Alguns apontam a necessidade de se limitar o consumo de ovos, pelo risco de salmonela e associação ao colesterol elevado. Por outro lado, há quem defenda o seu consumo por outras propriedades do alimento.
Foi o caso de um estudo publicado recentemente na revista científica ‘Heart’, por um grupo de cientistas do Reino Unido e China, das universidades de Pequim e Oxford, que apontam os benefícios do ovo contra doenças cardiovasculares, quando o seu consumo é de até um por dia.
O estudo foi feito com base na observação de uma amostra de meio milhão de chineses, entre os 30 e os 79 anos, onde se comparou a saúde cardíaca de quem comia ovos e que não o fazia. Como resultados, após os 9 anos de observação, foi apontada a percentagem de 26% menos riscos de hemorragias cerebrais, 28% menos risco de morte por derrame e de 18% por doenças cardiovasculares, por parte de quem consome ovos.
Quanto à causa, ainda não foi identificada, já que o estudo foi feito com base na observação de casos reais. Ainda assim, os benefícios são apontados, desde que o consumo de ovos seja feito em combinação com outros alimentos que garantam uma rotina alimentar equilibrada e variada.
Fonte: Notícias ao Minuto
“Até 31 de julho, os pescadores portugueses poderão capturar 4.855 toneladas, com limites de capturas diárias, medidas de proteção dos juvenis e uma monitorização permanente desta pescaria. […] As possibilidades de pesca após 1 de agosto dependerão da análise dos dados científicos recolhidos pelas campanhas científicas de Portugal e Espanha realizadas nesta primavera”, indicou o Ministério do Mar em resposta à Lusa.
Apesar de inicialmente o fim da proibição ter estado agendado para o dia 30 de abril, o ministério liderado por Ana Paula Vitorino optou por prolongá-lo, tendo em vista assegurar a recuperação e gestão do ‘stock’.
Entre as limitações impostas pelo diploma publicado na altura em Diário da República encontravam-se a manutenção a bordo e descarga da sardinha entre 01 e 20 de maio, com qualquer arte de pesca, desde a Galiza ao Golfo de Cádis.
Além destas limitações, também ficou interdita a captura, manutenção a bordo, descarga e venda de sardinha em “todos os dias de feriado nacional” e no dia 23 de maio, sendo também proibida a transferência de sardinha para lota diferente da correspondente ao porto de descarga, bem como uma mesma embarcação descarregar em mais de um porto durante um período de 24 horas.
O diploma indicou ainda que não é permitido, em cada dia, manter a bordo ou descarregar sardinha além dos limites definidos, independentemente da existência de outras classes de tamanho.
“Afastando o cenário da pesca zero, defendido no parecer do ICES [Conselho Internacional para a Exploração do Mar] em outubro de 2017, e também o limite de 1.587 toneladas de possibilidades de pesca, anunciado em 2015, o Governo reforçou os cruzeiros científicos e as ações dirigidas ao reconhecimento, articulou com Espanha e a Comissão Europeia as medidas a tomar e, no contexto da comissão de acompanhamento da pesca da sardinha, reforçou a participação dos diversos interessados na gestão desta pesca”, notou o Ministério do Mar, numa nota enviada à Lusa.
De acordo com o ministério, é “indispensável a melhoria do conhecimento científico para compreender as razões da redução da abundância dos recursos e assegurar a sua melhor gestão”, tendo, por isso, o Governo avançado com o projeto Sardinha 2020, da responsabilidade do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), dotado com 1,6 milhões de euros.
Um parecer científico ICES, divulgado em 20 de outubro do ano passado, concluiu que a pesca da sardinha deveria ser proibida este ano, em Portugal e Espanha, face à redução acentuada do ‘stock’ na última década, que caiu de 106 mil toneladas em 2006 para 22 mil em 2016.
Já há dois anos, em 2016, o mesmo organismo científico recomendou uma paragem completa da pesca da sardinha em Portugal, durante um período mínimo de 15 anos, para que o ‘stock’ de sardinha regressasse a níveis considerados aceitáveis.
Fonte: Sapo24
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A UE aprovou o atordoamento a baixa pressão em frangos de engorda até 4 kg de peso vivo, para abate comercial ou outras situações que suponham o sacrifício que um grande número de animais. Esta informação foi publicada no REGULAMENTO (UE) 2018/723.
O pedido foi efetuado por um explorador privado, fazendo com que a UE efetuasse um pedido de parecer à EFSA sobre esta questão.
Fonte: Agrodigital.com
O mercado chinês tem um défice de oito milhões de toneladas de carne de vaca, disse Hogan, citando as autoridades chinesas, numa conferência de imprensa, no final de uma visita à China.
Apesar desses oito milhões de toneladas superarem toda a produção de carne bovina do espaço comunitário, a UE tem um "interesse significativo" em colmatar pelo menos parte da procura chinesa.
A agenda de Hogan na China incluiu reuniões com responsáveis do ministério chinês da Agricultura, da produção animal, segurança alimentar e animal, e uma participação na feira SIAL, em Xangai, a mais importante na Ásia para o setor alimentar.
Hogan recordou que as exportações agroalimentares da UE para a China duplicaram, nos últimos cinco anos, para 12.000 milhões de euros, e que o país asiático é um mercado cada vez mais importante para os alimentos orgânicos.
O responsável disse que Pequim está a flexibilizar os procedimentos técnicos para autorizar a importação de produtos alimentares e lembrou que os países europeus oferecem produtos "livres de doenças", bem com carne sem hormonas ou antibióticos.
Fonte: Diário de Notícias
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) desenvolveram uma ação de fiscalização conjunta que visou a fiscalização de estabelecimentos que promovem o alojamento local em Lisboa.
A operação decorreu durante a manhã de quarta-feira na fregueria de Arroios, em Lisboa, tendo sido fiscalizados três hostéis e uma guest house (um tipo de pensão).
Um dos hostéis viu a sua atividade suspensa, revela a ASAE em comunicado, "por apresentar condições inadequadas de conservação e funcionamento (condições de higiene e salubridade) que colocam em causa a sua segurança" e "em risco a saúde pública dos seus utilizadores".
Quarto e cozinha encerrados noutra unidade
"Ficou igualmente suspensa a utilização de uma das unidade de alojamento - um quarto da 'Guest House' - por incumprimentos dos requisitos gerais de implementação, bem como, foi igualmente suspensa a zona da cozinha por incumprimentos dos requisitos de higiene", acrescenta a nota.
Segundo a ASAE, esta operação conjunta pretende "garantir que a oferta no que respeita ao alojamento local existente na cidade de Lisboa está consentânea com os requisitos legais a que são obrigados e nessa medida preservar os interesses do mercado e dos clientes".
"A ASAE e a PSP continuarão a promover estas fiscalizações conjuntas nas próximas semanas motivo pelo qual, alerta os operadores a continuarem a garantir, ao abrigo da Lei, as condições de segurança e salubridade que estes espaços devem oferecer", concluem as autoridades.
Como é habitual neste tipo de ações, a ASAE não divulgou o nome das entidades inspecionadas, nem das unidades total e parcialmente supensas.
Fonte: Sapo Lifestyle
Duas cantinas escolares foram encerradas nos primeiros quatro meses do ano pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que fiscalizou neste período 75 estabelecimentos de ensino.
Em resposta enviada à Lusa, a ASAE diz que instaurou, entre janeiro e o final de abril, 15 processos de contraordenação nas ações que desenvolveu na área da restauração em escolas.
Os espaços fechados já regularizaram a situação, o que permitiu a sua reabertura, acrescentou a ASAE, sem especificar a que áreas do país pertencem estas duas cantinas.
Fonte: Correio da Manhã
O insecticida Ciclone 5G foi autorizado para a cultura da bananeira.
A solução prevê um tratamento localizado de grande eficácia que actua por contacto, ingestão e fumigação, sendo um excelente aliado no controlo do carocho da bananeira (Cosmopolites sordidus).
Esta autorização extraordinária vem alargar o espectro de acção do insecticida organofosforado.
Fonte: Agroportal
O Conselho de Ministros aprovou, através de resolução de 27 de abril, a Estratégia Nacional e Plano de Ação de Combate ao Desperdício Alimentar. A Estratégia foi elaborada pela Comissão Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar que, através de uma análise SWOT, identificou, por exemplo, a necessidade de melhorar a informação que é prestada aos potenciais doadores nos diferentes segmentos da cadeia, bem como a informação dada ao consumidor e operadores económicos.
Com a estratégia agora aprovada, pretende-se materializar uma visão concertada, que maximize sinergias e não comprometa iniciativas já iniciadas no terreno. São três os objetivos que norteiam a estratégia: Prevenir, Reduzir e Monitorizar.
No capítulo da prevenção, as prioridades vão para o aumento da sensibilização no sentido da redução do desperdício, incidindo no público em idade escolar, de forma a poder moldar hábitos. Da prevenção também faz parte a formação dos agentes e operadores económicos tendo em vista a capacitação de técnicos e voluntários para o adequado manuseamento de géneros alimentícios no circuito de doação.
Quando se fala de Redução, não é apenas no sentido de reduzir a quantidade de desperdício. É também reduzir barreiras administrativas, não apenas contribuindo para um ambiente regulatório tão minimalista quanto possível como também para a indução de comportamentos nos agentes que promovam a redução do desperdício alimentar. Pretende-se também simplificar procedimentos para quem atua na doação de géneros alimentícios.
Ao abrigo da Monitorização, deverá ser desenvolvido um sistema de medição do desperdício nas diferentes fases da cadeia. A ausência de um método harmonizado a nível europeu dificulta a avaliação, por parte das autoridades públicas, das dimensões, origens e tendências ao longo do tempo. Com o estabelecimento da metodologia, será possível aferir os níveis de desperdício nas diferentes fases da cadeia. Até ao estabelecimento do sistema de medição, o papel das universidades poderá revelar-se importante.
O reporte do desperdício nas diferentes fases da cadeia possibilitará não apenas criar massa crítica mas também criar um conjunto de dados que podem ser usados por empresas e universidades em investigação e desenvolvimento.
O plano de ação contempla 14 medidas:
1 — Rever e difundir linhas de orientação de segurança alimentar com vista ao combate ao desperdício;
2 — Promover ações de sensibilização junto do consumidor;
3 — Desenvolver ações de sensibilização para a população em idade escolar;
4 — Desenvolver ações de formação específicas para diferentes segmentos da cadeia;
5 — Publicar regularmente painel de estatísticas dos níveis de desperdício alimentar, incluindo a criação no portal das estatísticas oficiais de uma área dedicada a este tema;
6 — Divulgar boas práticas (linhas de orientação e casos de sucesso);
7 — Promover o desenvolvimento de processos inovadores;
8 — Facilitar e incentivar o regime de doação de géneros alimentícios;
9 — Melhorar a articulação e envolvimento da administração do Estado na regulação europeia e internacional;
10 — Criar e dinamizar uma plataforma colaborativa que permita identificar disponibilidades por tipo de géneros alimentícios;
11 — Promover locais específicos para venda de produtos em risco de desperdício;
12 — Desenvolver metodologia para o cálculo do desperdício alimentar nas diferentes fases da cadeia;
13 — Desenvolver projetos-piloto na área da saúde e nutrição;
14 — Elaborar relatórios periódicos para apresentação e divulgação geral.
Os projetos-piloto na área da saúde e nutrição passam por sensibilizar a população que recebe géneros alimentícios doados ou está no circuito de doação, para a importância de uma alimentação saudável e diversificada. De igual modo, visa apoiar as populações que recebem ajuda alimentar sobre a utilização adequada dos cabazes alimentares fornecidos no âmbito do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas.
Fonte: Hotelaria e Saúde
A DGAV atualizou o mapa bem como a lista de Freguesias que integram total ou parcialmente a zona demarcada respeitante a Trioza erytreae.
Fonte: DGAV
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