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O Parlamento Europeu (PE) aprovou esta terça-feira uma diretiva que visa fornecer melhor qualidade de água da torneira, ao reduzir o limiar de substâncias contaminantes, e aumentar o acesso gratuito a água potável na UE.

Na diretiva aprovada, prevê-se que os Estados-membros reduzam a quantidade de certas substâncias, como o chumbo, presentes na água da torneira, e que a Comissão Europeia, até ao início de 2022, apresente uma lista de substâncias nocivas para a saúde — e que vão de microplásticos a fármacos — que não podem entrar em contacto com a água potável.

Frisando que, caso se reduza o consumo de água engarrafada na UE, os cidadãos europeus podem poupar mais de 600 milhões de euros anualmente, o Parlamento prevê também que os Estados-membros disponibilizem gratuitamente água em edifícios públicos e encorajem os serviços de restauração a “fornecer água aos consumidores gratuitamente ou a baixo preço”.

"Os Estados-Membros devem também tomar medidas para melhorar o acesso à água por parte dos grupos vulneráveis, tais como refugiados, comunidades nómadas, pessoas sem-abrigo e culturas minoritárias, nomeadamente os ciganos”.

É ainda realçado que os países da UE não poderão “em circunstância alguma” permitir que a atual qualidade da água se deteriore no espaço europeu.

O relator do PE da diretiva aprovada, Christian Hansen, em debate antes da aprovação da legislação, referiu que esta era necessária para que “a população conhecesse a qualidade da água potável e da torneira”.

"Os nossos cidadãos devem saber que, ao beberem água da torneira, têm a mesma qualidade que se beberem água engarrafa, enquanto que a água engarrafada consome mil vezes mais energia para ser transportada e fabricada do que a água da torneira. A isto acrescentam-se todos os detritos de plástico derivados das embalagens de plástico”.

A diretiva é a primeira iniciativa de cidadania europeia a ser adotada pela UE e a tornar-se legislação.

A iniciativa em questão, Right2Water (Direito à Água), tinha sido lançada em 2013 e sido assinada por mais de 1,8 milhões cidadãos europeus nesse ano.

Na altura, os signatários pediam um acesso justo e universal à água potável para todos na UE.

Fonte: Observador

O pão poderá ficar mais caro em 2021, refletindo o aumento do custo da matéria-prima e a subida do salário mínimo, perspetivou a indústria da panificação, ressalvando que o peso e preço deste produto são livres.

“Olhando para a situação económica e financeira do país, na medida que se fala no aumento do salário mínimo nacional para 2021 e no aumento gradual do preço das matérias-primas, podemos perspetivar que isso será refletido no preço do pão”, adiantou a Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares (ACIP), em resposta à Lusa.

No entanto, a ACIP ressalvou que cabe a cada empresa tomar esta decisão, tendo em conta que “o preço e o peso do pão são livres”, acrescentando que a pandemia forçou as empresas do setor a otimizar os seus processos para terem produções mais eficientes e com menos desperdício.

A associação considerou ainda que o setor tem demonstrado resiliência face a pandemia, apresentando “baixas taxas de despedimento e de recurso ao ‘lay-off’, ressalvando que a crise económica vai levar à “queda de receitas e rentabilidade”, ao agravamento da concorrência, bem como a uma maior “sensibilidade dos clientes aos preços e uma forte queda na procura” por parte da hotelaria.

Para a época do Natal, a associação espera uma quebra da faturação em linha com o que se tem vindo a verificar nos últimos meses.Perante este cenário, padarias e pastelarias começaram a diversificar oferta, apresentando “bolos e sobremesas de tamanho mais reduzido” para ceias com menos pessoas.

Fonte: Observador

O Portugal Sou Eu lançou, este fim de semana, a campanha de Natal, que se prolonga até 30 de dezembro, para sensibilizar os consumidores para a escolha de produtos e serviços que geram valor acrescentado em Portugal, confrontando-os com uma tomada de consciência necessária perante a atual conjuntura.

Em termos criativos, a campanha, que tem como foco alguns dos produtos mais representativos do programa Portugal Sou Eu, explica a necessidade de mudar de atitude, pois não sendo este um ano normal, é ainda mais premente ajudar as empresas portuguesas.

Um peixe, uma garrafa de azeite, um sapato ou uma peça de roupa são o que são, mas o objetivo visual desta campanha é colocá-los numa posição de destaque para os contemplarmos de uma forma mais sofisticada e complexa. Esta disrupção visual é causada pela estranheza de ver dois elementos à partida incompatíveis – o produto e as luzes de Natal – criando uma imagem inusitada e nunca vista.

“Este Natal proteja Portugal”

Para reforçar o conceito, a campanha, desenvolvida pela agência de publicidade Nomore e presente na televisão, rádio, plataformas digitais e nas Redes Sociais, tem a assinatura: “Este Natal proteja Portugal”. O call to ation é claro e espera-se estimular a consciência de que juntos, os portugueses, faremos o país progredir “este Natal vamos dar uma nova luz aos produtos portugueses”.

Para o Portugal Sou Eu, num momento em que Portugal atravessa um dos seus maiores desafios, a campanha pretende apoiar o relançamento da economia e combater o desemprego, desafiando os consumidores a colaborarem na reconstrução do país, através da compra de produtos com o selo do programa.

Consumo nacional

Este ano, o Portugal Sou Eu já promoveu (entre 17 de novembro e 15 de dezembro) uma ação com o apoio dos seus Embaixadores (Cláudia Vieira, Cristina Ferreira, Cuca Roseta, Fátima Lopes, Henrique Sá Pessoa, Luís Onofre e Nelson Évora), que través das Redes Sociais sensibilizaram para a necessidade de valorizar e dinamizar a oferta nacional.

Durante este verão (entre junho e julho), o Portugal Sou Eu também desenvolveu uma campanha de sensibilização que envolveu 16 dos seus embaixadores. Com a assinatura “O que nos une? Ser Português é o que nos une. E este selo é a nossa garantia. Escolha Portugal”, a ação também teve como objetivo promover a compra de produtos com o selo Portugal Sou Eu.

Fonte: Grande Consumo

A Associação de Produtores de Vinhos contesta a proibição de venda de bebidas alcoólicas depois das 20h, medida em vigor nas cadeias de retalho alimentar desde setembro.

Segundo comunicado de imprensa da entidade, a medida está a causar “um enorme prejuízo ao sector vitivinícola, uma fileira que impulsiona a economia nacional e contribui para a manutenção das comunidades rurais e ordenamento do território, para além de levar bem longe o nome de Portugal”.

Referindo-se aos pequenos produtores, a associação adianta que os estes estão “sem chão desde março”, por dependerem das vendas para restaurantes e garrafeiras especializadas.

“Os produtores médios e grandes, que também vendem para a distribuição moderna, tinham conseguido, até setembro, equilibrar a faturação com os supermercados e hipermercados, embora sacrificando substancialmente as suas margens”, adianta a associação, embora saliente que “a proibição de venda de bebidas alcoólicas após as 20h constituiu uma machadada brutal na sua atividade”.

Por outro lado, a entidade refere que, embora haja uma aposta na exportação, as empresas dependem, em larga medida, do mercado nacional. “As quebras causadas pela proibição de venda de bebidas alcoólicas após as 20h vieram afetar dramaticamente as suas tesourarias e a capacidade de honrarem os seus compromissos com os trabalhadores, o Estado e os fornecedores”, conclui.

Fonte: Hipersuper

Os detritos de lixo são uma das grandes ameaças à fauna marinha. Os animais tanto ingerem os resíduos, confundindo-os com alimento, tal como ficam presos em objetos maiores.

Um estudo da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO) vem agora afirmar que os principais resíduos que levam à morta de inúmeros animais marinhos são, os sacos e as embalagens de plástico, o material de pesca – como é o caso das redes, e os balões e luvas de latex. Estes provocaram a morte de 81 espécies diferentes, entre elas golfinhos, aves marinhas, focas, baleias e tartarugas.

Embora os microplásticos sejam igualmente uma ameaça, e das mais difíceis de combater devido à sua proporção, “raramente estavam implicados na mortalidade”, explicam.

“O plástico flexível é responsável pela maior quantidade de mortes por detritos, principalmente devido a obstruções gástricas”, revelam no documento. A ingestão de detritos ocorreu em mais de 1400 espécies, onde se destacam as aves marinhas, com 203 espécies afetadas, e as tartarugas marinhas, com todas as 7 espécies.

A equipa aponta que para combater este problema, é necessária uma combinação entre políticas, ações de consciencialização e atividades sociais.

Fonte: Greensavers

As medidas de restrição impostas ao comércio devido à pandemia estão a provocar "danos nefastos" ao setor e à produção nacional, alertou esta quarta-feira a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), apelando ao Governo para as retirar.

"As sucessivas medidas de restrição impostas ao retalho estão a provocar danos nefastos ao setor e à produção nacional, com prejuízos avaliados em dezenas de milhões de euros e impacto considerável na estabilidade de mais de cem mil postos de trabalho, quer do retalho alimentar quer do retalho especializado", adverte a associação em comunicado.

Perante esta situação, a APED apela ao Governo para que "retire medidas sem qualquer efeito prático na defesa da saúde pública, em concreto a redução dos horários de funcionamento ao fim de semana, o rácio de número de pessoas permitida em loja e proibição da venda de álcool a partir das 20h00".

Para o diretor da APED, Gonçalo Lobo Xavier, "está em causa não só a sustentabilidade do Retalho como de um conjunto de setores da produção nacional, que estão a ser severamente condicionados no escoamento dos seus produtos".

"A produção nacional está a ser duplamente penalizada: pelos efeitos decorrentes da pandemia, mas sobretudo pela tomada de decisões do Governo que se têm revelado inconsequentes em termos de contributo para a saúde pública, principalmente no que diz respeito aos horários do comércio", sublinha.

A restrição dos horários de funcionamento dos espaços comerciais do Retalho Alimentar e Retalho Não Alimentar é uma das medidas que a APED aponta como "equívocas e que apenas têm causado constrangimentos aos consumidores e às empresas" e que "prejudicam gravemente a época de Natal".

No caso dos fins de semana, afirma, "apenas tem levado a maior aglomeração de pessoas, a uma corrida aos espaços comerciais, levando à existência de filas de mais de uma hora para entrar".

"Se se queria evitar ajuntamentos, esta foi uma medida de sinal contrário que poderia ser evitada com horários mais extensos e com o aumento do número de pessoas em loja, mantendo a segurança", defende o responsável.

A manutenção do rácio de pessoas em loja "mais restritivo da Europa", com um limite de cinco pessoas por 100 metros quadrados, também "agrava a realidade vivida nos espaços comerciais", que têm "todas as condições para receber mais pessoas com total segurança", defende.

A proibição da venda de álcool a partir das 20h00 é "mais uma medida sem paralelo na Europa" e que "a realidade demonstra que não tem qualquer ligação com a transmissão da pandemia" e com um "enorme prejuízo para o sector do vinho e das bebidas espirituosas que já estimam perdas acima dos 16 milhões de euros só com esta medida".

"Se no verão ainda se compreendia o racional - evitar os ajuntamentos se estavam a registar em espaços públicos -, a manutenção desta medida ao longo de todos estes meses, sem um enquadramento, sem um racional que a sustente, apenas está a levar ao agravamento dos prejuízos de setores tradicionais da nossa economia, como são o do vinho e espumantes, já fortemente penalizados pelos efeitos da pandemia", alerta Lobo Xavier.

A APED reafirma o seu compromisso de ser uma parte ativa no combate à crise sanitária e manifesta a sua disponibilidade para contribuir para "soluções adequadas que protejam a saúde dos consumidores e assegurem condições de sustentabilidade aos agentes económicos".

Fonte:TSF

Para garantir que o alívio das restrições na quadra do Natal não descambe “numa curva de contágios novamente ascendente”, com repercussões na capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde, o subdiretor-geral da Saúde, Rui Portugal, partilhou, na habitual conferência de imprensa sobre a situação epidemiológica no país, um conjunto de dez “recomendações práticas” a adotar pelas famílias:

  1. Cumprir todas as regras que estejam em vigor nesta quadra em cada um dos concelhos, não só em termos de mobilidade mas também quanto a aglomerações e ajuntamentos.
  2. Se estiver doente ou algum dos familiares estiver doente, ou se o isolamento profilático tiver sido determinado, “estas pessoas têm o dever e a obrigação de se manterem isolados e afastados de todos os outros”.
  3. Reduzir os contactos antes do início da quadra festiva e durante esse mesmo período. “Em vez de estabelecermos os nossos contactos e sociabilizarmos com um número vasto de pessoas, devemos reduzir esse número substancialmente. Em vez do grupo normal de contactos de 10 ou 15 pessoas, passar a ter, durante esta temporada, contactos com apenas quatro ou cinco pessoas, além do agregado”.
  4. Reduzir o tempo de exposição em todos os contactos. “Em vez de estarmos juntos três ou quatro ou cinco horas, vamos tentar estar juntos e presentes mas num tempo mais limitado de uma, duas ou três horas e optando por usar os espaços exteriores”.
  5. Reduzir os contactos em termos de núcleo familiar. “A família que conta aqui é a dos coabitantes, aqueles que residem no mesmo espaço físico. Nesse sentido, devemos reduzir o máximo que pudermos os contactos com familiares não coabitantes, os nossos irmãos, pais, tios, sobrinhos”.
  6. Preferencialmente, limitar todas as celebrações e contactos ao agregado com quem se coabita, tendo o contacto com outros membros pelos meios digitais, como computadores e telefonemas, “ou optando por visitas rápidas nos quintais de uns e de outros, no patamar das escadas dos prédios de uns e de outros, com uma troca simbólica de uma compota ou de algo que seja aprazível no contacto humano e de proximidade, mas sempre com distanciamento físico”.
  7. Manter distanciamento físico na preparação das refeições. “As cozinhas nesta altura serão locais de alto risco, visto que são os grandes espaços de convício entre pessoas e familiares, e o distanciamento físico dever-se-á sempre considerar de 1,5 metros a dois metros, mesmo que seja entre familiares, desde que não coabitantes”. E obviamente evitar os cumprimentos tradicionais.
  8. Arejar espaços e garantir a circulação de ar. “Os espaços de maior volume são espaços de maior proteção, mas não significa que sejam espaços de eliminação de risco. E, nessa perspetiva, esses espaços devem ser repetidamente desinfetados nas suas superfícies e nos objetos de maior partilha.
  9. Lavar e desinfetar as mãos frequentemente, respeitar a etiqueta respiratória, utilizar a máscara adequadamente em espaços fechados. “Se não conseguirmos garantir o distanciamento seguro, devemos sempre lembrar-nos que não é por serem nossos familiares que as pessoas representam menor risco relativamente ao que possa ser uma co-infeção nas nossas próprias casas”. 
  10. Evitar partilhar objetos comuns. “Atenção às partilhas de copos, talheres, etc.”, alertou ainda o responsável da DGS, para pedir igualmente contenção na ingestão de bebidas alcoólicas: “Escusado será dizer que se pretende nestes convívios uma utilização ‘moderada e racional’ de tudo o que possam ser substâncias que possam trazer maiores afetividades.”

Fonte: Público

As autoridades do Reino Unido estão a aconselhar as cadeias de distribuição do país a fazerem stock de alimentos e outros produtos de grande consumo, dada a possibilidade de um Brexit sem acordo.

De acordo com o The Sunday Times, os ministros e os retalhistas estão apreensivos quanto ao pânico que se possa gerar entre os consumidores, quando a memória ainda está fresca quanto ao que se passou no início da pandemia de Covid-19, com as corridas às lojas para se abastecerem destes bens, sobretudo, de papel higiénico. Teme-se que, nas próximas semanas, se possa gerar alguma escassez de alimentos, devido a este tipo de comportamento impulsivo.

Saída da União Europeia

O Reino Unido abandonou a União Europeia em janeiro, mas, nos termos do acordo, ainda faz parte do mercado único até 31 de dezembro, quando finda o período de transição.

Atualmente, as negociações entre ambas as partes encontram-se num impasse. A Comissão Europeia propôs um sistema de trocas comerciais sem direitos aduaneiros, nem quotas, caso sejam cumpridas determinadas condições, mas existe desacordo quanto às mesmas, designadamente, ao nível das pescas e concorrência.

Fonte: Grande Consumo

O Natal está aí à porta, e com ele a época de dar e receber presentes, mas também dos caixotes do lixo e contentores de reciclagem a transbordar no dia a seguir à consoada.

Portugal tem um problema sério de excesso de lixo produzido. A quantidade de desperdício que cada um de nós produz tem vindo a aumentar e a maior parte dele vai parar aos aterros em vez de ser reciclado.

Uma forma de começar a resolver este problema é exatamente diminuindo a quantidade de lixo que produzimos. Por que não tentar mudar o estado de coisas neste Natal, contribuindo para uma consoada com menos lixo? Em baixo, deixamos-lhe algumas ideias para reduzir o lixo neste Natal. Sabemos que não vamos resolver os problemas nacionais com estas dicas, mas é um começo, nem que seja para despertar consciências para o problema do lixo que todos nós produzimos nesta época.

  • Faça os seus próprios presentes, sejam eles pequenas lembranças que correspondam às necessidades da pessoa a quem está a oferecer ou guloseimas caseiras. Se optar pelas guloseimas caseiras, escolha recipientes fáceis de reutilizar para as mesmas, como jarros de vidro ou caixas de metal.
  • Use sacos de papel para os embrulhos. Assim, os sacos podem voltar a ser utilizados depois de oferecida.
  • Se tiver mesmo de oferecer a prenda embrulhada, por que não usar folhas de jornal antigo ou folhas de papel para as quais já não tenha utilidade? Nem todo o papel de embrulho é reciclável.
  • Evite fazer compras online para não acabar com excesso de embalagens lá em casa. Prefira o comércio local e leve os seus próprios sacos para, depois, levar as prendas para casa.
  • Seja o promotor da mudança na sua família, e fale com ela sobre os problemas do lixo produzido. Convença-os a ter cuidados redobrados na altura de abrir as prendas e a reutilizar o papel de embrulho que esteja bom, para evitar desperdícios.

Fonte: Greensavers

Dezenas de cosméticos contêm produtos químicos com potenciais impactos na saúde humana, como problemas hormonais ou alergias, e no ambiente, de acordo com um estudo realizado em 34 países.

A organização ambientalista portuguesa ZERO, que representou Portugal no projeto promovido pelo organismo de defesa dos consumidores da Dinamarca, defendeu que é preciso legislação para “retirar progressivamente estas substâncias químicas preocupantes dos produtos”.

Além disso, exige que os ingredientes estejam visíveis na informação aos compradores, alertando que produtos da mesma marca e com o mesmo código de barras podem ter ingredientes diferentes consoante o país em que são vendidos.

O estudo partiu de 39 produtos comercializados por todo o mundo, mas a lista acabou por ser alargada para 176 produtos por causa das versões e ingredientes diferentes.

Os produtos foram classificados em três categorias, a pior das quais (“C”) indica que tinham um ou mais ingredientes passíveis de interferir com o sistema hormonal, provocar alergias ou problemas de fertilidade ou serem prejudiciais à natureza por se acumularem no ambiente ou nos animais.

As conclusões do estudo baseiam-se na consulta dos rótulos, desconhecendo-se a concentração de cada substância.

Champôs, cremes para o corpo, gel de barbear, protetor solar infantil, desodorizantes e dentífricos de várias marcas foram visados no estudo, que pode ser consultado em inglês na internet aqui.

Fonte: SAPO