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O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos – vai recolher pilhas e baterias usadas em 48 horas, para reciclagem. Este inovador serviço do Electrão, que vai ser operacionalizado via CTT Expresso, está disponível para empresas, organismos públicos, associações e outras instituições, sem qualquer custo.

As entidades interessadas em beneficiar deste serviço têm apenas que registar-se no Electrão e pedir as caixas para acondicionamento destes resíduos: os Porta-Pilhas Electrão. Assim que os Porta-Pilhas Electrão estiverem cheios o pedido de recolha pode ser efectuado directamente ao Electrão.

“A recolha será assegurada via CTT Expresso em 48 horas, como se de uma encomenda se tratasse. O Porta-Pilhas Electrão é robusto e pode facilmente ser fechado evitando derrames no transporte”, explica o director geral do Electrão – Recolha e Reutilização, Ricardo Furtado.

Esta é mais uma iniciativa do Electrão para facilitar o correcto encaminhamento dos resíduos para reciclagem, especialmente os perigosos.

Ricardo Furtado sublinha que um dos focos do Electrão tem sido desenvolver uma rede de recolha, não só de pilhas e baterias usadas, mas também de equipamentos eléctricos fora de uso, “mais próxima da população, mais conveniente e facilitadora da separação e entrega destes resíduos para reciclagem, para que todos possamos reciclar mais e melhor”.

O Electrão tem apostado na multiplicação da oferta junto da população para correcto encaminhamento para reciclagem destes resíduos. Hoje são mais de três mil os espaços onde os portugueses podem deixar as suas pilhas usadas para reciclagem. Os pontos de entrega de pilhas usadas podem ser consultados no site www.ondereciclar.pt.

A esta opção junta-se agora este novo serviço, que potenciará a quantidade de pilhas usadas recolhidas anualmente  no nosso País.

As pilhas contêm substâncias nocivas, como o cádmio e o chumbo, que podem ser prejudiciais ao ambiente e saúde humana se não forem devidamente tratadas e recicladas.

Cada pilha demora, em média, entre 500 a mil anos a decompor-se se não for correctamente encaminhada para reciclagem.

Fonte: Greensavers

O Parlamento Europeu (PE) defende que todos os Estados-Membros devem atingir a neutralidade climática até 2050 e propõe metas mais ambiciosas para 2030 e 2040.

A assembleia europeia aprovou hoje, com 392 votos a favor, 161 contra e 142 abstenções, o seu mandato de negociação sobre a Lei do Clima, que servirá de base para as negociações com o Conselho da UE (Estados-Membros).

A proposta visa consagrar na legislação europeia o compromisso político assumido pelos líderes europeus de tornar a UE neutra em termos de clima até 2050.

De acordo com um Eurobarómetro de abril de 2019, 93% dos cidadãos europeus consideram as alterações climáticas um problema grave e uma maioria significativa quer uma intensificação das medidas nesta matéria.

Com a Lei Europeia do Clima, a UE procura proporcionar uma maior segurança jurídica e previsibilidade aos cidadãos e às empresas na transformação necessária para se alcançar a neutralidade climática.

PE quer uma meta mais ambiciosa para 2030

A atual meta da UE para a redução das emissões até 2030 é de 40% em relação aos níveis de 1990. Na sua proposta alterada da Lei Europeia do Clima, a Comissão propôs aumentar este objetivo para, “pelo menos, 55%”. Hoje, o PE elevou a fasquia, apelando a uma redução de 60% até 2030.

Os eurodeputados solicitam também à Comissão que, na sequência de uma avaliação de impacto, proponha uma meta intermédia para 2040, de forma a garantir que a UE está no bom caminho para cumprir a sua meta para 2050.

A assembleia europeia defende que a UE e os Estados-Membros devem eliminar todas as subvenções diretas e indiretas aos combustíveis fósseis até 31 de dezembro de 2025, o mais tardar, e destaca a necessidade de prosseguir os esforços para combater a pobreza energética.

Todos os Estados-Membros devem atingir a neutralidade climática

O PE quer que a União e todos Estados-Membros, individualmente, atinjam a neutralidade climática até 2050. Daí em diante, a UE deve alcançar um “nível de emissões negativo”. A assembleia solicita também um financiamento suficiente para concretizar este objetivo e um “equilíbrio justo” entre os objetivos nacionais no setor da partilha de esforços.

A Comissão deve propor, até 31 de maio de 2023, uma trajetória ao nível da UE para atingir a neutralidade carbónica até 2050, diz a assembleia. Essa proposta, que terá depois de ser acordada entre o PE e o Conselho (processo de codecisão), deve ter em conta a totalidade das restantes emissões de gases com efeito de estufa até 2050, para limitar o aumento da temperatura, em conformidade com o Acordo de Paris. A trajetória deverá ser revista depois de cada balanço mundial.

O executivo comunitário deverá também publicar, um ano após a entrada em vigor da Lei do Clima, “um roteiro de descarbonização setorial” tendo em vista atingir a neutralidade climática até 2050, o mais tardar, no setor em causa.

Os eurodeputados querem que seja criado um Conselho Europeu para as Alterações Climáticas (CEAC), um organismo científico independente destinado a avaliar a coerência das políticas e a acompanhar os progressos.

A relatora do PE, Jytte Guteland (S&D, Suécia), afirmou: “A aprovação deste relatório envia uma mensagem clara à Comissão e ao Conselho, tendo em vista as próximas negociações. Esperamos que todos os Estados-Membros atinjam a neutralidade climática, o mais tardar, até 2050. Para o conseguir, são necessárias metas intermédias para 2030 e 2040. Estou igualmente satisfeita com a introdução de um orçamento de gases com efeito de estufa, que irá definir a quantidade total restante de emissões que pode ser emitida até 2050 sem pôr em risco os compromissos assumidos pela UE no âmbito do Acordo de Paris”.

Próximos passos

O PE está pronto para iniciar as negociações com o Conselho da UE logo que os Estados-Membros adotem a sua posição sobre esta proposta legislativa.

Contexto

Os chefes de Estado e de Governo da UE aprovaram, em dezembro de 2019, o objetivo de alcançar uma União com impacto neutro no clima até 2050.

Em março de 2020, a Comissão Europeia apresentou a proposta de lei europeia do clima, que visa consagrar este compromisso político no direito da UE e torná-lo, assim, juridicamente vinculativo.

Em 17 de setembro, o executivo comunitário publicou uma alteração à proposta apresentada em março, a fim de incluir a meta de redução das emissões em, pelo menos, 55% até 2030, em comparação com os níveis de 1990, como etapa para alcançar o objetivo de neutralidade climática em 2050.

O PE tem desempenhado um papel importante na promoção de uma legislação mais ambiciosa nesta matéria e declarou uma emergência climática em 28 de novembro de 2019.

Esta proposta está no centro do Pacto Ecológico Europeu, que prevê um roteiro para tornar a Europa o primeiro continente com impacto neutro no clima.

Fonte: Europarl - Parlamento Europeu

A alta concentração de antioxidantes, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais é o que torna os chamados superalimentos atrativos.

Afinal o que são os superalimentos que tanto se fala pelo mundo inteiro?

Este termo refere-se aos alimentos cujo valor e potencial nutricional os torna muito interessantes do ponto de vista da saúde, devido à sua elevada concentração de antioxidantes, gorduras saudáveis ou vitaminas.

 

Apesar de não existir nenhuma comida milagrosa no que diz respeito à saúde, e devermos respeitar uma alimentação equilibrada, existem alguns alimentos que devemos ter em conta.

Os especialistas e nutricionistas recomendam um dieta equilibrada, visto que a saúde de uma pessoa depende de muitos fatores, Contudo, as verduras e legumes deverão ter uma forte presença na nossa alimentação, assim como não devemos descurar os “poderes” das nozes, quinoa ou azeite.

A nutricionista Carla Zaplana, autora do livro “Superfoods” define os superalimentos como aqueles que possuem “alto valor nutricional” de tal forma que “com pequena quantidade obtemos muita micronutrição”.

Para Zaplana, esses micronutrientes são “a chave que liga o motor do carro” e garante que apesar de na maioria dos casos serem alimentos que sempre existiram, na última década “o seu potencial começou a ser conhecido”.

Sumos verdes, sementes ou frutas vermelhas são alguns dos alimentos destacados por esta nutricionista que também aponta os brócolos, a curcuma, o gengibre ou o abacate como elementos interessantes para introduzir na nossa alimentação.

Estes são os dez superalimentos que devem estar na nossa dieta:

Azeite virgem extra: É um dos alimentos por excelência e muito saudável. Além de reduzir o colesterol mau e a taxa de ataques cardíacos, nas mulheres demonstrou reduzir o desenvolvimento de cancro de mama. Além disso, possui propriedades antioxidantes.

Quinoa: é um pseudocereal, mas parece leguminosa. Fornece proteínas de alto valor biológico e também é muito rico em fibras de fácil digestão. Fibra e proteína são melhores do que legumes.

Isto afeta a boa saúde do trânsito intestinal, evitando doenças como o cancro de cólon. Eles são uma contribuição de carboidratos complexos, que é nossa fonte de energia diária. Não contém glúten e é muito rico em aminoácidos. É preparado como arroz cozido e pode ser misturado com legumes salteados, com salada, etc.

Legumes: Ricos em ferro e minerais como cálcio ou magnésio, são fonte de proteína de valor biológico, embora não seja tão alta quanto a carne. Mas, ao contrário da carne, fornece muito pouca gordura e muita fibra.

Brócolos: É um vegetal com grande quantidade de vitamina C. Possui alto teor de água, muita fibra e poucas calorias. Também contém substâncias antioxidantes que foram estudadas e que funcionam bem na prevenção de doenças como o cancro.

Folhas verdes: devem ser consumidas diariamente. São altamente alcalinizantes e fornecem-nos uma grande quantidade de clorofila que nos ajuda a purificar o corpo. Além disso, são ricos em aminoácidos, que são os precursores das proteínas, muito ricos em ácidos graxos ómega e muitas fibras que ajudam a limpar o nosso sistema digestivo.

Laranjas: Uma das frutas cítricas mais interessantes. São ricas em vitamina C, ácido fólico e antioxidantes, algo que nos ajuda a combater os radicais livres.

Nozes: Ricas em Omega3, recomenda-se ingerir um punhado de nozes todos os dias, devido ao aporte de vitamina E, fibras e uma gordura saudável que é muito boa para o colesterol e para o coração. Também protege contra alguns tumores.

Sardinhas: São uma grande contribuição em Omega3 que melhora a saúde cardiovascular e reduz a inflamação em geral. Além disso, é um peixe azul que, por ser pequeno, não acumula materiais pesados.

Alho: demonstrou melhorar o colesterol e é um bom diurético, além de ter propriedades antibacterianas, por isso ajuda o sistema imunológico. Também existem estudos que afirmam que ajuda a prevenir alguns tipos de cancro.

Chocolate preto: quanto mais cacau tem, mais rico em antioxidantes e fibras é, algo que é bom para a saúde cardiovascular e para o sistema nervoso central.

Fonte: Greensavers

Cientistas do Roslin Institute, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, estão a investigar a resistência à doença de Marek, uma doença neoplásica viral e altamente contagiosa em galinhas.

De acordo com a autora principal do estudo, Jaqueline Smith, “a doença de Marek é devastadora para os bandos mundiais, bem como para a economia, e a vacinação que existe só pode controlar a doença parcialmente”.

A mais recente descoberta mostra que há regiões genéticas em galinhas que estão associadas à resistência à doença. Jaqueline Smith revela que foram identificadas “regiões do genoma associadas à resistência que podem ser usadas para combater os efeitos do vírus, através da reprodução seletiva, do design melhorado das vacinas ou de futuras tecnologias de edição de genes”.

Os cientistas dizem que a descoberta, relatada na revista Genes, pode abrir caminho para novas terapias ou técnicas para controlar a doença, o que poderá custar à indústria avícola mundial mais de dois mil milhões de euros por ano. As descobertas revelam ainda detalhes sobre a vulnerabilidade em relação ao vírus, o que poderá levar à implementação de estratégias de criação seletiva mais específicas.

Os resultados desta pesquisa são os primeiros a fornecer uma análise em grande escala e em alta resolução dos genes associados à resistência ao vírus em aves importantes para a indústria avícola.

Uma vez que os tumores causados pelo vírus da doença de Marek têm semelhanças com o linfoma humano, os investigadores esperam também que as suas descobertas possam aumentar a compreensão deste cancro em humanos.​

Fonte: Agroportal

Investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) descobriram uma nova espécie de bactérias patogénicas na nogueira que “afeta a qualidade” da noz e “ameaça” a sua produção em Portugal, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a FCUP avança hoje que o estudo, desenvolvido a par com investigadores do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO-InBIO), debruçou-se sobre a principal espécie de bactéria [‘Xanthomonas arboricola pv. juglandis’] que causa doença nas nogueiras – bacteriose de nogueira.

Os sintomas característicos da bacteriose de nogueira incluem manchas necróticas nas folhas e frutos, a queda precoce da noz ou a morte do embrião no interior do fruto, originando “consideráveis perdas de produção, diminuição da qualidade da noz e avultados prejuízos económicos”.

No seguimento deste estudo, publicado no International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology, os investigadores descobriram uma “nova espécie” de bactérias patogénicas, as quais designaram de ‘Xanthomonas euroxanthea’.

Depois de sequenciarem os genomas e realizarem bioensaios de patogenicidade, o grupo de investigação descobriu que as duas estirpes, apesar de “muito semelhantes”, diferem na capacidade de infetar a nogueira, o que poderá ser “útil para identificar novos genes envolvidos nesta patologia”.

Citada no comunicado, Leonor Martins, primeira autora do artigo, explica que esta é a “primeira vez que se observa estirpes patogénicas e não patogénicas de uma mesma espécie de ‘Xanthomonas’ a colonizar a mesma planta”.

“Estes resultados são bastante promissores, pois a comunidade científica dispõe agora de um modelo favorável para o estudo da emergência e evolução da patogenicidade, assim como da coevolução de baterias que têm como habitat a nogueira”, destaca a investigadora.

Paralelamente, os investigadores caracterizaram o comportamento epidémico da população de ‘Xanthomonas’ isoladas, tendo por base material vegetal de nogueiras cultivadas em diferentes regiões do país.

O próximo objetivo dos investigadores passa por estudar os genes “essenciais” à virulência e à patogenicidade da nova espécie de bactéria que “possam ser usados como marcadores para a deteção de estirpes patogénicas ou particularmente virulentas”, acrescenta Fernando Tavares, investigador do CIBIO-InBIO e docente da FCUP que liderou o grupo.

A investigação, desenvolvida no âmbito do projeto EVOXANT que é financiado por fundos europeus e nacionais, resultou de uma colaboração com a Zurich University of Applied Sciences, na Suíça.

Além de investigadores da FCUP e do CIBIO-InBIO, colaboraram neste estudo investigadores da Justus-Liebig-University Giessen, na Alemanha, da Zurich University of Applied Sciences e do Institute of Agricultural Sciences, na Suíça.

Fonte: Agroportal

Um litro de óleo alimentar pode poluir até um milhão de litros de água. Os biocombustíveis são uma alternativa cada vez mais recomendável. Em Portugal, são produzidos sobretudo a partir de óleo alimentar usado.

No entanto, ainda há uma grande quantidade de óleo que não é reciclado e acaba na rede de esgotos e no mar.

Um litro de óleo alimentar pode poluir até um milhão de litros de água.

O IMPACTO DO SETOR RODOVIÁRIO

Por ano, o setor rodoviário emite mais de 16 milhões de toneladas de gases com efeito de estufa só em Portugal. Um número que tem vindo a aumentar, e os reflexos no ambiente e na saúde são cada vez mais visíveis.

Todos os anos, a poluição do ar mata milhares de pessoas.

Para atenuar este problema, a União Europeia tornou obrigatório o recurso a biocombustíveis. Produzir estes combustíveis avançados a partir de óleo alimentar usado é uma alternativa sustentável e a mais utilizada no país.

Fonte: SIC

A DGAV esclarece que, na sequência do elevado número de artigos de plástico contendo aditivos de origem vegetal, como fibras de bambu, colocados no mercado da UE, o Grupo de Trabalho da COM de Materiais em Contacto com Alimentos tem discutido o assunto, tendo concluído que estes não estão em conformidade com os requisitos composicionais do Regulamento (UE) Nº 10/2011, uma vez que os referidos aditivos  não constam do Anexo I ao regulamento.

A nota do GT encontra-se disponível no portal da Comissão Europeia, através do link 
https://ec.europa.eu/food/sites/food/files/safety/docs/cs_fcm_meeting-ind_20200623.pdf, apenas em inglês.

Fonte: DGAV

ASAE apreende 17.000 litros de mosto branco

  • Tuesday, 06 October 2020 10:53

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, através da sua Unidade de Informações e Investigação Criminal, ao longo do mês de setembro, desencadeou, em plena época de vindimas, um conjunto de ações de fiscalização para verificação do cumprimento das regras legais subjacentes ao trânsito de produtos vitivinícolas.

No decurso dessas ações foram apreendidos, na região demarcada dos vinhos verdes, 17.000 litros de mosto de uvas brancas, num valor aproximado de 9.200,00 Euros, por existirem fundadas suspeitas de que as uvas que originaram esse mosto não eram provenientes dessa região demarcada.

Foi detetada documentação alegadamente falsificada, usada para ocultar a verdadeira proveniência das uvas, conferindo-lhe uma origem que não tinham, violando, desta forma, a legislação vitivinícola que visa garantir a genuinidade do Vinho Verde e a salvaguarda dos interesses dos consumidores deste produto.

As ações de fiscalização foram levadas a cabo em estreita colaboração e articulação com a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes e delas resultaram a instauração de dois processo-crime por tráfico de produtos vitivinícolas.

Fonte: ASAE

Para efeitos de informação, coordenação e planificação do CAA, os fabricantes nacionais de alimentos para animais, registados e/ou aprovados ao abrigo do Regulamento (CE) N.º 183/2005, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12 de janeiro, relativo a requisitos de higiene dos alimentos para animais, têm de comunicar anualmente à DGAV os dados relativos à sua produção. Esta informação mais permite contribuir para a estatística nacional, no que se refere aos indicadores de atividade económica com impacto no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) a disponibilizar pelo INE.

Assim, DGAV publica o Relatório de fabrico nacional de aditivos, pré-misturas de aditivos e de alimentos compostos relativos ao ano de 2019

Fonte: DGAV

De um total de 53,6 milhões de toneladas de resíduos de equipamentos eléctricos, que foram gerados em todo o mundo em 2019, apenas 17,4 por cento foram corretamente encaminhados para reciclagem.

Os dados são do WEEE Forum, a associação internacional que representa diversas entidades gestoras de resíduos eléctricos, e que irá pelo terceiro ano consecutivo promover o Dia Internacional dos Resíduos Eléctricos, que se assinala a 14 de outubro.

No ano passado mais de 100 organizações de quase 50 países envolveram-se na organização de vários tipos de ações para assinalar este dia, desde conferências, a workshops, passando por exposições e jogos.

Em 2020 o WEEE Forum convida todos as entidades interessadas nesta temática a assinalar este dia com a organização de algumas actividades que podem ser online, em contexto de pandemia, ou localmente cumprindo as regras estabelecidas.

O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos – irá, mais uma vez, associar-se à comemoração de um dia que tem como objectivo a sensibilização, ao nível global, para a necessidade de encaminhar correctamente estes resíduos para reciclagem.

Este ano a proposta do WEEE Forum é que o foco incida na educação de crianças e jovens face avolumar do problema que constituem os resíduos de equipamentos eléctricos.

O volume de equipamentos elécricos fora de uso aumentou 21 por cento em apenas cinco anos atingindo um novo record em 2019, ao atingir os 53,6 milhões de toneladas, de acordo com dados das Nações Unidas (Global E-waste Monitor 2020).

O WEEE Forum sublinha que, em 2019, 44,3 milhões de toneladas de resíduos elétricos, avaliados em 50,8 mil milhões de euros, foram colocados em aterros, incinerados, ilegalmente comercializados ou tratados de forma não adequada, apesar da legislação específica abranger já 71 por cento da população do mundo.

Estima-se que com o avolumar do problema em 2030 sejam geradas 74 milhões de toneladas de resíduos eléctricos.

Estes resultados representam uma enorme perda de valor e de matérias-primas valiosas que são críticas para a cadeia de valor. Colocam também em sério risco a saúde humana, o ambiente e levantam problemas sociais já que este tipo de resíduos são enviados para países em desenvolvimento sem descontaminação.

O director geral do WEEE Forum, Pascal Leroy, sublinha que o mundo tem pela frente um grande desafio tendo em conta que “o número de aparelhos eléctricos usado por pessoa está a aumentar”.

O director-geral do Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, Pedro Nazareth, sublinha que “o papel do cidadão é central” para que se possa responder globalmente a esse mesmo desafio. Pedro Nazareth lembra que a vida dos equipamentos eléctricos pode ser prolongada, apostando-se na reparação e posterior doação. Se tal não for possível devem ser depositados num ponto oficial de recolha (ver onde reciclar.pt) de forma de forma a que possam ser encaminhados para reciclagem protegendo a saúde humana e o ambiente.

Fonte: Greensavers