Portuguese English French German Italian Spanish

  Acesso à base de dados   |   em@il: qualfood@idq.pt

De acordo com a legislação comunitária e nacional, salvaguardando as exceções previstas na lei, só é admitida a produção, certificação e comercialização de semente de variedades inscritas nos Catálogos Comuns ou no Catálogo Nacional de Variedades de Espécies Agrícolas e Hortícolas.

Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), responsável pela articulação com os serviços da Comissão Europeia e dos restantes Estados-Membros, assim como com a Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económico, partilhou no passado dia 29 Abril o catálogo nacional referente ao ano de 2019.

Para serem inscritas, as variedades são submetidas a ensaios oficiais de distinção, homogeneidade e estabilidade, realizados pela DGAV e, para as espécies agrícolas, são adicionalmente realizados ensaios de valor agronómico e de utilização.

Para conhecer as variedades aprovadas no ano vigente, clique aqui.

Fonte: DGAV

Kits de subscrição, encomendas e entregas ao domicílio de alimentos e refeições oferecem conveniência. Contudo, deve continuar a assegurar que a segurança alimentar faz parte da entrega.

Independentemente do método de aquisição de refeições ou alimentos, estes devem ser mantidos a temperatura ótima de modo a prevenir o crescimento de germes que provoquem doença.

Assim, garantir a entrega de alimentos ou refeições saudáveis e seguros depende da sua atuação em três momentos: antes do pedido, durante a entrega e no manuseamento dos alimentos.

Antes de efetuar o seu pedido, deve colocar questões, esclarecendo quaisquer dúvidas acerca do seu modo de utilização, assim como quaisquer advertências resultantes do consumo de determinados alimentos.

É especialmente importante perceber a composição de uma refeição se esta se destina a alguém mais propenso a desenvolver intoxicação alimentar como crianças, grávidas, idosos e indivíduos com o sistema imunitário fragilizado.

Quando concretizar o pedido, deve certificar-se de que alguém está em casa para o receber ou, em alternativa, indicar ao estafeta o local de entrega para que a comida aguarde num local frio, escuro e seguro.

No momento de entrega, deve avaliar a embalagem seguindo as indicações da mesma. Se pediu algo cujo consumo não será imediato, deverá refrigerar ou congelar a entrega o quanto antes.

Relativamente ao manuseamento, deve lavar previamente as suas mãos, bem como os utensílios de cozinha. Frutas e vegetais devem ser lavados em água e os alimentos devem ser separados de modo a evitar contaminação cruzada.

Após a refeição, os restos devem ser refrigerados ou congelados no prazo de duas horas, de acordo com as recomendações de segurança alimentar aqui indicadas.

Fonte: CDC

Integrado na atividade de promoção de uma alimentação saudável, a Direção-Geral da Saúde, realiza o evento “Reformulação de Produtos Alimentares: Menos Sal, Menos Açúcar, Menos Gorduras Trans”, que contará com a Presença da Senhora Ministra da Saúde.

Neste evento, no próximo dia 2 de maio de 2019, no Teatro Thalia, em Lisboa, serão assinados importantes protocolos com a Indústria e serão, igualmente entregues os Selos Pão: Menos Sal, Mesmo Sabor!

Consulte o programa anexo.

Fonte: DGS

A língua azul ou febre catarral ovina é uma doença epizoótica de etiologia viral que afeta os ruminantes, com transmissão vetorial, incluída na lista de doenças de declaração obrigatória nacional e europeia e na lista da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Edital n.º 50 da Língua Azul, de 26 de abril de 2019, determina o fim do período sazonalmente livre de vetor, com as consequentes alterações às regras de movimentação animal.

Mantém-se uma única zona de restrição, para os serótipos 1 e 4 da língua azul, que abrange a totalidade do território de Portugal Continental, mantendo-se em vigor as medidas para controlo deste serótipo.

vacinação obrigatória do efetivo ovino reprodutor adulto e dos jovens destinados à reprodução tem sido a medida adotada para controlar a doença nas zonas onde se verificaram indícios de circulação viral nos últimos anos, aconselhando-se ainda a vacinação dos restantes animais das espécies sensíveis, como forma de proteger os animais e fornecer as necessárias garantias sanitárias para trocas comerciais seguras, quer no mercado interno, quer para trocas intra-comunitárias, quer para exportação.

Para mais informações sobre o assunto, consulte a página - Língua Azul.

Fonte: DGAV

As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 31 de Março, apontam para “uma diminuição na produtividade dos cereais face à campanha anterior, consequência da escassa precipitação ocorrida ao longo do mês”.

De acordo com o Instituto “o desenvolvimento vegetativo foi diminuto, encontrando-se a maioria das searas na fase do espigamento”. As estimativas apontam para reduções nos rendimentos unitários de 20% para o trigo duro e triticale, 15% para o trigo mole e aveia e de 5% para o centeio.

Março foi um mês quente e seco. O INE realça que as “condições meteorológicas permitiram a realização, sem constrangimentos e em boas condições, dos trabalhos agrícolas normais para a época, nomeadamente a conclusão das podas nas vinhas e pomares, a aplicação de herbicidas e de produtos fitossanitários e a preparação do solo para a instalação das culturas de Primavera/Verão”.

As condições meteorológicas condicionaram o desenvolvimento das pastagens e das culturas forrageiras.

“As elevadas temperaturas, conjugadas com a reduzida percentagem de humidade do solo, conduziram a um adiantamento dos ciclos vegetativos, parando o desenvolvimento de matéria verde e induzindo a floração”, frisa o INE.

Assim regista-se “uma menor disponibilidade alimentar nas pastagens, que tem conduzido ao suplemento dos efetivos em regime extensivo com alimentos conservados em quantidades superiores ao habitual”.

O INE prevê ainda “uma redução das produções forrageiras para conservação (fenos, silagens e fenosilagens), com impato futuro na alimentação dos efetivos nos períodos de ausência de massa verde nas pastagens”.

Fonte: Rádio Pax

Portugal vai ter muito em breve um novo ecoponto destinado a lixo orgânico e a sua utilização permite produzir energia e aproveitar o composto. O contentor já é utilizado em indústria e pode agora ficar acessível à população.

Depois de recolhido, o lixo orgânico é transformado num composto que pode ser vendido, assim como a energia que resulta do processo. A compostagem tem o objetivo de diminuir o desperdício e aumentar a produção de composto orgânico.

A chegada de um ecoponto público de orgânicos permitirá que as estações tenham mais resíduos para tratar. Assim, pode ser produzida mais energia elétrica e aumentar as vendas de composto, pelo a compostagem e a correta utilização do novo ecoponto castanho são comportamentos a incentivar.

Fonte: Observador

De acordo com um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, as crianças que ingerem mais alimentos durante a tarde e depois do jantar correm o risco de se tornarem mais facilmente obesas ou terem excesso de peso.

O estudo, recentemente publicado na revista Journal of Biological Rhythms, avaliou os hábitos alimentares de 1961 crianças da coorte Geração XXI (projeto iniciado em 2005, que acompanha o crescimento e desenvolvimento de mais de oito mil crianças da cidade do Porto) entre a idade pré-escolar, aos 4 anos, e a idade escolar, aos 7.

A investigadora principal Sofia Vilela explicou que foi através da avaliação dos padrões de consumo energéticos (hidratos de carbono e proteínas) das crianças aos 4 anos, que a equipa de investigadores conseguiu padronizar “o desenvolvimento do excesso de peso ou obesidade” aos 7 anos.

“Utilizando informação de diários alimentares de três dias, obtivemos padrões de distribuição de ingestão alimentar quando as crianças tinham 4 anos e associamos esses padrões com o seu Índice de Massa Corporal (IMC) 3 anos depois, quando completaram 7 anos”, referiu em entrevista à agência Lusa.

Para que o peso das crianças seja saudável é necessária uma maior distribuição energética ao pequeno-almoço, almoço e jantar e uma menor ingestão de alimentos a meio da manhã e a meio da tarde.

“Começar o dia com um pequeno-almoço equilibrado parece ser uma boa estratégia para conseguir um bom nível de saciedade ao longo do dia e controlar a ingestão alimentar. É fundamental ter um padrão regular e não saltar refeições. Tendo em conta os resultados deste estudo e de outros prévios, a ceia poderá ser uma refeição dispensável nestas crianças”, apontou.

A investigadora adiantou que, apesar do contributo do estudo para a compreensão do ritmo circadiano no consumo alimentar e desenvolvimento de excesso de peso em crianças, é necessário “replicar os resultados noutras faixas etárias e noutras populações”.

Fonte: Sapo 24

Novas regras incluem um limite de dois gramas de gorduras transgénicas por cada 100 gramas de gordura nos alimentos destinados ao consumidor final e ao abastecimento do retalho na UE.

A nova lei que introduz um limite à utilização de gorduras transgénicas em alimentos da União Europeia (UE) entra em vigor em 2021, visando reduzir estes ácidos gordos e criar hábitos alimentares mais saudáveis, anunciou esta quarta-feira a Comissão Europeia.

Em comunicado, a Comissão dá conta de que adotou hoje este regulamento, que será aplicável a todos os países da UE a partir de 2 de abril de 2021, dando tempo a que as empresas se adaptem às novas regras.

Essas regras incluem um limite de dois gramas de gorduras transgénicas por cada 100 gramas de gordura nos alimentos destinados ao consumidor final e ao abastecimento do retalho na UE.

Caso este limite seja excedido, as empresas de produção alimentar terão de, obrigatoriamente, informar as empresas a quem vendem tais produtos.

Na nota, o executivo da UE vinca que a medida tem como objetivo "proteger a saúde dos consumidores e fornecer opções alimentares mais saudáveis aos cidadãos europeus".

A Comissão Europeia recorda que vários estudos científicos, incluindo da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos, recomendam a redução das gorduras transgénicas nos alimentos.

Fonte: Expresso

Pela primeira vez, investigadores espanhóis descobriram genes resistentes em Salmonella isolada de mexilhões crus.

Espanha representa o terceiro maior produtor mundial de mexilhões de aquacultura, fornecendo este produto para o mercado Europeu.

A descoberta foi partilhada no jornal Eurosurveillance, onde foram dados alertas de preocupação relativamente à ausência de uma análise regular que detete estes genes em Espanha.

O gene mcr-1 na estirpe Salmonella Rissen ST 469 nunca antes havia sido isolado de mexilhões produzidos em Espanha, sendo que a primeira vez que este foi detetado foi em isolados de Enterobacteriaceae na China.

A emergência deste gene resistente na Europa pode resultar da livre circulação de mercadorias ou até de humanos previamente infetados, entre outros fatores.

Assim, a resistência antibiótica determinada pelo gene mcr-1 impossibilita o seu uso de último recurso no tratamento de infeções bacterianas resistentes à ação da classe de antibióticos carbapenema, de largo espetro.

O aumento da resistência antimicrobiana em Salmonella é considerado uma preocupação do século XXI. O ecossistema marinho parece posicionar-se como reservatório de estirpes resistentes (AMR), contribuído para o agravamento da globalização da resistência a antibióticos.

Fonte: Food Safety News

Food and Drug Administration (FDA) reforçou a sua permissão do uso do químico perclorato em embalagens de alimentos secos.

Esta posição foi equivalente à tomada em 2005 e 2017, negando o pedido público de proibição efetuado pelo Centro de Segurança Alimentar, Parceiros de Prevenção do Cancro da Mama, Fundo de Defesa Ambiental e outros grupos relevantes.

De acordo com o pedido dos referidos grupos, a quantidade de perclorato que migra da embalagem para o alimento foi mal calculada pela FDA, sendo que a renovação da sua autorização representa uma negação de evidências.

O perclorato é um conhecido disruptor endócrino que prejudica a capacidade da tiróide de utilizar iodo dietário para produzir hormonas essenciais ao desenvolvimento cerebral.

Estima-se que 20% das grávidas, que sejam já deficientes em iodo, qualquer exposição mínima ao químico representa risco para o desenvolvimento saudável da criança.

Mediante a objeção do pedido, os grupos irão considerar opções legais para confrontar esta decisão em tribunal.

Fonte: Food Safety News