A Lipor anunciou esta quarta-feira que aprovou uma estratégia a dez anos de mitigação das alterações climáticas e assumiu o compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 30% até 2030.
Em comunicado divulgado esta quarta-feira, a empresa intermunicipal de gestão de resíduos do Grande Porto revelou que a Estratégia 4M, a vigorar na próxima década, assenta em quatro pilares: Menos Resíduos, Menos Carbono, Mais Clima e Mais Biodiversidade.
Para os pilares “Menos Resíduos” e “Menos Carbono”, será implementada uma “gestão eficiente dos recursos, com o aumento da eficiência energética dos processos” e uma “aposta em projetos de envolvimento com o cidadão para potenciar a prevenção e reciclagem (multimaterial e orgânica) de resíduos, de forma a concretizar um modelo circular de negócios”.
Já os eixos “Mais Clima” e “Mais Biodiversidade” revelam “o compromisso da Lipor com a adaptação às alterações climáticas e a promoção da biodiversidade no contexto da sua atividade”, destaca a nota.
Na gestão de resíduos, a empresa definiu como “objetivo estratégico” a diversificação de “atividades e negócios, tendo como resultado final uma aposta consistente na economia circular”.
O Relatório Integrado 2020 mostra que “a Lipor obteve uma redução efetiva de 23,2% nas emissões de CO2e [gases equivalentes a dióxido de carbono]”, ou seja, “menos 93.648 toneladas de CO2e face a 2006, o que equivale ao consumo anual de eletricidade de cerca de 11.000 famílias; à circulação anual de cerca de 36.538 automóveis e ao sequestro florestal de cerca de 9.500 hectares num ano”, detalha o comunicado.
Para além da redução direta de emissões de gases de efeito estufa na atividade da gestora de resíduos, alguns dos seus produtos, como os compostos agrícolas, a reciclagem e a produção de energia elétrica, têm “a capacidade de induzir reduções noutros setores de atividade na ordem das 150.000 toneladas por ano”, realçou a empresa.
Da empresa intermunicipal fazem parte Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde.
Fonte: Observador
O projeto piloto relativo ao Sistema de Incentivo ao consumidor para a devolução de embalagens de bebidas em plástico, não reutilizáveis, previsto na Lei n.º 69/20018 de 26 de dezembro, recolheu um total de 472 toneladas de plástico, anuncia a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
O projeto decorreu de março de 2020 a setembro de 2021, e distinguiu-se em três fases, que se diferenciaram por tipo de incentivo (descontos, donativos e vertente ambiental). Os consumidores devolviam as embalagens nas máquinas de recolha automática, localizadas 23 grandes superfícies, sendo-lhes atribuído um prémio sob a forma de um talão de desconto, revertido em compras ou em donativos a instituições de solidariedade social (IPSS).
Foram registadas 730 mil transações, com uma média de 23 garrafas por transação e um valor total de 21 toneladas por máquina, e atribuídos mais de 510 mil euros em talões de desconto e 66 mil euros em donativos a IPSS.
O projeto “Quando do Velho se faz Novo – Todos Ganham, Ganha o Planeta” foi implementado pelo consórcio constituído pela Associação Portuguesa dos Industriais de Águas Minerais Naturais e de Nascente (APIAM), Associação Portuguesa de Bebidas Refrescantes Não Alcoólicas (PROBEB) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), e foi financiado pelo Fundo Ambiental, do Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), no âmbito do Plano de Ação para a Economia Circular.
Fonte: Greensavers
A Comissão Europeia adotou hoje medidas excecionais de apoio aos setores do vinho e da fruta e produtos hortícolas, incluindo maior apoio a seguros de colheitas e fundos mútuos e também às organizações de produtores.
De acordo com uma nota de imprensa, as medidas hoje adotadas para o setor vitivinícola incluem apoios adicionais para os instrumentos de gestão de riscos, nomeadamente seguros de colheitas e fundos mutualistas, assim como a extensão por mais um ano, até 15 de outubro de 2022, do período de vigência das medidas de flexibilidade em vigor.
No setor da fruta e produtos hortícolas, o apoio às organizações de produtores – normalmente calculado com base no valor da produção – será compensado de modo a não ser inferior a 85 % do valor correspondente ao ano anterior.
As medidas de flexibilidade do setor vitivinícola incluem, entre outras, a destilação de crise e ajuda à armazenagem, bem como o aumento para até 70% da contribuição da União Europeia para todas as medidas dos programas nacionais de apoio ao setor.
Um primeiro pacote de medidas para ajudar os agricultores a fazer face à crise provocada pela pandemia da covid-19 foi adotado em maio de 2020, tendo sido complementado por um segundo, em julho de 2020, dirigido ao setor vitivinícola, tendo o período de vigência de ambos sido ainda alargado para 2021.
“Desde as geadas de primavera às inundações, passando pelas vagas de calor, as condições meteorológicas extremas registadas este ano têm sido particularmente duras para os setores do vinho, fruta e produtos hortícolas, isto depois de um 2020 já problemático devido à crise provocada pela covid-19”, salientou o comissário europeu para a Agricultura, Janusz Wojciechowski.
Pode consultar aqui.
Fonte: Agroportal
Analisar frutas e vegetais e identificar bactérias e químicos prejudiciais em minutos é o objetivo de um novo consórcio financiado pela União Europeia. O sistema quer permitir aos trabalhadores monitorizar dezenas de amostrar de frutas e legumes, com resultados em menos de 30 minutos, relata o portal britânico New Electronics.
O sensor utiliza partículas de luz para deteção dos vestígios de bactérias ou pesticidas, sendo que não necessita de usar químicos ou corantes como marcador da presença desses vestígios.
O projeto, chamado GRACED, está atualmente a ser coordenado pela CyRIC – Cyprus research and innovation Centre. Os desenvolvedores inspiraram-se num dos seus sensores existentes que examina a água para detetar contaminação microbiológica ou contaminação química com um pequeno número de pesticidas.
A equipa considera as aplicações extremamente úteis para várias alternativas de produção de alimentos de próxima geração.
“As quintas verticais ou urbanas são como um laboratório onde tudo é conduzido em salas controladas. Controlar a qualidade da água é muito importante para o sucesso deste tipo de explorações, e se este processo for automatizado, é ainda melhor”, disse o coordenador do projeto, Alessandro Giusti.
O processo, com previsão de conclusão em 2024, vai conduzir testes na França, Itália e Hungria, cobrindo os diversos tipos de sistemas de produção agrícola.
Fonte: Agroportal
Mais de 30 empresas e associações de produtores de frutas, legumes e flores de Portugal estão até quinta-feira na Feira Internacional de Madrid, satisfeitos por poderem contactar novamente de forma presencial os seus clientes.
“Estamos extremamente satisfeitos e a celebrar o nosso regresso a esta feira de forma presencial”, disse o presidente executivo da Portugal Fresh, Gonçalo Santos Andrade, na abertura hoje, em Madrid, da feira Fruit Attraction.
A associação que promove as frutas, legumes e flores de Portugal trouxe este ano à capital espanhola 20 empresas, oito parceiros e sete associações de um subsetor que está em expansão.
O dirigente da Portugal Fresh vai mais longe e assegura que, “se houver uma estratégia forte de aposta no regadio”, o subsetor irá conseguir responder ao incremento internacional da procura e crescer a produção dos atuais 3.000 milhões para 4.000 milhões de euros daqui a 10 anos.
Presente na inauguração da feira, o secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, também se congratulou pelo aumento da qualidade das frutas, legumes e flores produzidas em Portugal, o que leva às boas perspetivas de aumento da produção e das exportações nos próximos anos.
Eurico Brilhante Dias definiu como objetivo que o subsetor consiga alcançar os 2.000 milhões de euros em exportações até 2027 (em 2020 exportou 1.683 milhões de euros).
Para que isso seja possível, a secretaria de Estado da Internacionalização está a trabalhar na divulgação de produtos como a pera rocha e a laranja do Algarve em vários mercados, nomeadamente da Ásia, que têm perspetivas de crescer muito nos próximos anos.
“É muito importante virmos a esta feira para voltarmos a estar com os clientes e conhecer novos clientes”, disse à agência Lusa Sebastião Lorena, da empresa Nogam, que produz nozes e amêndoas.
Para este responsável, é “fundamental” o contacto presencial com os clientes, depois de em 2020 a Fruit Attraction não se ter realizado devido às restrições impostas pela luta contra a pandemia de covid-19.
Presente pela primeira vez no certame, Sara Domingues, da Mó de Cima (produção de figos), está “otimista” com os resultados da feira, que já permitiram fazer “alguns contactos promissores”.
Para Sara Domingues, a feira é um lugar privilegiado para contactar potenciais novos clientes e resolve o problema de a empresa ter pouco tempo de vida e não ter ainda meios para fazer a promoção dos seus produtos à distância.
Fonte: Greensavers
As cadeias organizadas de distribuição alimentar doaram, em 2020, 18.534 toneladas, mais 16% do que no ano anterior, segundo dados da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
Ainda no ano passado, as cadeias associadas da APED evitaram o desperdício de 12.300 toneladas de produtos prestes a atingir a data de validade, através de um circuito montado para facilitar o consumo destes produtos em condições de segurança, nomeadamente a identificação dos produtos com etiqueta específica e redução do preço, anuncia Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED, citado em comunicado de imprensa.
Fonte: Hipersuper
A carne de bovino Ramo Grande, dos Açores, vai usar a Denominação de Origem Protegida (DOP) da União Europeia se nos próximos três meses não houver “qualquer oposição internacional”, refere uma publicação no Jornal Oficial comunitário.
De acordo com uma nota do gabinete de imprensa do Governo dos Açores, “acaba de ser publicado no Jornal Oficial da União Europeia o registo do nome da ‘Carne Ramo Grande’”, um pedido “relativo aos regimes de qualidade dos produtos agrícolas e dos géneros alimentícios”.
O requerimento feito por Portugal, através da Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural do Governo Regional dos Açores, “pretende atribuir a esta raça visibilidade, tornando-a numa mais-valia para o desenvolvimento económico da região”.
Os Açores possuem 241 criadores da raça bovina autóctone do Ramo Grande, totalizando 1.287 bovinos, concentrados na ilha Terceira.
Segundo o executivo açoriano, as características da carne Ramo Grande, são, “em termos de sabor, tenrura e suculência”.
De acordo com o Governo, tal é “consequência da criação dos animais em sistema de pastoreio ao longo de todo o ano, em virtude das condições edafoclimáticas [de clima e solo] dos Açores assim o permitirem, associadas ao maneio peculiar conferido pelo produtor e à docilidade própria destes animais”.
A carne do bovino Ramo Grande, em sistema de pastoreio, “tende a ter uma cor mais intensa”, sendo que “o clima bastante favorável à criação de bovinos e o solo de fácil exploração, fértil e com boas pastagens, permitiram uma boa adaptação, desenvolvimento e evolução do gado bovino”.
A sua origem remonta à descoberta e povoamento do arquipélago, tendo “adquirido ao longo dos anos as características genéticas próprias da Raça Ramo Grande”.
Os criadores da raça são considerados os “guardiães de um património genético inigualável, que, ao longo de várias gerações e em condições por vezes difíceis, insistiram em manter como legado dos seus antepassados, procurando preservar a herança”.
Estes animais “têm ainda hoje grande importância nos Açores, quer pela sua utilização no labor tradicional da terra, quer nos cortejos etnográficos e, claro, à mesa dos açorianos e de quem visita”.
Não havendo, nos próximos três meses qualquer oposição internacional, será atribuída a designação de “Carne do Ramo Grande DOP”.
Fonte: Agroportal
A União Europeia tem cerca de 180 milhões de hectares de florestas e outras zonas arborizadas, que cobrem 45% da sua superfície total. De acordo com o Eurostat, entre 1990 e 2020, a superfície florestal da UE aumentou 10,2 milhões de hectares. Ainda assim, e apesar da área florestal da UE ter aumentado nos últimos 30 anos, em geral o estado das florestas europeias está a deteriorar-se. A conclusão é de uma auditoria do Tribunal de Contas Europeu.
Sessenta por cento das florestas da UE são detidas por entidades privadas e, em 2017, o produto bruto com origem na silvicultura, incluindo as atividades madeireiras, ascendeu a mais de 55 mil milhões de euros. O relatório especial do TCE faz um balanço da estratégia florestal da UE para o período de 2014-2020, e das principais políticas da União neste domínio, e conclui que as práticas de gestão sustentável são fundamentais para manter a biodiversidade e fazer face aos efeitos das alterações climáticas nas florestas.
Outra descoberta passa pelo facto de o financiamento das zonas florestadas pelo orçamento da UE ser muito inferior ao da agricultura, apesar de a superfície coberta por floresta e a superfície para uso agrícola serem quase idênticas.
O financiamento da silvicultura representa menos de 1% do orçamento da PAC, centrando-se no apoio a medidas de conservação e à plantação e recuperação de superfícies florestais. 90% dos fundos da UE afetados à silvicultura são canalizados através do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER).
“As florestas da UE são multifuncionais, contribuindo para objetivos ambientais, económicos e sociais. A definição de limites ecológicos, por exemplo na utilização das florestas para produção de energia, é um processo em curso”, afirmou Samo Jereb, Membro do Tribunal de Contas Europeu responsável pelo relatório.
“As florestas podem funcionar como importantes sumidouros de dióxido de carbono e ajudar-nos a atenuar os efeitos das alterações climáticas, tais como incêndios florestais, tempestades, secas ou a perda de biodiversidade, mas apenas se estiverem em bom estado. É responsabilidade da Comissão Europeia e dos Estados-Membros intensificar as medidas para garantir a resiliência das florestas”.
O TCE constatou que as principais políticas da UE dão resposta às questões da biodiversidade e das alterações climáticas nas florestas da União, mas têm pouco impacto. Por exemplo, apesar de o Regulamento da UE relativo à madeira proibir a colocação de madeira e produtos de madeira extraída ilegalmente no mercado da União, a exploração madeireira ilegal continua a ser uma realidade.
A UE adotou então várias estratégias para fazer face ao fraco estado das florestas da União em termos de biodiversidade e conservação. Contudo, o TCE concluiu que a qualidade das medidas de conservação para os habitats florestais continua a ser problemática. Apesar de 85% das avaliações de habitats protegidos indicarem um estado de conservação mau ou fraco, a maioria das medidas de conservação visa manter esse estado, e não restabelecê-lo.
Em alguns projetos de florestação, o TCE observou agregados de monocultura. pelo contrário, a mistura de espécies de árvores teria aumentado a biodiversidade e a resiliência a tempestades, secas e pragas.
O TCE conclui ainda que as medidas de desenvolvimento rural tiveram pouco impacto na biodiversidade florestal e na resiliência às alterações climáticas, em parte devido às parcas despesas com a florestas (na prática, 3% de todas as despesas de desenvolvimento rural) e às insuficiências na conceção das medidas. A simples existência de um plano de gestão florestal (uma das condições para receber financiamento do FEADER) oferece poucas garantias de que o financiamento seja direcionado para atividades ambientalmente sustentáveis. Além disso, o sistema comum de acompanhamento da UE não mede os efeitos das medidas florestais na biodiversidade e nas alterações climáticas.
Fonte: ECO
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou, nas últimas semanas, uma operação de fiscalização, de norte a sul do País, tendo como principal objetivo a verificação do cumprimento dos requisitos essenciais de segurança por parte dos operadores económicos ao longo do circuito comercial dos aparelhos a gás, especialmente ao nível das placas de cozinha fixas e portáteis (fogões TREMPE ou fogareiros para usar em ar livre), de forma a garantir a proteção dos consumidores, bem como a legalidade do exercício da atividade.
Consideram-se aparelhos a gás aqueles que queimam combustíveis gasosos, utilizados, entre outros, para cozinhar, e que têm, quando aplicável, os queimadores com ventilador e os geradores de calor equipados com tais queimadores. Só podem ser colocados ou disponibilizados no mercado e em serviço, os aparelhos e equipamentos a gás que, além da especificidade própria, não comprometam, quando normalmente utilizados, a segurança das pessoas, dos animais domésticos e dos bens.
Como balanço da ação, assinala-se a fiscalização de 83 operadores económicos, tendo sido instaurados 9 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações a disponibilização no mercado e/ou a colocação em serviço de aparelhos a gás, que não cumprem os requisitos essenciais, o incumprimento dos deveres do distribuidor e a falta de tradução para língua portuguesa das informações que acompanham o equipamento.
Foram ainda apreendidos 19 aparelhos a gás, num valor aproximado de € 3.770,00.
A ASAE, enquanto órgão de polícia criminal e autoridade de fiscalização de mercado, executa diariamente operações para verificação do cumprimento da regulamentação vigente. No contexto atual, a incidência de fiscalização manter-se-á necessariamente intensificada nas matérias relacionadas com a situação inerente à pandemia de COVID-19, bem como todas as que se manifestam relevantes no âmbito da segurança alimentar e económica.
Fonte: ASAE
Hoje celebra-se o Dia Nacional da Água, uma efeméride assinalada desde 1983 em Portugal, no dia em que se inicia o ciclo hidrológico. A água é um recurso natural precioso, essencial à vida de todas as espécies e ao equilíbrio dos ecossistemas. Devemos por isso utilizá-la de forma consciente, no nosso dia a dia.
As alterações climáticas estão a ter um grande impacto nos recursos hídricos da Península Ibérica, e de acordo com a Associação Natureza Portugal (ANP/WWF) e a WWF Espanha, o cenário a longo prazo não tende a melhorar.
No relatório “Impactos das Alterações Climáticas na Península Ibérica”, desenvolvido em parceria pelas duas organizações, aponta-se que com o aumento de fenómenos como as secas, o aumento das temperaturas e a diminuição da precipitação, será cada vez mais complicado assegurar que os rios dispõem de água suficiente nos dois países.
“Da forma como estas alterações já estão a afetar a disponibilidade de água na nossa Península, temos de assumir de vez princípios de precaução, partilha e sustentabilidade, sob pena de num futuro próximo virmos a passar por situações graves de escassez e falta de água. E não é a sede que queremos partilhar com Espanha, mas sim ecossistemas saudáveis que sustentem a água de que todos precisamos”, alerta Afonso do Ó, especialista em Água da ANP|WWF.
Fonte: Greensavers
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