Desde que a pandemia de Covid-19 se espalhou a nível mundial, que uma das primeiras consequências relatadas foi a redução das emissões de gases de efeito de estufa para a atmosfera.
Um estudo do Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK) avaliou o impacto do vírus nos setores e no consumo global de energia. A equipa concluiu que se registou no primeiro semestre do ano a maior queda de emissões de Dióxido de Carbono (CO2), sendo incomparável a períodos semelhantes como a crise financeira de 2008 ou a Segunda Guerra Mundial.
Houve uma diminuição de 1551 milhões de toneladas de CO2, cerca de 8,8% em comparação ao mesmo período no ano de 2019.
Entre os setores afetados, o de transporte terrestre foi o que teve uma maior redução. “Principalmente por causa das restrições de trabalho em casa, as emissões dos transportes diminuíram 40% em todo o mundo. Comparativamente, os setores de energia e da indústria contribuíram menos para a queda, com -22% e -17%, respetivamente, assim como os setores de aviação e navegação. Surpreendentemente, mesmo o setor residencial viu uma pequena queda nas emissões de 3%: em grande parte devido ao inverno anormalmente quente no hemisfério norte, o consumo de energia para aquecimento diminuiu com a maioria das pessoas a ficar em casa o dia todo durante os períodos de confinamento”, explicou em comunicado Daniel Kammen, professor da Universidade da Califórnia – Berkeley.
Os autores apontam que para manter uma mudança significativa nas emissões de CO2 é essencial reformular os setores da indústria e do comércio, procurando soluções mais sustentáveis e amigas do ambiente, especialmente a nível energético.
Fonte: GreenSavers
O “Estudo do Impacto da redução temporária da taxa do IVA no sector da Restauração e Similares”, solicitado pela AHRESP à PwC conclui que a aplicação temporária da taxa reduzida de IVA a todo o serviço de Alimentação e Bebidas, ajudaria a manter até 46 mil postos de trabalho e a contribuir para a sobrevivência das empresas.
A pandemia COVID-19 veio impactar drasticamente toda a economia mundial, particularmente as atividades da restauração e bebidas e do alojamento turístico, e Portugal não foi exceção.
Desde março que os sectores têm vindo a registar perdas consecutivas e, no mais recente inquérito mensal da AHRESP, reportado a setembro de 2020, 40% das empresas da restauração já despediram desde o início da pandemia e 18% assumem que não vão conseguir manter a totalidade dos postos de trabalho até ao final de 2020. Perante as perdas de faturação acima de 40%, registadas por mais de 63% das empresas, 32% dos agentes económicos demonstraram intenção de insolvência.
Perante este cenário de grave crise financeira nos sectores da restauração e bebidas e do alojamento turístico, e como medida de apoio indireto à tesouraria das empresas, a AHRESP tem vindo a defender a aplicação temporária, pelo período de 1 ano, da taxa reduzida de IVA a todo o serviço de alimentação e bebidas.
De acordo com o estudo da PwC, a redução da taxa do IVA permitira reter 606 milhões de euros na tesouraria das empresas, sustendo a perda de até 46 mil postos de trabalho e 10 mil empresas. Este investimento do Estado seria compensado em cerca de 516 milhões de euros, por via de receita de IRS, TSU e redução de despesa com subsídio de desemprego. Ou seja, o esforço público financeiro líquido indicativo, não ascenderia a mais de 90 milhões de euros, para permitir a manutenção de mais de 17% do emprego do sector.
No mesmo estudo é ainda feito um levantamento sobre os países que já optaram pela redução do IVA, como é o caso de Alemanha e Inglaterra, mas também de países como a Bélgica, a Grécia, Chipre, Bulgária e Lituânia.
Entre as medidas que a AHRESP considera essenciais para a manutenção dos mais de 267 mil postos de trabalho da responsabilidade das empresas de restauração e bebidas estão, além da descida temporária do IVA, a atribuição de incentivos não reembolsáveis (ao invés de empréstimos bancários), uma verdadeira campanha de dinamização do consumo, a isenção de impostos e contribuições sociais, a isenção das rendas, e ainda, o urgente e específico apoio às atividades de animação noturna, encerradas há 8 meses por imposição legal.
Para apresentar o estudo e em sequência da proposta de Orçamento de Estado para 2021, a AHRESP irá solicitar, com caráter de urgência, reuniões ao Governo e a todos os Grupos Parlamentares, para que, em sede de especialidade, se possam aplicar as medidas estruturantes para a sobrevivência dos negócios e a manutenção de milhares de postos de trabalho.
Fonte: Grande Consumo
A Spirits Europe, associação que representa o setor europeu de bebidas espirituosas, apelou esta sexta-feira aos estados-membros para que reconsideram a imposição do toque de recolher e outras medidas que imponham a restrição de bebidas alcoólicas.
A tomada de posição surge na sequência de medidas impostas pelos governos europeus para impedir a compra de bebidas alcoólicas a partir de determinada hora do dia, além da imposição do recolher dos cidadãos introduzido em países como a França, entre as 21h e as 6h.
A entidade pede aos estados-membros da União Europeia para reconsiderarem as restrições rigorosas acerca da venda e disponibilização de álcool. Estas medidas, segundo a associação, conduziram à acumulação de stocks durante a primeira vaga da Covid-19.
Por outro lado, a entidade defende que a introdução de horários reduzidos em estabelecimentos do retalho alimentar, em várias cidades da Europa, resultou na superlotação de supermercados e dos transportes públicos.
É ainda pedido que seja reconsiderada a medida de toque de recolher dos cidadãos, pois considera a associação não estar provado que esta limite a circulação do vírus.
Fonte: HiperSuper
A Inglaterra proibiu em setembro os encontros sociais com mais de seis pessoas, tanto no interior como no exterior (com algumas exceções, como escolas, locais de trabalho ou desportos de equipa), e os avicultores já tinham começado a pensar no prato tradicional natalício há vários meses.
Desde que a pandemia chegou ao país, o criador de aves biológicas Mark Chilcott antecipou que haveria restrições em relação ao número de pessoas que poderiam sentar-se à mesa no Natal.
Em abril, o agricultor, proprietário de uma quinta de 180 hectares no condado de Dorset, no sudoeste de Inglaterra, selecionou perus de raça “bronze”, preferindo fêmeas a machos, por serem mais pequenas, e reduziu o número de animais para 1.200, contra 1.500 no ano passado, contou à agência de notícias France-Presse (AFP).
As fêmeas pesam cinco a seis quilos, cerca de metade do peso dos machos, e representam um terço do peso dos enormes perus vendidos habitualmente nos supermercados na época natalícia, explicou.
Segundo o criador, é quanto basta para servir a refeição tradicional de Natal ao abrigo da chamada “regra dos seis”, atualmente em vigor no país.
Em algumas zonas do país, as famílias também não podem receber visitas fora do agregado familiar, restrições que podem vir a prolongar-se até ao Natal.
“Se ficarmos sem tamanhos pequenos, as pessoas terão de comprar peito [de peru] ou meia ave”, explicou o agricultor à AFP.
Para fazer face à procura de perus mais pequenos, o diretor-geral do British Poultry Council, o organismo que representa os avicultores, aconselhou o abate mais cedo, antes de os animais atingirem a maturidade, congelando-os até à época natalícia.
Segundo a organização, muitos criadores já tinham começado a fazer a transição para animais de menor porte, em resposta ao aumento da procura de aves mais pequenas, criadas ao ar livre, ou do ganso tradicional.
No ano passado, foram vendidos nove milhões de perus no Natal, de acordo com o organismo.
A zona de Lancashire, no norte de Inglaterra, juntou-se no sábado à área de Liverpool no nível “muito elevado”, o mais alto de uma escala de três níveis de risco criada pelo governo britânico em função do número de infeções de covid-19.
A maior parte de Inglaterra encontra-se no nível mais baixo desta escala, o que implica a proibição de ajuntamentos com mais de seis pessoas e o encerramento de bares e restaurantes às 22:00.
Para além destas medidas, o nível máximo proíbe o convívio entre agregados familiares diferentes.
Londres, juntamente com Essex, Elmbridge, Barrow-in-Furness, York, North East Derbyshire, Erewash e Chesterfield, passaram no sábado para o segundo nível, cujas restrições proíbem a sociabilização de núcleos familiares diferentes em espaços fechados, incluindo ‘pubs’ e restaurantes.
Ao todo, metade da população de Inglaterra, cerca de 27 milhões de pessoas, vive atualmente em áreas com restrições mais rigorosas.
A covid-19 matou mais de 43.000 pessoas no Reino Unido, mais do que qualquer outro país da Europa, e infetou mais de 700.000 pessoas, incluindo o herdeiro ao trono, o príncipe Carlos, entretanto já curado.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 2.162 em Portugal.
Fonte: Agroportal
As exportações dos vinhos portugueses estão a crescer. Só no mês de agosto, e de acordo com os dados estatísticos do INE, agora divulgados, verifica-se um aumento das exportações em valor de 8,3% e 8,2% em volume. Já no acumulado do ano, regista-se um crescimento de 2,3% em valor (janeiro a agosto) e 3,4% em volume, em relação ao período homólogo.
Quanto aos principais mercados, em agosto, assistimos a uma recuperação nas vendas para França e Brasil, com variações de +22,4% em valor e +16,8% em volume, no primeiro caso, e +67,2% em valor e +41,2% em volume, no caso do Brasil.
Comparando a variação desde o início do ano com o período homólogo de 2019, destaca-se o crescimento das vendas para os EUA (+9,7% em valor e +16,9% em volume), Reino Unido (+11,2% em valor e +21,7% em volume) e Brasil (+14,3% em valor e +16% em volume), com variações em volume superiores a dois dígitos.
Apesar da recuperação em agosto, o mercado francês (-5,1% em valor e -5,3% em volume) e o alemão (-0,3% em valor e -17,6% em volume) continuam a apresentar quebras, comparativamente com primeiros oito meses do ano transato.
De realçar também a oportunidade encontrada pelos operadores portugueses junto dos mercados nórdicos (Suécia, Noruega e Finlândia), onde se registam taxas de crescimento superiores a 40% nos meses de janeiro a agosto deste ano, tanto em valor como em volume.
A Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, sublinha que «estes números demonstram o retomar do crescimento dos últimos anos, apesar da quebra de vendas e encomendas no início do período de confinamento, e são consequência do trabalho de adaptação dos operadores à nova realidade e do apoio efetivo e eficiente das políticas públicas para o setor».
A Ministra anunciou também a execução a 100% do envelope financeiro previsto no Plano Nacional de Apoio ao Setor Vitivinícola para o exercício 2020, que encerrou no dia 15 de outubro.
Destaca-se o crescimento dos valores afetos às medidas de promoção externa do vinho português, com pagamentos às empresas beneficiárias superiores a 11 M€, o maior valor de investimento pago nos últimos três anos.
Recorde-se, ainda, que foi reforçada a dotação do último aviso para o Regime de Apoio à Reestruturação e Reconversão da Vinha (VITIS), para a campanha 20/21, em 23,5 milhões euros, passando dos 50 para os 73,5 milhões de euros.
Fonte: Agroportal
O desperdício alimentar constitui um grave problema à escala mundial. Em Portugal, no contexto de crise económica que vivemos importa combater a situação de desigualdade no acesso e no consumo de alimentos, o que implica sensibilizar a população para uma mudança de comportamentos. Neste sentido, para a promoção do combate ao desperdício alimentar e de uma cidadania mais activa em matéria de sustentabilidade, é fundamental recorrer a diversas estratégias, nomeadamente a nível educacional.
Nesta conjuntura surge o projecto ‘Casa Solidária’ desenvolvido pelo Município de Braga, no âmbito do Dia Mundial da Alimentação que se assinala hoje, 16 de Outubro, e que envolveu a concepção e implementação de uma parceria ao projecto ‘Virar a Página’, iniciativa esta que nasceu na véspera da declaração do estado de emergência devido à Covid19 e da necessidade sentida junto de pessoas e organizações de apoiar famílias que, de forma muito repentina, ficaram desprovidas de recursos.
Numa altura em que são servidas mais de cinco mil refeições semanais e sendo a única resposta existente no Concelho durante todos os dias da semana, a Autarquia Bracarense lançou o desafio aos vários vendedores do Mercado Municipal para que doem os seus excedentes para que mais famílias de Braga possam ter em suas casas os bens de primeira necessidade.
Os comerciantes interessados em aderir a esta causa, poderão contactar o Município de Braga através do endereço This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
Fonte: Seminário V
Ministra da Agricultura anuncia projeto de divulgação do azeite nas escolas, para que a adesão à dieta mediterrânica aumente 20% até 2030.
A dieta mediterrânica, considerada património da humanidade desde 2013, vai ser alvo de maior divulgação por parte do Governo. A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, reconhece que, apesar de "a maior parte dos portugueses" saber o que é a dieta mediterrânica e apesar de ela ser ensinada nas escolas, é "necessário fazer um reforço" da informação junto da população.
Na Agenda da Inovação para a Agricultura, apresentada há cerca de um mês, o Governo inscreveu como um dos objetivos estratégicos "aumentar em 20% o nível de adesão à dieta mediterrânica" até 2030. Agora, neste Dia Mundial da Alimentação, que se assinala esta sexta-feira, Maria do Céu Antunes reafirma esta intenção, sublinhando a importância de os portugueses terem uma "uma alimentação mais consciente, mais saudável e mais sustentável", para que "possamos aumentar a saúde preventiva dos cidadãos em detrimento de uma saúde curativa".
Em declarações à TSF, a ministra revela que pretende "rapidamente" lançar um projeto chamado "O Azeite na Escola", para "criar nos nossos jovens e nas nossas crianças o gosto por esta gordura que é tão saudável". Este projeto "está a ser desenhado" em conjunto com os ministérios da Saúde e da Educação, "para poder ser implementado o mais depressa possível", esclareceu a governante, sem adiantar mais pormenores.
Outra das medidas para aumentar a informação sobre a dieta mediterrânica passa pela existência de "rótulos mais facilmente compreensíveis" pelos consumidores, mas esta questão está ainda a ser discutida a nível europeu com os países parceiros da dieta mediterrânica.
Também por conhecer está a prometida Estratégia Nacional para divulgação da Dieta Mediterrânica, anunciada em janeiro de 2019.
A ministra garante à TSF que esta estratégia "está a ser desenvolvida" e será apresentada publicamente "muito em breve".
Fonte: TSF
O setor da batata portuguesa lançou ontem, na Lourinhã, um projeto de promoção externa para os próximos dois anos, com o objetivo de aumentar as exportações e reduzir as importações.
O projeto orçado em 353 mil euros e comparticipado em 85% por fundos comunitários assenta na promoção da batata portuguesa nos mercados externos, com França, Alemanha, Espanha, Holanda, Emirados Árabes Unidos, Eslovénia e Angola como mercados estratégicos.
Com o projeto de promoção externa, a associação Porbatata espera aumentar as exportações e abrir novos mercados, reduzir as importações de batata estrangeira e dinamizar o setor, bem como aumentar a produtividade e a sustentabilidade económica do setor.
Segundo a associação, Portugal é 42,4% autossuficiente em batata, motivo pelo qual é necessário aumentar a produtividade para, desta forma, reduzir as importações.
Em 2019, as exportações de batata somaram 28,5 milhões de euros, sendo os principais destinos a Espanha, Alemanha, Holanda, Cabo Verde, França, Bélgica e Luxemburgo.
Entre as ações previstas, está a participação em congressos e feiras internacionais e o lançamento, em 24 de novembro, de uma marca coletiva que valorize a qualidade e diferencie a batata portuguesa de outras.
“A marca vai representar-nos internacionalmente e identificar-nos nos mercados, abrindo novos mercados”, afirmou o presidente da Porbatata – Associação da Batata de Portugal, Sérgio Ferreira, na apresentação da estratégia.
A Porbatata pretende ainda organizar um concurso internacional da batata portuguesa, em França, e desenvolver um estudo estratégico para a internacionalização do setor em novos mercados.
A produção anual é de 500 mil toneladas, ocupando uma área de cultivo de 22 mil hectares, nas zonas de Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes, Beira Interior, Beira Litoral, Oeste, Ribatejo, Península de Setúbal e Costa Alentejana.
O consumo nacional ‘per capita’ de batata é de 93,6 quilogramas por ano.
A Porbatata, com sede na Lourinhã, no distrito de Lisboa, foi constituída em setembro de 2016, para promover a batata portuguesa.
Com mais de meia centena de associados e representando mais de metade dos produtores, une não só a produção, como também a comercialização e a indústria, defendendo os interesses de toda a fileira em Portugal.
Fonte: Agroportal
Mais de 70% dos portugueses consideram que a alimentação saudável e sustentável é demasiado cara e apenas 15% concorda em pagar mais para mudar o seu consumo, de acordo com um estudo realizado pelo Bureau Européen des Unions de Consommateurs (BEUC), com a colaboração da DECO PROTESTE.
O estudo refere, ainda, que são produzidos, por dia, 23,7 milhões de toneladas de alimentos, o que representa um gasto de 7,4 triliões de litros de água e 300 mil toneladas de fertilizantes. O desperdício alimentar anual chega a 1,3 mil milhões de toneladas.
Outra das conclusões apresentadas refere que 42% dos inquiridos se queixam de falta de informação para alterar os seus hábitos alimentares. Tendo por base este dado, e a necessidade urgente de uma alteração de comportamentos, a DECO PROTESTE quer marcar o Dia Nacional da Alimentação com um guia de alimentação mais sustentável e saudável, contrariado o mito do custo.
Entre as dicas está a de comprar sempre legumes e frutas da época, optar por fornecedores locais e evitar os alimentos que chegam por via aérea, diminuindo assim a pegada ecológica. Consulte o calendário para saber o que é da época.
Outra das dicas é preferir o consumo de produtos de origem vegetal na alimentação diária, que contabilizam cerca de 75% dos alimentos da roda dos alimentos, face aos 25% dos produtos de origem animal. Além de ingerir mais legumes: o prato deve ser composto de forma a que os legumes ocupem metade, a carne, pescado ou ovos um quarto e o acompanhamento outro quarto.
Devem ser ingeridas três a cinco porções de fruta e de legumes por dia, privilegiando-se a fruta, por exemplo, à sobremesa.
Também se deve comer menos carne e substituir a carne de vaca por aves. No talho, deve-se questionar sobre a proveniência e modo de produção.
Os alimentos processados (a pizza congelada, os refrigerantes, por exemplo) devem ser evitados. Estes produtos são pouco recomendados, por poderem conter mais aditivos, sal, açúcar e gordura. O consumo deve ser limitado a produtos o menos transformados possível, como, por exemplo, conservas ou legumes congelados;
Deve-se privilegiar a confeção em casa e produtos o mais naturais possível. O consumo de ultracongelados deve ser limitado, indica a DECO PROTESTE.
Quando se for às compras, deve-se levar um saco para a fruta e os legumes, evitando-se, assim, comprá-los em embalagens de plástico.
Os excessos de frutas e legumes e que já tenham amadurecido em demasia ou estejam a murchar devem ser aproveitados, assim como as sobras de alimentos, para a criação de novos pratos, para evitar o desperdício.
Para evitar o desperdício, recomenda-se a compra a granel. Alguns supermercados já estão atentos a esta tipologia de oferta.
Fonte: Grande Consumo
Mais de 29 toneladas de lixo marinho foram recolhidas durante a semana de limpeza costeira promovida pela Fundação Oceano Azul, em setembro, que envolveu 3.600 voluntários, anunciou ontem a instituição.
As 131 ações de limpeza em terra e 35 subaquáticas decorreram por todo o país, entre 19 e 27 de setembro, e envolveram mais de 170 organizações em 400 horas de trabalho realizado ao longo de 187 quilómetros da orla costeira, margens de rios e fundo marinho.
A iniciativa, juntou centros e escolas de mergulho, contando com a participação de 400 mergulhadores, destacou a organização em comunicado.
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