Muitas são as notícias que, de quando em vez, se fazem sobre descobertas menos saudáveis nos alimentos.
Desta vez, o testemunho de um português que nos chega de França mostra-nos um rato a alimentar-se convenientemente numa padaria.
De acordo com o autor do vídeo, as imagens foram captadas numa padaria do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris.
Durante um minuto vê-se o animal num canto da montra do estabelecimento a 'ratar' uma baguete, o famoso típico pão francês. Mas a verdadeira festa para o animal começa quando ele se apercebe que no interior do pão há... queijo!
Depois cai e desaparece, terminando também o vídeo que foi publicado na semana passada.
Os comentários dos internautas, claro, não se fizeram esperar e o vídeo já conta com quase 20 mil partilhas.
Fonte: Notícias ao minuto
A ASAE, em articulação com a Unidade Regional do Centro, realizou ações de fiscalização junto de várias explorações pecuárias e apreendeu 830 litros de leite cru e 40 litros de água oxigenada, num valor que ronda os 800 euros.
Análises ao leite transportado revelaram a adição de água oxigenada, que, pela temperatura medida aquando das inspeções, estava a ser utilizada para ocultar a má qualidade higiénica do leite em vez da utilização de refrigeração.
O objetivo era verificar as condições de armazenamento e transporte de leite cru com destino a unidades industriais de fabrico de queijo, de maneira a garantir a segurança alimentar.
Em comunicado divulgado esta quinta-feira, a ASAE refere que as investigações decorreram nos últimos dois meses e que foram dirigidas a diversos produtores.
Iniciaram-se com a deteção de uma viatura para transporte de leite sem qualquer sistema de refrigeração.
Foi instaurado um processo de crime contra a genuinidade, qualidade ou composição dos géneros alimentícios com incumprimento de requisitos de temperatura no processo de produção, recolha e transporte de leite cru e falta de requisitos de higiene no leite.
Fonte: Observador
A DGAV informa que foi realizada a atualização da Zona Demarcada para Epitrix no território continental português, divulgada através do Ofício Circular n.º 13/2017.
Esta atualização tem implicações imediatas nos movimentos de batata para fora da nova zona demarcada com destino a zonas isentas do inseto, aplicando-se as medidas de emergência fitossanitárias legalmente em vigor.
Para obter mais informações sobre o Epitrix da Batateira e respetivos documentos clique aqui.
Fonte: DGAV
A DGAV disponibilizou uma nova série de vídeos de interesse tanto para o pessoal da DGAV, que recebe as auditorias da Comissão, como para os operadores das empresas do setor alimentar e outros operadores que possam ser visitados no decurso de uma dessas auditorias.
São seis vídeos de curta duração em que o trabalho de auditoria e análise da Comissão Europeia é apresentado de uma forma simples e atrativa.
Para ver os vídeos clique aqui.
Os primeiros três vídeos foram criados especialmente para quem iniciou recentemente a sua atividade nesta área, uma vez que têm como objetivo oferecer uma rápida panorâmica geral das atividades da Comissão, explicando o processo de auditoria, os domínios em que são realizadas atividades de auditoria e atividades de outra natureza e a forma como este trabalho contribui para assegurar, em estreita cooperação com as entidades nacionais, que os cidadãos da UE beneficiam de um elevado nível de segurança alimentar, o que também contribui para o comércio mundial de produtos seguros.
Para todos os que recebem auditorias da Comissão Europeia pela primeira vez, ou que não tenham acolhido uma atividade desta natureza há já algum tempo, foram criados dois novos vídeos que apresentam, passo a passo, uma breve panorâmica do processo de auditoria e do intercâmbio de informações entre o auditor e a entidade auditada. Por último, foi criado um vídeo que descreve em traços gerais os requisitos aplicáveis às importações de produtos de origem animal na UE.
Fonte: DGAV
A operação de fiscalização “Alimento na Linha”, dirigida pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) aos estabelecimentos que se encontram localizados em terminais de transporte ferroviário e de camionagem e zonas envolventes, resultou em 23 processos de contraordenação.
Segundo um comunicado da ASAE enviado hoje à Lusa, cerca de uma centena de operadores económicos, da área de restauração e bebidas e comercialização de géneros alimentícios, foram fiscalizados no sentido de se verificar o cumprimento das regras de segurança alimentar.
Dos 23 processos de contraordenação, destacaram-se como principais infrações “a ausência ou irregularidades no(s) processo(s) baseado nos princípios do HACCP [análise de perigos e controlo de pontos críticos], a violação dos deveres gerais da entidade exploradora do estabelecimento de restauração e bebidas, a falta de mera comunicação prévia, entre outras”, afirmou a ASAE.
Foi ainda determinada uma suspensão de atividade num estabelecimento de restauração e bebidas e apreendidos diversos produtos no valor aproximado de 700 euros.
Fonte: Dnotícias.pt
Devido à presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas ou de contaminação microbiológica acima dos valores regulamentares, estão reclassificadas temporariamente e/ou interditas temporariamente a apanha e captura, com vista à comercialização e consumo, as espécies de bivalves provenientes de determinadas zonas de produção.
O IPMA informa que as interdições de captura dos bivalves por toxinas marinhas aplicam-se ao público, mariscadores profissionais e amadores, independentemente do processo de captura.
A ingestão de bivalves contaminados por toxinas marinhas pode causar graves problemas de saúde.
Para consultar o comunicado integral, clique aqui.
Fonte: IPMA
A EFSA elaborou um estudo com o intuito de reavaliar os níveis de nitratos e nitritos adicionados às carnes e outros produtos, concluindo que os níveis actualmente permitidos são seguros para o consumidor.
Comprovou-se também que a exposição a nitritos e nitratos como aditivos alimentares encontra-se dentro dos limites seguros para todos os grupos populacionais, com excepção das crianças, onde se verificou uma ligeira variação quando estas têm uma dieta rica em alimentos que contêm este tipo de aditivos.
No entanto, considerando todas as possíveis fontes de nitratos e nitritos, é possível que todos os grupos demográficos ultrapassem os níveis seguros destes aditivos.
Em termos de perspectivas futuras, será necessário obter mais dados relativamente à exposição a nitratos e nitritos de outras fontes para além dos aditivos alimentares (por exemplo: contaminantes vegetais), de forma a que no futuro se possa elaborar estudos mais precisos, nomeadamente ao nível dos riscos associados ao consumo destes compostos.
Para que possa consultar toda a informação publicada, clique aqui.
Fonte: EFSA
A V edição da Sabores de Perdição - Castelo Branco, evento que visa contribuir para a promoção do setor agroalimentar da Beira Baixa, ficou, na edição deste ano, marcada pela entrega oficial do dossiê de candidatura para a atribuição da Identificação Geográfica Protegida (IGP) à Azeitona Galega de Conserva: “Azeitona Galega de Conserva da Beira Baixa IGP”, trabalho que tem vindo a ser promovido pela Associação dos Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI).
«Este reconhecimento poderá trazer uma enorme vantagem à variedade galega - atualmente responsável pela genuidade dos azeites da Beira Baixa, particularmente os azeites de DOP – Denominação de Origem Protegida -, como importante fator de diferenciação nos mercados internacionais.
Sendo muito apreciada como azeitona de mesa, com uma separação fácil entre a polpa e o caroço e reconhecida nacionalmente e internacionalmente como azeitona portuguesa», salienta a autarquia de Castelo Branco, em comunicado.
Fonte: AGROTEC
A saúde e o bem-estar preocupam cada vez mais os consumidores portugueses, o que se tem refletido nas escolhas alimentares que fazem. De acordo com dados da Nielsen, os portugueses procuram cada vez mais comprar produtos saudáveis ou com características que tenham benefícios para a sua saúde.
Quais são, então, os produtos saudáveis mais consumidos pelos portugueses? De acordo com a Nielsen, as escolhas vão para o iogurte (81%), o feijão (71%), a couve-de-folhas (64%), o salmão (64%) e o chá, essencialmente preto, verde e hibiscus (55%).
Para além disso, tem-se registado um aumento na tendência de escolha de produtos que os consumidores acreditam trazer benefícios para a saúde, como é o caso das sementes de chia, do gengibre e das bagas de goji. “Estes ingredientes podem ser preferencialmente consumidos crus (como os mirtilos, as sementes de chia, as bagas de goji e as nozes) ou cozinhados (como o salmão, ou a couve-de-folhas). Por outro lado, os consumidores revelam ainda utilizar uns alimentos essencialmente para refeições (os feijões ou os feijões de soja) e outros para bebidas (a hortelã-pimenta, o cacau)”, acrescenta a Nielsen.
Ficamos também a saber que 72% dos consumidores nacionais acreditam na eficácia dos chamados ‘superalimentos’ na prevenção ou tratamento de algumas doenças, com outros 66% a revelar que gostariam de ter mais informação relativamente a este tipo de produtos e a como inclui-los na sua alimentação. Quase metade acredita também que este tipo de alimentos pode substituir prescrições médicas.
“De acordo com os últimos dados e relatórios da Nielsen, compreendemos que a Saúde é uma importante tendência no consumo nacional, que deve ser tida em conta pelas marcas e pelos retalhistas. Os consumidores portugueses estão, de facto, muito disponíveis para comprar produtos saudáveis e para pagar mais por eles quando se apercebem do seu real benefício. É importante que também a oferta acompanhe esta tendência, que é uma importante oportunidade a considerar”, comenta Ana Paula Barbosa, Retailer Services Director na Nielsen.
Portugueses evitam o açúcar
Outra das tendências apontadas pela Nielsen é uma crescente preocupação com o consumo de açúcar. A maioria dos inquiridos no âmbito deste estudo revela que olha para as quantidades de açúcar presentes em cada produto, com outros a revelarem também que o tipo de adoçante presente no produto pode influenciar a decisão de compra. Importa ainda referir que quando o tema é Bebidas, a maioria dos portugueses considera que as quantidades de açúcar existentes são demasiado elevadas.
Segundo Ana Raquel Santos, Client Consultant Executive na Nielsen, “os Refrigerantes (como Colas, Sumos com Gás, Ice Teas e Diluídos), cada vez mais associados pelo consumidor a produtos processados com teor em açúcar mais elevado, têm sofrido quebras de consumo nos últimos anos que levaram os próprios fabricantes a repensar estratégias, reforçando, por exemplo, claims de redução de açúcares. Por outro lado, os Sumos 100% e Néctares têm consolidado o seu crescimento ano após ano, beneficiando de uma associação a produtos mais naturais, com menos açúcares adicionados, com mais vitaminas e outros benefícios. Seguindo a tendência de Sumos 100% e Néctares, também as Águas têm tido dinamismos positivos, sendo cada vez mais vistas como substitutas de Bebidas Refrescantes em alguns momentos de consumo”.
Também em relação às crianças, os portugueses demonstram uma forte preocupação, uma vez que 71% consideram que anúncios de produtos com alto teor de açúcares não deveriam passar junto à programação infantil.
Que impacto terão estas tendências na decisão de compra? O estudo da Nielsen revela que nos próximos 12 meses, os consumidores portugueses pretendem passar a consumir mais frutas e vegetais (57%) e reduzir o consumo de doces (52%), de alimentos com açúcares adicionados (49%) e de alimentos ricos em gorduras saturadas (43%).
Fonte: ANIL
O conceito de carne cultivada em laboratório não é novo, e várias empresas estão a investir no aperfeiçoamento do processo.
Mas o desafio não está necessariamente o de criar a melhor alternativa em sabor e aparência – mas antes a redução do custo de produção, para que os consumidores encarem a carne de laboratório como uma alternativa viável à carne tradicional. E, se as coisas continuarem a evoluir como estão, isso está prestes a acontecer.
Em 2013, fazer um hambúrguer in vitro de cerca de 140 gramas, construído a partir de pedaços de tecido muscular de carne cultivados em laboratório, custava cerca de 325 mil dólares.
Agora, com os constantes avanços na indústria neste campo, o preço foi reduzido para apenas 11,36 dólares – 30 mil vezes menos do que quando foi feito pela primeira vez.
Isso faz com que a carne cultivada em laboratório seja apenas 3 ou 4 vezes mais cara do que a carne picada tradicional. Se a maior barreira para a colocar no mercado for o custo, parece que estamos quase a chegar lá.
Considerando o ambiente de crescimento ideal, as células estaminais podem produzir uma grande quantidade de carne. Uma única célula estaminal de peru poderia, teoricamente, ser usada para produzir músculos suficientes para fabricar 20 biliões de nuggets de peru.
Dada a crescente procura de alimentos em todo o mundo, uma inovação desta magnitude tem o potencial de revolucionar o sistema alimentar industrial em todo o mundo.
A mudança teria também grandes benefícios ambientais. Actualmente, o objectivo do sistema alimentar industrial é responder à crescente procura de alimentos, através da criação de gado em pequenas quantidades de terra, produzido a um preço muito acessível.
Isso levou à produção em massa de “fábricas de gado”, que emitem grandes quantidades de gases de efeito estufa. O alimento feito em laboratório poderia reduzir essas emissões em 90% e reduzir o uso da terra em 99%.
Com tais benefícios, só precisamos de o tornar economicamente viável – e convencer as pessoas a dar uma oportunidade aos hambúrgueres cultivados em laboratório.
Fonte: Zap.aeiou
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