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O Executivo aprovou esta quinta-feira (12 de julho) uma resolução para a criação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. De acordo com o Governo, a criação deste órgão tem como objetivo estimular e garantir a confiança dos consumidores nos produtos alimentares, criando um “diálogo aberto e responsável” entre todas as entidades que intervêm na segurança da cadeia alimentar.

O Governo diz também que este será um órgão interministerial que contará com a participação da sociedade civil, nomeadamente com a academia e com o setor empresarial, contribuindo “para a concretização do Direito Humano à Alimentação Adequada, no âmbito da CPLP”.

Em 2017, a criação deste órgão tinha sido considerada“prioritária” pelo representante da FAO em Portugal. Para Francisco Sarmento, a criação de uma plataforma como a que agora será criada permite “que as diferentes iniciativas que existem do Ministério da Saúde, da Educação, da Agricultura possam caminhar juntas para resolver os problemas da alimentação”.

Fonte: Vida Rural

O caso mais grave é o de frango estragado à venda num grande supermercado. Os casos foram denunciados por consumidores à ARAE - Autoridade Regional das Actividades Económicas – e depois confirmados por esta autoridade. Questionada pelo DIÁRIO, a tutela da ARAE explicou como todo o processo decorreu e que consequências teve. A Vice-presidência também confirmou ter havido dois casos de detecção de salmonela, que já estarão resolvidos.

O Governo Regional confirma que a ARAE recebeu várias queixas de consumidores sobre a existência de “carne de frango com cheiro anormal”. Perante as queixas, “ARAE procedeu à competente acção inspectiva dos produtos nos espaços referenciados. Num destes espaços, foi encontrado o produto em causa confirmando-se a denúncia do consumidor.”

A ARAE fez peritagem ao produto, tendo vindo a considerar esse frango “impróprio para consumo”. É o próprio Governo que explica que isso “configura um ilícito criminal, tendo o respectivo expediente sido remetido ao Ministério Público para os subsequentes trâmites processuais, estando naturalmente sob segredo de justiça”.

O DIÁRIO questionou a Vice-presidência sobre o produtor e o comercializador do frango em causa, mas a resposta não concretizou nenhum deles, eventualmente, devido ao facto de, como explicado, o processo se encontrar em segredo de justiça. Ainda assim, é explicado que, “em acção preventiva, a ARAE fiscalizou outros agentes económicos com este produto à venda mas não foram detectadas quaisquer anomalias idênticas”. Uma afirmação que leva a crer que o problema esteja relacionado com a comercialização e não com a produção.

Sobre a presença de salmonela, a Vice-presidência admite que foi detectada em dois casos, mas não esclarece se foi em frango ou noutro alimento. É explicado que a ARAE realiza acções inspectivas, em toda a cadeira dos alimentos, o que inclui, entre outros, o controlo sobre resíduos de pesticidas. “As colheitas são recolhidas – aleatoriamente nos estabelecimentos comerciais – em estreita e articulada cooperação com a Direcção Regional de Agricultura (DRA), no caso dos pesticidas, quanto ao tipo de produtos que exigem maior controlo. Confirma-se que duas dessas colheitas tiveram resultado laboratorial positivo de salmonela.”

As análises foram realizadas pelo Laboratório Regional de Veterinária e Segurança Alimentar e os resultados também submetidos a parecer da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.

No entanto, eventualmente, para sossegar os consumidores, é esclarecido que, após à identificação da salmonela nos dois casos referidos, “foram feitas colheitas de despiste do mesmo produto, mas já com resultados negativos”.

A salmonela é, na definição dos técnicos da CUF, “uma bactéria responsável por infecções no ser humano. A infecção por Salmonela é comum na criança, onde se pode manifestar de diversas formas. Quase sempre, trata-se de uma doença auto-limitada, sob a forma de gastrenterite aguda. Mais raramente, no entanto pode associar-se a quadros de infecção generalizada, artrite, meningite ou pneumonia, entre outras.”

“Na maioria dos casos, esta infecção manifesta-se por diarreia, dores abdominais e febre que se desenvolvem 12 a 72 horas após a infecção. A doença dura entre 4 a 7 dias e a maioria das pessoas recupera sem necessitar de qualquer tratamento.”

Fonte: Dnotícias.pt

Demonstrado que foi em março de 2018 o interesse de Portugal nesta exportação, foi efetuado contacto junto dos Serviços Veterinários Oficiais do Bahrein, no sentido de obter a indicação dos requisitos sanitários aplicáveis.

Recebida que foi a informação, foi elaborada a respetiva certificação sanitária, que obteve em junho de 2018 a aprovação daquele país.

Está assim aberta a possibilidade de exportação de bovinos, ovinos e caprinos para o Bahrein a partir de Portugal, sendo as Direções de Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais/Regiões Autónomas (DSAVR/RA) os Serviços responsáveis pela emissão dos respetivos certificados sanitários oficiais.

Fonte: DGAV

"A atividade de abate foi suspensa no passado dia 25 de maio, na sequência de mais uma visita de controlo oficial", mantendo-se em funcionamento as restantes valências, refere uma resposta enviada à Lusa após o assunto ter sido abordado na reunião do executivo municipal suscitado pelo vereador Álvaro Madureira.

A vereadora com o pelouro do Ambiente, Ana Esperança, disse aos jornalistas que a informação na sua posse, prestada pela DGAV, era de que "o matadouro foi encerrado, porque não reunia as condições para estar em funcionamento".

À Lusa, a DGAV esclarece que tendo em conta que durante o controlo oficial, feito em 02 de maio, foi verificada a manutenção da generalidade dos incumprimentos detetados em sede de vistorias anteriores, "concluiu-se que as poucas melhorias observadas após o levantamento de autos de notícia se revelaram apenas como pontuais, não sendo implementadas soluções eficazes e duradouras".

Entre as inconformidades observadas, "as quais constituem infrações graves e reiteradas aos requisitos legais relativos à segurança dos alimentos e ao bem-estar animal", estão o "não cumprimento de boas práticas de higiene, e da higiene do abate, com consequente contaminação direta ou indireta de géneros alimentícios".

Acrescem "várias deficiências estruturais que impedem a manutenção e a limpeza e/ou desinfeção adequadas e potenciam a contaminação dos géneros alimentícios", assim como o "incumprimento dos requisitos referentes aos critérios microbiológicos aplicáveis aos géneros alimentícios" e outros "incumprimentos relativos aos requisitos estabelecidos para os subprodutos de origem animal."

"Face ao conjunto de inconformidades sucessivamente detetadas e não corrigidas, no domínio da segurança alimentar, conclui-se que os géneros alimentícios resultantes do abate de ungulados domésticos, produzidos, armazenados e comercializados no estabelecimento Mapicentro - Sociedade de Abate, Comércio de Carnes e Subprodutos, SA não podem ser considerados seguros", acrescenta.

A DGAV esclarece que, no sentido de um eventual levantamento da suspensão de abate a partir de 25 de junho, "foram efetuados controlos de verificação", mas mantinham-se "algumas inconformidades cuja correção seria essencial" para tal suceder.

Três dias antes realizou-se uma reunião entre a DGAV e a Mapicentro e, após garantia por parte da empresa a resolução das inconformidades, "reiniciou-se o abate experimental a 25 de junho, decorrendo o mesmo até dia 02 de julho sem incidentes".

Segundo este organismo, no final deste dia os Serviços Centrais da DGAV foram alertados de que "um elemento do Corpo de Inspeção Sanitária foi agredido quando registava a leitura do contador da água de rede", pelo que foi pedida "a intervenção da PSP para garantir a segurança física" dos elementos da DGAV.

"Por se considerar não estar garantida a segurança dos representantes da DGAV, os abates experimentais foram suspensos e solicitada nova reunião com a representante legal da empresa no sentido de garantir essa mesma segurança", adianta na informação enviada à Lusa.

A reunião decorreu na quinta-feira passada e "logo que a segurança dos inspetores sanitários esteja garantida pela empresa e que estejam retificadas as inconformidades" será retomado o abate experimental para eventual levantamento da suspensão.

A Lusa tentou contactar um responsável pelo Matadouro de Leiria, sem sucesso.

Fonte: Diário de Notícias

Nove crianças que participavam num campo de férias na Praia de Mira foram esta quinta-feira socorridas por uma equipa médica do INEM por apresentarem um quadro clínico compatível com uma intoxicação alimentar, disse o comandante dos Bombeiros de Mira.

Segundo o comandante Nuno Pimenta, os Bombeiros de Mira e uma equipa médica do Instituto Nacional de Emergência Médica de Portugal, apoiados por uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), ocorreram ao local a meio da manhã, as crianças, "todas na casa dos dez anos", apresentaram um quadro clínico de vómitos, diarreia e mal-estar.

Antes da chegada ao local das forças de socorro e da Proteção Civil municipal, um dos jovens foi transportado "por precaução" ao Hospital Distrital de Aveiro, onde se encontra a recuperar. Os restantes jovens foram "objeto de uma triagem no local" feita pelos médicos do INEM.

O campo de férias estava a decorrer nas instalações da Casa da Sagrada Família (conhecida na região como a casa das Zitas), mas a organização pertencia a uma associação independente, sem qualquer relação com a instituição religiosa que aluga quartos para férias à saída sul da praia.

Para além da assistência prestada às crianças, as equipas médicas, de proteção civil e da GNR que se encontram ainda no local estão a tentar apurar o que poderá ter corrido mal.

Autoridades sanitárias investigam intoxicação alimentar

As autoridades sanitárias estão a conduzir uma investigação epidemiológica para apurar a causa da intoxicação alimentar de nove crianças numa colónia de férias na Praia de Mira, revelou ontem o Delegado de Saúde Regional do Centro.

Em nota divulgada ontem à tarde, intitulada "Casos agrupados de gastroenterites", o Delegado de Saúde Regional do Centro confirma "a existência de nove casos de doença por suspeita de Toxinfecção Alimentar" ocorridos na colónia de férias da Casa da Sagrada Família na Praia de Mira.

"Dia 11/07/2018, ocorreu o primeiro caso numa criança do sexo masculino com 11 anos de idade que apresentou febre, vómitos, diarreia e dores abdominais cerca das 22 horas, pelo que foi transportada para o Hospital Distrital de Aveiro. Foi tratada com medidas de suporte à base de hidratação, tendo os sintomas regredido espontaneamente com recuperação integral do estado de saúde e regresso ao domicílio cerca das 4h00 da manhã de hoje, dia 12/7/2018", revela o Delegado.

A autoridade sanitária confirma ainda que durante a manhã de ontem foram registados "mais oito casos de doença ligeira em crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 11 anos dos quais quatro apresentaram vómitos e os outros quatro apresentaram apenas dores abdominais".

Fonte: TVI24

Ameixa - Fruto sazonal

  • Friday, 13 July 2018 10:00

Esta semana, exploramos as características e benefícios da ameixa. Desde a ameixa branca à vermelha, este é um fruto muito típico dos meses de verão. 

Clique aqui para consultar mais informação.

Fonte: Nutrimento

A Listeria já provocou a morte de nove pessoas em toda a Europa desde 2015, e só no Reino Unido foram retirados dos supermercados, na semana passada, mais de 43 embalagens de vegetais e milho congelados, suspeitos de conter o agente nocivo e potencialmente mortal.

 

Perante o surto, as autoridades de saúde pública alertam os indivíduos para que congelem os alimentos de modo seguro e higiénico, de forma a evitar uma maior contaminação e propagação da listeriose.

“Ao se colocar e retirar a comida no congelador, certos procedimentos são mal executados”, alerta a médica Lisa Ackerley, perita em saúde ambiental, em declarações à publicação Mirror Online.

A especialista recomenda cinco pontos a ter em atenção para que não fique doente:

1. Cozinhe sempre os vegetais se a embalagem assim o indicar

Pode parecer óbvio, mas se a embalagem do congelado indica que os vegetais têm que ser cozinhados antes de consumidos, então faça-o. A médica alerta que muitos indivíduos têm o hábito de colocar esses vegetais crus congelados em saladas ou sanduíches, o que pode levar à contaminação por listeriose – já que o processo de cozedura tende a neutralizar a bactéria.

2. Tenha em atenção antes de colocar os alimentos no congelador

Se vai congelar comida que foi previamente cozinhada, então tome certas precauções quando a coloca a arrefecer. Se os alimentos não são mantidos a uma temperatura suficientemente fria (menor de cinco graus centígrados), capaz de suspender qualquer atividade bacteriana ou quente o bastante (superior a 70 graus) para neutralizar os microrganismos, então o ambiente é propício ao desenvolvimento de listeriose. Ackerley avisa que quando a comida nesse estado é colocada no frigorífico as bactérias não são mortas – permanecendo num estado de animação suspensa e prontas para atacarem o organismo humano quando ingeridas.

3. Descongele do modo certo

A médica recomenda que descongele os alimentos congelados, sobretudo a carne e o peixe, no frigorífico, ao invés de à temperatura ambiente, apesar do processo demorar mais tempo. Já que quando descongelam à temperatura do ar, certas partes dos alimentos podem aquecer em demasia, permitindo assim o crescimento bacteriano.

4. Armazene corretamente

“Os alimentos – vegetais, carne, gelo – devem estar armazenados no congelador separadamente, de forma a evitar a contaminação”, explica Ackerley.

5. Guarde a comida em sacos

Separe a comida guardando-a em sacos de plástico próprios para manter no congelador. A médica garante ainda que armazenar os alimentos em sacos herméticos é tremendamente importante para manter o seu sabor e qualidade nutritiva.

Fonte: Notícias ao Minuto

Cerca de 4,6 milhões de garrafas de vinho Rosé espanhol chegaram ao mercado francês com rótulos fraudulentos.

A descoberta foi feita por uma equipa de investigação anti-fraude francesa na sequência de uma investigação de dois anos, que envolveu produtores, importadores e distribuidores, dá conta a BBC.

As garrafas em causa foram comercializadas em cafés, restaurantes e hotéis franceses, enganando clientes.

O relatório que revelou os resultados desta investigação adianta que havia rótulos falsos a imitar os de vinhos caros, rótulos com informações que não eram verdade, como "Engarrafado em França" ou "Produzido em França" mas também elaborados esquemas que permitiam importar garrafas de vinho espanhol disfarçadas de vinhos de qualidade franceses, com os rótulos falsos a esconderem os rótulos originais.

Remi Dumas, representante de uma organização de produtores de vinho de França, pediu aos consumidores para que "abram os olhos" para este problema que afeta o setor, argumentando ainda que as revelações que têm surgido mostram a razão de protestos no setor, que pede maior apoio por parte do governo francês.

Fonte: Notícias ao Minuto

É verdade que muitos pais acreditam que o consumo de alimentos sólidos deixa o bebé saciado por mais tempo e que melhora o seu sono.

Mas, será que têm razão?

Ora, uma nova pesquisa aponta que sim.

O professor Gideon Lack, docente na Universidade King’s College London, no Reino Unido, coautor de uma pesquisa que se prolongou durante três anos e que analisou mil bebés, afirma que os resultados apurados: “Vão de encontro à ideia já por muitos aceite que a introdução de comida sólida na alimentação provoca melhor dormir”.

O novo estudo conduzido por investigadores do King’s College London e da Universidade St George’s of London, apoia a teoria que esta introdução precoce é benéfica para os bebés e também para os progenitores.

A pesquisa detetou que as crianças que ingeriam sólidos entre os três e os seis meses dormiam durante mais tempo e que acordavam menos vezes, comparativamente aos bebés que se alimentavam apenas de leite – melhorando assim também a qualidade de vida dos pais.

Os progenitores inquiridos também reportaram “menos distúrbios do sono” durante o primeiro ano de vida.

Uma outra pesquisa realizada em 2010, apurou que de facto 75% dos pais, em média, alimentam os bebés com alimentos sólidos pela primeira vez aos cinco meses.

Fonte: Notícias ao Minuto

A DGAV publica o Esclarecimento Técnico n.º 3/2018 referente às Taxas de controlo oficial dos géneros alimentícios e à emissão de certificados de exportação.

O presente esclarecimento técnico visa aclarar junto das unidades orgânicas pertinentes desta Direção Geral a distinção entre os atos de verificação e inspeção veterinária abrangidos pelo âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 178/2008, de 26 agosto, e o ato de emissão de certificados para exportação, a que se faz referência na tabela 2, do anexo I, do Despacho n.º 5165-A/2017, de 2 de junho de 2017, que aprova a tabela de preços dos diversos serviços prestados pela DGAV, no exercício das suas competências.

Fonte: DGAV