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Comer vegetais, tais como couve e brócolos pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de cancro do cólon numa idade mais avançada, alerta uma pesquisa conduzida por investigadores do Francis Crick Institute, em Londres.

De acordo com o estudo inédito, a ingestão daqueles vegetais reduz os índices de inflamação do intestino e do cólon, diminuindo assim a propensão de aparecimento da patologia fatal.

A pesquisa que foi publicada no periódico médico Immunity, explorou os benefícios para a saúde que resultam do consumo de um regime alimentar rico em indole-3-carbinol (I3C).

O I3C é produzido pelo corpo humano quando vegetais do género Brassica são digeridos pelo organismo.

Os vegetais da família das Brassicas incluem brócolos, couve-flor, couves de bruxelas, couve galega e couve em geral.

Para efeitos daquela pesquisa, os investigadores estudaram roedores geneticamente modificados, os quais foram alimentados com uma dieta rica em I3C.

Apuraram que a presença de I3C era capaz de prevenir a inflamação do cólon e o desenvolvimento de cancro, devido à ativação da proteína denominada de receptor aril hidrocarboneto (AhR).

O primeiro efeito desse processo foi capaz de deter a inflamação do intestino, já que a AhR envia sinais às células imunitárias e epiteliais que revestem aquele órgão.

Dessa forma, os ratos mostraram uma menor propensão de desenvolverem cancro do cólon.

Gitta Stockinger, uma das investigadoras envolvidas naquela pesquisa, disse: “Estes resultados são bastante otimistas; é verdade que não podemos alterar os fatores genéticos que aumentam a probabilidade de surgimento desta doença, mas podemos provavelmente mitigar esses riscos ao adotar uma dieta apropriada e variada rica em vegetais”.

Fonte: Notícias ao Minuto

A fim de facilitar o acesso à lista de produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal e que podem ser utilizados em modo de produção biológico, a DGAV passou a disponibilizar essa informação numa listagem em formato Excel.

Clique aqui para consultar o documento, atualizado em 24-08-2018.

Fonte: DGAV

Novo Formato do Passaporte Fitossanitário

  • Monday, 03 September 2018 09:32

A DGAV informa que entram em aplicação a partir de 14 de dezembro de 2019, as novas regras aplicáveis aos Passaportes Fitossanitários que devem acompanhar vegetais, produtos vegetais e outros objetos na sua circulação no território da União Europeia.

Consulte aqui o Ofício Circular n.º 29/2018.

Fonte: DGAV

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, através do seu Departamento de Alimentação e Nutrição, efetuou um trabalho com vista a determinação de iodo em lacticínios e bebidas vegetais consumidas em Portugal. De acordo com os resultados obtidos, verificou-se que os iogurtes apresentavam maiores concentrações de iodo, seguido do leite e das bebidas vegetais. Estas últimas apresentaram na sua maioria valores inferiores ao limite de quantificação.

Neste trabalho foram analisadas no total 41 amostras, 15 leites, 20 iogurtes e 6 bebidas vegetais recolhidas entre as marcas de maior aceitação pelo consumidor. A concentração de iodo em leites e iogurtes consumidos em Portugal é bastante similar, 18 e 20 µg/100 mL, respetivamente, enquanto que o valor médio obtido para o teor de iodo em bebidas vegetais foi de 1,2 µg/100 mL.

“Comparando os produtos lácteos com os produtos não lácteos, ou seja, as bebidas vegetais, observou-se uma grande variação no teor de iodo, tendo em conta que as bebidas analisadas não eram fortificadas em iodo, estes apresentavam concentrações muito inferiores às bebidas lácteas”, referem os autores nas suas conclusões. “Os resultados destacam que indivíduos e grupos de população com dietas restritas em produtos lácteos podem ter em risco o aporte diário de iodo”, acrescentam.

O iodo é indispensável para a saúde, pois é necessário na síntese, sendo parte da estrutura química, de hormonas tiroideias. Estas são fundamentais para o desenvolvimento de vários órgãos, com especial importância para o cérebro, para o crescimento das crianças e para regular funções tão importantes como a frequência cardíaca e temperatura corporal. A deficiência em iodo é a causa mais comum da deficiência cognitiva.

“Análise comparativa do teor de iodo em lacticínios e bebidas vegetais consumidas em Portugal” foi publicado no Boletim Epidemiológico Observações, publicação científica editada pelo Instituto Ricardo Jorge em acesso aberto e que visa contribuir para o conhecimento da saúde da população, os fatores que a influenciam, a decisão e a intervenção em Saúde Pública, assim como a avaliação do seu impacte na população portuguesa. Para consultar o artigo de Inês Delgado, Inês Coelho, Marta Ventura, Sara Rodrigues, Marta Ferreira, José Armando L. da Silva e Isabel Castanheira, clique aqui.

 

Fonte: INSA

Óleo de coco é "puro veneno", garantiu Karin Michels, professora da Universidade norte-americana de Harvard durante uma palestra intitulada "Óleo de Coco e Outros Erros Nutricionais", na Universidade de Friburgo, na Alemanha.

Anunciado como um "super alimento" por uma vasta comunidade de marcas e adeptos da vida saudável, o óleo de coco é, afinal, "uma das piores coisas que se pode comer". A garantia é da médica e epidemiologista Karin Michels, docente numa das instituições de ensino mais prestigiadas dos mundo, a Universidade de Harvard.

Defendido por alguns entusiastas da nutrição como uma opção natural e saudável, este ingrediente é rico em ácidos gordos saturados, que aumentam o colesterol mau (LDL), o que para Karin Michels, que é também diretora do Instituto de Prevenção e Epidemiologia de Tumores da Universidade de Friburgo na Alemanha, é "puro veneno".

Apesar da poderosa campanha de marketing que advoga os benefícios do óleo de coco, não há, na realidade, estudos que o comprovem do ponto de vista científico. Há, sim, a certeza de que o óleo de coco tem mais de 80% de gordura saturada, que é, sem dúvida, altamente maléfica para a saúde. "Puro veneno", resume a professora universitária ao longo da sua palestra na Alemanha.

Segundo a BBC, o óleo de coco é visto pela comunidade científica como uma gordura "nada saudável", embora a opinião pública tenha uma outra percepção - mais positiva - em relação àquele ingrediente.

Este alimentos contém níveis de gorduras saturadas muito altos (86%), maiores do que os da manteiga (51%) ou da banha de porco (39%), por exemplo.

No Reino Unido, a maioria dos nutricionistas defende que o consumo do óleo de coco, por ser rico em gordura saturada, deve ser feito apenas em ocasiões pontuais, usando, em alternativa, gorduras como o azeite ou o óleo de girassol.

A "American Heart Association" já tinha alertado, em junho de 2017, para os malefícios decorrentes do consumo exagerado de óleo de coco para a saúde cardiovascular.

Fonte: Sapo

 

A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu 3.640 quilogramas de sardinha na lota de Sines, em Setúbal, com um valor presumível de 7.300 euros, tendo ainda identificado um homem.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a GNR explica que a apreensão ocorreu na sexta-feira, no decorrer de uma operação de fiscalização que visava o controlo das descargas de pescado no Porto de Pesca de Sines

No decorrer da ação os militares detetaram que uma das embarcações tinha ultrapassado a cota diária de pesca permitida para aquela espécie. O infrator foi identificado e o pescado apreendido foi doado a várias instituições de solidariedade locais”.

A GNR acrescenta ainda que este tipo de fiscalizações tem como “objetivo último” a sustentabilidade ambiental, económica e social da atividade das pescas.

Fonte: Observador

Mandou fechar três alojamentos por falta de higiene.

Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou 111 contra-ordenações e um processo-crime por produtos alimentares estragados nas acções de fiscalização realizadas em Julho e Agosto em empreendimentos turísticos e alojamento local.

Em comunicado divulgado esta segunda-feira, a ASAE refere que foram fiscalizados 610 operadores económicos de empreendimentos turísticos e alojamento local de todo o país e instaurados 111 processos contra-ordenacionais e um processo-crime por géneros alimentícios estragados.

Entre as várias infracções detectadas, conta-se a falta de registos de alojamentos locais, violação das regras de identificação e publicidade e falta de cumprimento dos requisitos gerais aplicáveis aos estabelecimentos.

A ASAE verificou também haver o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene e a falta do livro de reclamações ou a falta de envio à entidade competente, no prazo de 15 dias, do original da folha de reclamação.

Foi ainda suspensa a actividade de três estabelecimentos por incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene.

Fonte: Sábado

O aviso é da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária e está num relatório da Deco Proteste.

Não se admire se encontrar produtos alimentares não perecíveis a ser vendidos depois do fim da data de durabilidade mínima. Segundo a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), isso é legal. Porém, a Deco Proteste deixa o alerta: se encontrar e quiser comprar, não espere muito para consumi-los. E se abrir uma embalagem e perceber que o sabor, a cor, o cheiro ou a textura estão muito diferentes do original, não arrisque.

“Um género alimentício não perecível pode continuar a ser comercializado após o término da data de durabilidade, desde que o consumidor seja informado e desde que o operador económico esteja em condições de garantir que o produto corresponde às características gerais de legislação alimentar, e em particular as relativas à sua segurança”, explica a DGAV num relatório da Deco publicado a 16 de agosto.

Por outras palavras, produtos como arroz, grão, bolachas, chocolates, manteigas e massas, por exemplo, que têm uma data de durabilidade mínima (ou seja, que indicam “consumir de preferência antes de “), não são obrigados a sair das prateleiras dos supermercados depois de ultrapassada essa data. Mas nem sempre foi assim.

“A novidade é a DGAV clarificar publicamente esta possibilidade, no seguimento de algumas dúvidas que têm surgido. Tal facto pode levar os estabelecimentos comerciais a disponibilizarem produtos nestas condições, o que atualmente não é uma prática habitual”, alerta a Deco.

No fundo, não é possível dizer por quanto tempo estes produtos podem ser guardados em casa até serem consumidos, uma vez que vários fatores podem influenciar a durabilidade e a qualidade do produto.

Mas atenção: não confunda os alimentos com data de durabilidade mínima com os que têm data-limite. Os últimos são, por exemplo, queijo fresco, iogurte e a carne de aves, em que a data deve ser respeitada. Caso contrário, pode sofrer uma toxi-infeção alimentar.

Fonte: NIT

Os agregados familiares da União Europeia geram um desperdício de 35,3 quilogramas de frutas e vegetais por pessoa, em cada ano. A conclusão é do EU’s Joint Research Centre, que adianta ainda que 14,2 quilogramas deste desperdício poderiam ser evitados.

O mesmo estudo revela que o desperdício evitável poderia ser reduzido aplicando estratégias de prevenção direccionadas e que o desperdício inevitável (partes não comestíveis do produto, como a casca, etc.) deveria ser gerido de forma mais sustentável pela indústria transformadora.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação estima que cerca de um terço dos alimentos produzidos globalmente para consumo humano seja perdido ou desperdiçado. As frutas e os legumes frescos contribuem para quase 50% do desperdício alimentar gerado pelos agregados familiares da União Europeia, isto tendo em conta que esta categoria de produtos “altamente perecíveis e relativamente baratos”, representa um terço do total de compras de um agregado.


Fonte: Supplychainmagazine

Sabia que há alimentos frescos que não devem ser conservados no frigorífico? O frio nem sempre é amigo dos ingredientes que confecionamos. Pelo contrário, temperaturas baixas podem acelerar a deterioração de batatas, cebolas, alho ou tomate.

Não devemos guardar no frigorífico os seguintes alimentos:

ALHO

O alho deve ser conservado num local seco e sem luz (ex. despensa).

Se for guardado num local muito frio, rapidamente começará a ganhar talo, ficará com sabor a mofo e com consistência “de borracha”.

BANANA

A banana deve ser conservada num local seco e fresco tapando a ponta do cacho com película aderente.

BATATA

Deve ser guardada num local seco e escuro sem ter contacto com luz ou frio.

Se colocarmos a batata num local com temperaturas muito frias, o amido da batata transformar-se-á, rapidamente, em açúcar ficando um tubérculo sem sabor.

Se estiver em contacto direto com a luz, a batata ganhará talo e ficará verde tornando-se imprópria para consumo.

CAFÉ (GRÃOS)

Ao guardar os grãos do café no frio, rapidamente ficarão sem sabor e vão absorver os odores dos alimentos que também estiverem no frigorífico.

Os grãos de café devem ser guardados num local seco, sem luz direta.

CEBOLA

Deve ser guardada num local seco e escuro sem ter contacto com luz ou frio.

Se for guardada no frigorífico, ficará mole e com sabor a “mofo”.

FRUTA

Se a fruta for colocada no frigorífico não irá amadurecer.

Apenas deve ser guardada no frigorífico se não quiser, de todo, que amadureça. Caso contrário, deve ser conservada à temperatura ambiente.

MEL

Se estiver num local frio (seja dentro do frigorífico, seja num local exterior com temperaturas baixas), o mel começará a cristalizar e ficará demasiado espesso.

Deve ser guardado num local seco, sem contacto direto com a luz, e à temperatura ambiente.

PÃO

O pão jamais deve ser guardado dentro do frigorífico porque seca mais rápido.

Idealmente, deve ser guardado num local seco, escuro e envolvo num pano de linho.

Pode ser guardado no congelador dentro de um saco bem fechado para evitar a formação de cristais de gelo.

TOMATE

Se guardarmos o tomate no frigorífico, rapidamente ficará sem sabor e “farinhento“.

Deve ser guardado num local fresco (que não o frigorífico) e seco.

Se não consumir uma peça de tomate na totalidade, pode envolver a parte que sobeja em película aderente e guardar no frigorífico um ou dois dias.

CHOCOLATE

Quando é guardado no frigorífico, perde o verdadeiro sabor.

Deve ser guardado num local seco, fresco e sem luz direta.

Mas devemos guardar no frigorífico:

AS ERVAS AROMÁTICAS FRESCAS QUE SOBRAM

Devem ser colocadas num copo com água e tapadas com um saco de plástico, dentro do frigorífico, durante sensivelmente uma semana ou mais.

Caso comecem a ficar murchas, pode desidratar ou secar as ervas aromáticas (por exemplo ao sol ou no micro-ondas. A 800 Watts durante cerca de 40 segundos no micro-ondas) para que possam ser utilizadas mais tarde.

AIPO, CENOURA, BRÓCOLOS E MORANGO

Devem ser envoltos em papel de alumínio (para que fiquem protegidos da luz) e guardados no frigorífico.

Fonte: ANILACT