Disponível Online a Primeira Tabela Portuguesa sobre Composição Química e Valor Nutricional de Subprodutos Agroindustriais para Alimentação Animal
No âmbito do Grupo Operacional SubProMais – “Utilização de Subprodutos da Agroindústria na Alimentação Animal” foi criada a Primeira Tabela Portuguesa sobre Composição Química e Valor Nutricional de Subprodutos Agroindustriais para Alimentação Animal, que agora é disponibilizada online e de uma forma gratuita.
A utilização de subprodutos agroindustriais na alimentação animal apresenta-se como uma opção cada vez mais considerada pelos produtores, em alinhamento com as estratégias de economia circular, reduzindo a dependência de matérias-primas importadas e que concorrem com a alimentação humana.
Nesta tabela é apresentada a composição química e o valor nutricional para ruminantes de cerca de uma centena de subprodutos e resíduos agroindustriais produzidos em Portugal, facilitando o acesso a informação que permite aos produtores fazerem escolhas alimentares mais adequadas aos seus objetivos produtivos e económicos. Este trabalho foi coordenado pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.), com a colaboração do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) e do Tagus Valley – Tecnopolo do Vale do Tejo. O desenvolvimento de toda a plataforma ficou a cargo da empresa Ruralbit.
A Tabela de alimentos pode ser consultada em http://www.subpromais.pt
Além de subprodutos a tabela pretende ainda dar a conhecer a composição química e nutritiva de outros alimentos para animais, nomeadamente: forragens verdes, fenos e plantas arbóreas e arbustivas resultantes principalmente de recolha de dados de Projetos de investigação acumulados há cerca de 30 anos na Estação Zootécnica Nacional, INIAV Santarém.
Fonte: Agroportal
O vídeo mais popular no Youtube em 2020, em Portugal, foi da autoria da Direção-Geral da Saúde e incidiu sobre a técnica de lavagem das mãos. Contando com a participação do jornalista Luís Castro, este vídeo demonstra o modo correto da lavagem das mãos, uma das medidas mais eficazes na prevenção da COVID-19.
O Ano de 2020 foi e continua a ser marcado pela COVID-19. A Plataforma YouTube, foi uma das utilizadas pela Direção-Geral da Saúde para informar sobre várias medidas de prevenção contra esta pandemia. O YouTube divulgou, no dia 2 de dezembro os vídeos que mais interesse despertaram este ano na plataforma, explicando que a análise foi feita com base na interação do utilizadores com os vídeos, como as visualizações o números de gostos e comentários.
Assista ao vídeo aqui.
Fonte: DGS
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura publicou o Relatório “Estado do conhecimento da biodiversidade do solo – Estado, desafios e potencialidades. Resumo para os decisores políticos” (State of knowledge of soil biodiversity – Status, challenges and potentialities. Summary for policy makers), que retrata a importância da biodiversidade para a segurança alimentar e nutrição, especialmente a biodiversidade acima do solo, como plantas e animais, e apresenta concisamente o estado do conhecimento sobre a biodiversidade do solo, as ameaças a esta e as soluções que a biodiversidade do solo pode fornecer aos problemas em diferentes campos.
De acordo com o documento, está a ser dada menos atenção à biodiversidade do solo, que é responsável por muitos processos que levam à produção de alimentos ou purificam o solo e a água. Este relatório, destinados decisores políticos, apresenta as principais conclusões do relatório principal e é o resultado de um processo inclusivo envolvendo mais de 300 investigadores de todo o mundo sob os auspícios da Parceria Global do Solo da FAO e do seu Painel Técnico Intergovernamental sobre Solos, da Convenção sobre Diversidade Biológica, da Iniciativa Global sobre Biodiversidade do Solo e da Comissão Europeia.
O resumo para os decisores políticos apresenta concisamente o estado do conhecimento sobre a biodiversidade do solo, as ameaças a esta e as soluções que a biodiversidade do solo pode fornecer aos problemas em diferentes campos. Este relatório é um contributo valioso para a sensibilização da importância da biodiversidade do solo e destaca o seu papel na procura de soluções para as atuais ameaças globais.
Fonte: Agroportal
A 15 de Dezembro, vai ter lugar, através de uma cerimónia online, o lançamento oficial do Ano Internacional das Frutas e dos Legumes, que será celebrado em 2021. A decisão relativa a 2021 foi proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) no fim de 2019, em paralelo com a decisão de estabelecer o dia 21 de Maio como o Dia Internacional do Chá e o dia 29 de Setembro como o Dia Internacional da Consciencialização Sobre Perdas e Desperdício Alimentar, ambos celebrados a partir de 2020.
As celebrações do Ano Internacional das Frutas e dos Legumes vão ser coordenadas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), operando em conjunto com outras entidades. Esta efeméride cumpre vários objectivos, sendo um deles promover a consciencialização e a atenção dos intervenientes políticos e públicos para os benefícios nutricionais e de saúde do consumo de frutas e legumes.
Outros objectivos do Ano Internacional das Frutas e dos Legumes são promover dietas e estilos de vida diversificados, equilibrados e saudáveis através do consumo de frutas e legumes e reduzir as perdas e o desperdício no sistema alimentar das frutas e dos legumes. Pretende-se ainda a partilha de boas práticas em vertentes distintas: promoção da produção sustentável e do consumo de frutas e legumes; melhoria da sustentabilidade dos diferentes processos do sistema alimentar das frutas e dos legumes (armazenamento, transporte, comércio, processamento, transformação, venda ao público, redução de desperdício e reciclagem) e das interacções entre esses processos; integração de produtores de pequena dimensão nas cadeias de abastecimento e de valor locais, regionais e globais no sentido de assegurar a sustentabilidade da produção e do consumo de frutas e legumes; fortalecimento da capacidade de todos os países em adoptar abordagens e tecnologias inovadoras para combater as perdas e o desperdício de frutas e legumes.
Estão previstas quatro linhas de acção para o Ano Internacional das Frutas e dos Legumes: consciencialização; criação e disseminação de conhecimento; acções políticas; desenvolvimento de capacidade e educação. Em 2021, a ONU também deverá agendar uma cimeira sobre sistemas alimentares. Em paralelo, devido aos condicionamentos causados pela pandemia de covid-19, o Ano Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado em 2020, vai ter continuidade em 2021.
Fonte: Agroportal
Os criadores de maronesa vão oferecer esta carne a Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) numa iniciativa que é também de alerta para a quebra nas vendas que rondam os 85% neste ano de pandemia.
A primeira doação teve lugar hoje na sede da Associação de Paralisia Cerebral (APC) de Vila Real, mas esta campanha de solidariedade irá repetir-se por lares das IPSS dos quatro concelhos com maior produção de maronesa: Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Mondim de Basto e Ribeira de Pena.
“Queremos passar uma mensagem de solidariedade para com as IPSS numa época que é uma quadra festiva, natalícia, mas também passar uma mensagem de apelo”, afirmou Filipe Ribeiro, da Associação “Terra Maronesa”.
É que, neste ano marcado pela pandemia, os produtores de carne maronesa estão a sentir “grandes dificuldades” no escoamento.
“As vendas decresceram imenso, chegaram a um mínimo quase histórico, mas as produções são as mesmas, os produtores são os mesmos, o número de animais é o mesmo e os nascimentos também são os mesmos. Portanto, há a necessidade de colocar a carne no mercado. É necessário ajudar estes produtores porque eles ajudam as suas comunidades e o ambiente”, frisou.
A carne é comercializada em exclusivo pela Cooperativa Agrícola de Vila Real e, segundo Marília Olhero, responsável pela parte comercial, a quebra nas vendas ronda entre os “85% a 90%”.
“Estamos a conseguir vender apenas cerca de 15% daquilo que vendíamos no ano passado (…). Não conseguimos dar a volta à situação porque os estabelecimentos estão fechados, os restaurantes principalmente, que eram os nossos principais clientes, não os deixam trabalhar e eles não estão a comprar a nossa carne”, salientou.
Marília Olhero afirmou que “os produtores precisam de muita ajuda” e referiu que, até ao momento, a cooperativa não alterou o preço pago aos criadores, mas baixou o valor de venda aos consumidores em cerca de “50 cêntimos”.
“Estamos a falar com grandes superfícies para ver se nos conseguem fazer um escoamento, como já aconteceu no início desta pandemia. Mas isso significa baixar muito os preços”, salientou.
A cooperativa tem cerca de 400 produtores a entregar regularmente animais.
António Moutinho, criador de 62 anos em Souto, Vila Pouca de Aguiar, tem mais de cem animais reprodutores e salientou que esta é a sua “única fonte de rendimento”.
“Vivo disto, mas a covid veio alterar tudo. Nós produzíamos essencialmente para a restauração e como os restaurantes estão praticamente parados está difícil”, salientou.
O produtor destacou um “problema” que os afeta e que é o facto de não poderem ficar “com os animais na exploração”. “Isto é, nós criamos os animais e eles têm de sair até aos nove meses. É uma situação muito difícil de resolver”, frisou.
Com 26 anos, Avelino Rego tem 30 vacas em Alvadia, Ribeira de Pena, e fala num “ano complicado”.
“Numa situação em que estamos a passar por dificuldades, lembramo-nos também de outros que estão a passar por situações semelhantes, eventualmente até piores, e então esta iniciativa é um reconhecer do trabalho das IPSS e, ao mesmo tempo, divulgar o nosso produto e alertar para a importância de consumir local e o que é produzido aqui à nossa porta”, sublinhou.
Heitor Fernandes, de 54 anos e produtor em Lamas de Olo, Vila Real, tem 78 cabeças de gado, e destacou também o ano “muito, muito complicado”, apontando as “grandes dificuldades” no escoamento dos animais que são a sua fonte de subsistência.
“Não vendemos, mas o trabalho é sempre o mesmo todo o ano”, frisou.
Carlos Varela, da APC de Vila Real, disse que o gesto de solidariedade dos criadores de maronesa é “bem-vindo” e referiu que a associação serve cerca de 100 refeições por dia.
“Esta quadra apela um pouco ao sentido solidário e somos recetivos a qualquer gesto deste tipo”, afirmou.
Fonte: Agroportal
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou, durante o mês de novembro, atenta a quadra natalícia, no âmbito das suas competências, uma operação de fiscalização ao longo de todo o circuito comercial, incluindo fabricantes, importadores e distribuidores, tendo como foco principal a verificação da rotulagem e da segurança de brinquedos.
Como balanço da ação, salienta-se que foram fiscalizados, a nível nacional, cerca de 200 operadores económicos, tendo sido instaurados 25 processos por contraordenação, destacando-se como principais infrações: a violação dos requisitos essenciais de segurança, o incumprimento dos deveres dos distribuidores, a violação das obrigações relativas aos avisos obrigatórios constantes na rotulagem, o desrespeito das regras do anúncio de venda com redução de preços, entre outras.
Foram ainda apreendidos cerca de 1.120 brinquedos, no valor estimado de € 15 000,00.
A ASAE, enquanto órgão de polícia criminal, manterá a sua atividade neste domínio, com vista ao cumprimento das obrigações legais relativamente aos brinquedos, no que se refere às menções na rotulagem e requisitos de segurança, continuando ainda a colaborar regulamente em ações de cooperação no âmbito da União Europeia, onde são colhidas no mercado amostras de brinquedos e posteriormente ensaiados por forma a verificar os seus requisitos de segurança.
Fonte: ASAE
Decorre até ao dia 13 de janeiro de 2021, uma consulta pública, promovida pela Comissão Europeia, sobre o roteiro para o estabelecimento de um mecanismo de resposta à crise da UE para preparar e responder eficazmente a eventos críticos que podem ameaçar a segurança alimentar da UE.
O roteiro para o plano de contingência alimentar da UE pode ser consultado em : https://ec.europa.eu/info/law/better-regulation/have-your-say/initiatives/12770-Contingency-plan-for-ensuring-food-supply-and-food-security.
Fonte: DGAV
O Funchal é uma das 11 cidades europeias parceiras do projeto Food Trails, financiado pela União Europeia, que visa criar uma rede de cidades que contribuem para a transformação do sistema alimentar e para a construção de uma estratégia alimentar local.
Madalena Nunes, vereadora com o pelouro da Educação na Câmara Municipal do Funchal, explica que “esta iniciativa tem por objetivo estimular um consumo alimentar mais saudável e melhorar os hábitos de vida da população”.
“Devido às alterações climáticas e também com o surgimento da pandemia de covid-19, as cidades estão a prestar cada vez mais atenção às suas políticas alimentares e ao processo de produção agrícola”, vincou.
Através deste projeto, a autarquia pretende criar um Laboratório Vivo - Urban Living Lab, onde seja possível envolver os mercados municipais, as escolas e os parceiros locais das mais diversas áreas, nomeadamente ao nível da produção, transformação e consumo alimentar sustentável, e da literacia alimentar e ecológica.
A autarca refere que “nenhum município tem autonomia para trabalhar por si só as politicas alimentares”. “O que procuramos é implementar metodologias participativas que envolvam os cidadãos e os parceiros locais nas políticas alimentares, construindo uma estratégia alimentar municipal que potencie a criação de medidas que melhorem a nossa consciência comum dos riscos e da sustentabilidade ambiental e estimulem o consumo de produtos locais e sazonais”.
O facto de muitas cidades europeias e internacionais terem políticas alimentares consolidadas ajudou a que pudessem responder mais rapidamente à crise pandémica, com sistemas de ajuda alimentar para pessoas vulneráveis. Neste sentido, recordou a iniciativa ‘Funchal, Cabaz Vital’, que, desde o início da crise atual, já apoiou mais de 13 mil funchalenses oriundos de famílias carenciadas com a entrega de cabazes com bens essenciais, que incluem a distribuição de folhetos com dicas sobre conservação de alimentos, alimentação saudável e redução de perdas e desperdício de alimentos.
Durante o projeto, a Câmara Municipal do Funchal vai trabalhar também em colaboração com a Universidade da Madeira, através do ISOPlexis - Centro de Sustentabilidade da Agricultura e Tecnologia Alimentar, no desenvolvimento de uma dieta alimentar atlântica e de iniciativas de produção alimentar mais sustentáveis. O ISOplexis-Germobanco tem por objetivo promover o levantamento e conservação da agrodiversidade na Região Autónoma da Madeira.
O Pacto de Política Alimentar Urbana de Milão (MUFPP), em Itália, tem sido, por sua vez, o documento de referência, desde 2015, na definição de políticas de alimentação, sendo que a cidade se encontra atualmente a liderar o consórcio de 19 parceiros sobre a transformação dos sistemas alimentares, no âmbito do projeto ‘Food Trails’. As onze cidades parceiras desta iniciativa são o Funchal, Bérgamo, Birmingham, Bordéus, Copenhaga, Grenoble, Groningen, Milão, Tessalónica, Tirana e Varsóvia. A estas juntam-se diversas Universidades e stakeholders europeus, nomeadamente: Fondazione Milano Politecnico, Eurocities, Slow Food International, EAT Fondation, Cardiff Univeristy, Wageningen Research, Roskilde Universitet e Cariplo Factory.
Madalena Nunes conclui que “o Food Trails vai trazer benefícios para todas as cidades participantes, potenciando, inclusive, a criação de emprego. Vamos estudar áreas estratégicas, no sentido de procurar perceber quais são as vulnerabilidades do nosso sistema alimentar e, consequentemente, tomaremos depois medidas concretas no sentido de estabelecer, a médio e longo-prazo, um caminho de futuro para uma politica urbana alimentar na nossa cidade, contribuindo para transformar, do plano local ao plano global, os sistemas alimentares.”
O Food Trails teve início no passado dia 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação, e terá a duração de quatro anos, com um orçamento global de 12 milhões de euros, com o objetivo de envolver e capacitar as comunidades, promover o uso de recursos de forma sustentável, dietas nutricionalmente saudáveis e melhorar a consciência dos riscos e da sustentabilidade ambiental.
Fonte: JM - Madeira
O surto, confirmado pelo laboratório da Agência Nacional de Segurança Sanitária Alimentar (ANSES), está situado na localidade de Benesse-Maremne, onde se constatou no sábado “uma mortalidade elevada”, explicou o Ministério da Agricultura, em comunicado.
No dia seguinte, a Entidade Administrativa de Landes ordenou o abate de todos os patos da fazenda e foi estabelecida uma zona de proteção de três quilómetros ao redor e outra de dez quilómetros para vigilância.
Na tentativa de controlar o risco de propagação do vírus, que não é transmitido às pessoas (nem pela ingestão de carne, ovo ou “foie Gras”), foi proibido naquela zona o transporte de aves e estabelecidas “medidas sanitárias rigorosas”.
Este é o primeiro caso de gripe aviária encontrado numa fazenda na França. No entanto, desde meados de novembro, já tinha sido identificado um surto numa “pet shop” na ilha da Córsega.
Além disso, o Ministério da Agricultura disse hoje que também foram confirmados vários casos de infeção em aves selvagens no final da semana passada: um ganso no departamento de Loire Atlántico (oeste) e três cisnes no departamento de Meurthe-et-Moselle (nordeste).
Em torno dos locais onde esses animais foram encontrados foram estabelecidas zonas de controlo temporário.
Fonte: Agroportal
A venda de queijo com Denominação de Origem Protegida (DOP) Serra da Estrela regista quebras na ordem dos 60%, na sequência da pandemia provocada pela covid-19, garantiu esta semana a Estrelacoop – Cooperativa dos Produtores de Queijo da Serra da Estrela.
“Face à redução drástica das vendas das queijarias nossas associadas, registamos uma quebra superior a 60% e estamos a entrar numa fase crítica da nossa atividade. Caso não seja efetuada uma inflexão agora, durante o mês de dezembro, com as vendas do Natal, no limite, todo o circuito associado à produção do queijo Serra da Estrela DOP pode ser posto em causa”, alertou a direção daquela associação, com sede em Celorico da Beira, distrito da Guarda.
Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, esta associação com sede em Celorico da Beira, distrito da Guarda, explicou que a situação está relacionada com o cancelamento das múltiplas feiras e eventos em todo o país, que noutros anos “garantiam vendas significativas”.
“Com a atual crise pandémica, a grande maioria dos pastores, dos produtores de leite e queijo da Serra da Estrela estão a braços com uma crise sem precedentes”, afirmou a Estrelacoop, explicando que “há excesso de produto e matéria-prima resultante do decréscimo de escoamento nos canais de vendas e divulgação”.
Lembrando que há 27 queijarias com selo DOP e 125 pastores com rebanhos na Serra da Estrela totalmente dependentes da atividade, aquela associação ressalvou o “papel crucial” dos consumidores no momento da compra e deixou um apelo para que estes optem pelo produto com selo DOP e que o juntem nas suas mesas de Natal.
“Ao comprarmos este queijo, temos a certeza de que esta cadeia de valor composta por pastores, queijeiras/os credenciados e produtores não se perde e que a qualidade, essa, prevalece”, fundamenta.
A região demarcada de produção do Queijo Serra da Estrela abrange 18 municípios, como Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas, Seia, Trancoso, Oliveira do Hospital, Nelas, Penalva do Castelo, Mangualde e Covilhã.
A cooperativa Estrelacoop é a entidade gestora da Denominação de Origem Protegida (DOP) do Queijo Serra da Estrela, que só pode ser produzido com leite de ovelha das raças Serra da Estrela ou Churra Mondegueira.
Fonte: Agroportal
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