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Uma mulher residente no leste da China foi confirmada como o primeiro caso humano da gripe aviária H7N4, de acordo com autoridades chinesas.

Funcionários de Hong Kong aconselharam os cidadãos a evitar mercados húmidos, mercados de aves de capoeira ou explorações vivas.

A paciente de 68 anos, natural da da província de Jiangsu, já está recuperada. Tinha desenvolvido sintomas a 25 de dezembro, foi internada no hospital a 1 de janeiro e recebeu alta no dia 22 de janeiro.

"Ela teve contacto com aves vivas antes do início dos sintomas", disse uma fonte do centro de proteção de saúde de Hong Kong (CHP), num alerta lançado na noite de quarta-feira, citado pelo jornal The Guardian.

"De acordo com um relatório do centro chinês para controle e prevenção de doenças, após uma análise, os genes do vírus foram determinados como de origem aviária".

Um porta-voz da CHP disse que o diagnóstico foi confirmado no início desta semana e acrescentou: "Os viajantes no continente ou de outras áreas afetadas devem evitar visitar mercados húmidos, mercados de aves vivas ou fazendas. Devem estar atentos à presença de aves no quintal quando visitarem parentes e amigos".

"Também devem evitar a compra de aves de capoeira vivas ou recém-abatidas, e evitar tocar em aves de capoeira ou nos seus excrementos"

"Os viajantes que regressam das áreas afetadas devem consultar um médico imediatamente se os sintomas se desenvolverem e informar o médico do histórico de suas viagens para um diagnóstico imediato e tratamento de doenças potenciais", disse o alerta da CHP.

De acordo com os centros do governo dos EUA para o controle e prevenção de doenças (CDC), os subtipos mais frequentemente identificados de gripe aviária conhecidos por terem infetado humanos são os vírus H5, H7 e H9, embora essas transmissões sejam raras. Existem nove subtipos conhecidos de vírus H7, dos quais o H7N4 é um e, na maioria dos casos, a infecção humana é incomum.

"Os vírus H7 mais frequentemente identificados associados à infeção humana são vírus da linhagem asiática da gripe aviária A (H7N9), que foram detetados pela primeira vez na China em 2013. Embora as infeções humanas sejam raras, estas geralmente resultaram em doenças respiratórias graves e em morte", lê-se no site do CDC.

As autoridades estão preocupadas com a possibilidade de uma pandemia de gripe aviária potencialmente devastadora em Hong Kong desde o final de 1997, quando 18 pessoas foram infetadas com o vírus H5N1, seis das quais morreram.

Na quarta-feira, a CHP disse que "permanecerá vigilante e trabalhará em estreita colaboração com a Organização Mundial da Saúde e as autoridades sanitárias relevantes para monitorar os últimos desenvolvimentos". Instou ainda os cidadãos a "manterem uma higiene pessoal, alimentar e ambiental rigorosas".

Fonte: Diário de Notícias

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) identificou no último sábado 20 menores, entre os 15 e os 17 anos de idade, a consumir bebidas alcoólicas em estabelecimentos de diversão noturna no Porto.

Em comunicado, a ASAE explica que levou a cabo “uma operação dirigida a estabelecimentos de restauração e bebidas e de diversão noturna situados na zona urbana do Porto, com vista à fiscalização do cumprimento das restrições ao consumo e venda de bebidas alcoólicas em locais públicos e em locais abertos ao público”.

Recordando que “de acordo com a legislação em vigor é proibida a disponibilização e venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos e a quem se apresente notoriamente embriagado ou aparente possuir anomalia psíquica”, a ASAE informa também que identificou “quatro indivíduos, responsáveis pela venda e disponibilização de bebidas alcoólicas aos menores de idade”.

“Na mesma operação, foram também identificados sete indivíduos a fumar em local proibido, sendo que três deles eram menores de idade”, acrescenta ainda a nota da ASAE.

Fonte: Observador

Foi apresentado ao Governo no dia 6 de fevereiro pelas estruturas representativas do setor agroalimentar e da distribuição, que fazem parte da Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar (PARCA), o Portal que visa operacionalizar o Código de Boas Práticas Comerciais na Cadeia de Agroalimentar (CBPC).

Este Código de Boas Práticas vem complementar o enquadramento legal já existente, sendo o resultado de um compromisso entre seis entidades representativas de todos os elos da cadeia agroalimentar. Tem como objetivo promover comportamentos comerciais leais e justos entre os agentes económicos.

O CBPC integra a colaboração de todos os setores da cadeira de valor, desde a produção agrícola, representada pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e pela Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (CONFAGRI); a indústria agroalimentar, representada pela Confederação Empresarial de Portugal (CIP); e a distribuição representada pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) e pela Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED).

Inclui um conjunto de regras e procedimentos que proporcionam uma maior efetividade do processo de autorregulação, designadamente através da criação de um mecanismo eficaz de resolução de litígios entre os associados das Partes Subscritoras.

Fortalece também a cooperação e a transparência no setor agroalimentar, assegurando simultaneamente a promoção da equidade e da reciprocidade entre os principais agentes de toda a cadeia de abastecimento envolvidos na produção, processamento e distribuição de bens de consumo.

A adesão ao CBPC é gratuita e voluntária e as empresas aderentes comprometem-se a respeitar os princípios de boas práticas nas relações comerciais e os requisitos que visam a integração destes nas suas operações diárias.

Aceda aqui ao portal do código de boas práticas.

Fonte: Agroportal

A venda de ovos frescos produzidos por galinhas em gaiolas vai ser proibida em França a partir de 2022, permitindo-se apenas a compra de ovos de animais criados ao ar livre, anunciou este domingo o Governo francês.

“Em 2022, os ovos frescos vendidos serão de galinhas criadas ao ar livre e não em gaiolas. Trata-se de um compromisso da nossa campanha eleitoral e vamos mantê-lo”, afirmou o ministro da Agricultura francês, Stéphane Travert, numa entrevista aos meios de comunicação franceses Europe 1, CNews e Les Echos.

Algumas cadeias de supermercado em França adiantaram-se já à entrada em vigor desta proposta – que ainda está por aprovar – e apenas vendem ovos de galinhas criadas ao ar livre.

Ainda assim, a produção em massa dos criadores de gaiolas não vai parar em França, já que os ovos criados dessa forma continuarão a ser utilizados para produtos processados à base de ovos.

De acordo com as organizações ambientais, os ovos provenientes de galinhas criadas em gaiolas são prejudiciais aos animais, pois vivem amontoados em espaços fechados sem luz natural, e para a saúde humana, pois as galinhas estão mais expostas a doenças.

Fonte: Agroportal

Na sequência da deteção de larvas de Trichinella spp. em javalis capturados em montarias nos concelhos da região de Trás-os-Montes, e face ao risco para a saúde humana decorrente do consumo de carne obtida de animais infetados com esta parasitose, foi publicado o Edital 1/2018 que impõe medidas sanitárias adicionais para controlo do risco de transmissão de triquinelose e determina os concelhos Trás-os-Montes como área de risco.

O Edital determina que todos os animais abatidos em atos venatórios praticados na área destes concelhos, sejam submetidos a pesquisa de Trichinella spp.previamente a qualquer tipo de consumo, quer para colocação no mercado, quer para consumo doméstico privado.

O Edital impõe ainda o correto encaminhamento dos subprodutos dos animais caçados.

Recomenda-se ainda, como medida de precaução, que qualquer carne proveniente de javalis abatidos fora da área de risco que não tenham sido submetidos à pesquisa de Trichinella spp. seja previamente sujeita a tratamento térmico por cozedura ou congelação nos termos indicados no Edital.

Nota Informativa 2/2018 - Consumo de caça selvagem maior

Fonte: DGAV

Fim do Certificado VERDORECA

  • Friday, 16 February 2018 11:13

Desde o dia 1 de Janeiro de 2018, deixou de estar em vigor o contrato Verdoreca e respetivo certificado, mantendo-se a obrigação da separação de todos os resíduos de embalagem produzidos, resultado da publicação do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, que revoga a Portaria 29-B/98.

Conforme referido, mantém-se em vigor a responsabilidade legal da separação de todos os resíduos dentro do estabelecimento, de acordo com o Decreto-Lei n.º 10/2015.

Fonte: Qualfood

Ultimamente, a utilização de plástico nas embalagens alimentares tem sido um tema bastante discutido. Efetivamente pode existir risco para a saúde, em determinadas situações, nesta exposição.

Consulte o manual publicado pela PNPAS e DGS acerca das "Linhas de Orientação sobre Contaminantes de Alimentos".

Fonte: Nutrimento

Uma empresa irlandesa juntou-se a um gigante norte-americano de serviços agrícolas e produção alimentar, para lançar uma nova tecnologia de reconhecimento facial de vacas, que ajuda os produtores a controlar o bem-estar dos animais.

Em comunicado, a empresa americana revela que esta nova tecnologia reconhece a cara e os padrões de pele dos animais, conseguindo processar dados sobre a alimentação e saúde em unidades de produção de leite.

Os dados recolhidos pelo sistema serão processados por um algoritmo, que os fornece aos responsáveis pela produção. O software consegue registar a quantidade de alimentos e água ingeridos, a temperatura do animal e padrões de comportamentos, ajudando à decisão sobre medidas a tomar.

Segundo a empresa irlandesa, o sistema de imagem consegue identificar uma vaca em poucos segundos e é usado para antecipar problemas. Com isto, esperam conseguir reduzir a perda de animais e aumentar a eficiência da produção, algo que vai, afetar a indústria dos laticínios.

Fonte: ANILACT

O Parlamento aprovou na passada semana uma recomendação ao Governo para que estude um esquema complementar de informação nutricional dos alimentos embalados, chumbando os “semáforos” nutricionais e cancerígenos propostos por BE e PAN.

Na discussão que decorreu em plenário, PS, PSD, CDS criticaram a ideia do semáforo no contexto do mercado único europeu, argumentando que pode constituir uma discriminação dos produtos portugueses.

Defendeu-se que a questão não deve ser “trabalhada fora do quadro europeu”, e avançou-se a “possibilidade de a indústria adoptar de forma facultativa um sistema de rotulagem alternativo”, que seja mais informativo e, sobretudo, mais perceptível por parte dos consumidores, até haver uma solução europeia.

Outra das preocupações foi a possibilidade de se “discriminar os produtos portugueses relativamente a produtos que vêm de fora”, defendendo-se que se deve “esclarecer melhor o cidadão, mas sem criar discriminação”. Tal sistema poderia prejudicar os produtos portugueses de enchidos ou lacticínios.

Fonte: ANILACT

Os estudos sobre os benefícios do consumo de vinho não param. O mais recente é da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, e demonstra que que beber dois copos e meio de vinho por dia pode combater a doença de Alzheimer e ajudar a “limpar” o cérebro.

Segundo o estudo liderado pela doutrora Maiken Nedergaard, publicado no site Nature e na revista Scientific Reports, beber dois copos e meio de vinho por dia ajuda a eliminar os “desperdícios” do cérebro.

As investigações foram realizadas no sistema glinfático e permitiram descobrir novos benefícios do vinho. Um sistema que os autores do estudo conhecem bastante bem, já que foram os primeiros a descobrir o seu funcionamento.

Impacto do consumo de álcool

O estudo teve como objectivo avaliar o impacto do consumo de álcool, tanto agudo como crónico, no sistema glinfático. Os autores analisaram os cérebros de um modelo animal ao qual administraram quantidades moderadas e elevadas de álcool durante um largo período de tempo.

Os resultados desses benefícios baseiam-se, como é lógico, no consumo moderado, pois o consumo excessivo ou abusivo pode resultar em danos para o cérebro.

Os investigadores da Universidade de Rochester basearam o seu trabalho na exposição de ratos ao álcool e comprovaram que aqueles a que beberam doses equivalentes a dois copos e meio — o estudo não especifica se era tinto ou branco — apresentaram uma melhoria. Mas, os que tiveram uma dose excessiva sofreram uma deterioração das suas habilidades cognitivas e motoras.

Em excesso faz mal

“A ingestão prolongada de quantidades excessivas de etanol tem efeitos adversos no sistema nervoso central”, explica Nedergaard, adiantando que que as doses pequenas “são potencialmente benéficas para o cérebro”, já que melhoram a sua capacidade de eliminar resíduos.

Por outro lado, as exposições intermediárias ao álcool reduzem a capacidade de expulsar esses resíduos do cérebro, embora esta função seja restaurada após 24 horas.

“Neste estudo, demonstramos pela primeira vez que as doses baixas de álcool são potencialmente benéficas para o cérebro, ou seja, melhoram a capacidade do cérebro para eliminar os desperdícios”, conclui a especialista.

Para este estudo os investigadores deram, a ratos, pequenas, intermédias e altas doses de álcool, equivalentes a 0,5, 1,5 e 4 gramas por Kg, respectivamente, durante 30 dias.

Fonte: Agroportal