
Os criadores de maronesa vão oferecer esta carne a Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) numa iniciativa que é também de alerta para a quebra nas vendas que rondam os 85% neste ano de pandemia.
A primeira doação teve lugar hoje na sede da Associação de Paralisia Cerebral (APC) de Vila Real, mas esta campanha de solidariedade irá repetir-se por lares das IPSS dos quatro concelhos com maior produção de maronesa: Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Mondim de Basto e Ribeira de Pena.
“Queremos passar uma mensagem de solidariedade para com as IPSS numa época que é uma quadra festiva, natalícia, mas também passar uma mensagem de apelo”, afirmou Filipe Ribeiro, da Associação “Terra Maronesa”.
É que, neste ano marcado pela pandemia, os produtores de carne maronesa estão a sentir “grandes dificuldades” no escoamento.
“As vendas decresceram imenso, chegaram a um mínimo quase histórico, mas as produções são as mesmas, os produtores são os mesmos, o número de animais é o mesmo e os nascimentos também são os mesmos. Portanto, há a necessidade de colocar a carne no mercado. É necessário ajudar estes produtores porque eles ajudam as suas comunidades e o ambiente”, frisou.
A carne é comercializada em exclusivo pela Cooperativa Agrícola de Vila Real e, segundo Marília Olhero, responsável pela parte comercial, a quebra nas vendas ronda entre os “85% a 90%”.
“Estamos a conseguir vender apenas cerca de 15% daquilo que vendíamos no ano passado (…). Não conseguimos dar a volta à situação porque os estabelecimentos estão fechados, os restaurantes principalmente, que eram os nossos principais clientes, não os deixam trabalhar e eles não estão a comprar a nossa carne”, salientou.
Marília Olhero afirmou que “os produtores precisam de muita ajuda” e referiu que, até ao momento, a cooperativa não alterou o preço pago aos criadores, mas baixou o valor de venda aos consumidores em cerca de “50 cêntimos”.
“Estamos a falar com grandes superfícies para ver se nos conseguem fazer um escoamento, como já aconteceu no início desta pandemia. Mas isso significa baixar muito os preços”, salientou.
A cooperativa tem cerca de 400 produtores a entregar regularmente animais.
António Moutinho, criador de 62 anos em Souto, Vila Pouca de Aguiar, tem mais de cem animais reprodutores e salientou que esta é a sua “única fonte de rendimento”.
“Vivo disto, mas a covid veio alterar tudo. Nós produzíamos essencialmente para a restauração e como os restaurantes estão praticamente parados está difícil”, salientou.
O produtor destacou um “problema” que os afeta e que é o facto de não poderem ficar “com os animais na exploração”. “Isto é, nós criamos os animais e eles têm de sair até aos nove meses. É uma situação muito difícil de resolver”, frisou.
Com 26 anos, Avelino Rego tem 30 vacas em Alvadia, Ribeira de Pena, e fala num “ano complicado”.
“Numa situação em que estamos a passar por dificuldades, lembramo-nos também de outros que estão a passar por situações semelhantes, eventualmente até piores, e então esta iniciativa é um reconhecer do trabalho das IPSS e, ao mesmo tempo, divulgar o nosso produto e alertar para a importância de consumir local e o que é produzido aqui à nossa porta”, sublinhou.
Heitor Fernandes, de 54 anos e produtor em Lamas de Olo, Vila Real, tem 78 cabeças de gado, e destacou também o ano “muito, muito complicado”, apontando as “grandes dificuldades” no escoamento dos animais que são a sua fonte de subsistência.
“Não vendemos, mas o trabalho é sempre o mesmo todo o ano”, frisou.
Carlos Varela, da APC de Vila Real, disse que o gesto de solidariedade dos criadores de maronesa é “bem-vindo” e referiu que a associação serve cerca de 100 refeições por dia.
“Esta quadra apela um pouco ao sentido solidário e somos recetivos a qualquer gesto deste tipo”, afirmou.
Fonte: Agroportal
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou, durante o mês de novembro, atenta a quadra natalícia, no âmbito das suas competências, uma operação de fiscalização ao longo de todo o circuito comercial, incluindo fabricantes, importadores e distribuidores, tendo como foco principal a verificação da rotulagem e da segurança de brinquedos.
Como balanço da ação, salienta-se que foram fiscalizados, a nível nacional, cerca de 200 operadores económicos, tendo sido instaurados 25 processos por contraordenação, destacando-se como principais infrações: a violação dos requisitos essenciais de segurança, o incumprimento dos deveres dos distribuidores, a violação das obrigações relativas aos avisos obrigatórios constantes na rotulagem, o desrespeito das regras do anúncio de venda com redução de preços, entre outras.
Foram ainda apreendidos cerca de 1.120 brinquedos, no valor estimado de € 15 000,00.
A ASAE, enquanto órgão de polícia criminal, manterá a sua atividade neste domínio, com vista ao cumprimento das obrigações legais relativamente aos brinquedos, no que se refere às menções na rotulagem e requisitos de segurança, continuando ainda a colaborar regulamente em ações de cooperação no âmbito da União Europeia, onde são colhidas no mercado amostras de brinquedos e posteriormente ensaiados por forma a verificar os seus requisitos de segurança.
Fonte: ASAE
Decorre até ao dia 13 de janeiro de 2021, uma consulta pública, promovida pela Comissão Europeia, sobre o roteiro para o estabelecimento de um mecanismo de resposta à crise da UE para preparar e responder eficazmente a eventos críticos que podem ameaçar a segurança alimentar da UE.
O roteiro para o plano de contingência alimentar da UE pode ser consultado em : https://ec.europa.eu/info/law/better-regulation/have-your-say/initiatives/12770-Contingency-plan-for-ensuring-food-supply-and-food-security.
Fonte: DGAV
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