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A ANIL, Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios, irá realizar nos dias 14 e 15 do mês de outubro, a 12ª edição do Concurso de Queijos de Portugal.

Esta é uma iniciativa que visa dinamizar o sector queijeiro e ainda desafiar os produtores a apresentarem, para além dos seus queijos habituais, as suas novidades e inovações.

De acordo com Maria Cândida Marramaque, “este é o momento anual muito esperado, e que por força da pandemia e circunstâncias se viu adiado para o presente ano”.

Com este evento pretende-se “promover e estimular o desenvolvimento da indústria queijeira, no sentido de proporcionar mais e melhores escolhas, bem como fomentar o conhecimento e o posicionamento do produto junto do consumidor“, potenciando a tão desejada “cultura de queijo”.

Concurso de Queijos de Portugal

O evento irá ter lugar em Tondela, no Hotel Severino José, um espaço que irá permitir à organização planear o evento de acordo com todas as normas exigidas pela DGS, fruto das circunstâncias atuais que vivemos.

A organização lançou o convite a 438 empresas produtoras de queijo para que mostrem, através das 23 categorias do concurso, o que de melhor fazem. Lembramos que a edição de 2019 contou com mais de 200 queijos a concurso.

A competição é realizada em regime de “prova cega”, por jurados com proveniências diversas, nomeadamente, representantes do sector queijeiro, dos organismos de controlo e certificação, de instituições de ensino, da restauração e da gastronomia, da distribuição, representantes de empresas do sector industrial e comunicação social.

As inscrições podem ser feitas junto da ANIL e estão abertas até dia 4 de outubro.

Fonte: Grande Consumo

A Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores (FPAS) revela as contas da fileira da carne de porco portuguesa e conclui que foi registado um volume de negócios de cerca de 911 milhões de euros, num acumulado de produção e indústria. Este foi também o semestre com o melhor desempenho das exportações de sempre, de carne de porco e seus derivados.

Nos primeiros seis meses do ano, a fileira da carne de porco bateu recordes e regista um volume de negócios na ordem dos 911 milhões de euros. Este é já considerado como o melhor período de sempre em termos de desempenho das exportações nacionais suinícolas. Embora as cotações agrícolas do SIMA apenas tenham a indicação do valor das exportações desde 2015, é possível concluir, por extrapolação com os volumes exportados, que o primeiro semestre de 2021 foi a altura em que mais se exportou porco, carne e seus derivados.

Este dado é de grande realce tendo em conta as circunstâncias vividas desde o primeiro semestre de 2020. Em termos homólogos, Portugal aumentou o seu volume de negócios externos em 10,8%.

Este crescimento da suinicultura portuguesa permitiu que, na primeira metade do ano, se atingisse, pela primeira vez, um saldo da balança comercial portuguesa inferior a 100 milhões de euros negativos, continuando a tendência ininterrupta de melhoria do SBC iniciada em 2019, com as importações semestrais em linha com as registadas nos anos anteriores.

Exportação

Em termos relativos, Portugal foi o 12º país que mais exportou carne de porco para países terceiros no contexto da União Europeia no primeiro semestre, sendo assim o segundo melhor semestre de sempre, apenas superado pelo segundo semestre de 2020, no conjunto dos últimos seis anos.

Considerando os principais países terceiros com os quais Portugal se relaciona no comércio de carne de porco, durante o período em análise, pela primeira vez, a China subiu ao primeiro lugar da tabela, com um aumento de 169,7% do volume de negócios gerado pela carne com origem em Portugal e destino à China.

Com esta subida, Angola passou para segundo lugar, com uma quebra de 40% do valor das exportações comparativamente com o primeiro semestre do ano passado.

Já os restantes países do top 5, Cabo Verde, Japão e Suíça, mantiveram as posições do ano passado.

Apesar dos recordes de volumes exportados, o segundo trimestre fica marcado por período de instabilidade com uma travagem abrupta das exportações, provocada pela paragem das importações chinesas.

Fonte: Grande Consumo

 

Região demarcada do Douro comemora 265 anos

  • Friday, 10 September 2021 10:02

O Douro Vinhateiro faz esta sexta-feira 265 anos e o IVDP assinala o momento entrega a e prémios de sustentabilidade, um concerto online de Miguel Araújo, a internacionalização das comemorações, provas, harmonizações e música até ao final do ano.

Este dia assinala a importância económica e social que o Vinho do Porto assume para o país. Seja no que respeita ao crescimento económico com a forte penetração do vinho em mercados externos e o peso que tem nas exportações. Seja no desenvolvimento do país e de uma região património da Humanidade, que enfrenta desafios sérios de desertificação, alterações climáticas e que que ainda não vê o preço do vinho representar o seu real valor.

Gilberto Igrejas, presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, sublinha que “a presença no mundo do Vinho do Porto espelha o apoio à internacionalização dos agentes económicos do sector, numa lógica de valorização transversal, com preocupação pela sustentabilidade económica, social, cultural e ambiental do território duriense, que faz parte estratégia de atuação do IVDP, para o desenvolvimento económico e crescimento sustentado”.

Região Demarcada do Douro

Em 2020 a Região Demarcada do Douro representou 36% da produção nacional de vinho com denominação de origem e 20% da produção total. Os vinhos do Douro e do Porto representam 69% das exportações, correspondentes a 113 milhões de litros, dos quais 57% são de vinho do Porto.

No ano passado, apesar da pandemia, o Vinho do Porto foi comercializado em 105 mercados, cujos principais importadores são França, Reino Unido, Países Baixos, EUA, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Canadá e Suíça.

O Port Wine Day assinala a criação da mais antiga região demarcada do mundo: o Douro Vinhateiro, a 10 de setembro de 1756, pela mão do Marquês de Pombal. Nasce da vontade de internacionalizar o Vinho do Porto e de promover a economia da região e do país, posicionando Portugal como um produtor de um vinho único no mundo.

Fonte: Grande Consumo

O relatório apresenta as atividades FFN da UE, destacando certos pedidos de cooperação e fornece estatísticas do AAC-FF - ferramenta de relatório da UE gerida pela Comissão, que permite aos membros da rede trocar informações sobre não conformidades suspeitas e potenciais violações intencionais do Legislação da UE sobre a cadeia agroalimentar.

Os números apresentados neste relatório mostram um crescimento constante no uso dos sistemas. Em cinco anos, o número de casos criados por ano mais do que duplicou, passando de 157 em 2016 para 349 em 2020. A maior interação entre os Estados-Membros na Rede de Fraudes Agroalimentares da UE mostrou que a luta contra a fraude alimentar na Europa é apertada. A partilha de informações sobre suspeitas de violações de fraude transfronteiras revelou-se essencial para uma melhor identificação, investigação e proteção dos consumidores da UE contra práticas ilegais.

O acesso a dados da UE sobre rastreabilidade e alertas fornece aos membros da rede informações, análise de dados e coordena atividades para acompanhar casos suspeitos de fraude transfronteiriça, bem como solicita investigações às autoridades competentes de países terceiros quando a fraude potencial está relacionada com importações. Como exemplo de um caso coordenado pela UE, o relatório descreve o comércio ilegal de moluscos bivalves vivos. Após um número crescente de notificações reportadas no iRASFF nos últimos três anos, a rede continuou a investigar este problema. O que começou como um surto alimentar em 2018 na Espanha, causado pelo consumo de amêijoas contaminadas que eram suspeitas de serem colhidas em áreas não autorizadas, provou ser um problema generalizado envolvendo operadores recorrentes usando padrões semelhantes em outros países da UE. A UE FFN também colabora com o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) em ações conjuntas que visam a contrafação de géneros alimentícios. Em 2020, os membros da rede também estiveram envolvidos na OPSON - uma iniciativa conjunta da Europol / Interpol que visa o tráfico de alimentos e bebidas falsificados e de baixa qualidade e a operação LAGO, que se concentrou no tráfico de espécies protegidas de enguia europeia (Anguilla Anguilla).

Pode aceder ao relatório aqui.

Fonte: Comissão Europeia

Em 2020, registou-se uma nova melhoria da posição de liderança da UE entre os maiores exportadores de produtos agroalimentares do mundo. No que respeita às importações, segundo um relatório publicado, a UE tornou-se o terceiro maior importador a seguir aos Estados Unidos e à China.

2020 foi um ano excecionalmente difícil, mas ainda assim bem-sucedido, para o comércio agroalimentar da UE, que atingiu um valor total de 306 mil milhões de EUR: 184 mil milhões de EUR em exportações e 122 mil milhões de EUR em importações. Ambos os valores representam um ligeiro aumento, de 1,4 % e 0,5 % respetivamente, em relação a 2019.

O comércio internacional tem sido crucial para atenuar o impacto económico devastador da pandemia de COVID-19 e revelou-se um instrumento fundamental para reforçar a resiliência. A UE é o maior bloco comercial e a sua posição no comércio mundial assenta numa vasta rede de acordos de comércio livre (ACL).

Janusz Wojciechowski, comissário responsável pela Agricultura, afirmou: «A promoção de um comércio aberto e justo é uma prioridade política da Comissão Europeia que oferece grandes benefícios aos nossos agricultores. O êxito do comércio agrícola está claramente associado à política agrícola comum, que apoia a competitividade e a inovação, bem como à excelente reputação dos nossos produtos como produtos seguros, produzidos de forma sustentável, nutritivos e de elevada qualidade.»

A UE exporta uma ampla gama de produtos de todas as partes da cadeia de valor, o que demonstra a competitividade do seu setor agroalimentar numa série de classes de produtos, desde matérias-primas a produtos altamente transformados da indústria alimentar. As importações para a UE, por outro lado, são claramente dominadas pelos produtos agrícolas básicos e os alimentos para animais, que representam cerca de 75 % das importações.

Analisando as categorias de produtos, as exportações de carne de suíno e de trigo contribuíram fortemente para o aumento global das exportações agroalimentares da UE. O crescimento das importações agroalimentares da UE foi principalmente impulsionado pelo aumento dos valores das importações de oleaginosas, ácidos gordos e ceras, óleo de palma, frutos e soja.

As exportações agroalimentares da UE para a China, a Suíça e a região do Médio Oriente e do Norte de África foram as que mais aumentaram em 2020. Em contrapartida, o valor das exportações da UE para os Estados Unidos, a Turquia, Singapura e o Japão foi o que mais baixou. Em termos de importações, o Canadá cresceu significativamente enquanto fonte de importações da UE. Simultaneamente, as importações da UE a partir do Reino Unido, da Ucrânia e dos Estados Unidos foram as que mais decresceram em valor.

Em 2020, o Reino Unido foi o parceiro mais importante da UE no comércio agroalimentar, com uma quota de 23 % do total das exportações agroalimentares da UE e de 13 % do total das importações.

Fonte: Agroportal

No Congresso Mundial de Conservação da União Internacional para a Conservação da Natureza, realizado em Marselha, foi anunciado que entre as sete espécies existentes de atum mais pescadas comercialmente, quatro estão a recuperar a sua população.

Na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN, as espécies viram alterados os seus estatutos de conservação; o atum rabilho do Atlântico (Thunnus thynnus) passou de “ameaçado” para “menos preocupante”, o atum dosul ( Thunnus maccoyii) passou de “criticamente em perigo” para “ameaçado”, e o atum albacora (Thunnus albacares) e o atum voador (Thunnus alalunga) passaram de “quase ameaçado” para “menos preocupante”.

Esta melhoria deve-se, sobretudo, às cotas de pesca regionais e ao combate à pesca ilegal, desenvolvidos nos últimos 10 anos.

“Estas avaliações da Lista Vermelha são a prova de que as abordagens de pesca sustentável funcionam, com enormes benefícios a longo prazo para a subsistência e biodiversidade. Precisamos de continuar a impor cotas de pesca sustentáveis ​​e a reprimir a pesca ilegal”, afirma Bruce Baden Collette, presidente do Grupo de Especialistas em Atum e Billfish da IUCN SSC. “As espécies de atum migram por milhares de quilómetros, por isso, coordenar o seu movimento globalmente também é fundamental”, acrescenta.

Por outro lado, existem ainda muitos estoques regionais de atum que continuam esgotados. É o caso da menor população nativa do Atlântico ocidental de atum rabilho, que desova no Golfo do México, que veio a diminuir para mais de metade durante os últimos 40 anos, bem como do atum albacora, cuja sobrepesca se mantém no Oceano Índico, revela a IUCN.

As restantes espécies em estudo, o atum patudo (Thunnus obesus) e o atum gaiado (Katsuwonus pelamis), permanecem, respetivamente, categorizados como em estado “vulnerável” e “menos preocupante” de extinção. Já o atum rabilho do Pacífico (Thunnus orientalis) piorou, alterando o seu estatuto na lista de “vulnerável” para “quase ameaçado” de extinção.

Fonte: Greensavers

O secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural apelou em Madrid ao consumo de produtos agrícolas biológicos produzidos em Portugal, porque apesar de serem “ligeiramente” mais caros têm uma qualidade superior à generalidade.

“Queria convidar as pessoas a fazerem essa experiência”, disse Rui Martinho à agência Lusa à margem da inauguração da “Organic Food Ibéria”, uma feira internacional ibérica para o setor biológico onde participam 13 empresas portuguesas deste setor.

O responsável português defendeu que os produtos biológicos “não são necessariamente mais caros”, visto terem uma “mais valia de qualidade superior à generalidade que não pode deixar de ser remunerada”.

Para Rui Martinho, o peso da alimentação nas despesas totais dos portugueses “não é assim tão grande” que faça com que uma “ligeiríssima diferença” se torne incomportável.

“Não estou a dizer que as pessoas devem transformar totalmente a sua alimentação, mas experimentar o biológico é de facto um desafio que fazemos e acho que está ao alcance da generalidade dos portugueses”, insistiu o secretário de Estado da Agricultura.

Rui Martinho considerou que a “Organic Food Ibéria” organizada pela Feira Internacional de Madrid (IFEMA) é “importantíssima” a nível mundial e uma “montra muito importante” para dar visibilidade ao que se faz no país neste setor.

O responsável governamental indicou que o Governo tem como objetivo aumentar “significativamente” a área nacional dedicada à agricultura biológica que, neste momento, é cerca de 11% da superfície agrícola total portuguesa.

Na inauguração desta feira também esteve presente o secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias.

Fonte: Agroportal

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através da Unidade Regional do Norte – Unidade Operacional de Mirandela, procedeu, no passado fim de semana, à suspensão de atividade de um estabelecimento de restauração e bebidas por incumprimento das regras de ocupação, permanência e distanciamento físico, no quadro das medidas de prevenção de riscos de contágio decorrentes da pandemia da doença COVID-19, bem como por incumprimento de requisitos gerais e específicos de higiene.

O estabelecimento estava a funcionar com espaço destinado a dança, encontrando-se cerca de 200 pessoas sem equipamento de proteção individual (máscaras) e não cumprindo as regras de distanciamento social.

Verificou-se ainda que no estabelecimento eram confecionadas refeições e preparadas bebidas sem que fossem cumpridos os requisitos básicos de segurança alimentar, nomeadamente de higiene, assim como se verificou a ausência de janelas e portas, teto em placas de sanduiche sem isolamento, falta de proteção contra animais e insetos, estruturas inacabadas, equipamento com ferrugem, acondicionamento de géneros alimentícios no exterior do estabelecimento ao ar livre e sem implementação do sistema HACCP (Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos).

Verificou-se ainda que a água utilizada na confeção e higienização dos alimentos e materiais não era, aparentemente, da rede pública, não tendo sido demonstrada evidências da potabilidade da mesma.

O representante do estabelecimento foi notificado da referida suspensão da atividade, tendo sido advertido de que o não cumprimento imediato da ordem de suspensão ou a sua violação posterior constitui a prática de crime de desobediência previsto e punido pelo Código Penal.

A operação contou com a colaboração da Guarda Nacional Republicana.

Fonte: ASAE

Numa altura em que as alterações climáticas colocam novos desafios aos sistemas agrícolas e se prevê um aumento da população humana para 10 mil milhões de pessoas em 2050, as tecnologias de edição do genoma podem contribuir para minimizar os efeitos adversos destes fenómenos. Segundo um artigo publicado na Cell, a edição do genoma pode ajudar a garantir o abastecimento global de alimentos.

O melhoramento convencional de plantas atingiu os seus limites na alimentação da crescente população mundial, mas os avanços na seleção assistida por marcadores e no melhoramento genómico ‘esticaram’ esses limites. A autora do artigo pubilcado na Cell, Caixia Gao, investigadora da Academia Chinesa de Ciências em Pequim, afirma que “a edição do genoma abre um novo kit de ferramentas para o melhoramento de plantas, que pode ser realizado a um ritmo sem precedentes e de forma eficiente, precisa, direcionada e económica.”

Preparada para revolucionar o futuro da agricultura e ajudar a garantir o abastecimento global de alimentos, a edição do genoma em plantas permite uma ampla gama de oportunidades. No entanto, como adverte a investigadora, “para se explorar todo o potencial da edição do genoma, todas as abordagens devem ser consideradas.”

Caixia Gao explica que a edição do genoma permite alcançar resultados semelhantes aos do melhoramento tradicional, mas de uma forma muito mais eficiente e rápida. Isso não significa, no entanto, que as abordagens de melhoramento convencionais sejam completamente substituídas. Gao acha improvável isso acontecer. Explica: “Somente quando combinada com outras tecnologias (como fenotipagem de alto rendimento, seleção genómica e reprodução rápida), a ampla implementação da edição do genoma na agricultura poderá ser garantida.”
A edição do genoma tem sido aplicada aos principais cereais – arroz, trigo e milho – e a outras culturas importantes como batata e mandioca.

Mais informações sobre o artigo na Cell aqui.

Fonte: CiB - Centro de Informação de Biotecnologia.

O boletim de eletricidade do Observatório da Energia da ADENE –  Agência para a Energia, revela que no mês de agosto 58,2% da produção de eletricidade foi de origem renovável. A maioria foi proveniente de energia eólica (23.1%), seguindo-se a energia hídrica (18.8%), a de biomassa (9.2%) e a fotovoltaica (7.1%).

Foram gerados, mais concretamente, 700 Gigawatt-hora (GWh) de energia eólica, 570 GWh de energia hídrica, 214 GWh de fotovoltaica e 1547 GWh de energia térmica.

Neste mês, a energia fotovoltaica atingiu ainda um valor recorde de 7,1% da produção total de energia elétrica, uma quantia quase 5 vezes superior à atingida no mês de janeiro, em que correspondeu a apenas 1.5% da produção de energia elétrica. Relativamente à biomassa, registou também um volume de produção superior aos restantes meses do ano. Por outro lado, a produção de energia hídrica e eólica registaram um decréscimo no valor de produção total de energia elétrica, de cerca de 3% e 2%, respetivamente.

Embora a produção de eletricidade renovável tenha predominado em agosto, 41.8% correspondeu ainda às origens fósseis, com o gás natural a dominar a produção em 30%.

Fonte: Greensavers