Novo manual, que constitui uma ferramenta fundamental para que o viveirista de material de videira possa gerir todo o processo de produção de plantas de acordo com os atuais requisitos legais decorrentes da legislação fitossanitária e de materiais de propagação em vigor. Trata-se de um documento elaborado em parceria com as DRAP e a VITICERT.
A apresentação do Manual aos operadores económicos tem vindo a ser realizada em três sessões na região de Lisboa e Vale do Tejo, Centro e Norte, região esta onde decorrerá a última sessão já no dia 26 de novembro.
O Manual encontra-se disponível nesta ligação.
Fonte: DGAV
Os dados mostram que as pessoas não estão a comer as quantidades recomendadas de alimentos saudáveis. Quase 150 milhões de crianças têm atrasos de crescimento. 40% da população sofre de obesidade.
Quase metade da população mundial sofre de má nutrição, com consequências nocivas para a saúde, mas também para o planeta, revela um relatório divulgado esta terça-feira.
De acordo com o “Relatório de Nutrição Global” (GNR, sigla em inglês), cujos dados provêm de organizações como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Mundial da Saúde (OMS) ou a Organização das Nações Unidas (ONU), 48% dos humanos comem muito ou muito pouco.
Ao ritmo atual, o mundo não alcançará oito das nove metas de nutrição estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde para 2025, refere o documento.
Trata-se, designadamente, de reduzir o emagrecimento das crianças (quando são magras demais para a sua altura) e os atrasos de crescimento (muito pequenas para a idade), bem como a obesidade adulta, acrescenta.
O relatório estima que quase 150 milhões de crianças com menos de cinco anos sofrem de atrasos de crescimento, mais de 45 milhões são magras demais e quase 40 milhões estão acima do peso.
Também revela que mais de 40% dos homens e mulheres (2,2 mil milhões de pessoas) estão com sobrepeso ou são obesos.
“As mortes evitáveis, devido a dietas pouco saudáveis, aumentaram 15% desde 2010” para agora representar “um quarto de todas as mortes de adultos”, disse à Agência France-Presse (AFP) a presidente do grupo de especialistas independentes do GNR, Renata Micha.
"Os resultados globais mostram que as nossas dietas não melhoraram nos últimos dez anos e agora são uma grande ameaça à saúde das pessoas e ao planeta”, acrescentou.
De acordo com o relatório, as pessoas não estão a consumir as quantidades recomendadas de alimentos que promovem a saúde, como frutas e vegetais.
Os países mais pobres são os que apresentam o menor consumo destes alimentos.
Os mais ricos, por seu lado, consomem a maioria dos alimentos com efeitos prejudiciais à saúde, como carne vermelha, laticínios e bebidas açucaradas, e têm as taxas mais altas de pessoas com sobrepeso.
O Global Nutrition Report também calculou que a procura global de alimentos gerou cerca de 35% das emissões de gases de efeito estufa em 2018.
“Alimentos de origem animal geralmente têm uma pegada ambiental maior por produto do que alimentos de origem vegetal”, segundo o relatório.
Além de interromper os sistemas de alimentação e saúde, a pandemia de Covid-19 empurrou mais 155 milhões de pessoas para a pobreza extrema, acrescenta.
Fonte: Observador
O acordo sobre as frotas portuguesa e espanhola, aprovado pelo Conselho de Ministros, este mês, permite 45 navios de cada um dos dois países nas águas continentais, refere um diploma publicado esta segunda-feira.
Segundo um diploma publicado em Diário da República, as águas continentais “são as compreendidas entre as 12 e as 200 milhas da costa de Portugal e Espanha no Oceano Atlântico em torno da Península Ibérica”.
Nesta zona, as possibilidades de pesca para os navios de cada país nas águas sob a jurisdição do outro incluem 45 navios, 30 dos quais de arrasto e 15 de cerco, enquanto para as artes fixas não está prevista a autorização para qualquer embarcação.
Em 4 de novembro, o Conselho de Ministros aprovou um acordo sobre a atividade das frotas portuguesa e espanhola para criar condições de “acesso recíproco” às águas dos dois países.
Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, divulgado na altura, com este acordo procura-se dar “acesso recíproco” das frotas de cada um destes países às águas do outro “relativamente às atividades transfronteiriças em torno das desembocaduras dos rios Minho e Guadiana e às águas submetidas à soberania ou jurisdição portuguesa e espanhola do oceano Atlântico, em torno da Península Ibérica”.
O diploma divulgado esta segunda-feira define ainda que o acordo fronteiriço do rio Minho é aplicado dentro das 12 milhas, estendendo-se até às seis para norte e sul da fronteira deste rio, com exceção para os navios de cerco, “para os quais se mantém a zona de pesca de 10 milhas para Norte e Sul da dita fronteira”.
No âmbito deste acordo, não são definidos limites às possibilidades de pesca no que se refere às gamelas (embarcações com motor fora de borda), prevendo-se 26 navios no caso das artesanais e 18 para o cerco.
Por sua vez, o acordo fronteiriço do rio Guadiana é aplicado dentro das 12 milhas estendendo-se às 15 a Este e Oeste da fronteira do rio Guadiana, ou seja, até ao meridiano de Torre de Aires, em Portugal, e até ao meridiano de Punta del Gato, em Espanha.
No caso da pesca artesanal, o limite é de sete milhas para cada lado da fronteira, meridianos de Redondela, em Espanha, e Cacela Velha, em Portugal.
Assim, as possibilidades de pesca nestas zonas, no caso de Espanha, preveem 25 licenças para arrasto de bivalves, sete para o cerco, duas para tresmalho artesanal e 10 para a conquilha artesanal (arrasto de cintura).
Para Portugal, estão previstas oito licenças para o cerco, 11 para tresmalho, seis para emalhar, sete para alcatruzes, 10 para tresmalho/emalhar artesanal e duas para anzol artesanal.
De acordo com o decreto, é criada uma comissão mista de acompanhamento da aplicação do acordo, que reúne anualmente.
“As autoridades portuguesas e espanholas asseguram, no que se refere às respetivas frotas, a supervisão da atividade e a colaboração para assegurar o fornecimento de qualquer informação solicitada sobre a atividade realizada em águas mútuas, nomeadamente no que diz respeito às capturas efetuadas e acompanhamento da utilização das quotas das embarcações”, lê-se no documento.
As autoridades portuguesas e espanholas devem colaborar na realização de ações conjuntas de fiscalização para “assegurar o cumprimento das normas legais vigentes” no âmbito deste acordo.
Os navios com licença podem usar os portos espanhóis e portugueses para desembarcar as suas capturas, independentemente, do local onde será feita a primeira venda, “aplicando-se aos navios em cada caso as taxas correspondentes às atividades realizadas”.
A entrada e saída das águas no país de destino devem ser notificadas nos dispositivos VMS e ERS, quando os navios estejam obrigados a isso pela legislação.
O acordo entra em vigor no dia seguinte à data de receção por via diplomática, “da última notificação por escrito entre as partes na qual confirmam mutuamente o cumprimento dos seus requisitos legais internos necessários para a sua entrada em vigor”.
Este acordo fica em vigor por cinco anos e é renovado, automaticamente, por um período adicional de dois anos ou até à entrada em vigor de “um acordo com o mesmo objeto que se revogue expressamente”.
Pode consultar o diploma na sua página Qualfood.
Fonte: Observador
As projeções de subida da temperatura média global elaboradas pela Organização das Nações Unidas (ONU), a partir dos compromissos e das políticas de redução dos gases com efeito de estufa, são mais incertas do que se admite.
O alerta consta de um estudo publicado na revista Nature Climate Change, divulgada na segunda-feira.
Segundo as estimativas mais recentes da ONU, apesar dos novos compromissos para 2030 anunciados antes e durante a recente Conferência das Partes da Convenção-Quadro da ONU para as Alterações Climáticas, a COP26, o planeta dirige-se para um aumento “catastrófico” de 2,7 graus centígrados (ºC) até ao final do século, longe dos objetivos do Acordo de Paris, de limitar bem abaixo de 2ºC, se possível 1,5ºC, em relação à era pré-industrial.
Por causa da “precisão enganadora” dos anúncios feitos durante a COP26 em Glasgow, “os países podem ser levados a acreditar que estão a fazer progressos, quando se pode estar a passar o contrário”, comentou a autoria principal do estudo, Ida Sognnaes, do centro de investigação CICERO, em Oslo.
A maior parte das projeções climáticas baseiam-se em modelos que partem da temperatura final desejada em 2100 – um aumento de 1,5ºC ou 2ºC, por exemplo – e procuram determinar a forma de aí chegar, ajustando variáveis como a utilização do carvão ou o desenvolvimento das renováveis
Ao contrário, este estudo “é uma previsão”, reforçou Glen Peters, outro cientista do CICERO. “Nós modelizamos onde as políticas existentes nos conduzem e vemos para onde vamos”, insistiu.
Sete grupos de modelização climática usaram este método para avaliar os compromissos assumidos para 2030 pelos cerca de 200 países signatários do Acordo de Paris.
Os resultados foram aumentos estimados entre 2,2ºC e 2,9ºC.
Mesmo que estes números não estejam muito afastados dos da ONU, os investigadores salientam a sua falta de certeza.
“Se olharmos para a parte inferior do intervalo, isso pode levar a pensar que estamos verdadeiramente próximos dos objetivos do Acordo de Paris (…). Mas também é provável que o aquecimento seja em torno dos 3ºC, o que implicaria políticas bem mais fortes”, declarou Glen Peters, à AFP.
Fonte: Greensavers
A Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, presidiu, dia 19 de novembro, à abertura da IV Sessão Pública da Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica, na Escola Superior Agrária, em Ponte de Lima onde foi feita a apresentação do Portal do Observatório Nacional de Produção Biológica.
O Observatório Nacional da Produção Biológica, tem por missão a recolha, tratamento e divulgação de informação sobre a produção, transformação, comercialização de produtos biológicos, incluindo sobre o seu consumo e sobre os vários mercados existentes. Toda a informação relativa ao observatório é de acesso livre através do seu Portal.
Compete ao observatório Nacional da Produção biológica, nos termos do Despacho n.º 8765/2021, de 3 setembro, entre as várias atribuições, monitorizar o cumprimento dos objetivos estabelecidos pela ENAB e pelo Plano de Ação e avaliar o seu impacto.
Aceda ao Portal do Observatório Nacional da produção Biológica aqui.
Fonte: Agroportal
Embora os países mais populosos, como a Alemanha e França, ganhem um lugar de destaque na lista dos grandes produtores, há exceções a assinalar, como a Irlanda e os Países Baixos, que se destacam na produção de manteiga e de queijo, respetivamente.
As quintas da União Europeia produziram 160,1 milhões de toneladas de leite em 2020, 1,1% acima dos níveis de 2019, apontam os dados divulgados esta quinta-feira pelo gabinete de estatística europeu, o Eurostat.
Do total, 149,9 milhões de toneladas foram usadas para produzir uma larga variedade de laticínios. O maior número de toneladas dizem respeito ao soro, um derivado do queijo: contou 55 milhões.
Além disto, foram produzidas 1,6 milhões de toneladas de pó de leite desnatado, 2,3 milhões de toneladas de manteiga, 7,7 milhões de toneladas de produtos acidificados como os iogurtes, 10,3 milhões dde toneladas de queijo e 24 milhões de toneladas de leite pronto a beber.
Todos os produtos referidos excederam a respetiva produção relativa a 2019. Produziu-se 3% mais queijo, 2,6% mais de leite para beber e mais 1,7% de manteiga que no ano anterior.
A Alemanha foi a principal origem dos laticínios mais vendidos na Europa. É responsável pela produção de 19,3% do leite para beber, de 21% da manteiga, 22,9% do queijo e 23,7% dos produtos de leite acidificado, como iogurtes.
Embora os países mais populosos, como a Alemanha e França, ganhem um lugar de destaque na lista dos grandes produtores, há exceções a assinalar. A Irlanda é responsável pela terceira maior fatia de produção de manteiga na Europa e os Países Baixos ocupam o quarto lugar na produção de queijo.
Fonte: Agroportal
A tecnologia utiliza uma combinação de dados geoespaciais, como o Google Earth, com software de processamento de dados. Esta ferramenta pode ajudar os países a cumprirem ps compromissos da COP26 para conter a perda florestal e a desflorestação.
A Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas, FAO, apresentou uma ferramenta para produção de dados sobre florestas e utilização de terras.
Fazendo parte da segunda fase do projeto Sistema de Acesso a Dados de Observação da Terra, as análises produzidas podem apoiar diretamente os esforços para a geração de dados geoespaciais precisos, essenciais para reduzir a desflorestação e a degradação florestal.
Esta ferramenta permite que os setores antecipem os impactos das alterações climáticas, evitem a perda de biodiversidade e protejam as florestas.
O lançamento ocorreu durante uma conferência anual organizada pelo Google, voltada para organizações sem fins lucrativos, cientistas e agências governamentais.
A diretora da Divisão Florestal da FAO, Mette Wilkie, lembrou que durante a COP26 mais de 140 países, representando cerca de 90% das florestas do mundo, comprometeram-se a trabalhar juntos para deter e reverter a perda florestal e a degradação da terra até 2030.
Segundo Wilkie, informações transparentes e precisas sobre a situação e as tendências das florestas e da utilização da terra dos países serão fundamentais para alcançar esta declaração ambiciosa.
Foram doados cerca de 15 milhões de dólares para o projeto, com uma contribuição inicial da Iniciativa Internacional para o Clima e as Florestas da Noruega, de 10 milhões.
O ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Espen Barth Eide, afirmou que o projeto ajudará os países com florestas tropicais a aproveitar ao máximo a melhoria constante do acesso aos dados de satélite.
Assim, estas nações serão capazes de implementar políticas ambiciosas de uso sustentável da terra para proteger as florestas.
Fonte: Greensavers
No âmbito das celebrações da Semana Mundial para a Sensibilização das Resistências aos Antimicrobianos (18 – 24 novembro), a DGAV elaborou um Manual de Boas Práticas relativo à utilização de antimicrobianos em animais produtores de géneros alimentícios.
O presente manual baseado num documento da EPRUMA “European Platform for the responsable use of medicines in animals,”, destina-se aos produtores pecuários e tem como objetivo apresentar uma abordagem holística, bem como algumas regras mais específicas, para implementar o conceito de uso responsável de antimicrobianos em produção pecuária, na perspetiva da otimização da saúde e do bem-estar animal a nível setorial e a nível individual da exploração pecuária.
Fonte: DGAV
A DGAV publicou 2 esclarecimentos técnicos dirigidos aos operadores das empresas do sector dos alimentos para animais:
- o Esclarecimento técnico n.º 03/DGAV/2021 sobre a Utilização de ácidos orgânicos e seus sais em água de bebida para animais;
- e o Esclarecimento técnico n.º 04/DGAV/2021, sobre Enquadramento legal de cânhamo (Cannabis sativa L.) e produtos à base de cânhamo em alimentos para animais.
Fonte: DGAV
O presidente do Conselho Mundial da Água, Loic Fauchon, questiona o excesso de agricultura intensiva na Península Ibérica, e diz sobre a gestão da água que “todos somos responsáveis porque todos somos consumidores”.
Em entrevista à Agência Lusa, Loic Fauchon admite que há uma preocupação em relação à falta de água no sul da Península Ibérica, onde os dirigentes há muito estão a tomar medidas, mas avisa: “Também devemos questionar o uso excessivo da produção agrícola intensiva, consumindo massas de água que se vão esgotando gradualmente”.
E na questão da falta de água é preciso cuidado em apontar responsáveis, já que na verdade “somos todos responsáveis, porque se a maioria não é produtora de água, somos todos consumidores”, disse Loic Fauchon, presidente do Conselho Mundial da Água desde 2018 e antigo presidente da Companhia de Abastecimento de Água de Marselha.
“E é isso que importa para que o planeta permaneça habitável – cabe aos humanos mudar. Não o oposto”, acrescenta.
Loic Fauchon lembra que o clima sempre mudou, que há agora uma aceleração provocada pela ação humana, com maior pressão demográfica, com mais produção de alimentos e elevação dos padrões de vida, que emitem mais gases com efeito de estufa e consomem mais água doce. Mas avisa: O clima não deve ser o bode expiatório dos erros de comportamento humano.
Ainda assim, com ou sem culpas do clima, o presidente do Conselho Mundial da Água afirma-se preocupado com a falta de água em regiões do mundo como o Corno de África (Somália, Etiópia, Quénia), Médio Oriente e zona envolvente, bem como o Magrebe. Mas refere Marrocos para dizer que o país segue há mais de 20 anos uma política de reservatórios que hoje permite fazer face ao crescimento demográfico.
E o que é preciso fazer para combater a escassez de água? Loic Fauchon é taxativo: “produzir mais e consumir menos e todos os dias afirmar que o direito à água, coletivo e individual, é um direito acessível a todos”.
O responsável não tem também dúvidas de que a água, como o ar, são bens comuns da humanidade.
“A decisão de garantir água, de compartilhá-la, cabe às autoridades de políticas públicas. Privatizar a água seria vender os recursos hídricos ao setor privado. Tem havido raras tentativas, principalmente na Inglaterra e no Chile, e as populações, com razão, não as aceitaram”, diz, sublinhando que um Estado, ou município, pode contratar uma empresa privada para administrar uma estação de tratamento, ou construir novas redes de água. Mas as “decisões e os preços” têm de ficar “totalmente sob a autoridade pública”.
Loic Fauchon é um dos participantes no ENEG, que é organizado a cada dois anos pela Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) e que é considerado o maior evento do setor a nível nacional.
De terça a quinta-feira, em Vilamoura, o ENEG 2021 tem este ano como tema “Dificuldades na Gestão da Água e a Emergência Climática: mudanças necessárias”, sendo a sessão de abertura presidida pelo ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes.
De acordo com um comunicado da organização serão feitas 218 comunicações (o maior número alguma vez registado num ENEG), distribuídas por 12 temas.
Serão debatidas questões como, além das alterações climáticas, a economia circular, a transição digital e cibersegurança, a inovação, o abastecimento de água, as águas residuais e pluviais, ou a legislação e regulação do setor.
E serão também debatidas as perdas de água, o valor da água enquanto serviço público essencial, ou uma visão do setor para 2050, além de serem atribuídos vários prémios, um deles para melhor projeto de adaptação às alterações climáticas, e outro para a melhor comunicação do valor da água.
Inês dos Santos Costa, secretária de Estado do Ambiente, preside à sessão de encerramento. Mas no ENEG estarão também nomes representando as principais entidades do setor, professores e investigadores.
Fonte: Greensavers
Subscreva a Base de dados Qualfood Negócios!