A DGAV atualizou a lista de produtos fitofarmacêuticos autorizados para os usos menores e que inclui as alterações às condições de utilização aprovadas decorrentes da revisão de Limites Máximos de Resíduos.
Fonte: DGAV
O maior distribuidor espanhol de presunto está a ser investigado pela Guardia Civil por fraude alimentar e rotulagem irregular.
O grupo em questão tem várias marcas e adquire as peças de carne a pequenos produtores, tratando depois da cura e comercialização do produto.
Os preços dos presuntos de porco alimentado a bolota praticados por esta empresa estão a ser investigados, dado que são bastante mais baixos que os praticados pela concorrência. Uma peça de 7 kg está a ser vendida num determinado supermercado por 195 euros, quando produtos equivalentes de outras marcas são vendidos a 300 euros, surgindo dúvidas acerca da correspondência entre a rotulagem e o produto que efetivamente está a ser vendido.
Fonte: economiadigital.es
Na pré-história, os filhos dos primeiros hominídeos corriam sérios perigos quando começavam a andar sozinhos e a ganhar mais autonomia. Podiam tornar-se presas fáceis para animais maiores ou comer alguma coisa desconhecida que os pudesse matar. E em geral, as plantas tóxicas e desconhecidas tinham uma característica principal em comum: eram verdes e um tanto amargas.
De acordo com cientistas, a aversão aos vegetais que muitas crianças demonstram, especialmente a partir de 1 ano e meio de idade, pode ser ainda um vestígio da “regra evolutiva” que visava protegê-los: é verde e desconhecido? É melhor não comer.
“De certo modo, é como se os vegetais não quisessem ser comidos”, refere à BBC a psicóloga Jacqueline Blisset, professora da Universidade de Aston, em Inglaterra, e especialista em comportamento alimentar de crianças nos primeiros anos de vida.
“Costumam ter um gosto relativamente amargo que, durante a nossa evolução, associamos a toxinas. E também estamos predispostos a comer coisas que têm mais gordura ou açúcar porque são uma boa fonte de calorias, e os vegetais não são”, acrescenta Blisset.
Mas, nos dias de hoje, essa resistência para provar novos alimentos, especialmente legumes e verduras, funciona mais como um comportamento prejudicial à saúde do que como uma salvaguarda.
“O principal problema actual da dieta, especialmente no Ocidente, é a insuficiência de vegetais e o excesso de açúcar e gordura”, destaca Blisset na BBC, vincando que comer menos legumes e vegetais não está associado a riscos de sobrevivência da espécie. Assim, “não há pressão evolutiva para que isso mude com as gerações”, conclui.
De um modo geral, as crianças até aos 18 meses de idade mostram-se mais dispostas a provar alimentos novos, desde que oferecidos por um adulto em que elas confiam. A partir desta idade, no entanto, essa disposição diminui, e algumas tornam-se mais resistentes a consumir verduras, legumes e, às vezes, frutas.
“Vemos muita rejeição aos verdes. O verde é uma cor que pode indicar a presença de toxinas e geralmente tem o gosto mais amargo. Já as cores amarela, laranja e vermelha tendem a indicar níveis mais altos de açúcar e de gosto doce. Por isso, costumam ser mais bem aceites”, explica a investigadora.
Intensidade
As crianças também têm uma experiência de gosto mais intensa do que os adultos, segundo diversos estudos. Por isso, ao provar algumas verduras pela primeira vez, saboreiam-nas como mais amargas.
Os adultos tendem a ter menos sensibilidade para os diferentes gostos. Por isso, é comum que verduras, legumes ou frutas odiados na infância passem a ser apreciados mais tarde. Mas como é que os cientistas conseguem medir o gosto que verduras e legumes têm para cada um?
“Não conseguimos ter uma medida directa de gosto, só inferir coisas a partir do comportamento das crianças que mostram mudanças nas preferências”, explica Blisset.
Além disso, fazem-se também “alguns tipos de testes que mostram que elas precisam de menos sal numa solução com água, por exemplo, para perceber a diferença de gosto entre essa solução e a água pura”.
“Mas é difícil determinar o quanto disso é da evolução humana e o quanto são factores ambientais e até mesmo genéticos”, afirma.
Isso quer dizer que não é só o perigo pré-histórico, mas também a influência da sociedade actual – o comportamento de pais e dos colegas em relação à alimentação, por exemplo – que podem tornar as crianças mais ou menos resistentes em relação ao que comem durante os primeiros anos de vida.
Um estudo feito por investigadores da University College London, do Reino Unido, em 2016, concluiu que a genética é responsável por até 50% da disposição da criança (ou falta dela) em experimentar novos sabores, texturas e cores.
A pesquisa debruçou-se sobre dados do maior estudo feito em todo o mundo com gémeos, envolvendo 1.921 famílias com bebés gémeos de 1 ano e meio de idade.
Mesmo assim, a fase é vista como uma etapa normal da evolução do paladar da criança, e, de acordo com Jacqueline Blisset, costuma passar por volta dos sete anos. Por isso, os pais não devem entrar em pânico com a possibilidade de os seus filhos não consumirem leguminosas.
O que fazer?
Persistência – e uma boa dose de calma – são as chaves para conduzir as crianças pela fase de rejeição a alimentos novos e vencer a sua resistência a legumes e verduras.
“Os pais costumam desistir muito cedo de dar alguns desses alimentos às crianças porque elas não gostam deles”, repara Blisset, aconselhando a que se comece “com os legumes mais doces, como cenoura e tomate“, deixando “os verdes para quando elas estiverem um pouco maiores e os seus gostos mudarem”.
Também vale a pena ser criativo, por exemplo, retirando esses alimentos do contexto da refeição e deixando que as crianças comecem, simplesmente, por brincar com eles.
“Se a criança for muito resistente, é bom deixá-la tocar, cheirar e até inventar desenhos com a verdura ou legume. Além disso, é importante que elas vejam os pais a consumir esse alimento, é claro”, aponta a investigadora inglesa.
Outra estratégia que funciona nos casos mais dramáticos é oferecer pequenas recompensas quando a criança experimentar algo novo. Mas atenção: a prática não deve ser frequente demais e a recompensa não deve ser doce ou sobremesa.
“O mais importante, no fim das contas, é diminuir a pressão“, recomenda Blisset. “Não se preocupe demasiado com isso, não transforme a hora do almoço num campo de batalha, não pressione demais o seu filho a experimentar”, constata.
Fonte: zap.aeiou
A Comissão Europeia publicou o primeiro suplemento à 36ª edição integral do Catálogo Comum de Variedades de Espécies Hortícolas, o qual integra as modificações que foi necessário aditar para ter em conta as informações que a Comissão recebeu dos Estados-Membros.
Até 31 de Outubro de 2017
A Comunicação 2018/C 10/01 da Comissão, de 12 de Janeiro de 2018, explica que este suplemento segue a subdivisão adoptada na 36ª edição integral e que o período coberto por este suplemento termina em 31 de Outubro de 2017.
Fonte: Agroportal
Pelo menos um bebé, em Espanha, contraiu salmonelose devido à ingestão de leite em pó contaminado de uma marca francesa. A confirmação foi dada pelo Instituto de Pasteur de Paris.
A fundação, escreve o jornal La Vaguardia, suspeita também de um outro caso de um bebé contaminado com salmonela, na Grécia, sendo que este ainda não foi confirmado.
O bebé contaminado foi tratado no hospital de Cruces (Barcaldo) de onde recebeu alta, dado que não apresentava um quadro clínico grave, conforme informaram fontes do ministério da Saúde.
França detetou em dezembro que vários lotes de leite em pó da empresa em questão estavam contaminados e ordenou a sua retirada do mercado, embora não tenha sido imediatamente interrompida a comercialização.
Antes da ordem da retirada do leite contaminado, em França, 18 crianças foram hospitalizadas.
A marca exporta para 66 países, incluindo 12 países da UE. Portugal não será um deles, uma vez que, segundo a SIC, a ASAE não recebeu qualquer aviso sobre o produto em causa.
Fonte: Notícias ao Minuto
O Governo elaborou um diploma para prevenir surtos de infeção causados pela bactéria Legionella, como os de Vila Franca de Xira e Lisboa, que prevê auditorias trianuais e sanções acima dos 40 mil euros em caso de incumprimento.
O diploma, uma proposta de lei elaborada pelos ministérios do Ambiente e da Saúde, será submetido a aprovação do Conselho de Ministros na próxima semana, adiantou o ministro aos jornalistas, no final da conferência.
Depois de aprovada, a proposta de lei será remetida ao parlamento para que possa ser apreciada em conjunto com outras iniciativas legislativas, apresentadas por partidos políticos, e que baixaram à especialidade.
A ideia, segundo João Matos Fernandes, é ter uma nova legislação que reúna os contributos de Governo e partidos.
Justificando a iniciativa do Governo, o ministro do Ambiente disse aos jornalistas que o diploma assume que "a Legionella não é um agente poluidor", mas "uma bactéria que provoca uma doença", uma infeção respiratória conhecida como Doença dos Legionários.
Assim sendo, de acordo com João Matos Fernandes, tem de haver "uma legislação própria" que defina "as obrigações de cada um", nomeadamente em termos de garantia da qualidade do ar interior e exterior, e um "regime sancionatório diferente" para punir os incumprimentos.
A proposta de lei determina obrigações e sanções diferenciadas consoante o grau de risco de propagação da bactéria e de infeção e as características dos equipamentos, como torres de arrefecimento de sistemas de climatização, sendo aplicável "a todos os setores de atividade públicos e privados", incluindo fábricas, escritórios, centros comerciais, hospitais, escolas e hotéis.
O registo obrigatório das torres de refrigeração, um dos potenciais focos de disseminação da bactéria, terá de ser feito numa plataforma digital a ser criada para esse efeito.
A falta de registo de uma torre de refrigeração ou a ausência de realização de auditorias pode levar a uma sanção até 44.890 euros, precisou o ministro do Ambiente na conferência "Legionellosis - Gestão de Risco em Sistemas de Água dos Edifícios".
A obrigatoriedade da realização de auditorias trianuais e do registo das torres de refrigeração, assim como a elaboração de uma análise de risco e de um plano de prevenção e controlo da Legionella, com medidas de monitorização, manutenção e limpeza, aplica-se aos operadores de equipamentos com maior perigo de propagação da bactéria.
Nestes equipamentos estão incluídos, além das torres de refrigeração, sistemas que usam água para fins terapêuticos ou recreativos, como as termas e as piscinas.
Para os sistemas de rega ou fontes ornamentais, que apresentam menor perigo de disseminação da bactéria, é exigida uma medida mais suave, a realização de um programa de manutenção e limpeza. O seu incumprimento é punido com uma sanção até 20 mil euros.
Caberá a várias entidades, como as inspeções de Saúde e do Ambiente, a Autoridade para as Condições do Trabalho e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, fiscalizar o cumprimento das obrigações.
A Legionella é uma bactéria responsável pela Doença dos Legionários, uma forma de pneumonia grave que se inicia habitualmente com tosse seca, febre, arrepios, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade respiratória, podendo também surgir dor abdominal e diarreia.
A incubação da doença tem um período de cinco a seis dias depois da infeção, podendo ir até dez dias.
A infeção pode ser contraída por via respiratória, através da inalação de gotículas de água ou por aspiração de água contaminada. Apesar de grave, a infeção tem tratamento efetivo.
Em novembro de 2014, o concelho de Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, foi afetado por um surto de infeção pela Legionella, que causou 12 mortes e atingiu 375 pessoas.
Mais recentemente, em novembro de 2017, um outro surto chegou ao Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, afetando 56 pessoas, das quais seis morreram.
Fonte: TSF
Mais de 15 toneladas de alimentos foram apreendidas pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) num entreposto ilegal que armazenava produtos no concelho de Leiria.
Em comunicado divulgado, este sábado, a ASAE refere que a ação de fiscalização foi realizada durante a última semana e que a atividade do entreposto foi suspensa e instaurado um processo de contraordenação.
Ascende a 56 mil euros o valor dos produtos apreendidos, incluindo queijos, carnes de bovino, suíno e frango, produtos de pesca e pratos pré-cozinhados, como rissóis e pastéis de bacalhau.
Este entreposto, que ficou com atividade suspensa, armazenava produtos a temperatura controlada, mas sem que tivessem sido feitas as respetivas vistorias e sem a autorização necessária das autoridades.
Fonte: Rádio Renascença
A peregrinação é caraterizada como uma viagem (no caso europeu e em Portugal, muitas vezes a pé) realizada por um devoto de uma determinada religião a um lugar considerado pela mesma como sagrado. A realização de peregrinações como atividade espiritual é uma prática comum a muitas religiões. No entanto, este tempo espiritual não é realizado em pleno se não existir, paralelamente, um tempo para cuidar do corpo e da saúde. Neste sentido, a Direção-Geral da Saúde atenta aos milhares de peregrinos que todos os anos se fazem à estrada e também a todos aqueles que empreendem longas caminhadas como forma de lazer e de prática de atividade física ao longo de todo o ano, não poderia deixar de estar atenta a tão importante fenómeno religioso e social, e menos ainda, de criar um conjunto de orientações simples que permitam realizar estas atividades com segurança e saúde.
A alimentação adequada é decisiva para a superação dos desafios proporcionados pelas peregrinações. Sem alguns cuidados básicos de alimentação, os percursos podem tornar-se mais penosos, colocar em risco a saúde do peregrino e até eliminar eventuais benefícios para a saúde desta atividade.
Pode consultar o manual aqui .
Fonte: Nutrimento
Um pequeno filme para ajudar a compreender a história da nutrição em Portugal.
Fonte: Nutrimento
Numa ação de fiscalização a estabelecimentos, polícias da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Vila Real procederam à apreensão de embalagens de bolos (donuts e queques), num restaurante da cidade, que se encontravam expostas para venda, com o prazo de validade expirado.
O responsável do estabelecimento foi identificado e os bolos apreendidos, o auto de contraordenação vai ser enviado à Autoridade de Saúde Alimentar e Económica (ASAE), para instrução do processo.
De referir que o estabelecimento em causa, se encontra relativamente perto de uma escola, e por esse facto, vários alunos deslocam-se com frequência ao mesmo, para aquisição deste tipo de produtos.
Fonte: A Voz de Trás os Montes
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