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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 6000 litros de vinho sem rotulagem num estabelecimento de produção e engarrafamento de produtos vitivinícolas em Santo Tirso, no distrito do Porto.

Em comunicado, a ASAE explicou que a apreensão dos 6000 litros de vinho, cujo valor ultrapassa os 5000 euros, prendeu-se com a falta de rotulagem e ausência da conta-corrente atualizada, nomeadamente no que se refere "à discrepância" entre as garrafas de vinho e o seu registo no saldo da conta-corrente.

A ASAE adiantou ainda ter suspendido o funcionamento do estabelecimento por falta de requisitos de asseio e higiene.

"A ASAE continuará a desenvolver ações de fiscalização no âmbito das suas competências em todo o território nacional em prol da sã e leal concorrência entre operadores económicos, na salvaguarda da segurança alimentar e saúde pública dos consumidores", concluiu.
 
Fonte: Jornal de Notícias

Os investigadores da Universidade de Griffith desenvolveram materiais quânticos inovadores e amigos do ambiente, capazes de impulsionar a transformação do metanol em etilenoglicol.

O etilenoglicol é um importante produto químico utilizado no fabrico de poliésteres (incluindo PET) e de agentes anticongelantes, com uma produção global de mais de 35 milhões de toneladas por ano e em forte crescimento.

Atualmente, é produzido principalmente a partir de produtos petroquímicos através de processos que consomem muita energia.

O metanol (CH3OH) pode ser produzido de forma sustentável a partir de CO2, resíduos de biomassa agrícola e resíduos de plástico através de vários métodos, como a hidrogenação, a oxidação parcial catalítica e a fermentação. Como combustível, o metanol também serve como um transportador circular de hidrogénio e um precursor de numerosos produtos químicos.

Sob a direção do Professor Qin Li, o método da equipa Griffith utiliza a fotocatálise solar para converter metanol em etilenoglicol em condições moderadas.

Este processo utiliza a luz solar para conduzir reações químicas, o que minimiza os resíduos e maximiza a utilização de energia renovável.

Embora as tentativas anteriores desta conversão tenham enfrentado desafios – como a necessidade de materiais tóxicos ou preciosos – o Professor Li e a equipa de investigação identificaram uma solução mais ecológica.

“As alterações climáticas são um dos principais desafios que a humanidade enfrenta atualmente”, afirmou o Professor Li.

“Para o enfrentar, temos de nos concentrar na produção de energia com emissões zero, no fabrico com baixas emissões e numa economia circular. O metanol destaca-se como um produto químico crucial que liga estas três estratégias”, explicou.

“O que criámos é um novo material que combina pontos quânticos de carbono com poços quânticos de seleneto de zinco”, acrescentou.

“Esta combinação aumenta significativamente a atividade fotocatalítica mais de quatro vezes maior do que usar pontos quânticos de carbono sozinhos, demonstrando a eficácia do novo material”, disse o autor principal, Dechao Chen.

A abordagem também demonstrou uma elevada fotocorrente, indicando uma transferência de carga eficiente dentro do material, crucial para conduzir as reacções químicas desejadas.

As análises confirmaram a formação de etilenoglicol, demonstrando o potencial deste novo método. É de salientar que o subproduto desta reação é o hidrogénio verde.

Esta descoberta abre novas possibilidades de utilização de materiais ecológicos na fotocatálise, abrindo caminho para uma produção química sustentável.

Como novo material quântico, tem também o potencial de conduzir a novos avanços na fotocatálise, deteção e optoelectrónica.

“A nossa investigação demonstra um passo significativo no sentido da química verde, mostrando como os materiais sustentáveis podem ser utilizados para realizar importantes transformações químicas”, afirmou o Professor Li.

“Isto poderia transformar a conversão do metanol e contribuir significativamente para a redução das emissões”, concluiu.

Fonte: Green Savers

Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, o projeto envolve investigadores da REQUIMTE e da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, tendo já um parceiro interessado na comercialização do filme muco adesivo.

Investigadores do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) desenvolveram um "método inovador" de uso oral que, feito a partir do kiwi, permite tratar os efeitos secundários provocados pela quimioterapia e radioterapia em doentes oncológicos, foi esta quarta-feira revelado.

O projeto, intitulado Kiwi4Health, pretende "trazer alívio a milhares de doentes oncológicos" e "revolucionar o tratamento" da Mucosite Oral, complicação associada aos tratamentos de quimioterapia citotóxica e radioterapia, revela o ISEP em comunicado.

Caracterizada por lesões eritematosas e ulcerativas na mucosa oral, a Mucosite Oral causa dor intensa.

Atualmente, os tratamentos são de curta duração e requerem frequentemente o uso de analgésicos, "proporcionando apenas um alívio temporário".

"Estima-se que entre 40 a 80% dos doentes submetidos a quimioterapia convencional e quase todos os que recorrem a radioterapia sofrem desta condição muitas vezes incapacitante", indica.

Investigações mais recentes apontaram para o potencial benéfico dos polifenóis presentes na fruta, especialmente no babykiwi, para o tratamento da Mucosite Oral.

Aproveitando esses avanços, os investigadores do ISEP desenvolveram "um método inovador para a criação de um filme bucal utilizando compostos bioativos extraídos dos subprodutos do cultivo de babykiwis".

Citada no comunicado, a investigadora Francisca Rodrigues, afirma que o processo envolve técnicas de extração verde, utilizando água e compostos bioativos encapsulados, resultando "num produto que pode ser facilmente aplicado na mucosa oral, proporcionando alívio prolongado e eficaz".

"Os ensaios 'in vitro' em modelos bucais, acoplados aos ensaios 'in vivo' em animais que realizamos já com o extrato, são muito promissores, indicando uma nova esperança para os pacientes que sofrem desta dolorosa condição", indica a investigadora.

O desenvolvimento deste método representa uma "abordagem positiva na prevenção e tratamento dos efeitos secundários" da quimioterapia e radioterapia, "destacando-se pela utilização de componentes naturais e sustentáveis".

"O filme bucal demonstrou ter uma rápida capacidade de dissolução e permitindo a transferência dos compostos", adianta a investigadora.

Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, o projeto envolve investigadores da REQUIMTE e da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, tendo já um parceiro interessado na comercialização do filme muco adesivo.

Fonte: Diário de Notícias

A FAO classifica como negligenciável o risco de transmissão alimentar da gripe aviária A (H5N1).

O risco de infeção pelo vírus da gripe aviária A (H5N1) a partir de alimentos permanece insignificante, especialmente quando são aplicadas práticas de segurança alimentar como a pasteurização e a cozedura adequada.   

Esta é a conclusão da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), tal como foi recentemente referido numa avaliação preliminar rápida do risco do vírus da gripe aviária A (H5N1) de origem alimentar.

Perigos e riscos não são a mesma coisa.  Um perigo é algo com potencial para causar danos. 

Em contrapartida, o risco é a probabilidade, ou hipótese, e a extensão em que podem ocorrer danos. Embora seja muito raro, o vírus da gripe aviária A (H5N1), tal como outros agentes patogénicos transmissíveis a pessoas a partir de animais, tem o potencial de deixar as pessoas doentes. Pode ser considerado um perigo. 

As únicas pessoas que contraíram a gripe aviária A (H5N1) são as que tiveram contacto próximo com animais vivos ou mortos com a doença. Assim, é o contacto com animais infectados, doentes ou - através da respiração do vírus para os pulmões ou do contacto com os olhos - que representa um risco de infeção humana, embora este risco seja baixo a moderado. As pessoas em contacto com animais infectados devem tomar precauções, como usar equipamento de proteção, para reduzir o risco de infeção.

No que diz respeito aos alimentos, o vírus da gripe aviária A (H5N1) foi detectado na carne e nos ovos de aves de capoeira infectadas há mais de 25 anos.  Mais recentemente, foram detectados fragmentos de vírus não infecciosos no leite pasteurizado e no tecido muscular de uma vaca leiteira infetada. A pasteurização e a cozedura são extremamente eficazes na destruição do vírus, reduzindo o risco de os consumidores serem expostos a vírus infecciosos.   Não foram confirmados casos de infeção por ingestão de alimentos contaminados com o vírus da gripe aviária A (H5N1). 

O consumo de leite pasteurizado e de ovos e carne totalmente cozinhados é fortemente encorajado, uma vez que estas práticas de segurança alimentar reduzem os riscos associados a outros perigos microbiológicos (por exemplo, Salmonella, Listeria) nos alimentos. Os consumidores devem sentir-se confiantes de que não irão contrair a gripe aviária A (H5N1) através dos alimentos. A FAO continua a acompanhar a ciência em torno desta questão e irá atualizar a sua avaliação, conforme necessário.

A publicação está disponível aqui.

Fonte: FAO

Vinte quilos de pescado e três artes de pesca foram apreendidas na madrugada de 16 de junho, numa ação policial dedicada à pesca furtiva, no troço internacional do rio Minho, no concelho de Monção, anunciou a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Durante a operação do comando local da Polícia Marítima de Caminha, foi detetada uma embarcação de recreio, de bandeira espanhola, com dois tripulantes a bordo, um espanhol e outro português, que se encontrava em plena atividade com recurso a três artes de pesca profissionais, denominadas de ‘tresmalhos’, esclareceu a AMN, em comunicado.

Como medida cautelar, as três artes de pesca foram apreendidas, por, segundo a AMN, constituírem “uma infração ao Acordo Internacional de Pesca entre Portugal e Espanha”, que se aplica “exclusivamente” ao troço internacional do rio Minho.

Apreendidos igualmente foram os 20 quilos de pescado que se encontravam a bordo da embarcação de recreio, os quais foram, posteriormente, entregues a uma instituição de solidariedade social, adiantou a mesma nota informativa.

A AMN acrescentou que a Polícia Marítima de Caminha elaborou um auto de notícia “posteriormente enviado à Comandância Naval del Miñho”, a autoridade espanhola sua congénere naquele território, por utilização de artes de pesca não autorizadas em embarcações de recreio, pesca em zona do troço internacional do rio Minho não autorizada, bem como condução de embarcação de recreio sem o respetivo título de navegador de recreio e falta de faróis de navegação para navegação noturna.

Fonte: 24.sapo

A ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, através da Unidade Regional do Sul – Unidade Operacional de Évora, desencadeou, na sequência de uma investigação a um circuito paralelo de embalamento e distribuição de géneros alimentícios, uma operação direcionada ao combate de práticas fraudulentas e de ilícitos contra a saúde publica, no distrito de Évora.

No âmbito desta operação que resultou no desmantelamento e suspensão total de um entreposto frigorífico ilegal, que utilizava um número oficial de controlo veterinário falsificado e usurpado, foi detetado, em flagrante delito o reembalamento e nova rotulagem de produtos de carne cuja data de validade se encontrava ultrapassada.

Após a retirada dos produtos das suas embalagens originais, eram produzidos novos rótulos com recurso a um software informático num computador para inscrição de nova data de validade e um novo lote, substituindo os rótulos pré-existentes no reembalamento dos produtos. Estas operações de manuseamento eram realizadas sem qualquer controlo veterinário nem rastreabilidade, colocando em risco a saúde pública e os direitos dos consumidores.

Foi instaurado o correspondente processo-crime pela prática dos crimes de comercialização de Géneros Alimentícios Anormais Avariados, Usurpação e Falsificação de Documentos e procedeu-se à detenção, em flagrante delito, de um indivíduo suspeito da prática dos atos ilícitos.

Foi ainda instaurado um processo de contraordenação por colocação no mercado de produtos de origem animal por estabelecimento não registado ou aprovado.

Como balanço da ação, foram apreendidas cerca de 20 toneladas de produtos cárneos que, após realização de Perícia por Médico Veterinário Oficial, resultou na identificação de 9 toneladas impróprias para consumo que, atendendo ao seu estado de degradação, foram encaminhadas para destruição e ao encaminhamento das restantes para entreposto frigorífico licenciado.

Foram ainda apreendidos vários equipamentos informáticos - um sistema industrial de embalamento, constituído por computador, máquina de vácuo e de impressão de rótulos, centenas de rótulos adulterados e ainda produtos utilizados para o reembalamento - 12 kg de conservantes e 10 litros de estabilizador da cor da carne.

O valor global das apreensões ascendeu a 85 000 Euros.

Fonte: ASAE

Transporte de animais durante o Verão

  • Friday, 14 June 2024 10:58

Atendendo às ondas de calor que se têm verificado nos últimos anos, tem aumentado a preocupação relativa ao bem-estar dos animais no transporte, havendo necessidade de se reduzir o impacto negativo de temperaturas elevadas.
Assim, se transportar animais, em viagens de longa duração, nos dias com temperaturas mais elevadas, tenha atenção às seguintes medidas para garantir o bem-estar dos animais e o cumprimento do Regulamento (CE) 1/2005, de 22/12/2004:

Para todos os transportes:

  • Estabelecer um plano de contingência que tenha em conta a atuação face ao transporte de animais em períodos de maior calor;
  • Planificar os transportes de animais em função das condições climatéricas favoráveis ao bem-estar dos animais (consultar as mesmas, por exemplo em http://www.meteoalarm.eu/);
  • Realizar o transporte de animais durante os períodos do dia de menor calor;
  • Reduzir a densidade animal legalmente prevista durante o transporte, em pelo menos 10%;
  • No caso dos ovinos, transportar preferencialmente animais tosquiados;
  • Aumentar a vigilância e assistência aos animais durante o transporte.

Nos transportes de longa duração:

  • Verificar antes e durante a viagem o correto funcionamento dos ventiladores e dos respetivos sensores e alarmes;
  • Verificar antes e durante a viagem o funcionamento dos bebedouros e a existência de água. Caso necessário durante as paragens, fornecer água adicional aos animais, utilizando bebedouros manuais. Ajustar a densidade de carga no transporte, por forma a que todos os animais tenham acesso aos bebedouros
    • Os suínos devem ter acesso permanente à água durante toda a viagem, sendo aconselhável uma quantidade de paragens que permitam verificar que o sistema está operacional;
    • Os restantes animais devem ter um acesso frequente à água de bebida;
  • Cumprir rigorosamente o limite de temperaturas durante o transporte: 0- 30º C, com uma tolerância de +/- 5º C;
  • Incluir no plano de contingência as ações a adotar em situações de muito calor;
  • Verificar as restrições impostas pelos países de destino, bem como pelos países de passagem, relativamente a esta matéria.

Finalmente e caso não seja possível reunir as condições adequadas para assegurar o bem-estar animal durante o transporte (de acordo com o Regulamento (CE) 1/2005) deve ser adiada a realização do transporte para outro dia/hora mais favoráveis.

Fonte: DGAV

O sistema de avaliação de perfis nutricionais coloca, por exemplo, o azeite virgem e virgem extra em pior classificação face a alguns refrigerantes de produção artificial".

Governo publicou esta terça-feira uma nova portaria sobre a rotulagem simplificada de alimentos que anula o despacho vigente, por considerar que este diploma é ilegal e avalia incorretamente os perfis nutricionais.

Em causa, segundo um comunicado do Ministério da Agricultura e Pescas, "está a utilização da escala Nutri-Score, um sistema de avaliação de perfis nutricionais que pode ser utilizado nas embalagens dos alimentos e coloca, por exemplo, o azeite virgem e virgem extra em pior classificação face a alguns refrigerantes de produção artificial".

A nova portaria, que entra em vigor na quarta-feira, menciona que "a adoção de qualquer sistema de rotulagem nutricional simplificado", sendo opcional e de utilização voluntária pelos operadores económicos, "deve ter presente modelos adequados aos produtos alimentares portugueses", atribuindo à Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) competência na matéria.

O comunicado, enviado após um pedido de esclarecimento da Lusa sobre a portaria, refere que o despacho vigente, "além de ilegal, é contrário às posições assumidas por Portugal, que sempre defendeu a harmonização através de um sistema a nível europeu".

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pescas, o despacho em questão "foi tomado" com o Governo em gestão (Governo demissionário liderado pelo socialista António Costa) "sem conhecimento" da DGAV, a entidade "que promove e elabora a regulamentação nacional na área alimentar", nomeadamente sobre "rotulagem dos géneros alimentícios".

A nota acrescenta que a DGAV, após um estudo que testou em alimentos o algoritmo no qual se baseia o sistema de rotulagem simplificada 'Nutri-Score', "expressou reservas", uma vez que "os resultados não eram consistentes com as recomendações dietéticas".

A portaria assinala que este sistema "conduz a classificações confusas e sem considerar o modelo dos produtos alimentares portugueses".

O logótipo nutricional 'Nutri-Score', uma pequena imagem com segmentos coloridos exibida nas embalagens, baseia-se numa escala de A a E e de verde a vermelho, que pretende mostrar se o alimento que se vai comprar é mais ou menos saudável, mostrando o verde que o produto é saudável e o encarnado que é pouco saudável.

Portugal adotou no início de abril o sistema do "semáforo nutricional" como medida de promoção da alimentação saudável apoiada pela Ordem dos Nutricionistas e pela Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.

Justificando o despacho, a ex-secretária de Estado da Promoção da Saúde Margarida Fernandes Tavares alegava que o rótulo de cores 'Nutri-Score' apresentava "adequada robustez científica".

O diploma remetia para a Direção-Geral da Saúde o desenvolvimento do processo de adoção deste sistema, definindo nomeadamente a tramitação processual a cumprir pelos operadores económicos na adesão ao sistema e um sistema de apoio processual a essa adesão dos operadores.

O despacho, datado de 22 de março, entrou em vigor em 5 de abril, três dias depois da posse do novo Governo da Aliança Democrática, liderado pelo social-democrata Luís Montenegro.

Fonte: SIC Notícias

A DGAV publicou o Esclarecimento Técnico n.º 7/DGAV/2024 de 3 de junho de 2024, referente à “Utilização de insetos vivos em alimentação animal”, com o objetivo de esclarecer os operadores das empresas do sector dos alimentos para animais sobre o enquadramento legal para a utilização de insetos vivos em alimentação animal.

Aceda aqui ao Esclarecimento Técnico n.º7/DGAV/2024.

Fonte: DGAV

 
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